Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, maio 13, 2014

VOCÊ É MUITO ESPECIAL PARA DEUS











Jesus foi crucificado numa cruz com os abraços abertos para que todos os homens pudessem saber que Ele pode acolher qualquer um que se aproximar dele. 

Deus conhece o seu coração e o inimigo muitas vezes tem alimentado circunstâncias e situações, colocado em sua vida pessoas que o rejeitaram e continuam rejeitando. 

Mas o Pai celestial o aceita. 

Fomos aceitos ali na cruz. 

Aceitar a Jesus é também ser aceito por Ele. 

Deus não faz acepção de pessoas; Ele disse: “Se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá”. 

As pessoas mais queridas da sua vida podem rejeitar você, mas Ele jamais o rejeitará. 

O valor maior não é o que as pessoas pensam sobre você, mas o que Deus pensa a seu respeito, e Ele aceita você. 

O grande problema do filho pródigo era a dúvida: Será que meu pai me aceitará, depois de tudo que eu fiz? 

Ele não pensou o que o irmão pensaria dele, mas o importante era o que o pai pensava. 

Veja este texto glorioso: “Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. 

E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissoluta mente. 

Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. 

Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. 

 

Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! 

Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. 

E, levantando-se, foi para seu pai. 

Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. 

E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 

O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, coloque um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. 

Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. 

E começaram a regozijar-se. 

Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar- -se da casa, ouviu a música e as danças. 

Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. 

E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 

Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo. 

Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. 

Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lucas 15.11-32, grifo meu). 

O Pai nos aceita, a Palavra diz em João 3.16: “Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que tudo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. 

Antes de Jesus render o espírito, ele disse: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.21). 

A Bíblia diz que quando na cruz, Jesus tomou os nossos pecados, porque ele não conheceu pecado, se fez pecado por nós, Deus voltou o rosto e não contemplou o próprio Filho. 

E o grito de Jesus foi: “Por que me desamparastes?” 

Querido, o Senhor foi desamparado ali na cruz para que pudéssemos ser aceitos. 

Você e eu não precisamos mais carregar o fardo de uma vida longe do Senhor, porque somos aceitos, e ao tomar posse dessa bênção, toda rejeição não existirá mais, porque Deus nos amou de tal maneira que deu Seu único filho para pagar um alto preço por nós. 

Tome posse dessa realidade! 

Deus abençoe! 

Márcio Valadão


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segunda-feira, maio 12, 2014

SER MÃE É SER CAPAZ DE DOAR A PRÓPRIA VIDA












Mãe, amor sincero sem exagero. 

Maior que o teu amor, só o amor de Deus... 

És uma árvore fecunda, que germina um novo ser. 

Teus filhos, mais que frutos, são parte de você... 

És capaz de doar a própria vida para salva-los. 

E muito não te valorizam... 

Quando crescem, de te esquecem. 

São poucos, os que reconhecem... 

Mas, Deus nunca lhe esquecerá. 

E abençoará tudo que fizerdes aos seus... 

Peço ao Pai Criador que abençoe você. 

Um filho precisa ver o risco que é ser mãe... 

Tudo é cirurgia, mas ela aceita com alegria. 

O filho que vai nascer... 

Obrigado é muito pouco, presente não é tudo. 

Mas, o reconhecimento, isso! 

Sim, é pra valer... 

Meus sinceros agradecimentos por este momento. 

Maio, mês referente às mães, embora é bom lembrar... 

Dia das mães, que alegria é todo dia.







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SER MÃE









É se deixar ser tocada pela mão de Deus. 

Deixei a natureza transformar-me. 

Com todas suas leis. 

Tive o prazer de sentir um bebê no meu ventre. 

Chorei na maternidade. 

Troquei fralda. 

Passei noites acordada. 

Desfrutei a sensação de amamentar.

Ensinei a comer. 

Ensinei a andar.

Chorei no primeiro dia de escolinha. 

Talvez tenha deixado algumas pessoas de lado. 

Talvez não tivesse tempo para dar atenção para as amigas. 

Pode ser que me relaxei um pouco com minha aparência. 

Ou quem sabe não tive nem tempo para pensar nisso. 

Pode ser que deixei alguns projetos pela metade. 

Ou talvez porque não conciliava com meu horário familiar. 

Momento algum joguei nada para o alto. 

Na verdade segurei com as duas mãos. 

Tudo o que vi cair do céu Porém permiti.

A mão de Deus me tocar. 

Para ser uma verdadeira mãe.

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domingo, maio 11, 2014

PRESBITERIANO - TRADICIONAL E REFORMADO







 






Em 2013, escrevi um artigo intitulado “Sou Presbiteriano, Sim!” Na época, já percebia que algo não andava bem, e tomaria corpo com impressionante rapidez.  Algumas Igrejas começavam a ser “diferentes”.


Comentei que o que estava acontecendo não deveria ser um problema, mas, sim, motivo de alegria.  Afinal, ser Presbiteriano é, também, respeitar as diferenças, mantendo as diretrizes e toda sua genuína formação Bíblica e reformada.


Ser membro de uma Igreja é um ato democrático livre: cada um toma o rumo que lhe convém e segue o ensino que teve durante toda a vida. Observava, em épocas em épocas passadas, certos costumes contrários a tradição Presbiteriana que aprendi.  Enfim, existem diferenças.


Lutar para mudar algo é sempre trabalhoso e perigoso! Lutar contra o que já é constituído, formado, não é uma posição sempre correta – precisamos ter cuidado com “mudanças”, pois cabe aos Concílios, no caso dos presbiterianos, rever qualquer com uma ação necessária, principalmente no que diz respeito às mudanças.


Aprendi na Igreja a respeitar sua Doutrina e a conhecer a Constituição; estudei a Confissão de Fé e tomei conhecimento de um manual interno das sociedades; tudo isto me ajudou a dar valor à Igreja Presbiteriana e a entender o verdadeiro papel de um Conselho de Igreja, de um Presbitério e do Supremo Concílio.  Assim tornei-me um Presbiteriano tradicional e reformado.


Em tempos passados, havia maior preocupação com a ordem e a reverência nos Cultos.  Os hinos tradicionais, o coral sempre presente, quartetos e solos que nos emocionavam e nos edificavam muito... A juventude do passado dava mais valor ao estudo Bíblico. A Juventude de hoje se interessa mais por conjuntos, enfim, pela música contemporânea.


Confesso que sinto uma grande preocupação com o rumo da música na Igreja; não apenas a qualidade da melodia e da letra, mas o volume, às vezes, exagerado, que faz, em alguns Templos, com que pessoas se retirem no chamado “momento de louvor”.


Seria possível reconquistarmos uma liturgia genuinamente reformada? A IPB tem os seus princípios de Liturgia.  No seu capítulo III, Art. 8º diz que o “Culto público consta ordinariamente de Leitura da Palavra de Deus, pregação, cânticos sagrados, oração e ofertas”.


Estas normas são bem flexíveis, e a responsabilidade pela liturgia é do Pastor. Assim dependendo da linha que este adota, acaba contrariando aqueles que gostariam de uma Liturgia mas austera com hinos tradicionais e um ritual definido.


Alguns anseiam por mudanças, mas tais mudanças são praticamente impossíveis no País, pois são várias as tendências.  O que se considera sempre, em termos de Presbitérios, Sínodos e Supremo Concílio, é se a Igreja mantém sua Doutrina Presbiteriana; a liturgia fica mais ou menos livre, ao gosto de cada um.


Este grande dilema aborrece aos Membros mais antigos, que gostariam de ver a Igreja com uma liturgia mais solene e nada podem fazer.  O som de elevadíssimos decibéis se espalhou por tantas Igrejas que, mesmo numa cidade grande, onde existem outras Igrejas Presbiterianas, não se tem aonde ir.


Por outro lado, a Igreja que não abre espaço para a música contemporânea vai perdendo membros para as Igrejas mais liberais (nesta área) e é grande a evasão de Presbiterianos para Igrejas não tradicionais.


Que podemos fazer? Continuar orando para que alcancemos a edificação, a comunhão e a união! Esperar que a Igreja encontre um consenso, na certeza que ela é de Cristo.


Ele mesmo há de aparar as arestas.  Continuarei perseverante na minha escolha: sou membro da Igreja! Sou Presbiteriano, sim!  Tradicional e Reformado!

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Extraído do Jornal Brasil Presbiteriano

Autoria do Diácono Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro









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