Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, julho 29, 2011

ARTICULAÇÃO DOS EIXOS TEMÁTICOS

NOTÍCIAS PELO MUNDO






Observação das Obras de Arte
A família é uma grande intermediadora no que se diz educação, é necessário que os pais auxiliem, ajudem seus filhos na aprendizagem. A coordenação motora é necessária para que a criança se sinta segura nas atividades propostas pelo professor, por isso é muito bom que deixem a criança brincar, fazer aquilo que ela gosta. Ter um lugar para a criança se sentir bem, para que possa usar seus pensamentos, é necessário que a criança tenha seu momento, que ela seja livre para imaginar, sonhar e não ser perturbada.

O que pensamos que é mais importante para a criança é ser criança, é necessário que o educador tenha a postura de mediador com a criança- auxiliando-a, sabendo o que está realizando em sala de aula, de acordo com sua faixa etária.

Podemos notar na primeira gravura que (a mãe) ou professor ensina a sua (filha) aluna a tricotar, como é importante o afeto (familiar), a passagens de conhecimentos de mãe para filha é uma grande herança. O contato mãe-filha irá gerar uma grande segurança nesta criança que com certeza ela irá conseguir ser bem mais estável em sua vida afetiva.

Na segunda gravura notamos a menina com uma boneca que nos indica momentos de se sentir adulta. Ela passa para a boneca àquilo que esta vivenciando em sua casa, ela pode vestir a criança como a mãe a veste também, ela pode tratar da boneca assim como ela é tratada em casa, todas essas posições nos mostra que o interior de uma criança que está em formação, somos responsável pelo caráter dela. O modo como falamos, agimos, com certeza será captados por nossas crianças.

Também podemos ver na terceira foto, que um menino, uma criança repousa tranquilamente num momento de reflexão, é interessante notar que as crianças sonham muito, sonham, refletem, pensam, muitas vezes pensamos que o mundo das crianças é só brinquedo, é muito mais, é imaginação. Devemos dar um momento para elas, devemos entender estes momentos e realmente nos envolver neste mundo.
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Veja o que Jesus falou, “quem não se tornar como criança não poderia entrar no Reino dEle”, notamos que essa singeleza infantil, essa simplicidade é que nos faz diferente, vemos que existe um abismo entre mundo infantil e mundo dos adultos, a criança sempre tem que esperar o adulto, quando uma criança pede algo, dizemos espere, quando quer um brinquedo da estante, dizemos espere. É necessário para preencher este abismo, e unirmos ao mundo da criança que possamos valorizá-la, precisamos entender a criança, precisamos olhar nos olhinhos dela, precisamos dar tempo
para elas, ao contrario serão apenas marionetes do nosso mundo.
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Pedagogos têm a chave para o sucesso, vamos abrir a porta para nossas crianças.






















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo!"
Prof. Habushun - Membro Shvoong

terça-feira, julho 26, 2011

JUVENTUDE SEM ÉTICA

EDUCAÇÃO









Cada vez mais, nos dias que correm pais e educadores de jovens e adolescentes se deparam com um problema muito sério nessa passagem difícil da adolescência para a idade adulta: a grande indiferença para o aprendizado moral e para a vivência ética das virtudes.


De fato, observa-se que são muitos os jovens que passam como ensinava Piaget, dessa fase da heterônomia moral – fase de viver o que lhe mandam – para a fase da autonomia ética de forma bastante indiferente e desinteressada, como se suas escolhas não determinassem, em parte, sua felicidade e seu futuro. A resposta para este fenômeno parece estar não só na desvalorização e/ou incapacidade familiar e escolar para a educação ética/moral, mas também no atraso dessa passagem que a própria família e a sociedade de consumo estão provocando, mais ou menos inconscientemente.
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Infelizmente, como diz Tony Anatrella, renomado psicanalista francês, uma das maiores contradições de nossa sociedade ocidental consiste em fazer crescer a juventude muito rapidamente, facilitando-lhe várias experiências precoces, muitas delas nocivas, e, ao mesmo tempo, animá-la a permanecer adolescente o maior tempo possível, com as facilidades de uma vida cômoda e sem dificuldades. Aprofundemos no fenômeno.

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Desde a mais tenra idade, tanto os pais como as empresas de consumo, com seus poderosos veículos de comunicação de massa, ambos com intenções muitas vezes duvidosas e pouco éticas, procuram satisfazer as crianças com todos os equipamentos de diversão e comunicação, de forma que os “convençam” que ficarem em casa, no seu quartinho, como numa autêntica “bolha protetora de micróbios”, é a forma de serem e viverem mais felizes e seguras, depois da escola. Constroem para eles uma autêntica “bolha material”, onde há pouco espaço para o diálogo educativo e para as amizades verdadeiras. Como apontam Tânia Zaguri, sentimentos de culpa pela ausência e omissão dos pais, que têm que trabalhar, são muitas vezes os motivadores para esses excessos.

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Quando chegam à idade de desenvolver mais suas capacidades e habilidades intelectuais, as famílias as “entopem” de cursos e esportes extra-escolares, com a ilusão de que assim conseguirão maior realização profissional futura. Entretanto, como com a “bolha material” só conseguiram desenvolver uma ou duas amizades reais – virtuais muitas! – as crianças, ao sair de casa para esses inúmeros cursos, sentem dificuldade no relacionamento e muita insegurança. Como solução, muitas são como que obrigadas a transportar de forma inconsciente essa bolha material invisível para se refugiar: celulares com os seus derivativos, mp4 player, livros... Tendo dificuldade para se comunicar e descobrir um “outro tu”, reforçam a bolha material criando uma nova camada que poderíamos chamar de “bolha psicológica”, que as cegam para qualquer interesse que não seja individual.

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Por fim, se tiveram a sorte de conseguir ingressar na vida universitária, onde existe habitualmente uma explosão intelectual, um aumento do conhecimento e uma liberdade falsamente ilimitada, os jovens que não aprenderam o certo e errado, sentem necessidade de criar uma ética própria para satisfazer suas inseguranças ou justificar suas ações, muitas vezes erradas, que tranquilize suas consciências. Criam uma terceira camada da bolha, chamada “bolha filosófica”. As tragédias nesta fase, que quase sempre são de tentativa e erro, costumam ser frequentes e deixam marcas para o resto da vida.
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Esta tríplice camada que envolve os “meninos-bolha” é a que produz depois uma enorme força-resultante centrípeta egocêntrica que os leva a realizar somente aquilo que alimenta um eu voraz de prazer sem lógica e sem limites, gerando, conseqüentemente, um subjetivismo irracional, uma ética sem fundamentos sólidos e, ao final, um coração embolado, isto é, vazio de amor: não conseguem entender a linguagem do amor e da amizade verdadeiros. Estes “meninos-bolhas” não conseguem, na prática, transcender e valorizar a ética, porque ela só se busca quando se tem um porto a chegar, um ideal de perfeição a se alcançar.
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A forma de se abrir para uma educação ética é esperar que a própria vida, com suas vicissitudes e tragédias dolorosas, se encarregue de furar a bolha, acordando-os para uma realidade que não conhecem. Outra forma mais prazerosa e inteligente, é aquela em que um amigo (a) os ajude não só a repensar a própria vida moral, mas também a descobrir que é a própria dinâmica e vivência das virtudes da temperança, fortaleza, justiça e prudência, nessa ordem, que evitará que essas bolhas e camadas se formem.
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João Malheiro: Dr. em Educação pela UFRJ e diretor do Centro Cultural e Universitário de Botafogo. É palestrante sobre o tema da educação e mantém ótimo blog.

















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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo!"

Diretor Universitário Cultural - Botafogo
Dr. João Malheiro - UFRJ - Palestrante


sábado, julho 23, 2011

OS TÃO OCUPADOS E APRESSADINHOS DE DEUS

NOTÍCIAS PELO MUNDO





Se há alguém no mundo com todos os motivos para estar sempre ocupado e apressado, certamente seria Deus, pela quantidade de pessoas que recorre a Ele, todos os dias e a todo instante, pelos mais variados motivos. Desde gente que pede para ganhar na mega-sena, até aqueles que pedem para que tal candidato ser eleito, para chover, para fazer sol, para sair aquela promoção, para o chefe ser mandado embora, para a namorada ou namorado voltar, para o guarda rodoviário não usar o bafômetro, para o teste de gravidez dar negativo ou positivo... Uma loucura. Já perceberam o que ocorre nas partidas decisivas de futebol? No último segundo, o jogador vai cobrar um pênalti que dará o título ao time. De um lado, uma equipe se dá as mãos e orando, pede a Deus para a bola ir para fora ou o goleiro defendê-la.
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Do outro, a equipe adversária, também de mãos dadas, reza e pede a Deus para a bola entrar. Ou seja, a divergente expectativa de todos inclusive torcedores, é de que Deus pare de fazer tudo o que está realizando pelo mundo inteiro para fazer o atacante marcar o gol ou o goleiro pegar o chute. Pode?
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Essa introdução descontraída é para nos fazer lembrar-se daquele profissional que repete a todo instante:
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Agora não dá! Estou super-ocupado!
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Depois, depois! Agora não dá! Estou super-atrasado!
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Uma vez que esse profissional não é Deus – porque Ele sempre dá um jeito de atender todo mundo – conclui-se que o acelerado amigo não tem a menor idéia do que seja administração do tempo.
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A exceção das disfunções comportamentais, certamente há quem aja assim por achar que tal postura passa a imagem de um sujeito muito trabalhador e indispensável à firma. Pelos muitos anos que convivi com o mundo corporativo, posso assegurar que metade das atividades que fazem aquele herói correr tanto e estar sempre ocupado, poderia ser facilmente delegada à membros da equipe. Mas, fazer o que se o homem é centralizador? Estes, parecem nunca ter ouvido ou lido nada também sobre delegação.
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No frigir dos ovos, o primeiro prejudicado é o próprio, pois lhe falta tempo para participar de programas de integração com os pares e colegas e, sobretudo de atualização – aliás, é característica sua nunca ter tempo para comparecer aos programas de treinamento e sempre chegar atrasado e bufando às reuniões.
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Nem na hora do almoço nosso elétrico profissional relaxa. Quando não come apressadamente um sanduíche na sua mesa de trabalho, ele corre ao refeitório e rápida e literalmente joga a comida mal mastigada na boca. Sem muita conversa, levanta-se e sai quase correndo, pois “tem muita coisa pra fazer e já está atrasado”.
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É provável que esse profissional alimente a fantasia de que a empresa parará se ele diminuir seu ritmo. Se este for o caso, trata-se de um candidato potencial a um trauma depressivo se um dia for demitido (o que descrevo com detalhes no meu mais recente livro “Demitido: quando é preciso tirar a camisa” (Qualitymark).
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Nessas pessoas, preocupa-me muito o comprometimento da sua qualidade de vida. Um tempo precioso a ser curtido com a família e amigos está deixando de ser utilizado e no futuro é mais do que provável que isso traga sérias conseqüências afetivas, psicológicas e sociais. Claro que isso tem solução. Uma adequada reflexão, uma revisão do estilo de vida, um claro entendimento do que é urgente e do que é importante (nem sempre estas condições caminham juntas) poderia ajudar o nosso amigo e estruturar melhor o uso do seu tempo, controlar sua ansiedade e ser mais feliz.
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Todos ganhariam com essa mudança, inclusive a própria empresa.
Pena que geralmente esse profissional não tem tempo para pensar nessas coisas muito menos em Deus. Certamente ele nem lerá este artigo: afinal, como sempre, tem um monte de coisas à sua espera e ele já está muito atrasado...



















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Dr. Floriano Serra - Portal da Fmaília

quarta-feira, julho 20, 2011

HOMENAGEM A BRAVOS MISSIONÁRIOS


Sabemos, que quando saímos em missões podemos não voltar, o trabalho é do nosso Senhor Jesus Cristo. Obedecemos ao “Ide” missão tão gloriosa, que nos impulsionam até aos confins do mundo, em locais que nossa mente não é capaz de imaginar.
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Esses corajosos missionários seguem suas missões e sabem tem o Nosso Senhor Jesus Cristo a frente. Todos arriscam sua vida pelo Evangelho, deixam para traz, família e objetivos interrompidos, saudades se multiplicam, o coração bate mais forte quando o perigo se aproxima, a família vem na lembrança, sem falar aqueles que estão com todos seus familiares nestes locais.
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Quantos são tocados pelo Espírito Santo, assim aceitam e seguem por estrada tão bela. Sendo a vontade do Senhor, sempre nos regozijamos! Mas, os perigos nos cerca, isto é fatal, digamos até necessário, segundo entendemos como os desígnios de Deus, vontade do Senhor. Um trabalho tão importante, difícil e arriscado Quem faria? Quando não fazemos!
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Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso redentor, foi o primeiro a morrer quando em terra anunciando sua missão. Tanto para nos salvar, como para nos ensinar o significado do “Ide”! O “Pai do Ide”! O Pai da evangelização! Quantos ainda carecem de ouvir a palavra que salva, Sabemos que há locais que nem a bíblia ainda chegou. A presença de um missionário se faz necessário para anunciar o Salvador eterno. É neste momento, quando morre mais um missionário no trabalho no campo de batalha, a tristeza se aprofunda em nossos corações.
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Rogamos e desejamos que esta mensagem fosse força, coragem para todos aqueles que em longínquas partes do mundo. Saibam! Estamos orando por vocês, sem cessar. Cada vida interrompida, cada dificuldade, cada ameaça lembrem o senhor acampa ao seu redor. O Senhor dará a recompensa prometida. . Temos a certeza que os frutos da salvação, plantados por todos os bravos missionários, que atuam neste imenso Mundo, fará florescer como resultado do tão árduo trabalho, para a “vida”, a verdadeira vida em Jesus Cristo, o fruto que transforma o pecador, para um futuro seguro com Jesus Cristo, condução prometida para salvação eterna. Nossas homenagens a todos os missionários em atividades neste Mundo, sejam fortes! Contem com as orações de todo povo Cristão, que em de toda parte do Mundo sabemos, intercede por este trabalho.
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Quanto a mais esta vida ceifada pela injustiça, pela malvadeza de perseguidores do Evangelho, causados pelos maus! Que reinam momentaneamente neste mundo. Que esta vida seja um exemplo verdadeiro de coragem, fidelidade ao Senhor da vida e da glória. Jesus Cristo! Que seus familiares estejam confortados pelo Altíssimo, pois a vida desta missionária “Repousa nos braços de Cristo”, Amém.



















Igreja Presbiteriana do Brasil

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