Versículo do Momento

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quinta-feira, março 31, 2011

O QUE É A VELHICE

MENSAGEM






A mãe conta que seu filho pequeno - com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado - pergunto


===================="Mamãe, o que é a Velhice?

Na fração de segundo antes da resposta, a mãe fez uma verdadeira viagem ao passado.

Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros.

= Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta, e disse-lhe:=

==========="Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".==========

E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:

================== "Mamãe! Como a velhice é bonita!"==================


















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo!"
Autor Desconhecido - Março - 2011
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quarta-feira, março 30, 2011

A MÁQUINA DE ESCREVER

MENSAGEM







Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla. Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça. Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta... Vocx dirá: "Afinal, sou apxna
s uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx."

Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs. Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: "Xu sou a pxça mais importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!"

Pronto, Agora consertei a minha máquina de escrever. Você entendeu o que eu queria te dizer?? Percebeu a sua imensa participação na vida daqueles ao seu redor... percebeu que assim como tem pessoas que são importantes para nós, também, somos importantes para alguém. Lembre-se de que somos parte do Universo e como tal somos uma peça que não podemos faltar no quebra-cabeça da vida.









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segunda-feira, março 28, 2011

PORQUE AZUL É PARA MENINOS E ROSA PARA MENINAS?

MENSAGEM







Atualmente é comum associarmos a cor azul a meninos, e a cor rosa às meninas. Já no nascimento dos filhos, muitos pais prepara
m o enxoval do bebê tendo por base essas cores, conforme o sexo da criança. Há também o senso comum que diz que o verde e o amarelo são cores neutras, que podem ser usadas por ambos os sexos.

Mas você já se perguntou de onde surgiu essa associação de cores? Aliás, você sabia que nem sempre foi assim? Que já houve época em que o rosa era para meninos, e o azul para meninas?

Na verdade, o que hoje consideramos "normal" é fruto apenas de uma convenção criada no início do século 20 e que, pasmem, pode ter começado de forma contrária ao que temos hoje. De fato, segundo o site "Gender Specific Colors", parece que a associação de cor a determinado sexo é uma tendência do mundo da moda que só começou no início do século 20 nos países ocidentais, tornando-se uma questão cultural, sem se saber muito bem o motivo.

O que se sabe é que, no início, a cor rosa, por ser considerada um tipo de vermelho claro, era associada com a força e a dramaticidade dessa cor (vermelho), o que claramente influenciou sua indicação para ser usada em meninos. Um jornal norte-americano, em 1914, aconselhava as mães: "Se você gosta de adotar cores nas roupas das crianças, use rosa para o menino e azul para a menina" [The Sunday Sentinal, March 29, 1914].

Veja essa outra dica, publicada em 1918: "Tem havido uma grande diversidade de opinião sobre o assunto, mas a regra geralmente aceita é usar rosa para o menino e azul para a menina. A razão é que, sendo o rosa uma cor mais forte, que denota pessoas decididas e com coragem, ela é mais adequada para o menino, enquanto o azul, que é mais delicado e gracioso, é mais bonito para a menina" [Ladies Home Journal, junho de 1918].

Mas parece que assim que as cores começaram a ser usadas como um identificador de gênero, começou também uma tendência a inverter essa associação de cores, até chegar ao que hoje consideramos "normal". De acordo com Jo B. Paoletti e Carol Kregloh, no artigo "The Children's Department", publicado no livro "Men and Women: Dressing the Partem Kidwell" (Claudia Brush e Valerie Steele, Smithsonian Institution Press, 1989), nos Estados Unidos, a convenção de rosa para as meninas e azul para os meninos não era unanimidade até a década de 1950. A análise de quadros e fotos antigas mostra que não havia uma forte associação entre um sexo a uma dessas cores.

Diversas hipóteses tentam explicar o início da associação de cores ao sexo. Eis algumas delas. O primeiro uniforme escolar observado na Inglaterra data do século XVI, composto de casacos azuis usados por meninos pobres em escolas mantidas por instituições religiosas, o que acabou estabelecendo uma convenção. Eram dessa cor porque, na época, a tintura azul era mais barata que as tinturas de outras cores.

Outra possibilidade é que houve época em que o uniforme da marinha era azul, e a moda era que todo menino queria ter uma roupa de marinheiro. Por outro lado, essa hipótese não explica a escolha da cor rosa para as meninas. O que sabe é que durante séculos os europeus vestiam os meninos e as meninas com um mesmo estilo de vestimenta. Roupas com estilos específicos, conforme o sexo das crianças, só começou a surgir no final do século XVIII, conforme se pode observar em quadros de pintura que retratam crianças. Conta-se que, na análise desses quadros antigos, é possível observar que entre os diversos povos não havia uma convenção aceita referente a estilos ou cores específicos para meninos e meninas.

Mas, naquela época, o intercambio cultural entre os povos não era tão rápido quanto hoje em dia, que conta com a televisão, cinema e internet. Por isso mesmo, a moda não era tão massificada quanto hoje. A artista sul-coreana JeongMee (1969) criou o projeto "The Pink and Blue Project" como tema para a sua tese. O projeto Rosa e Azul é uma reflexão sobre a relação entre gênero e consumismo. Ou seja, um trabalho sobre a ligação entre o ser do sexo feminino ou ser do masculino e a preferência pela compra de objetos rosa ou azul, respectivamente. A grande responsável pela escolha é a sua filha de cinco anos "Gosta tanto de rosa que apenas quer vestir e brincar com objetos dessa cor", afirma a mãe.

Mas JeongMee descobriu que não é a única. Nos Estados Unidos, na Coréia do Sul e noutros países, a maioria das crianças do sexo feminino adora tudo o que seja cor-de-rosa: roupas, acessórios e brinquedos. Segundo ela, nem mesmo o caso de pertencer a grupos sociais ou étnicos diferentes, com padrões e bases culturais distintas, altera essa tendência. Nos dias de hoje, com a publicidade cada vez mais influente, essas cores impuseram-se como mundialmente padronizadas.

É essa padronização que a máquina de JeongMee tenta captar. Talvez as populares e universais "Barbie" e "Hello Kitty" tenham contribuído para desenvolver essa tendência: as meninas interiorizam de forma consciente ou inconsciente que para ser ou parecer femininas devem usar rosa. Acrescenta ainda que as diferenças entre esses objetos afeta o pensamento das crianças e o seu comportamento perante os seus pares.

Por exemplo, os livros ou brinquedos para elas são normalmente rosa, roxos ou vermelhos e estão relacionados com maquiagem, moda, receitas ou tarefas domésticas. Já para eles, são de diferentes tons de azul e falam sobre robôs, indústria, ciência e dinossauros.

















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JeonMee - Yoon - The Pink e Blue Project

domingo, março 27, 2011

PAZ NO TRABALHO

MENSAGEM







Agora que a festa acabou,(Estamos na Quarta Feira de Cinzas), penso que seja um bom momento falarmos um pouco do trabalho, em especial, sobre como anda o ambiente em que desenvolveremos nossa atividade.
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Um grande amigo me repassou um e-mail que recebeu de um colega seu. Trata-se de uma pessoa que morava há algum tempo na Suécia e resolveu contar-lhe uma de suas experiências naquele País:
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A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:
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"Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final." Ele me respondeu simples assim: "É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?".
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Olha a minha cara! Ainda bem que levei esta logo na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos dali para frente . . . Essa mensagem simples do sueco pode nos levar a meditar como nos portamos com os nossos colegas de trabalho.
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Numa propaganda de colchão de alguns anos atrás, dizia-se que passamos um terço de nossas vidas na cama, de modo que há de se cuidar muito bem desse tempo. Penso que a frase sirva, com muito maior razão, para o ambiente de trabalho. De fato, passamos um terço de nossas vidas ou até mais que isso no local de trabalho.
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Sendo assim, o que fazemos para que esse ambiente seja o mais saudável possível? O primeiro passo para construirmos a paz no trabalho é declarar guerra aos inimigos. E são eles: os mexericos, as fofocas, as maledicências, sempre ditas covardemente pelas costas do colega. Também minam as bases de uma convivência saudável: o oportunismo, a ambição exacerbada que não deixa ver no outro um ser humano, mas um degrau a ser escalado.
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E essa postura, se não a identificamos e combatemos a tempo, pode chegar ao extremo das traições, das puxadas de tapete, infelizmente muito comuns no mundo em que vivemos. Com boa vontade, não é impossível de se construir um bom ambiente de trabalho. Recordo-me agora de um superior que tive há alguns anos atrás, cujo exemplo me foi muito marcante. Ele estava sempre alegre. Se notava que alguém não estava bem, com delicadeza e inquebrantável bom humor, tentava levantar o astral do colega.
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Quando terminava o seu trabalho, procurava ajudar os demais, mas o fazia com tamanha delicadeza, que quem recebia a ajuda sequer notava. E não fazia isso para cobrar depois, como quem faz para depois dizer “lembra daquele dia que ...”. Não, fazia o bem por fazê-lo, sem qualquer outro interesse. Por vezes nos encontramos num local de trabalho em que mais parece um ninho de cobra. Temos de tomar cuidado com o que dizer, como dizer, do que falar etc.
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Nesses casos, pode surgir o desânimo a ponto de pensar que nada se pode fazer, que o melhor é mudar de trabalho. Pode ser que seja essa a melhor solução mesmo, mas é errado pensar que nada se pode fazer. Um sábio me disse uma vez que devemos ser no mundo e, em especial, no ambiente de trabalho, como uma pedra atirada ao lago calmo em um final de tarde. A pedra gera uma onda, e depois outra, e mais outra, até que todo o lago esteja tomado. Assim podemos ser cada um de nós no nosso ambiente de trabalho. Uma palavra de estímulo, um sorriso a quem nos importuna, uma palavra amável em resposta à outra grosseira, o esforço por ajudar desinteressadamente até que se contamine positivamente o ambiente. E não é necessário irmos á Suécia para fazermos isso.

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Fábio Henrique Prado de Toledo é Juiz de Direito em Campinas. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Articulista do Correio Popular de Campinas e de alguns outros jornais. Casado, é pai de 8 filhos.




www.reierei.blogspot.com












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