Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, dezembro 10, 2012

FIBRA DE MARACUJÁ



A fibra da farinha de maracujá promove uma verdadeira faxina no organismo. Ajuda a eliminar as toxinas, que, se acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos desequilibrando o metabolismo. Um detalhe muito importante, para facilitar a ação desintoxicante da pectina, é necessário tomar mais água, no mínimo 2 litros por dia.

O maracujá é uma planta que possui propriedades terapêuticas com valor medicinal. Suas folhas e o suco contêm passiflorina que é um sedativo natural e o chá das folhas têm efeito diurético. É na alimentação que está o seu uso principal tanto em forma de sucos, como doces, geleias, sorvetes e licores. O maracujá é rico em vitamina C, cálcio e fósforo. Mas 60% do fruto é casca, que deve ser aproveitada também.

Pesquisas recentes feitas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, e testada em ratos, mostraram que a casca de maracujá desidratada e transformada em farinha é um alimento com alta concentração de fibras solúveis (pectina) e insolúveis. No organismo humano a pectina forma um gel que, no caso da diabetes, dificulta a absorção de carboidratos, tornando-a mais lenta e evitando a hiperglicemia. Os estudos clínicos demonstram igualmente os benefícios das fibras no controle do colesterol, no aumento da saciedade demorando maior tempo aparecer á sensação de fome. Desta forma, contribui para a perda de peso em indivíduos obesos e regularização da função intestinal, evitando certos tipos de câncer que se desenvolvem no intestino.


A fibra (farinha de maracujá) pode ser usada nas refeições. Sugere-se usar uma ou duas colheres de sobremesa no leite, iogurte ou suco. Porém, é necessário lembrar que a farinha de maracujá não cura a diabetes, mas, enquanto for usada controla a velocidade de absorção da glicose, tornando-a mais lenta conforme já foi dito. Se o uso for suspenso essa taxa pode aumentar.

A farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas e minerais;

Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.

Ferro: previne anemia e aumenta o pique.

Cálcio e Fósforo: fortalecem os ossos e os dentes, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação e ainda favorece a contração muscular.

"Todas as informações aqui têm caráter apenas informativo, necessitando de ajuda procure orientação médica". 







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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

 


quarta-feira, dezembro 05, 2012

EDUCAÇÃO: UM CONCEITO









 Toda vez que falamos ou ouvimos falar sobre educação, geralmente temos a tendência de reduzi-la a um período, que normalmente fica situado entre os anos de estudo vividos por uma determinada pessoa.

Com isso, fica claro que nossa intenção é sempre relacionar educação com estudo. Porém, seria esta uma interpretação correta, com um significado todo próprio e lógico? Ou não estaria ocorrendo uma tentativa de transformar todo um processo natural e gradual, num simples limite específico (espaço físico), que poderíamos denominar sala de aula? Sabemos que os estudos acadêmicos fazem parte do processo de educação do ser humano.


No entanto, é equivocado afirmar e limitar educação à etapa de estudo. Além do que, educação é muito mais do que um período, que uma etapa, que uma tarefa, ou ainda que uma fase. Educação o processo em que o humano vai buscando trilhar o caminho do amadurecimento integral. Este processo não é momentâneo ou passageiro, mas sim uma dinâmica que precisa ser buscada e vivida durante toda a existência.

Esta interpretação parece, em primeira instância, um tanto superficial, sem muito fundamento. Enfim, com um significado distante e irreal daquilo que é "normal" escutarmos cotidianamente. Destarte, precisamos deixar de lado a intenção de querer sempre simplificar concepções, para que as mesmas se tornem mais acessíveis à nossa compreensão. É justamente por isso que, muitas vezes, não damos tanto valor às coisas importantes, neste caso, à educação, contribuindo assim, para que a mesma vá perdendo seu brilho e seu valor originário. Não podemos deixar que todo um processo existencial do ser humano se encaixe dentro de uma concepção simplista que formulamos. Educação é passar de uma mentalidade ou de um senso comum a uma consciência.


Significa sair de uma concepção fragmentária, incoerente, desarticulada, implícita, degradada, mecânica, passiva e simplista, para assumir uma concepção unitária, coerente, articulada, explícita, original, intencional, ativa e cultivada. De tudo o que foi dito, conclui-se que a passagem do senso comum à uma consciência é condição necessária para situar a educação dentro de seu significado primordial. Preocupar-se com a elevação do nível de consciência de todo um povo, de toda uma nação, é reconhecer na educação o sentido e o valor de nossa existência.

A filosofia da "práxis" (costumes) não quer maternos na consciência primitiva do senso comum, mas busca, ao contrário, conduzir-nos a uma concepção de vida superior. Da mesma forma, deveria nossa consciência ser trabalhada para que o sentido da educação fosse sempre mantido, ou melhor, visto como a essência que move nossa consciência. A educação nos vem de três princípios básicos: a natureza, o homem, e as coisas. Assim, o desenvolvimento interno de nossas faculdades e de nossos órgãos é a educação da natureza; o uso que nos ensinam a fazer desse desenvolvimento é a educação dos homens; e a adquirida dos objetos que nos impressionam, por experiência própria, é a educação das coisas.

Por isso, educação não é somente uma atividade é, acima de tudo, a construção de um saber que ultrapassa o sentido escolar e se torna uma construção permanente na vida do ser humano.







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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Prof. Dennys R. Girardi - Shvoong
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segunda-feira, dezembro 03, 2012

VOCÊ VAI MORRER

               EDIFICAÇÃO
          

 


Desculpe a franqueza, mas você vai morrer. Pode ser daqui a 40 anos, 30, 20, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1… Pode ser hoje! É  meu amigo, minha amiga, estamos em contagem regressiva. Eu, você, todo mundo. Essa percepção por si só já poderia despertar bilhões de terabytes de reflexões, como ocorre há milênios com a humanidade. Sim, é verdade, a finitude da vida faz a gente pensar. Não foram poucos os filósofos, xamãs, sacerdotes, cientistas e outros tantos que tentaram compreender esse fenômeno. Mas, no tocante a esse assunto, compreender não faz a mínima diferença: o que importa é que você um dia vai viver a sua morte.

A pergunta que devemos nos fazer a partir daí é: e o que eu posso fazer com relação a isso?

Honestamente? Nada. Tudo o que você pode fazer é morrer. Esperar pacientemente o dia em que vai vencer o prazo de validade do teu corpo e ele vai desabar no chão. Não se preocupe você não sentirá a dor desse tombo. Pois estará morto. Você pode tomar suplementos, antioxidantes, homeopatia (pra quem acredita), malhar, caminhar, fazer yoga, dormir em câmaras hiperbáricas… essas coisinhas podem até retardar um pouco o processo, mas o dia vai chegar meu caro. Tome você às precauções que tomar, ingira os remédios que ingerir, enriqueça as academias de ginástica que enriquecer. Conscientize-se: a morte vem aí.


Mas, sinceramente? Não estou nem um pouco preocupado com esse fato. E por uma simples razão: Jesus também não estava.

Como assim? Ora, pense bem, quantas vezes na Bíblia você vê Jesus preocupado com o fato de que ele iria morrer? A resposta é que você não vê. Simplesmente porque o Messias não dava a mínima para a morte. As atenções de Cristo estavam todas voltadas para o que faríamos ANTES de a morte chegar, pois o que faríamos antes Ele sabia que ecoaria por toda a eternidade. Ele enxergava a morte como inevitável, necessária e uma simples porta para o porvir.

Alguns podem dizer: “Ah, mas Jesus chorou na sepultura de Lazaro”. Só que o choro dele se deu por compaixão pelo sofrimento dos que ali estavam ao redor, não pela morte em si do amigo, até porque, vamos lembrar, Ele sabia que em poucos minutos Lázaro estaria vivo de novo. “Ah, mas Ele suou gotas de sangue enquanto esperava o início de sua Paixão”. Sim, mas não pelo fato de que iria morrer, e sim porque, como homem, antevia o sofrimento. E eu não gosto de sofrer, você também não… Por que você acha que Jesus gostaria? 

Masoquista certamente Ele não era. Tudo nos leva a crer que Jesus detestava sofrer, tanto que pediu ao Pai que, se possível, afastasse dele aquele cálice. Como carpinteiro ele deve ter dado algumas marteladas no dedão ao longo da vida e não o imagino cantando salmos espirituais nessas horas. Jesus sofreu por saber que sofreria, embora soubesse que era necessário. Mas não porque morreria.

Jesus não se preocupou com a morte. Em Marcos 10.32-34, por exemplo, presenciamos um diálogo dele com seus discípulos em que vemos que “novamente ele chamou à parte os Doze e lhes disse o que haveria de lhe acontecer: ‘Estamos subindo para Jerusalém e o Filho do homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos gentios que zombarão dele, cuspirão nele, o açoitarão e o matarão”. 

Repare uma coisa que em geral passa despercebida numa leitura mais superficial e irrefletida dessa passagem: a placidez com que Cristo descreve a terrível maneira como enfrentaria o fim de sua vida. Se fosse eu, estaria desesperado, correndo de um lado para o outro, ligando para amigos influentes, tomando calmantes, tentando fugir do país, me escondendo… Mas Jesus não. E por uma única razão, explicitada na frase que o Cordeiro de Deus diz logo em seguida, no mesmo versículo: “Três dias depois ele ressuscitará”. Perceba: Jesus sabia que sua morte era um evento momentâneo e passageiro.

João 12.23ss também nos mostra Jesus com uma clareza e uma tranquilidade ímpares com relação à certeza de sua morte. Ouça suas palavras: “Chegou a hora de ser glorificado o Filho do homem. Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer o continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto. Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna”. Que palavras simplesmente lindas! Que evento glorioso! Ouvir Jesus pronunciar isso dá vontade de acelerar a contagem regressiva e correr para os braços da morte. É claro que nosso instinto de sobrevivência não nos permite fazer isso. Mas, racionalmente, apenas lendo essas palavras… Bem-vinda, morte!

E para quem “tem certeza de sua salvação, põe “bem-vinda” nisso”! Até porque a Bíblia deixa claro que depois da cortina que separa esta vida do porvir há algo espantoso. Paulo fala sobre isso em 1 Co 2.9: “Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”. E que coisas seriam essas? Acredite: coisas que nos deixarão felizes. Felizes! Espere, não passe direto pelo que estou dizendo, pare um pouco.

Reflita.
Pense sobre isso.
Pense sobre isso e sobre a beleza disso: vivemos nossas vidas a cada dia com um único objetivo: ser felizes! E é exatamente isso o que a Bíblia nos promete no porvir: FELICIDADE. Que seremos FELIZES. Repare as palavras escolhidas a dedo pelo apóstolo João, inspirado pelo Espírito Santo: Apocalipse 19.9 escancara que são “felizes os convidados para o banquete do casamento do Cordeiro!” E em Ap 20.6 que “felizes e santos os que participam da primeira ressurreição! A segunda morte não tem poder sobre eles; serão sacerdotes de Deus e de Cristo”.

Desculpe a franqueza, mas você vai morrer. Pode ser daqui a 40 anos, pode ser hoje! É meu amigo, minha amiga, estamos em contagem regressiva. Eu, você, todo mundo. Mas, depois da bandeirada de chegada o que está reservado para nós não é um túmulo escuro e frio. O que nos espera é um tabernáculo onde “Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos, o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. 

Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou. O vencedor herdará tudo isto, e eu serei seu Deus e ele será meu filho.” (Ap 21.3-7). Confesso: leio isso e lágrimas escorrem de meus olhos. Pois eu sei que vou morrer. Mas, muito mais que isso: eu sei que vou viver.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.







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