Versículo do Momento

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sábado, março 09, 2013

DICAS PARA EVITAR O ENVELHECIMENTO FACIAL




            Cuidando da Saúde




O envelhecimento não é só causado pela ação do tempo, mas também pelo o descuido com a pele, onde isso acaba ocasionando no envelhecimento precoce.


Mas se você não tem tempo e nem dinheiro, para ficar gastando com tratamentos e produtos caros, aqui vão algumas dicas   que devem ser seguidas diariamente, para que façam parte da sua rotina, assim mesmo com a idade for chegando sua pele ainda lhe dará a aparência  mais jovial. 


Sempre quando for usar produtos para o rosto fique bem atento aas datas de validade.

Nunca deixe de lavar o rosto  antes de dormir, isso é primordial, com um bom sabonete liquido para seu tipo de pele.


Use hidrante e filtro solar, apara que manchas não apareceram e para que sua pele não fique ressecada. 


Durma bem, nem muito nem pouco, apenas o necessário para manter sua pele sempre bonita e jovem e para terminar leve uma vida saudável, com boa alimentação, exercícios físicos, não precisa ter obsessão em ficar com uma pele jovem, mas se você cuida dela sempre terá uma boa aparência, sem que as marcas do tempo te prejudiquem.







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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo " 
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quarta-feira, março 06, 2013

SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: UMA SOCIEDADE SEM FRNTEIRAS



       
             MENSAGEM
 





A Era do Conhecimento tem sido caracterizada por constantes mudanças impostas pelo mundo moderno levando a sociedade a uma competitividade cada vez mais acirrada, sendo a “inovação” e a “produtividade” as molas propulsoras dessa mutação.

O cenário que tem sido construído, principalmente a partir do século XX, seja ele no âmbito empresarial ou nas relações entre países, é marcado pela busca de inovação tecnológica, objetivando introduzir no mercado novas idéias que, conseqüentemente, levam à criação de novos produtos, serviços, novas técnicas de gestão e planejamento. 


A Revolução Digital, assim como qualquer outra revolução que já marcou a história, cria no ser humano certo resistência ao novo. Tal resistência se transforma em barreiras enormes que impedem o crescimento, dificultando a comunicação que é a espinha dorsal para o sucesso do indivíduo nesse novo mundo que exige muita informação, e, sobretudo, ousadia.



As fronteiras estão sendo removidas conforme ocorrem às transformações no espaço e no tempo. O valor da comunicação advinda dos avanços na computação e nas telecomunicações propicia a criação de uma nova forma de sociedade, “a Sociedade em Rede”  transformando as relações.


Na verdade, a globalização faz também redescobrir a corporeidade. O mundo da fluidez, a vertigem da velocidade, a freqüência dos deslocamentos e a banalidade do movimento e das alusões a lugares e a coisas distantes, revelam, por contraste, no ser humano, o corpo como uma certeza materialmente sensível, diante de um universo difícil de apreender.


A globalização integra as sociedades através da rede, transformando-as em um só mundo, buscando conciliar o desenvolvimento tecnológico com o desenvolvimento humano, pois, na verdade, o processo de assimilação não avança na mesma velocidade que a tecnologia, o que define como se dará a aprendizagem num universo totalmente novo para o homem da modernidade.


A questão é, até que ponto todos os seres humanos estão “conectados” nessa mesma direção? Será possível ao ser humano assimilar com a mesma rapidez tamanhas mudanças em seu cotidiano? Quais os problemas que uma sociedade em rede pode acarretar?


Sem dúvida há muitas questões e contradições, pois apesar da internet permitir uma maior conexão, também gera isolamento. Esse processo tem um sentido dicotômico, ou seja, ao mesmo tempo em que promove a inclusão digital, desencadeia a exclusão social. Um exemplo simples decorrente dessas mudanças são os novos termos que têm sido incorporados ao nosso vocabulário como  “E-mail”, “Internet”, “E-commerce”, “Web” e outros, tomando conta do “mundo das informações”. 

A Internet tem sido a base das atividades econômicas, sociais, políticas e culturais, aproximando culturas, agilizando negócios, e, por fim, conectando as pessoas em diversos lugares.





 



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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo "
Maestranda em Geografia - UNESP  
Kerley Soares de Souza Grosso
 

sábado, março 02, 2013

A FACE MODERNA DA PREGUIÇA



 







Ao se escolher o curso universitário, nossos jovens são frequentemente instados a refletir bem, afinal “é importante fazer o que se gosta”. Com esses argumentos, são pressionados a pensar bem na profissão que irão exercer, sob pena de uma espécie de condenação perpétua à frustração profissional.

Penso que há certa dose de exagero nisso, afinal a escolha da profissão nem sempre é irreversível. Mas talvez se exagere também na importância que se dá ao fazer o que se gosta. De fato, as pessoas possuem diferentes aptidões. Por isso, é mesmo importante eleger o trabalho que se irá desempenhar de acordo com a vocação profissional.




Na sociedade hedonista em que vivemos, na qual a busca do prazer parece ser o principal fator considerado nas escolhas e decisões, tende-se a procurar o trabalho na medida em que seja o mais prazeroso possível. No entanto, ainda que se tenha escolhido a profissão para a qual se está vocacionado  em qualquer ofício haverá tarefas mais ou menos agradáveis. 

Tomo como exemplo a função de juiz, que conheço bem de perto: o quão tentador é esquecer no canto da mesa aqueles processos mais volumosos, com questões complicadas e de difícil solução. E estou certo de que o leitor saberá encontrar, no próprio trabalho, aquelas atividades mais custosas frequentemente deixadas “para amanhã”.

Muitas vezes a preguiça não está em não fazer nada, mas em fazer apenas o que se gosta. Por mais que se escolha a profissão ou ofício, em todos haverá atividades que nos apetece menos, mas que precisam ser feitas.

O esforço empreendido para superar a tendência ao comodismo, que nos leva a buscar o que nos é mais fácil, é fundamental para o desenvolvimento da personalidade. Hoje se fala muito em empreendedorismo, apontado como uma qualidade essencial para o sucesso profissional. Ocorre que o bom empreendedor é também aquele que sabe transformar a si próprio, forjando uma gama de virtudes – em especial a fortaleza – capaz de superar os obstáculos que se antepõem ao objetivo de vida buscado.

Há também aqueles que, por não gostar do trabalho que desempenham, vivem reclamando e se limitam a suportar as horas que passam no escritório, na fábrica ou numa repartição, sempre a espera de uns poucos momentos para “verdadeiramente viver”. Nesse caso, será legítimo buscar outro trabalho que esteja mais de acordo com as aptidões pessoais. Enquanto não o encontram, porém, o grande desafio será desempenhá-lo com alegria e bom humor, talvez pensando no bem que pode proporcionar aos demais.

Lembro-me de um lixeiro que conheci alguns anos atrás. Toda noite o caminhão passava barulhento próximo à janela do nosso apartamento. Ele e seus colegas corriam a toda pressa para dar conta de recolher as toneladas de lixo. Mas o fazia com imensa e inexplicável alegria. Tanto que chamaram a atenção dos meus filhos, que o aguardavam na janela. Apesar do trabalho intenso, após recolher os sacos e antes de correr atrás do caminhão que partia afoito, abanava a mão para os garotos dizendo: “tchau Nenê!”. E trabalhava tão feliz que meu filho dizia que, quando crescesse, seria lixeiro.

Estou certo de que esse trabalho não era naturalmente agradável para aquele rapaz. No entanto, soube se superar a ponto de exercê-lo com alegria. Agora que as festas de final de ano se acabaram e as férias (se é que as tiramos) se aproximam do fim, penso que poderíamos nos examinar sobre qualidade do nosso trabalho. Sabemos nos esforçar para fazer bem também as atividades que menos gostamos, pensando no bem que isso pode proporcionar aos demais? E ao fazê-lo, não nos esqueçamos de que isso é fonte de imensa alegria, bem diferente da cara feia e lamurienta do preguiçoso e do egoísta.

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Fábio Henrique Prado de Toledo  é Juiz de Direito em Campinas  e Especialista em  Matrimônio e Educação Familiar pela Universitat Internacional de Catalunya – Uic.






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Exmo Sr. Juiz Fábio H. P. Toledo