Versículo do Momento

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quarta-feira, março 06, 2013

SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: UMA SOCIEDADE SEM FRNTEIRAS



       
             MENSAGEM
 





A Era do Conhecimento tem sido caracterizada por constantes mudanças impostas pelo mundo moderno levando a sociedade a uma competitividade cada vez mais acirrada, sendo a “inovação” e a “produtividade” as molas propulsoras dessa mutação.

O cenário que tem sido construído, principalmente a partir do século XX, seja ele no âmbito empresarial ou nas relações entre países, é marcado pela busca de inovação tecnológica, objetivando introduzir no mercado novas idéias que, conseqüentemente, levam à criação de novos produtos, serviços, novas técnicas de gestão e planejamento. 


A Revolução Digital, assim como qualquer outra revolução que já marcou a história, cria no ser humano certo resistência ao novo. Tal resistência se transforma em barreiras enormes que impedem o crescimento, dificultando a comunicação que é a espinha dorsal para o sucesso do indivíduo nesse novo mundo que exige muita informação, e, sobretudo, ousadia.



As fronteiras estão sendo removidas conforme ocorrem às transformações no espaço e no tempo. O valor da comunicação advinda dos avanços na computação e nas telecomunicações propicia a criação de uma nova forma de sociedade, “a Sociedade em Rede”  transformando as relações.


Na verdade, a globalização faz também redescobrir a corporeidade. O mundo da fluidez, a vertigem da velocidade, a freqüência dos deslocamentos e a banalidade do movimento e das alusões a lugares e a coisas distantes, revelam, por contraste, no ser humano, o corpo como uma certeza materialmente sensível, diante de um universo difícil de apreender.


A globalização integra as sociedades através da rede, transformando-as em um só mundo, buscando conciliar o desenvolvimento tecnológico com o desenvolvimento humano, pois, na verdade, o processo de assimilação não avança na mesma velocidade que a tecnologia, o que define como se dará a aprendizagem num universo totalmente novo para o homem da modernidade.


A questão é, até que ponto todos os seres humanos estão “conectados” nessa mesma direção? Será possível ao ser humano assimilar com a mesma rapidez tamanhas mudanças em seu cotidiano? Quais os problemas que uma sociedade em rede pode acarretar?


Sem dúvida há muitas questões e contradições, pois apesar da internet permitir uma maior conexão, também gera isolamento. Esse processo tem um sentido dicotômico, ou seja, ao mesmo tempo em que promove a inclusão digital, desencadeia a exclusão social. Um exemplo simples decorrente dessas mudanças são os novos termos que têm sido incorporados ao nosso vocabulário como  “E-mail”, “Internet”, “E-commerce”, “Web” e outros, tomando conta do “mundo das informações”. 

A Internet tem sido a base das atividades econômicas, sociais, políticas e culturais, aproximando culturas, agilizando negócios, e, por fim, conectando as pessoas em diversos lugares.





 



Holdings - Tel Aviv - Jafra - Israel
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo "
Maestranda em Geografia - UNESP  
Kerley Soares de Souza Grosso
 

sábado, março 02, 2013

A FACE MODERNA DA PREGUIÇA



 







Ao se escolher o curso universitário, nossos jovens são frequentemente instados a refletir bem, afinal “é importante fazer o que se gosta”. Com esses argumentos, são pressionados a pensar bem na profissão que irão exercer, sob pena de uma espécie de condenação perpétua à frustração profissional.

Penso que há certa dose de exagero nisso, afinal a escolha da profissão nem sempre é irreversível. Mas talvez se exagere também na importância que se dá ao fazer o que se gosta. De fato, as pessoas possuem diferentes aptidões. Por isso, é mesmo importante eleger o trabalho que se irá desempenhar de acordo com a vocação profissional.




Na sociedade hedonista em que vivemos, na qual a busca do prazer parece ser o principal fator considerado nas escolhas e decisões, tende-se a procurar o trabalho na medida em que seja o mais prazeroso possível. No entanto, ainda que se tenha escolhido a profissão para a qual se está vocacionado  em qualquer ofício haverá tarefas mais ou menos agradáveis. 

Tomo como exemplo a função de juiz, que conheço bem de perto: o quão tentador é esquecer no canto da mesa aqueles processos mais volumosos, com questões complicadas e de difícil solução. E estou certo de que o leitor saberá encontrar, no próprio trabalho, aquelas atividades mais custosas frequentemente deixadas “para amanhã”.

Muitas vezes a preguiça não está em não fazer nada, mas em fazer apenas o que se gosta. Por mais que se escolha a profissão ou ofício, em todos haverá atividades que nos apetece menos, mas que precisam ser feitas.

O esforço empreendido para superar a tendência ao comodismo, que nos leva a buscar o que nos é mais fácil, é fundamental para o desenvolvimento da personalidade. Hoje se fala muito em empreendedorismo, apontado como uma qualidade essencial para o sucesso profissional. Ocorre que o bom empreendedor é também aquele que sabe transformar a si próprio, forjando uma gama de virtudes – em especial a fortaleza – capaz de superar os obstáculos que se antepõem ao objetivo de vida buscado.

Há também aqueles que, por não gostar do trabalho que desempenham, vivem reclamando e se limitam a suportar as horas que passam no escritório, na fábrica ou numa repartição, sempre a espera de uns poucos momentos para “verdadeiramente viver”. Nesse caso, será legítimo buscar outro trabalho que esteja mais de acordo com as aptidões pessoais. Enquanto não o encontram, porém, o grande desafio será desempenhá-lo com alegria e bom humor, talvez pensando no bem que pode proporcionar aos demais.

Lembro-me de um lixeiro que conheci alguns anos atrás. Toda noite o caminhão passava barulhento próximo à janela do nosso apartamento. Ele e seus colegas corriam a toda pressa para dar conta de recolher as toneladas de lixo. Mas o fazia com imensa e inexplicável alegria. Tanto que chamaram a atenção dos meus filhos, que o aguardavam na janela. Apesar do trabalho intenso, após recolher os sacos e antes de correr atrás do caminhão que partia afoito, abanava a mão para os garotos dizendo: “tchau Nenê!”. E trabalhava tão feliz que meu filho dizia que, quando crescesse, seria lixeiro.

Estou certo de que esse trabalho não era naturalmente agradável para aquele rapaz. No entanto, soube se superar a ponto de exercê-lo com alegria. Agora que as festas de final de ano se acabaram e as férias (se é que as tiramos) se aproximam do fim, penso que poderíamos nos examinar sobre qualidade do nosso trabalho. Sabemos nos esforçar para fazer bem também as atividades que menos gostamos, pensando no bem que isso pode proporcionar aos demais? E ao fazê-lo, não nos esqueçamos de que isso é fonte de imensa alegria, bem diferente da cara feia e lamurienta do preguiçoso e do egoísta.

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Fábio Henrique Prado de Toledo  é Juiz de Direito em Campinas  e Especialista em  Matrimônio e Educação Familiar pela Universitat Internacional de Catalunya Uic.






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Exmo Sr. Juiz Fábio H. P. Toledo

 

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

DORMIR POUCO ALTERA ATIVIDADE DE GENES, DIZ ESTUDO



 






Uma pesquisa britânica trouxe novas descobertas sobre como noites mal dormidas podem causar efeitos prejudiciais significativos à saúde e ao funcionamento do corpo humano.

Doenças cardíacas, diabetes, obesidade e problemas cerebrais são alguns dos problemas ligados a poucas horas de sono.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Surrey, a atividade de centenas de genes foi alterada quando as pessoas estudadas dorminam menos de seis horas por dia durante uma semana.


Os cientistas analisaram o sangue de 26 pessoas depois que elas tiveram uma longa noite de sono, até dez horas por noite durante uma semana, e compararam s resultado com amostras retiradas depois de uma semana com menos de seis horas por noite.


Mais de 700 genes foram alterados pela mudança. Cada gene traz instruções para a construção de uma proteína. Os que ficaram mais ativos produziram mais proteínas, mudando a química do corpo.


O funcionamento do relógio biológico também foi perturbado com a mudança. As atividades de alguns genes, no decorrer do dia, aumentam e diminuem naturalmente, mas este efeito foi prejudicado pela falta de sono.


"Houve uma mudança significativa na atividade em diferentes tipos de genes", disse à BBC o professor Colin Smith, da Universidade de Surrey.


"O sono tem uma importância crítica para a reconstrução do corpo e a manutenção do estado funcional, todos os tipo de de danos parecem ocorrer (devido à falta de sono), sugerindo que pode levar a problemas de saúde."


"Se não conseguimos regenerar e substituir células, então, isto vai levar a doenças degenerativas", acrescentou.

Mais afetados
Colin Smith afirmou que muita gente pode dormir ainda menos horas do que as pessoas analisadas no estudo, o que sugere que estas mudanças observadas na pesquisa podem ser comuns.


Para Akhilesh Reddy, especialista em relógio biológico da Universidade de Cambridge, o estudo é "interessante".


Reddy afirma que as descobertas mais importantes foram os efeitos da falta de sono sobre inflamações e o sistema imunológico, pois é possível ver a ligação entre estes efeitos e problemas de saúde como diabetes.


As descobertas dos pesquisadores da Universidade de Surrey também podem ser relacionadas às tentativas de se descartar a necessidade de sono, descobrindo um remédio que pode eliminar os efeitos da falta de sono.


"Não sabemos qual é o botão que causas todas estas mudaças, mas, em teoria, se você pode ligar ou desligar, você também poderia ser capaz de viver sem o sono."

"Mas, o que acredito, é que o sono tem importância fundamental para regenerar as células", afirmou.



 
 




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James Gallagher - Saúde BBC
Repórter de Ciência BBC News