Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, setembro 11, 2010

PAIS MAUS!

EDUCAÇÃO
Deus abençoe os pais maus!
Um dia, quando os meus filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva um pai, hei de dizer-lhes: amei-vos o suficiente para ter perguntado: aonde vão com quem vão, e a que horas regressam a casa?
Amei-vos o suficiente para ter insistido em que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidade de comprá-la. Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia. Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizerem ao dono: “Eu roubei isto ontem e queria pagar”.
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Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, durante 2 horas, enquanto limpavam o vosso quarto (tarefa que eu teria realizado em 15 minutos). Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos. Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.
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Mais do que tudo, amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO quando sabia que me iríeis odiar por isso.
Estou contente, venci. Porque, no final, vocês venceram também. E, qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês hão de dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus, diziam sim… que sim, que éramos maus, que éramos os pais piores do mundo: As outras crianças comiam doces ao pequeno almoço; nós tínhamos de comer cereais, ovos, tostas. As outras crianças bebiam refrigerante ao almoço e comiam batatas fritas; nós tínhamos de comer sopa, o prato e fruta. E – não vão acreditar – os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, ao contrário dos outros pais. Os nossos pais insistiam em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão.
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Eles tinham de saber quem eram os nossos amigos, e o que fazíamos com eles. Eles insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram as leis de trabalho infantil: tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar ao chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Acho que eles nem dormiam a pensar em coisas para nos mandarem fazer.
Eles insistiam sempre conosco para lhes dizermos a verdade, apenas a verdade e toda a verdade. Na altura em que éramos adolescentes, eles conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.
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Os pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta, para eles os conhecerem.

Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.
Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós, alguma vez, esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem foi preso por nenhum crime. Foi tudo por causa deles. Agora que já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados; estamos fazendo o nosso melhor para sermos “maus pais”, tal como os nossos pais foram.




Postado Por Sheila Carvalho Stutz

Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Portal da Família - Artigos
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 06, 2010

O CANTIGO DE VITÓRIA DOS REPROVADOS

EDIFICAÇÃO




Os filhos de Israel se achavam em um apuro desesperador! À sua frente, o Mar Vermelho; as montanhas à esquerda e à direita; e o faraó e os seus carros de ferro se aproximando por trás. O povo de Deus aparentava estar cativo e impotente - como patinhos que passam no tiro ao alvo, só esperando serem eliminados. No entanto, acredite ou não, Deus propositadamente os havia guiado à esta situação tão terrível! Havia pânico no acampamento de Israel. Os homens abanavam a cabeça com medo, e as mulheres e as crianças choravam ao se acotovelar aos avós e parentes. De repente Moisés foi cercado pelos irados pais de família que gritavam: "É claro que tudo acabou para nós! Não havia sepulturas suficientes no Egito para nos enterrar? Você tinha de nos arrastar até aqui para morrermos? Lá no Egito lhe falamos para nos deixar em paz. Era melhor sermos escravos lá do que morrer neste deserto miserável!"
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É possível que Moisés teve um momento de abalo nestas circunstâncias. Contudo, quando se lamentou, o Senhor o repreendeu: "Por que clamas a mim?" (Êxodo 14:15). Ninguém em Israel imaginava que grande livramento D´us estava prestes a realizar para eles! De repente os ventos separaram o Mar Vermelho, e o povo caminhou por entre as ondas que foram detidas sobre um chão seco. Quando o faraó e o seu poderoso exército tentaram segui-lo, as águas voltaram a se enfurecer - e os cobriu afogando a todos!
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Que visão terrível deve ter sido! O povo olhava do outro lado e via o seu poderoso inimigo sendo destruído como se fossem soldadinhos de lata. E então, não era pra menos, um cântico se elevou do acampamento ao compreenderem, mais uma vez, que Deus os havia livrado de circunstâncias impossíveis! As Escrituras registram a sua reação - e o cântico que entoaram: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios; e o povo temeu ao Senhor e confiou no Senhor e em Moisés, seu servo. Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; Ele é o D´us de meu Pai; por isso, o exaltarei" (Êxodo 14:31; 15:1-2).
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Talvez você conheça este glorioso cântico de vitória tirado diretamente das Escrituras. Os cristãos elevam suas vozes para cantá-Lo em muitas igrejas hoje em dia: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios... ENTÃO, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico" (Êxodo 14:31; 15: 1).
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Via de regra, como Israel, somos capazes de entoar o cântico certo - mas do lado errado! Cânticos entoados do outro lado do Mar Vermelho carecem de fé genuína - exatamente porque são cantados somente do lado da vitória e não do lado da provação.
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Podemos imaginar a cena em Israel após a sua vitória. Como devem ter sentido-se seguros e poderosos. Porém aquela era uma vitória ôca, pois Israel havia sido reprovado no teste daquele dia! Só Moisés tinha o direito de cantar do lado ocidental. Antes da separação das águas o povo havia gemido, murmurado, reclamado e chorado - Moisés, não!
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Certamente, para muitos de nós, já é mais do que tempo de afinar os instrumentos e iniciar o Cântico da Vitória, mesmo que esta nos pareça distante dos nossos pequeninos olhos. Sempre é tempo de celebrar o inexorável fato de que o Senhor jamais perde o controle das nossas preciosas vidas.
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Louvado seja o Seu Santo Nome!










Postado por Sheilla Carvalho Stutz
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Ministério Pão Quente Diário - Artigos
Pr.Ricardo Cesar Vasconcelos P.Penha
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 04, 2010

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

TEMA - EDUCAÇÃO

L egalidade
I mpessoalidade
M oralidade
P ublicidade
E ficiência


1. Princípio da Legalidade:
» Permite-se a atuação do agente público, ou da Administração, apenas se permitida, concedida ou deferida por norma legal. Assim ao particular é dado fazer tudo quanto não estiver proibido e ao administrador somente o que estiver permitido pela lei. Logo podemos entender que de tal princípio decorre a proibição de sem que haja lei ou ato normativo que permita a Administração possa vir por manifestação unilateral de vontade, declarar, conceder, restringir direitos ou impor obrigações.

2. Princípio da Impessoalidade:
» Atuação administrativa que vise a satisfação do interesse coletivo, sem coprresponder ao atendimento do interesse exclusivo do administrado. A impessoalidade está relacionada a finalidade ou seja ao fim estatuído pela lei e cuja perdição significa desvio que invalida o ato, como também está relacionada à imputação da atuação administrativa e à necessidade de observância do princípio da isonomia. Indicativo de imparcialidade, que condiciona a atividade administrativa a deferir tratamento igual a todos, independentemente de qualquer interesse público.

3. Princípio da Moralidade:
» Proibição de a atuação administrativa distanciar-se da moral, dos princípios éticos, da boa-fé, da lealdade. A atuação administrativa não pode contrariar, além da lei, a mmoral, os bons costumes, a honestidade, os deveres de boa administração. A boa-fé, a lealdade, a razoabilidade e a proporcionalidade são princípios gerais que ditam o conteúdo do princípio da moralidade administrativa.

4. Princípio da Publicidade:
» É o dever de dar publicidade, de levar o conhecimento do ato ou da atividade administrativa a terceiros. Atuação transparente do Poder Público exige a publicação. A publicidade é obrigatória como meio conferidor de eficácia da atividade administrativa, mas se admite a manutenção do sigilo quando expressamente autorizar a Constituição ou quando concorrer possível prejuízo para a coletividade ou para outrem.

5. Princípio da eficiência:
» Preza-se por buscar a consecução do melhor resultado possível, deve-se atentar para os padrões modernos de gestão ou administração, vencendo o peso brurocrático, atualizando-se e modernizando-se. Exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. A idéia de eficiência aproxima-se da economicidade. Visa-se atingir objetivos traduzidos por boa prestação dos serviços, do modo mais simples, mais rápido e mais econômico, melhorando a relação custo/benefício do trabalho da Administração.







Postado por Sheilla Carvalho Stutz

Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Aluizio Franca - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, agosto 30, 2010

METADE DOS ADULTOS BRASILEIROS ESTÁ ACIMA DO PESO

Cuidando da Saúde





Quase metade da população brasileira (49%) com 20 anos ou mais está com excesso de peso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado faz parte do estudo “Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes, estudo do IBGE avalia o estado nutricional da população a partir da altura para cada idade, peso para cada idade e o Índice de Massa Corpórea (IMC) para cada idade - o índice é obtido com a divisão do peso em quilograma pela altura em metro quadrado. Foram entrevistadas mais de 188 mil pessoas de todas as idades, entre maio de 2008 e maio de 2009.entes e adultos no Brasil”, divulgado nesta sexta-feira (27). O levantamento integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009.
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Dos 20 aos 24 anos, as medianas de altura e peso do homem brasileiro são, respectivamente, 1,73 m e 69,4 kg. Já entre as mulheres nessa faixa etária, as medianas são, respectivamente, 1,61 m e 57,8 kg (confira tabela completa de medianas por faixa etária no portal G1). Nessa faixa etária, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974-1975 para 50,1% em 2008-2009. No sexo feminino, o aumento foi menor: de 28,7% para 48%.
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São consideradas com sobrepeso pessoas com IMC igual ou superior a 25 kg/m2 e menor que 30 kg/m2; e obesas pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m2. Pessoas com IMC inferior a 18,5 kg/m2 têm déficit de peso, segundo o IBGE.
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Faça o cálculo do IMC
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A pesquisa aponta que, além da quase metade dos adultos brasileiros acima do peso, outros 14,8% apresentam obesidade e apenas 2,7% têm déficit de peso. A obesidade é maior entre as mulheres de 20 anos ou mais (16,9% delas) do que entre os homens (12,5%). Já o excesso de peso é registrado em maior parte entre os homens (50,1%) do que entre as mulheres (48%).
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Segundo o IBGE, a desnutrição, nos primeiros anos de vida do brasileiro, e o excesso de peso e a obesidade em todas as demais idades, são problemas de grande relevância para a saúde pública. Os dois índices são contabilizados a partir dos números que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera saudáveis. O estudo destaca que a curva de evolução do peso mediano das crianças brasileiras ultrapassa o padrão esperado pela OMS, independente da idade e do sexo.
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Das crianças de 5 a 9 anos, uma em cada três (33,5%) tem excesso de peso e 14,3% são obesas. Há déficit de peso em 4,1% das crianças nessa faixa etária. O número de crianças com excesso de peso representa um salto de 20 pontos percentuais em 20 anos.
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Já entre os adolescentes de 10 a 19 anos, 3,4% apresentam déficit de peso; 20,5% têm excesso de peso; e 4,9% apresentam obesidade. Nesta mesma faixa etária, a maior porcentagem de adolescentes com déficit de peso mora no Nordeste (4,9%). No Sul está a maioria dos que estão acima do peso (26,9%) e das pessoas entre 10 e 19 anos obesas (7,6%). Ainda de acordo com o IBGE, a desnutrição na infância está concentrada nas famílias com os mais baixos rendimentos e, do ponto de vista geográfico, na Região Norte (veja gráficos no Portal G1). O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras. O instituto afirma que, em adultos, o excesso de peso vem aumentando continuamente desde meados da década de 1970.
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Altura
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Segundo o IBGE, o padrão de crescimento das crianças e adolescentes brasileiros segue na direção do padrão internacional. Para as crianças de até 10 anos, independentemente do sexo, as alturas medianas praticamente coincidem com a curva padrão, que leva em conta medidas que a OMS considera ideais.
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Entre as crianças menores de 5 anos, com renda familiar mensal de mais de um salário mínimo per capita, 6% apresentam déficit de altura – 6,3% entre os meninos e 5,7% entre as meninas. Em ambos os sexos, a prevalência de déficit de altura foi máxima no primeiro ano de vida (8,4% e 9,4%, respectivamente), diminuiu para cerca de 7% no segundo ano e oscilou em torno de 4% a 6% na faixa etária de 2 a 4 anos.
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Conforme há aumento da renda familiar mensal per capita, há redução no percentual de crianças menores de 5 anos com déficit de altura. Em famílias com rendas de até um quarto de salário mínimo, 8,2% das crianças nessa faixa etária tinha déficit de altura. Já entre as famílias com mais de 5 salários mínimos por pessoa, esse índice passa a 3,1%. Quase 7% das crianças entre 5 e 9 anos têm déficit de altura – 7,2% entre os meninos e 6,3% entre as meninas. Dos meninos com déficit de altura, a maioria (8,9%) vive em áreas rurais e 6,8%, em áreas urbanas. Já entre as meninas, os índices correspondem, respectivamente, a 8,1% e 5,8%.

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O índice nessa faixa etária, segundo o IBGE, caiu de 29,3% em 1974-1975 para 7,2% em 2008-2009 no sexo masculino e de 26,7% para 7,9% entre as meninas.
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Fonte: G1.










Postado por Sheilla Carvalho Stutz

Igreja Presbiteriana do Brasil
Dra. Kilza Miranda - Dicas de Nutrição
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro