Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, setembro 18, 2011

O DIREITO INTRANSFERÍVEL DOS PAIS NA EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO





Têm vindo à baila recentemente no noticiário algumas pretensões governamentais de legislar sobre como os pais devem educar os seus filhos, dispondo sobre os limites dos castigos, das palmadas e dos beliscões por parte dos progenitores. Nessa mesma direção, autoridades judiciárias do Rio Grande do Sul chegaram inclusive a afirmar que “os filhos não são propriedades dos pais. Eles são cidadãos e por isso pertencem ao Estado, dessa forma é perfeitamente cabível a interferência dele na educação da criança”.


Diante dessas aberrações, é natural que todos nós educadores fiquemos alertas e apreensivos, pois de ideias deste tipo a nossa triste história está cheia. Já se comprovou que é por aí que estados totalitários começaram a invadir direitos humanos, desrespeitando a dignidade humana. Felizmente, a maioria dos pais reagiu prontamente, como se devia esperar. Na pesquisa recente do Instituto DataFolha, de São Paulo, 54% dos 10.905 entrevistados afirmaram ser totalmente contra o projeto de lei e 10% não sabiam o que responder. 36% dos pais, entretanto, foram favoráveis.

Diante destes fatos, talvez seja bom recordar alguns conceitos básicos de educação para esclarecer o pensamento tanto dos indecisos e favoráveis às intenções governamentais quanto do público em geral.

A primeira ideia básica, indicada na Declaração Universal de Direitos Humanos no seu artigo 26, é que os pais têm o direito de escolher a educação que preferirem para os seus filhos, em todos os seus aspectos. Os países que assinaram este acordo em 1948 chegaram a definir que este princípio seria considerado entre os mais básicos, e que sob pretexto algum um Estado poderia interferir nele ou negá-lo (Pacto de Direito Civis e Políticos de 1966, artigo 4º).

Este direito dos pais de educar seus filhos fundamenta-se no direito que os filhos têm de receber uma educação adequada à sua dignidade humana e às suas necessidades básicas. Um atentado contra este direito do filho, que em justiça deve ser reconhecido e amparado pela sociedade, é uma violência que jamais poderá ser permitida. Inclusive, no caso daqueles pais que se sintam incapazes de educar ou que acreditem que outras instituições possam fazê-lo melhor, o Estado terá que conscientizá-los de que não podem renunciar a serem educadores.


Sempre é bom recordar que a família é o lugar natural por excelência em que as relações de amor, de serviço e de doação mútua se descobrem, valorizam e aprendem. É nesse ambiente que o “ser animal”, que todos nós somos quando nascemos, tem facilidade para se tornar um verdadeiro ser humano, com todas as suas potencialidades bem desenvolvidas. Pais, irmãos, primos, tios, avós devem ser, portanto, a primeira grande escola da vida. Quem teve a sorte de ter nascido numa família numerosa talvez tenha mais experiências que ilustrem plenamente esta afirmação.


Se a educação é a atividade primordial de um pai e de uma mãe, qualquer outro agente educativo somente o será por delegação dos pais, e sempre subordinado a eles. Quando colocam seus filhos numa escola, os pais não devem se sentir livres da tarefa árdua de educar ou, o que é pior, como se estivessem transferindo essa responsabilidade para outras pessoas, supostamente mais preparadas. É preciso recordar-lhes que a verdadeira competência para educar bem os próprios filhos nasce pelo simples fato de serem eles os pais.


É lógico, tendo em vista a necessidade de não poderem dominar as várias linguagens técnicas, que recorram às escolas para que ensinem os filhos as competências técnicas, culturais, esportivas necessárias para a capacitação profissional. Mas acreditar que educar seja somente orientar para o futuro trabalho parece traduzir uma visão muito pobre do ser humano e da educação. Portanto, como já dizia o papa João Paulo II, em sua Carta às Famílias, “qualquer outro colaborador no processo educativo deve atuar em nome dos pais, com seu consentimento e, em certo modo, inclusive, por encargo seu”.


Parece ficar claro, portanto, que, para evitar intromissões do Estado, como a apontada no início, é preciso mudar radicalmente a visão que muitos pais têm da escola. Ela deve ser vista, de acordo com um educador espanhol, David Isaacs, como “um projeto comum de melhora integral de pais, professores, funcionários e alunos”. Um local no qual os pais pedem a colaboração de professores e funcionários para ajudá-los a continuar nessa tarefa que já fazem em casa de auxiliar os filhos a serem melhores. A escola deverá ser sempre um prolongamento do lar. Um instrumento para a tarefa dos próprios pais, enquanto pais, de educar e não só um lugar que proporcione uma série de conhecimentos. Por isso, deverá haver sempre uma grande integração entre os pais e professores. Ambos devem estar motivados para alcançar uma série de objetivos educativos e formativos para os seus filhos/alunos. Ambos devem falar a mesma linguagem ética, o que conseguirão se antes a viverem em suas vidas pessoais.


Os pais verão como prioritário, dentro de seus deveres quotidianos, participar das atividades escolares, pois sempre serão momentos de refletir sobre que aspectos poderão cuidar melhor, tanto na sua vida pessoal, quanto na forma de educar os seus filhos. Agindo desta forma, também estarão demonstrando para os filhos que tanto o pai quanto a mãe consideram a escola um elemento relevante na vida familiar.


Naturalmente, muitos leitores diante destas ideias terão sentimentos de culpa e pensarão: “preciso me dedicar mais à escola do meu filho..., mas como conseguir ter tempo para isto se na empresa...”. É evidente que, na vida que corre, isto parece quase impossível. Porém, ter tempo para as obrigações é sempre uma questão do que valorizamos e priorizamos.


De todas as formas, penso que ficou claro neste artigo que o pátrio poder é um direito intransferível que incumbe prioritamente à família como direito natural e humano. Jamais qualquer pai ou educador digno deste nome poderá ficar impassível diante de possíveis ameaças presentes ou futuras a este direito.


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João Malheiro é doutor em Educação pela UFRJ e diretor do Centro Cultural e Universitário de Botafogo - www.ccub.org.br. É autor do livro "A Alma da Escola do Século XXI", palestrante sobre o tema da educação e mantém o blog Escola de Sagres (escoladesagres.org).

















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sexta-feira, setembro 16, 2011

O PODER DE QUEM PAGA A CONTA

TEMA - EDUCAÇÃO







Alguns leitores já devem ter percebido que, quando por alguma razão certos clientes de prestadores de serviços se sentem contrariados, não hesitam em dar mostras públicas do seu poder e soltam pérolas como.

Eu estou pagando! Então exijo que seja feito assim! Nestes casos, é de se acreditar que a posse de dinheiro não seja proporcional à posse da boa educação.
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Infelizmente, em algumas famílias, também existe a presença de frases que pretendem deixar claro quem é que manda no pedaço:
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Enquanto você viver às minhas custas, as coisas aqui vão ser do jeito que eu quero! Em um grande número de empresas, guardadas as devidas proporções e contextos, ocorrem situações análogas àquelas: como elas pagam os salários e concedem os benefícios, o empregado tem que se submeter a condições e práticas nem sempre profissionais e saudáveis, como atestam os recentes e inúmeros casos de assédios, “burnouts” e “bullyings” que a imprensa vem divulgando.
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Nesses exemplos, há um lamentável e elementar erro de interpretação do significado e do objetivo do chamado poder econômico.
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Não custa lembrar que a finalidade desse poder não é impor nem obrigar pessoas a fazerem o que não querem ou algo que contrarie suas condições, seus valores e seus direitos. Aliás, para conseguir isso ninguém precisa de poder econômico: basta um ultrapassado chicote ou chibata usado farta e desumanamente no tempo da escravidão.
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O poder econômico também não existe para comprar corpos, consciências, corações e mentes numa organização, essas coisas não estão à venda, mas estão à inteira disposição de quem as convide para trilhar o caminho da ética, da justiça, da legalidade, do Bem.
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Estes comentários pretendem convidar determinados profissionais para uma reflexão sobre uma premissa óbvia, mas nem sempre observada: o poder que emana do dinheiro seja na forma de pagamento, mesada ou salário – não dá a nenhum tipo de liderança o direito de, sob qualquer pretexto, comprometer a qualidade de vida e a auto-estima dos liderados.
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A propósito deste assunto, permitam-se transcrever uma frase admirável, atribuída a certo Ed Liden, sobre o qual não tenho maiores informações, mas que certamente sabia o que dizia em matéria de gestão de pessoas: “Pode-se comprar o tempo de um Homem. Pode-se comprar a presença física de um Homem em determinado lugar.
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Pode-se até mesmo comprar um número exato de habilidosas ações musculares por hora e por dia. Mas não se pode comprar entusiasmo. Não se pode comprar espírito de iniciativa. Não se pode comprar lealdade. Não se pode comprar a dedicação do coração, da mente e da alma. Essas coisas você tem que merecer.”
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Em resumo: o poder econômico que não conduz as pessoas à felicidade, não merece o nome de poder.

Talvez chicote - ou chibata.

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Floriano Serra é psicólogo clínico e organizacional, consultor, palestrante e presidente da SOMMA4 Consultoria em Gestão de Pessoas e do IPAT - Instituto Paulista de Análise Transacional. Foi diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais, recebendo vários prêmios pela excelência em Gestão de Pessoas. É autor de uma dezena de livros, como "A Empresa Sorriso" e "A Terceira Inteligência", e mais de 200 artigos sobre o comportamento humano pessoal e profissional,publicados em websites, jornais e revistas, inclusive no Exterior.

















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quinta-feira, setembro 15, 2011

O AMIGO DE CRISTO

EDIFICAÇÃO







O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido, como restaura-lhe o sabor? Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lança-o fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Lucas 14: 34-35.

Deus tem convocado seu povo para sermos verdadeiro: “o sal da terra e luz do mundo”. Antes de pensarmos no sal e na luz, nos preocupemos um pouco com o nosso viver no dia a dia.

Não temos correspondido! Sabemos muito bem das nossas fraquezas! Temos olhado para Cristo como devemos?

Precisamos lembrar que “amigo” é aquele que não falta nunca e, principalmente se falando de Jesus Cristo. Este é o verdadeiro amigo, acima de qualquer coisa.

Com todas nossas fraquezas reconhecidas, nossas falhas, mas só o Bom Amigo Jesus Cristo, sempre estará ao lado dos seus, ao lado dos seus servos.

Sempre pronto para nos ensinar melhores caminhos. O ser amigo e fiel a Jesus Cristo, sempre será a melhor solução e acima de todas as coisas.

Se enfrentamos muitas dificuldades, saberemos que a razão, é porque estamos frágil. O fracasso poderá ser nossa pouca fé em alguns momentos da vida. Isto é perigoso, pois satanás nos rodeia.

O inimigo sempre vai tentar nos tirar do bom e saudável caminho. Felizmente temos Jesus Cristo e andamos com Ele. Por outro lado o cuidado se faz necessário, precisamos estar atentos, o inimigo é sutil, ardiloso, cheio de artimanhas.

Ele faz o "certo parecer errado, e o errado parecer certo". A bíblia nos alerta a estarmos atentos às astutas ciladas, são surpresas do malígno. Conversas inadequadas, e coisas semelhantes sempre nos separa de Cristo, nos enfraqueçe e caímos em tentações. Meditemos muito, e procuremos caminhos respaldados na Bíblia que nos leve a condutas saudáveis.

Gostaríamos de chegar a bíblia, o precioso Livro, que nos ensina tudo e, de tudo! Deste Livro, é o que precisamos neste momento, nos levará a alcançar forças chegando à felicidade ou bem deste momento "impar"! Aproveitemos e falemos um pouco dos ensinamentos do Livro de Lucas.

Lucas usa o sal como exemplo, lemos no texto abaixo que ele sem sabor não tem valor algum! Figuradamente para nossas vidas ele foi muito feliz, nos exorta para que em hipótese alguma, deveremos perder o sabor!

O texto diz assim: Lucas 14, 34. O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido como lhe restaurar o sabor? Neste versículo Cristo compara o crente “morno”, indolente que não calcula o preço de segui-lo, com o sal sem sabor.

Temos em Ap. 3.16, uma referencia sobre o ser “morno”. Na revelação Cristo diz: “Assim porque és morno, é nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca". Na verdade, o crente fiel de ser estabelecido no reino e na comunhão com Deus (Sl. 27; 4).

Outro texto muito edificante nos mostra o segundo livro de Timóteo, onde nos fortalecemos e nos alegramos com tamanha promessa!

II Tm 3:11-12, diz: “Fiel é esta Palavra: se já morremos com Ele, também viveremos com Ele; se perseveramos, também com Ele reinaremos; se o negamos, Ele por sua vez nos negará; se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo”.

O versículo nos mostra a perseverança do crente na caminhada com Cristo em amar e salvar. Entretanto, é a imutabilidade de Cristo que da base para a firmeza do crente.

A fidelidade de Deus em cumprir suas promessas de misericórdia está viva! Vemos isto lá na epístola do Apóstolo Paulo aos Romanos, 3:8; 29-32 e 1Jo 3:20. São as confirmações através da Palavra.

Cristo é nosso melhor amigo! Ser fiel é realmente tê-lo como amigo! É difícil ser totalmente fiel, isto é a conseqüencia de nossas fraquezas. Muitas vezes e principalmente em nossos dias, as dificuldades nos ultrapassam.

Mas pela Graça do Pai, possuímos a Palavra que nos ensina o caminho que devemos andar, assim temos a proteção perfeita e Divina. Lembramos também que Jesus está ao nosso lado, mas precisamos merecer reconhecendo nossos fracassos.

O importante é "NOSSA CONFISSÃO" nos colocando aos pés de Cristo confessando. Afastar tudo aquilo nos condene perante ao Nosso Senhor Jesus Cristo e, isto é necessário é urgente em nossa conduta. Assim estaremos alcançando uma comunhão sincera perante ao Senhor.

O verdadeiro cristão precisa encontrar forças para estar sempre pertinho da Palavra de Cristo. Supliquemos ao Senhor da glória que nos conduza sempre pelos seus caminhos, pois sendo sendo fiel ao Senhor com certeza seremos recompensados com "bençãos e bençãos.

Vamos usar o que de graça nos concedeu o Pai. Caminhemos com Cristo e seremos o “sal da terra, o verdadeiro amigo de Cristo”.



















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terça-feira, setembro 13, 2011

VOZES JOVENS DIZEM A VERDADE SOBRE A VIDA HUMANA NAS NAÇÕES UNIDAS

NOTÍCIAS PELO MUNDO







Nova York, 29 de julho de 2011 (C-FAM). As vozes entusiasmadas da juventude pró-vida de todo o mundo se impuseram nos eventos da Reunião de Alto Nível sobre a Juventude nesta semana nas Nações Unidas, atraindo a atenção tanto de funcionários como de delegados da ONU.
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Para grande desgosto dos que mandam, os jovens pró-vida dominaram grande parte dos debates durante a Conferência das Nações Unidas sobre a Juventude. Apesar da ONU ter tentado excluí-los, até o ponto de retirar o convite a quem já fora admitido, ainda assim os pró-vida fizeram ouvir sua voz. Tenha a certeza de que esta geração de líderes a favor da vida é simplesmente assombrosa.
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“Estou sempre cruzando com estes pró-vidas, eles estão por todos os lados. De fato a maioria das pessoas que entrevistei são pró-vida”, disse a um membro da Aliança Internacional da Juventude, uma jovem que trabalha para o Fundo de População, enquanto entrevistava os que assistiam à conferência.
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“Nós (os membros da Aliança Internacional da Juventude) éramos a metade, se não mais, dos jovens que de fato estavam na conferência”, disse ao jornalista da Friday Fax um participante da Aliança. “E qualquer pessoa que falava contra nós, e contra nossa mensagem sobre a vida humana, era adulta, não jovem”.
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Quando um jovem assistente à Conferência da ONU sobre a Juventude realizada esta semana se colocou em pé para formular uma pergunta e se identificou como membro de uma ONG pró-vida, o moderador do evento informou que o painel não estava interessado em ouvir seu ponto de vista. Tal desinteresse no debate com os jovens caracterizou a reunião final do Ano Internacional da Juventude das Nações Unidas, intitulada “Diálogo e entendimento mútuo”.
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Semanas antes da conferência, os organizadores obrigaram as ONGs a se limitarem mandar cinco jovens, apesar de muitos deles já terem recebido suas cartas de admissão e organizado suas viagens.
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Um representante do Programa da ONU para a Juventude disse a Friday Fax que, uma vez que mais de 1200 jovens se haviam inscrito para a conferência, os organizadores se viram obrigados a limitar a afluência e participação por causa da falta de espaço e por razões de segurança.
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Durante a primeira manhã, muitos jovens se apresentaram para se credenciar, com cartas de admissão nas mãos, só para serem dispensados. O que é pior, a sala da Assembleia Geral permaneceu vazia a maior parte da conferência.

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Muitos dos jovens assistentes mostravam-se desapontados diante do escasso público e participação da juventude. Em seu discurso de abertura, o secretário geral Ban Ki-Moon perguntou à plateia se era possível fazer-se mais pela juventude. Sua pergunta foi respondida com um sonoro “sim” do grupo presente. Não obstante, muitos sentiram que a ONU só falava aos jovens da boca para fora.
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Frequentemente os moderadores dos eventos paralelos não deixavam tempo para interação entre os apresentadores e os jovens. Num destes eventos, que abordava o HIV e a AIDS, intitulado “Fogo cruzado: um diálogo entre jovens líderes e dirigentes políticos”, cinco jovens foram pré- selecionados e lhes deram as perguntas escritas. Em muitas reuniões, só falaram ministros e chefes de estado, enquanto os jovens assistentes só escutavam.
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A maioria dos temas da juventude debatida na conferência referiu-se à agenda dos “direitos e da saúde sexual e reprodutiva”. O Fundo de População da ONU patrocinou nove eventos paralelos, muitos dos quais se concentraram na promoção dos “direitos sexuais” dos jovens como a educação sexual integral e a abolição das leis de consentimento paterno, assim como também a anticoncepção e a despenalização do aborto.
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Quando os defensores dos direitos e da saúde sexual e reprodutiva enfrentaram as perguntas dos jovens conservadores e pró-vida, simplesmente as ignoraram. Durante uma reunião patrocinada pelo Y-PEER, ramo jovem do Fundo de População, um jovem assistente citou dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), que revelam um incremento de 190% no risco de contrair câncer de mama para mulheres que usam anticoncepcionais orais durante ao menos dois anos antes da idade de vinte e cinco anos.
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A esmagadora presença da juventude a favor da vida e da família contrastou fortemente com a agenda dos direitos e da saúde sexual e reprodutiva promovida pelos funcionários das ONU que assistiram à conferência. A Aliança Internacional da Juventude, constituída na Conferência Mundial da Juventude, realizada no ano passado em Leon, México, emitiu a “Declaração da Juventude à ONU e ao Mundo”, que foi apresentada diante da Assembléia geral das Nações Unidas durante o debate de um painel temático de alto nível.
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A “Declaração da Juventude à ONU e ao Mundo” da Aliança Internacional da Juventude foi apresentada segunda feira, na sessão da Assembléia Geral. O manifesto, que se compõe de oito princípios baseados na dignidade da pessoa, foi recebido com aplausos por jovens da ONG que estavam na galeria.
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Além de participar dos eventos oficiais desta reunião de alto nível, os membros da Aliança patrocinaram um “Dia de formação para jovens”, liderado por um grupo de reconhecidos oradores norte americanos (muitos deles jovens) que se apresentaram diante de um público de mais de 100 jovens e membros de organizações não governamentais.
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“Os jovens pró-vida que participaram dos painéis interativos da conferência e dos debates falaram com muita paixão, sem olhar para as anotações, mas olhando-nos aos que estavam na platéia. Os outros (aqueles que trabalhavam para organismos da ONU e organizações afins) mostravam-se aborrecidos, como se quisessem ir embora e acabar com isso... não estavam totalmente engajados”, explicou para Friday Fax outro jovem participante.
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A Aliança Internacional da Juventude também patrocinou um evento apresentado pela Missão da Santa Sé ante a ONU, que expôs uma perspectiva da juventude centrada na dignidade e na vida vivida em verdadeira liberdade, em lugar de uma existência conduzida por paixões egoístas.
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“Os jovens tem muito mais em suas cabeças do que sexo. Nossos jovens estão necessitados do estímulo de uma vida de verdadeira grandeza”, explicou uma das apresentadoras, a ex-participante do programa norte americano America's Next Top Model, Leah Darrow. Seu incentivo tanto para a juventude como para os delegados se uniu ao de Kristan Hawkins, de Students for Life of America, ao de Meghan Knighton, do Catholic Near East Welfare Association e ao de Jeffrey Azize e Michael Campo, produtores do documentário “The Human Experience” (A Experiência Humana) que foi aclamado pela crítica.
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Os apresentadores criticaram os que pintam o futuro da juventude com pinceladas sombrias e insistiram que a chave para fazer realidade a dignidade humana é desafiar a juventude e a sociedade em seu conjunto para que vivam uma vida virtuosa.
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O arcebispo Francis Chillicatt disse ao Friday Fax: “Os jovens participantes expuseram magnificamente o importante papel da juventude na transformação da sociedade e da cultura atual através dos valores evangélicos. Seu testemunho pessoal de vida cristã é o tipo de legado que deve ser deixado para as gerações futuras”.

Por Lauren Funk e Nicholas Dunn
________________________________________Fonte: Friday Fax 29/07/2011 Vol. 14 n.33 - http://www.c-fam.org/


















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