Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, abril 08, 2010

DEZ TECNOLOGIAS DA NASA QUE VOCÊ USA DIARIAMENTE

NOTÍCIAS PELO MUNDO



A agência Espacial Americana, NASA, foi criada oficialmente em 1958, quando o então presidente americano Dwight Eisenhower assinou a Lei do Espaço. Desde o princípio a lei estipulava que as pesquisas do novo grupo e os avanços obtidos deveriam beneficiar toda a população. Em seus pouco mais de 50 anos a NASA tem cumprido esse objetivo:desde 1976 ela divulga uma lista de todo produto ou tecnologia derivada de sua pesquisa. Abaixo seguem 10 tecnologias criadas para as estrelas e utilizadas na Terra por você todos os dias.
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1 - Aparelho ortodôntico invisível - Feito de alumina policristalina translúcida (TPA), material desenvolvido pela NASA para proteger a antena infravermelha de mísseis de rastreamento térmico, os aparelhos ortodônticos invisíveis estão na boca de celebridades e de quem não quer um sorriso metálico.
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2 - Lentes resistentes a arranhões - As lentes resistentes a arranhões surgiram de tecnologia desenvolvida para proteger equipamentos espaciais e capacetes de astronautas.
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3 - Espuma inteligente - A espuma Tempur, que tem memória de forma, foi desenvolvida para revestir os bancos das naves espaciais e hoje está presente em colchões, travesseiros e bancos de carro e de moto.
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4 - Termômetro de ouvido - O termômetro auricular usa raio infravermelho para medir a temperatura que irradia do tímpano.
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5 - Palmilha de tênis - A tecnologia das botas espaciais foi aplicada às palmilhas de tênis, que absorvem o impacto das passadas dos atletas.
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6 - Telecomunicação de longa distância - Chamadas de longa distância só são possíveis hoje porque a NASA criou satélites que permitiam às pessoas conversar em terra.
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7 - Detector de fumaça ajustável - A NASA e a empresa Honeywell desenvolveram o detector de fumaça para a primeira estação espacial americana, a Skylab.
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8 - Ranhuras de segurança - O grooving oferece segurança nas pistas dos aeroportos ao aumentar a fricção entre o concreto e as rodas dos aviões.
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9 - Ferramentas sem fio - As missões Apollo à lua levaram a Black & DEKER e a NASA a desenvolver e aprimorar ferramentas sem fio.
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10 - Filtros de água - Carvão especialmente ativados com íons de prata são utilizados desenvolvidos pela NASA para limpar a água em situações extremas por longos períodos estão presentes hoje nos sistemas de água filtrada utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo.










Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Isarael
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof: Cristen - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, abril 07, 2010

DOENÇA CARDIOVASCULAR E A PERIODONTITE

CUIDANDO DA SAÚDE



A prevalência de periodontite e doença cardiovascular (DCV) é alta. A etiologia mista do biofilme causador da periodontite e a DCV é conhecida mas não completamente estabelecida. Contribuem igualmente para ambas as doenças: cofatores, tabagismo, estresse, etinicidade, genética, fatores socioeconômicos e a idade. O objetivo deste texto é resumir os fatores clinicamente relevantes relacionados com a DCV e a periodontite. A hipótese por trás de uma relação entre as duas condições é fundamentada em (I) compartilhamento etiológico das infecções, (II) compartilhamento das respostas inflamatórias, (III) estudos epidemiológicos e de caso-controle, e (IV) estudos periodontais que demonstram uma melhora nos marcadores da DCV. Espécies estreptocócicas no grupo do S. mitis e do S. anginosus foram identificados na periodontite e são conhecidas como patógenos na endocardite, e provavelmente transportados da cavidade oral para o coração através de uma bacteremia durante as terapias odontológicas e, possivelmente, também pela escovação dentária em caso de doença periodontal instalada.

Por outro lado, outras bactérias encontradas no periodonto como a Porphyromonas gingivalis, Fusobacterium nucleatum e a Parvimonas micra são produtoras de beta-lactamase (largo espectro) e podem contribuir para a resistência aos antibióticos. Outras bactérias na DCV e periodontite incluem a Staphylococcus aureus e a Pseudomonas aeruginosa. A Chlamydia pneumoniae e a Porphyromonas gingivalis compartilham uma mesma homologia da membrana lipopolisacarídea e induzem as HSPs (proteínas do choque térmico)* e uma cascata de citocinas pró-inflamatórias.


As associações entre a periodontite e a DCV já foram demonstradas em muitos estudos com o controle das variáveis associadas. Outros estudos têm demonstrado que as terapias periodontais aumentam o fluxo das artérias braquiais e reduzem os níveis séricos de citocinas inflamatórias. Assim, os médicos comprometidos com o tratamento de indivíduos com risco de DCV deveriam estabelecer contato com os dentistas periodontistas dos pacientes; por outro lado, os dentistas deveriam melhorar o seu conhecimento médico e também entrar em contato com os médicos de seus pacientes quando administrarem tratamento com risco de DCV para eles.






Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dr. Persson - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, abril 05, 2010

CASTANHA-DO-PARÁ

CUIDANDO DA SAÚDE


A castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-par(Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica.
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É um fruto com alto teor calórico e protéico, além disso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).
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É a única espécie do gênero Bertholletia. Nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em árvores espalhadas pelas grandes florestas às margens do Rio Amazonas, Rio Negro,Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins. O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet.
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Atualmente é abundante apenas no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações. Nas margens do Tocantins foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem, no sul do Pará por assentamentos de sem-terra, no Acre e no Pará a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias que são os dispersores de suas sementes ameaça a formação de novos indivíduos. É altamente consumida pela população local in natura, torrada, ou na forma de farinhas, doces e sorvetes. Sua casca é muito resistente e requer grande esforço para ser extraída manualmente.
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ECOLOGIA
Vive preferencialmente nas florestas de terra firme, e cresce apenas onde a estação seca é de 3 a 5 meses. A densidade da espécia varia muito ao longo de toda a Amazônia, indo de 26 árvores reprodutivas por ha (hectare) a apenas um exemplar em 100 ha. Cogita-se que alguns grupos de árvores devam sua existência a indígenas pré-colombianos.
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PRODUÇÃO
Cerca de 20.000 toneladas de castanhas-do-pará são colhidas a cada ano, da qual a Bolívia responde por 50%, o Brasil por 40% e o Peru por 10% (estimativas do ano 2000). Em 1980 a produção anual era de cerca de 40.000 toneladas por ano somente no Brasil, e em 1970 o país registrou uma colheita de 104.487 toneladas de castanhas-do-pará. A produção brasileira caiu a menos da metade entre 1970 e 1980, devido ao desmatamento da Amazônia.
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ALIMENTAÇÃO
As castanhas-do-pará possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas. Possuem um gosto um tanto terroso, muito apreciado em vários países. O conteúdo de gordura saturada das castanhas-do-pará está entre o mais alto de todas as castanhas e nozes, superando até mesmo o da macadâmia. Devido ao gosto forte resultante, as castanhas-do-pará podem subtituir frequentemente macadâmias ou mesmo o coco em receitas.
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Castanhas-do-pará retiradas de suas cascas tornam-se rançosas rapidamente. As castanhas também podem ser esmagadas para se obter óleo. Nutricionalmente, as castanhas-do-pará são ricas em selênio, embora a quantidade de selênio varie consideravelmente. São também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.
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MEDICINAL
O chá da casca da castanheira-do-pará é usado na Amazônia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais. Por seu conteúdo em selênio, a castanha é antioxidante. Seu óleo é usado como umidificador da pele.
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OUTROS USOS
Assim como no uso alimentar, o óleo extraído da castanha-do-pará também é usado como lubrificante em relógios, para se fazer tintas para artistas plásticos e na indústria de cosméticos
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A madeira das castanheiras-do-pará é de excelente qualidade, porém a sua extração está proibida por lei nos três países produtores (Brasil, Bolívia e Peru). A extração ilegal de madeira e a abertura de clareiras representa uma ameaça contínua. O efeito castanha-do-pará, no qual itens maiores misturados em um mesmo recipiente com itens menores (por exemplo, castanhas-do-pará misturadas com amendoins) tendem a subir ao topo, recebeu o nome desta espécie.
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RADIOACTIVIDADE
As castanhas-do-pará podem conter pequenas quantidades de rádio, um material radioativo. Embora a quantidade seja muito pequena, cerca de 1–7 pCi/g (40–260 Bq/kg), e a maior parte não fique retida no corpo, ela é 1.000 vezes mais alta do que em outros alimentos. De acordo com as Universidades Associadas de Oak Ridge, isto não se deve a níveis elevados de rádio no solo, mas sim ao extremamente extenso sistema de raízes da árvore.







Holdings. Tel Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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domingo, abril 04, 2010

O IDOSO PARTICIPA,SIM, DA RENDA FAMÍLIAR

MENSAGEM






O IDOSO PARTICIPA, SIM, DA RENDA FAMILIAR
O vinho é visto dessa forma: quanto mais velho, melhor. Mas, em se tratando de seres humanos idosos, a metáfora do vinho não tem sentido pleno, já que, erroneamente, a população idosa é tratada como se fosse um peso social. Ainda em relação à metáfora, o que prevalece, no caso dos idosos, é o sentido de que, quanto mais velhos, mais dispendiosos serão para a sociedade e para o Estado.
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Da mesma forma que, quanto mais velha uma garrafa de vinho, maior o seu preço. A psicóloga Anita Liberalesso, ex-coordenadora do curso de Pós-Graduação em Gerontologia da Unicamp, contesta essa afirmação de que os idosos não contribuem para a sociedade e demandam muitos gastos públicos. “Esse mito tem origem na dificuldade de as nações desenvolvidas e em desenvolvimento darem conta de proporcionar benefícios e proteção social aos mais velhos”, explica. “E, na falta de soluções, as vítimas são apontadas como as culpadas pela sua situação.”
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Com participação de 53% no orçamento da família, brasileiros acima de 65 anos provam a força de seu trabalho e impulsionam o país; especialistas alertam, no entanto, para necessidade de mudanças, inclusive, na redistribuição de rendas.
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Contrariando a opinião do senso comum, as estatísticas mostram que os idosos são produtivos, sim. No Brasil os mais velhos trabalham até a idade avançada. Liberalesso ressalta que nas zonas rurais, homens e mulheres, mantidos pela agricultura, trabalham a vida toda. Nas atividades informais também. “Em atividades informais são encontradas muitas pessoas mais velhas que nunca foram formalmente empregadas porque não tiveram oportunidades educacionais para tanto ou porque foram desempregadas precocemente”, afirma a psicóloga.
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O número de famílias chefiadas por pessoas acima de 50 anos aumentou nos últimos anos. Na falta de soluções, as vítimas (os idosos) são apontadas como as culpadas pela sua situação. Segundo pesquisa da economista Ana Amélia Camarano, coordenadora da área de pesquisa em população e família do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os idosos contribuem, em média, com 53% da renda familiar. As aposentadorias e pensões, pagas pela Previdência Social, acabam atendendo não só aos mais velhos, como também aos seus familiares.
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E a maioria recebe benefícios de um salário mínimo. É pouco, mas é com esse dinheiro que muitas famílias resistem à pobreza e sobrevivem. E, nesses casos, os idosos são um fator de equilíbrio social e, não, uma carga.









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Prof. Gerson Aranha - Membro Shvoong
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