Versículo do Momento

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quinta-feira, outubro 27, 2011

POR QUE HOMEOPATIA NÃO FUNCIONA?

NOTÍCIA-OPINIÃO





==================== Rede de Divulgação



Sempre que se busca pelo medicamento
que se deve ministrar em homeopatia, usa-se o método unicista, ou seja, de prescrever um só medicamento, mesmo que, posteriormente, venha-se a mudar de medicamento.
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Utilizam-se, para chegar a tal e qual medicamento, as informações que constituem verdadeiro inquérito frente ao paciente, por exemplo, em saber se ele é ciumento, condolente, depressivo, maníaco, violento, agressivo, indiferente, além de outras propriedades que se tenta inferir acerca da pessoa.
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Só que, quem percebe se a pessoa é condolente ou não é o médico. Quem percebe se a pessoa é agressiva ou não é o médico. E essas percepções não são propriedades inerentes ao paciente em questão, mas ao médico que está observando o paciente!
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Temos de lembrar o que René Descartes escreve com muita propriedade: O que podemos inferir acerca do meio exterior? Absolutamente nada! A única inferência ou único raciocínio que não apresenta falha, segundo Descartes é "PENSO, LOGO EXISTO", que também está errado, conforme demonstrei atrás, em outros artigos, sendo que o correto é "PENSO, LOGO SINTO".
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Por isso, qualquer conclusão que se tenha acerca do paciente é muito mais uma apercepção imanente do médico que observa, do que do paciente que está sendo objeto de análise.
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Assim, por exemplo, quando o alcoólatra diz ser ciumento de seu cônjuge, isso é mera informação do paciente e verdadeiramente falso. Em verdade, aquilo que o paciente alcoólatra chama de ciúme é apenas um desejo disfarçado. Por isso, mesmo informações cedidas pelo paciente são objeto de exclusão quando levados à sua análise.
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Pode-se também como contra prova, apenas, tentar modificar o medicamento Lycopodium clavatum C30 por Pes ursinus C30 e uma boa parte, se não todos os pacientes vão referir que com o Lycopodium se davam bem e com o Pes ursinus não se deram bem. Esses medicamentos são sinõnimos.
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O mesmo tipo de entendimento pode ser feito acerca do medicamento Pulsatilla nigricans com Anemona Pratensis. Os pacientes referem que não obtiveram melhora ao se modificar de medicamento e mesmo que pioraram. São sinônimos.
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Por isso, para a homeopatia, serve muito mais a auto-sugestão consciente, onde a VONTADE da pessoa está polarizada para aceitar que um medicamento lhe faça bem ou não.
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E causa espécie a observação de alguns médicos que dizem "homeopatia salvou meu filho!". Ele estava internado em uma UTI. Do melhor hospital do País, recebendo os medicamentos de última geração, com respiração de oxigênio, e eu dei duas bolinhas de Sulphur depuratum c30 e ele dois dias após, ficou bom! É piada, NÉ?
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Casos de tratamento de diabete pode-se usar tal e qual medicamento as tonelagem, que também é indiferente! Digo, não é indiferente, pois a glicemia sanguínea fica sempre acima dos 300 MG/dl, faixa em que aumenta a incidência de infarto cardíaco ou cerebral.
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Por essas e por outras, homeopatia simplesmente não funciona! Em 1983, houve no Brasil, uma pressão muito forte daqueles que queriam fazer homeopatia como uma forma de aumentar seus rendimentos.
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Como a homeopatia não era reconhecida pelos Conselh
os de Medicina, os homeopatas eram perseguidos. Quando o número de homeopatas ficou grandão, os Conselhos de Medicina fariam muitos inimigos se continuassem a brigar com os homeoterapêutas. E a partir desse ano, decidiram pela regularização da medicina homeopática.
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Eu fiz curso de especialização em homeopatia, de 1979 a 1982. Nunca pude comprovar nenhuma das benesses que se prometem nas salas de aula, mesmo com a melhor das boas intenções, e utilizando a melhor da minha VONTADE para tentar perceber algo que nunca aconteceu afora a auto-sugestão consciente.
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Afora o fato de que a partir da dinamização C12 não existir mais matéria, e sim somente a energia como queiram os homeopatas, vai sempre haver a inferência do médico que está analisando as propriedades do objeto ou paciente. Pelas observações de Descartes, não se pode afirmar nada de verdadeiro acerca do mundo exterior!
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Assina – Dr. Magnus Amaral Campos - médico devidamente inscrito no CREMESP sob número 36.185.
Professor Universitário–Conselheiro.
Mega-Arquivo–Shvoong.





=Blog-Pensadoreslivres.org















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Dr. Magnus A. Campos - Membro Shvoong

terça-feira, outubro 25, 2011

ENTRE PERDAS E GANHOS

NOTÍCIA-OPINIÃO





================== Rede de Divulgação


Ao retornarmos as nossas histórias e ampliarmos nossa visão observamos que as perdas e os ganhos fazem parte de um mesmo processo e que não há como escalarmos o crescimento pessoal sem passarmos por momentos de renuncias e sofrimentos.
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Normalmente, considera- se que o desenvolvimento pessoal flui naturalmente e que estamos sempre conscientes de tudo que nos acontece. No entanto, as interações primárias e, principalmente, a confortável simbiose mãe-filho deixam marcas profundas que nos acompanham e nos limitam.
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O indivíduo aprende a amar e ser amado, a se relacionar consegue mesmo e com o mundo com suas primeiras interações. Assim, no desenrolar do tempo atravessa várias etapas do seu ciclo evolutivo, sendo acompanhado de perdas importantes ao seu crescimento pessoal. A primeira perda é a da percepção de que “não somos uno com nossa mãe”. Através do elo- mãe-filho nos sentimos seres completos. Contudo, é no processo de separação-individuação que caminhamos ao encontro da nossa identidade.
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A estrutura psicológica do ser humano se forma até os 5 anos e ao longo da vida, na sucessão das perdas, inevitáveis ao crescimento, ele se defronta com a sua incompletude emocional, pois a primeira perda se repete. Assim, em cada estágio de separação há tarefas que devem ser realizadas, mas a forma de enfrentar às perdas está relacionada ao contexto de valores, a filosofia de vida e a religiosidade.
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Nem sempre conseguimos entender que os momentos de dificuldades que enfrentamos são necessários para alcançarmos um ponto a mais na nossa escala de crescimento. Na dor não vislumbramos os ganhos. Não percebemos que para poder alcançar, por exemplo, a maturidade, tivemos que perder juventude, entretanto pudemos experimentar outros potenciais que, em momentos anteriores não nos eram disponíveis.
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Poder olhar para trás e ter saudades, boas recordações é saudável, mas fixar o olhar no tempo passado e não poder usufruir o tempo presente é uma maneira de negar a continuidade da vida; é se tornar velho (fora de uso) mesmo que o tempo cronológico não seja compatível. Portanto, é entre perdas e ganhos que vamos construindo nossa estrada, abrindo novos horizontes.
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É necessário que possamos reconhecer a dor e, também, saibamos que ela faz parte do movimento constante da vida que se desenrola entre o nascimento e a morte.











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segunda-feira, outubro 24, 2011

MULHERES: O PREÇO DE UMA FAMÍLIA

TEMA-EDUCAÇÃO





======================Rede de Divulgação



Teoricamente, as empresárias, as mulheres que “alcançaram tudo”, não parecem ter problemas com dinheiro ou de igualdade. Contudo, há notícias assustadoras.

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Três alunas venceram um prêmio concedido à melhor idéia empresarial que, caso não fosse real, poderia ser tirada do famoso livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, do qual muitas profecias já foram cumpridas. Esta poderia ser mais uma: “Programe sua vida e também sua carreira como se fosse um fundo de pensão... congele seus óvulos e tenha um filho quando já tiver vencido”.
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A cada ano, os alunos do programa Máster elaboram um “business plan”, analisado e qualificado por um jurado. Este ano, o primeiro lugar foi para umas peculiares empreendedoras, cujo trabalho estaria centrado em “melhorar a vida das mulheres”. Como? Por meio de uma gama de serviços que possibilitem parar o relógio biológico de acordo com a vontade. O argumento defendido por tão singulares vendedoras do produto foi: “Nas mulheres, a idade fértil coincide com a época de ascensão profissional... a única solução é atrasar a maternidade. Deste modo, podemos ter tudo.”
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Tudo? A que preço? Este é o problema: querer ter tudo... Sem mudar nada – na entrelinha está claro – para atingir a meta. Equivale a seguir o papel do homem do século passado, ou seja, aceitar, de cara, que não há nada a ser mudado na empresa e na sociedade. Para elas, não existem políticas de conciliação trabalho-família ou correções de rota.
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Para uma boa profissional, a flexibilidade de tempo e de lugar, como modo de trabalho, é vista com receio em detrimento das longas horas no escritório. A realidade é assim e a aceitam... Mudando o que são, quer dizer, mulheres com ambição não apenas profissional, mas também familiar.
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Caso a empresa não incorpore a maternidade e a paternidade como um valor da empresa, será impossível querer humanizá-la. Como sabemos a discriminação no trabalho não se deve ao sexo, mas à maternidade. “Venham mulheres, estudem, trabalhem, votem, sejam tudo... menos mães”. Esta é a ilusão mais perversa da igualdade oficial, da louca vida do trabalho em que andamos imersas. Somos nós, com a cumplicidade dos homens, que devemos mudar essa realidade, dia a dia.










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Por Nuria Chinchilla - Prof. del IESE
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domingo, outubro 23, 2011

PARA QUEM ACHA QUE DEUS NÃO EXISTE!

EDIFICAÇÃO





=====================Rede de Divulgação



== Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
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DEUS FEZ TUDO QUE EXISTE?
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UM ESTUDANTE RESPONDEU CORAJOSAMENTE: "SIM, FEZ!"
Deus fez tudo mesmo? "Sim, professor - respondeu o jovem. O professor replicou: Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal. O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado mais uma vez que a Fé era um mito.
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Outro estudante levantou sua mão e disse: "Posso lhe fazer uma pergunta, professor?"
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SEM DÚVIDA, RESPONDEU-LHE O PROFESSOR.
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O JOVEM FICOU DE PÉ E PERGUNTOU:
"PROFESSOR, O FRIO EXISTE?"
Mas que pergunta é essa? Claro que existe você por acaso nunca sentiu frio? O rapaz respondeu: "Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e, não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
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E A ESCURIDÃO EXISTE, EXISTE?" - CONTINUOU O ESTUDANTE.
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O PROFESSOR RESPONDEU: MAS É CLARO QUE SIM.
O estudante respondeu: "Novamente o senhor se engana. A escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão “é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz."
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FINALMENTE, O JOVEM ESTUDANTE PERGUNTOU AO PROFESSOR:
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"DIGA, PROFESSOR, O MAL EXISTE?"
Ele respondeu: Claro que existe. Como eu já disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
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Então estudante respondeu: "O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus.
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É como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existem a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há
luz".













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