Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, junho 24, 2010

"BURNOUT" E "BULLYING": OS 2 "BÊ" QUE PODEM DERRUBAR UMA LIDERANÇA

MENSAGEM




Muitos gestores ainda não perceberam as novas tendências comportamentais dos colaboradores. Hoje, mais do que nunca, todos querem ser felizes no trabalho. Querem tratamento respeitoso, justo e digno. Simples assim. No entanto, as relações de trabalho em muitas organizações não estão compatíveis com essas novas tendências.

É óbvio que as empresas não são entidades beneficentes, nem parques de diversões. Elas investem pesado em seus negócios e visam, com todo o direito e justiça, os melhores resultados possíveis, traduzidos na forma de crescimento e lucros.

Mas também é óbvio que isso não justifica que esse crescimento e lucro sejam obtidos à custa do bem estar e da saúde dos seus colaboradores. O que não se pode tolerar é que, em nome de cada vez maior produtividade e ganhos, uma organização submeta seus colaboradores a pressões que coloquem em risco sua saúde física e psicológica.

No campo dos modelos de gestão de pessoas, a mídia começa a dar o devido destaque a dois “bês” ingleses que estão comprometendo a saúde dos empregados, as relações do trabalho, a imagem da empresa e, por extensão, seus resultados.

O burnout é um deles. Trata-se de uma resposta de caráter depressivo ao estresse ocupacional crônico, manifestando-se através de profundo esgotamento físico e emocional, de causa diretamente ligada aos relacionamentos pessoais no contexto profissional. Essa síndrome não é novidade. Já havia sido apontada há mais de 20 anos pelos Ph.Ds Christina Maslach e Michael P. Leiter, pesquisadores da Universidade da Califórnia / Berkeley, EUA. Inclusive está classificada no Código Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Z73.

A Síndrome do Burnout se apresenta em 3 dimensões: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal – todas comprometendo a saúde, a auto-estima, as relações e o desempenho, podendo também aparecer sob a forma de dores musculares, enxaqueca, gastrite, síndrome do intestino irritável, insônia, hipertensão, diabetes, depressão, alcoolismo e dependência a drogas.

E agora, como se não bastasse o “b” citado, surge o “Bullying”, expressão que define atos de violência física ou psicológica, praticados no trabalho, de forma intencional e repetitiva, por um indivíduo ou grupo, visando intimidar ou agredir uma pessoa incapaz de se defender. É, portanto, parente próximo do assédio moral. Em várias situações do trabalho pode-se perceber a presença do bullying: estabelecimento de metas e prazos impossíveis de serem cumpridos; atribuição de tarefas simples a profissionais altamente qualificados; cancelamento de reuniões e compromissos em cima da hora sem avisar aos envolvidos; “congelamento” de alguém da equipe; atribuição de tarefas que exijam a permanência no trabalho até altas horas da noite ou que sejam feitas durante feriados e fins de semana; omissão de informações relevantes e de interesse da equipe; ocorrência contínua de críticas destrutivas e atitudes semelhantes. Os profissionais que sofrem a ação do bullying, com a repetição do mesmo, podem adquirir distúrbios psíquicos até irreversíveis e serem compelidos a atos extremos.

Nenhum desses dois “bês” se constitui em novidade: de mesma forma que ocorreu com o burnout, também com relação ao bullying os primeiros alertas foram feitos há mais de duas décadas por médicos e pesquisadores do comportamento. Este segundo “b”, detectado inicialmente em ambientes escolares, apenas recentemente foi percebido também no ambiente corporativo.

Diante desse quadro, as lideranças, que sempre foram as responsáveis pela definição e manutenção da qualidade do clima e das relações nas suas áreas, têm agora um novo desafio perante suas equipes: o de impedir que as relações entre seus membros se deteriorem tanto que se aproximem perigosamente daqueles dois “bês” nefastos. Sob risco de fazerem surgir um terceiro “b”, aquele que se refere ao próprio “Boss”.


Floriano Serra é psicólogo clínico e organizacional, consultor, palestrante e presidente da SOMMA4 Consultoria em Gestão de Pessoas e do IPAT - Instituto Paulista de Análise Transacional. Foi diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais, recebendo vários prêmios pela excelência em Gestão de Pessoas. É autor de uma dezena de livros, como "A Empresa Sorriso" e "A Terceira Inteligência", e mais de 200 artigos sobre o comportamento humano - pessoal e profissional, publicados em websites, jornais e revistas, inclusive no Exterior.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, junho 23, 2010

CÉUS E TERRA

EDIFICAÇÃO



"No princípio, criou Deus os céus e a terra." Gênesis, 1.1

Onde estamos? Onde vivemos? Nesta maravilhosa terra criada por Deus, terra abençoada, lugar perfeito, bem planejado para o homem viver - e viver bem. Infelizmente invadida pelo pecado, tudo mudou, o mundo difícil ficou, o homem se tornou mal, destruiu e ainda destrói o lugar que precisa para viver. Tantas coisas ruins são realizadas e dificultam o meio e o bom ambiente para um viver feliz.

Sabemos que tudo vem de muito longe (sem precisar procurar culpados); somos cercados por ciladas, que muitas vezes nos carregam definitivamente para a perdição total ou para um profundo abismo de sofrimento que vai nos derrotando aos poucos, ficamos cegos para possíveis soluções – estão em nossa frente e já não encontramos forças para enxergar. Isto tudo porque pensamos somente a e na terra!

Sim, o ser humano aprendeu a viver somente a e na terra. O Acima é sobrenatural, cai em desconfiança para os desacreditados; os desconfiados afinam um caminho, um atalho para um mundo sem volta, ouvem falar de promessas, de soluções, mas não lhes dão valor - vidas sofridas e calejadas, marcadas pelo pecado, seguem este atalho de perdição. Assim é o homem de hoje, dominado em grande parte por este pensamento. Ainda vemos o poder do mais forte dominar o mais fraco. Quem pode tomar, toma sem clemência!

Uma porcentagem muito grande ainda desconhece que o Céu é a receita para uma vida feliz: o próximo lugar maravilhoso que Deus preparou para cada um de nós (temos esta promessa), onde será apagado todo o passado pecador do homem, sofredor, marcado pelo desespero, sem esperança – a grande maioria não sabe que o Céu tem para nos oferecer. O céu evoca o sobrenatural e o homem adquiriu uma formação mundana: isto o leva a ter medo do que é oculto. O pós-morte para os que creram e crêem no Salvador, será o “passaporte para o paraíso restaurado, prometido”. Para o homem que só vive a terra, tudo começa aqui e termina aqui, com o chamado Fim.

Em tempos tão difíceis, precisamos anunciar as promessas divinas, falar do Céu - próxima morada dos salvos, lugar maravilhoso onde o pecado não habitará. O homem de hoje precisa viver o céu no seu dia a dia, gozar com antecedência o conforto da promessa de uma vida totalmente mudada, diferente, prometida por nosso Deus. Precisamos viver o Céu hoje! Saborear tudo o que Deus, por Sua graça infinita e misericordiosa, prometeu e foi anunciado na Bíblia através dos profetas e apóstolos, que foram usados por Deus para nos ajudar a compreender este “Sobrenatural”.

Nossa ida para este Céu maravilhoso é um convite aberto para todo aquele que, se arrependendo do seu estado pecaminoso, aceitar e crer, na promessa do Senhor para salvar o ser humano: Jesus Cristo, nosso Salvador eterno, nosso advogado junto ao Pai, é aqu'Ele que nos levará para este paraíso. Ele nos defende de multidões de pecados, assim nos aceita e perdoa, capacitando a nova chance de quem era perdido, e agora é redimido.Ele oferece oportunidade para qualquer um que queira experimentar tão maravilhosa graça crendo N'Ele, "porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para todo o que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João, 3.16).

Mesmo em tempos difíceis, vivamos o Céu aqui em terra, enquanto nosso Senhor Jesus Cristo não volta. Sabemos que não tardará; enquanto isto, pensemos nas coisas lá do alto, vivamos nas promessas, vivamos o Céu maravilhoso prometido hoje, enquanto “respiramos na terra”. Nossos sofrimentos diminuirão em muito, com a lembrança verdadeira de Cristo em nossas vidas. Lembrar que teremos uma casa celestial preparada por nosso Pai Celeste Criador, é viver o Céu hoje.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, junho 22, 2010

SER CAMPEÃO

EDIFICAÇÃO

Prossigo para o "alvo", para o "prêmio" da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Fp. 3-14.
(Tenhamos este sentimento!).
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A todo o momento, sabemos que neste mundo, existem inúmeros tipos de competições, a maioria se envolve no esporte. Sabemos que todo final existe um momento de recompensa “O famoso Troféu ou medalha”, após isto, são grande os momentos de alegrias que duram para sempre!
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Sabemos também que eventos desta natureza motiva qualquer nação e, poucos são aqueles que não dão valor. Lembramos da palavra “disputa”, sim! Para ser um campeão se disputa e muito para se chegar ao bom objetivo. É isto que todos almejam ao final de uma competição, erguer o troféu da vitória. Muitos já conseguiram, este é o momento crucial que leva um competidor terminar a sua disputa, um final brilhante! Um belo sonho, “ser campeão”. Alias, destacamos uma das mais importantes, a Copa do Mundo de Futebol. Sabemos ser esta, a competição mais importante no mundo inteiro, a mais sonhada por seus participantes, não há quem não conheça a copa do Mundo e sua “bola”.
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Ouvi á alguns dias que antecederam a Copa do Mundo, uma das muitas reportagens e entrevistas sobre a copa, e nela, um dos jogadores do Brasil dizia que a sua meta agora, não era a expectativa de ser um simples “melhor jogador da Copa”, ou “pensar no sucesso pessoal”. Seu alvo é buscar mais uma estrela para o seu País. Ele destaca, para isso, o grupo deve estar unido, todos devem seguir as orientações técnicas, treinar bastante, cada um deve fazer bem sua parte, sempre em função da vitória, ser a meta principal. Buscar o esforço máximo para alcançar o objetivo desejado.
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Confesso fiquei impressionado com a entrevista. Realmente onde há união, esforço e dedicação, certamente o alvo será alcançado, ou com certeza ficará bem perto. Esta entrevista me lembrou do Apóstolo Paulo, que teve sempre como meta principal atingir o alvo, seja da vitória em Cristo ou entre os Irmãos.
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Falando sobre a busca da perfeição como meta áurea de todos os Cristãos, Paulo afirma: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. “A expressão” prosseguir para “o alvo” tem em si muitas lições importantes para cada um de nós, por exemplo: a finalidade da Igreja que deve buscar a perfeição a cada dia, mesmo sabendo que tal meta será alcançada no céu. Aqui, nesta esfera terrena da vida, estamos no lugar de preparo, de treinamento.
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Mesmo sendo uma meta árdua, o apóstolo afirma que o Cristão não deve esmorecer em momento algum, precisamos abandonar coisas que pesam e atrapalham nossa caminhada Cristã. Devemos renovar cada dia em decisão de prosseguir. Lembremos a determinação de alcançar o alvo, este sim! Atenda a vontade de Cristo. Ao chamar Abraão lhe disse: Anda na minha presença e sê perfeito (Gn.17.1).
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O Apóstolo Paulo, alerta o cristão: precisa e deve estabelecer forças para alcançar a “estatura de Cristo”, como alvo a ser alcançado. (Ef. 4.13). Sabemos que o assunto chega a ser extenso, mas, o que nos chama atenção, é que temos um alvo para ser alcançada a persistência no trabalho Cristão, como Igreja saudável e eficaz condutora das Boas Novas! O Evangelho de Cristo, nossa primeira meta, nosso alvo.
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Com atitudes e pensamentos renovados no Senhor, abandonemos os velhos costumes e partamos para o alvo da vitória em Cristo! Assim renovados, certamente seremos vencedores de Cristo, o campeão!
Amém.








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Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
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segunda-feira, junho 21, 2010

O QUE FAZER QUANDO UMA CRIANÇA QUEBRA OU PERDE UM DENTE NUMA QUEDA?

CUIDANDO DA SAÚDE

As crianças são irrequietas por natureza. Gostam de brincar, correr e pular. Só que, às vezes, em casa ou mesmo na escola, acontece aquele tombo e... Nossa! Eis um dente quebrado! O que fazer numa situação dessas? Calma, pode ser que ainda haja salvação para esse dente.

Para a Dra. Cristina Rocha, especializada em Odontopediatria que atua na cidade de São Paulo, quando uma criança quebra ou perde um dente numa queda, a porção fraturada ou o próprio dente deve ser guardado em um recipiente com água, soro, leite ou até mesmo saliva, e a criança deve ser levada imediatamente ao dentista que, em muitos casos, poderá reimplantar esse dente. Essa é uma dica importante, dentre outras, que ela costuma dar a pais e professores em palestras nas escolas.

“Na verdade, invisto muito na orientação dos pacientes, pois atitudes diretivas em momentos de ‘apuros’ trarão, consequentemente, maior número de casos com sucesso”, diz ela.

Segundo a Dra. Cristina, o dente é uma estrutura "viva", e quando ele é perdido, no caso de um trauma, deve ser colocado em meio úmido para se manter hidratado. Desta forma, com certeza a possibilidade de sucesso do reimplante fica aumentada. É importante lembrar que o mesmo procedimento fica indicado para caso de fratura dental. "A porção fraturada deverá ser guardada em água, soro, leite ou saliva, e prontamente ir ao dentista."

Este procedimento se aplica tanto a dentes decíduos (de leite) quanto a permanentes. A demora em procurar o dentista diminui muito a possibilidade de sucesso.













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