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segunda-feira, março 08, 2010

ENTRE A CARREIRA E A FAMÍLIA

Notícias Pelo Mundo




Economista norte-americana explica as dificuldades que a mulher enfrenta para conciliar o trabalho e a família.
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Em nenhuma outra época da história a mulher teve de se questionar sobre as suas escolhas como hoje. A dúvida entre investir seu tempo e seus esforços em uma carreira profissional ou dedicar-se à construção de uma família angustia muitas mulheres. Para elas, a vontade natural de ter filhos pode se tornar um problema.
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Com o objetivo de entender esse dilema, a economista norte-americana Sylvia Ann Hewlett realizou uma pesquisa entre mulheres bem remuneradas e com alto nível de instrução. O resultado foi a publicação do livro Creating a life; Women and the Quest for Children. Em um artigo publicado pela revista Exame (29/05/02), a economista afirma que entre as mulheres norte-americanas que ganham mais de cem mil dólares, 49% não têm filhos, enquanto entre os homens esse percentual é de 19%.
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Por que é tão difícil para a mulher ter uma carreira bem-sucedida a ter filhos? Segundo Hewlett, não foram criadas políticas, tanto no local de trabalho como na sociedade, de apoio às mães que trabalham fora do lar: "Ironicamente, essa falta de política é, de certa forma, culpa do movimento feminista americano. Se retrocedermos ao século 19, veremos que as feministas dos Estados Unidos canalizaram grande parte de sua energia para a luta pela igualdade formal com os homens", diz a economista.
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Outro obstáculo comentado por Hewlett é o modo como as mulheres jovens encaram essa questão. Entre os 20 anos, a mulher pensa que pode se dedicar integralmente à carreira e quando estiver entre os 35 anos poderá pensar na maternidade. Hewlett diz que "a mídia sempre alardeia os avanços da ciência da reprodução, dando às mulheres a ilusão de que podem adiar a maternidade até que suas carreiras estejam consolidadas. As novas tecnologias de reprodução não têm ainda uma resposta para o problema da fertilidade no caso de mulheres mais velhas".
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A solução para a dúvida entre carreira e maternidade parece impossível. Entretanto, a economista dá algumas sugestões para as mulheres que pretendem conciliar o trabalho e a família:

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Imagine que tipo de vida você quer ter aos 45 anos. Se pretende ter filhos (cerca de 86% a 89% das mulheres com salários entre 55 mil e 65 mil dólares anuais querem ser mães) é essencial que você se comprometa com a idéia, e aja rapidamente. Tenha o seu primeiro filho antes dos 30. O milagre da maternidade tardia, pouco comum, traz muitos riscos e a sua possível não realização, muitas frustrações. Escolha uma carreira que lhe permita controlar seu tempo. Certas carreiras dão mais flexibilidade e não se ressentem tanto de interrupções. Escolha uma empresa que se comprometa a ajudá-la a atingir o ponto de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Descubra se a empresa tem programas de jornada reduzida e se concede licença com garantia de retorno ao trabalho".
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Uma saída que as norte-americanas estão encontrado é dedicar-se somente à família. Susan De Ritis, fundadora do Family and Home Network, disse que "as mulheres querem ter filhos e criá-los, e estão encontrando caminhospara realizar a tarefa em tempo integral".
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A economista Sylvia Ann Hewlett aconselha às mulheres: "Não digo que joguem fora a sua carreira, mas para as mulheres em torno dos 30 anos, idade em que fundar uma família e ter filhos é relativamente fácil, esta deve ser a prioridade, e não o trabalho".
Entretanto, em muitos casos, o trabalho da mulher é uma necessidade para o sustento da família. Mas o que se vê atualmente é uma preferência pela carreira que, a longo prazo, não realiza a mulher tanto quanto a família.





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sexta-feira, março 05, 2010

BRASILEIROS SÃO "MAIS RICOS" QUE OS AMERICANOS

NOTÍCIAS PELO MUNDO


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Pela ciência exata da matemática, provaremos que os brasileiros são muito mais ricos do que os americanos:
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MATEMATICAMENTE
Uma americana prova, pela ciência exata da matemática, que os brasileiros são muito mais ricos do que os americanos: Caros amigos brasileiros e "RICAÇOS!".
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Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem. Embora tenham mais água doce disponível (aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil). Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente).
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Enquanto nós pobres americanos somente podemos pagar pela energia altamente poluente produzidas por termelétricas a base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade que acabam com os motores dos carros (cerca de 21% da gasolina é composta de álcool anedio e ainda querem aumentar este percentual para beneficiar os usineiros de álcool).
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Não dá para entender, seu País é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim têm preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado há vários anos. (US$ 0,30 trinta centavos de Dólar). (R$ 0,80 - oitenta centavos de Real). Obs.: gasolina pura, sem mistura. Por falar em carro, vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nós nos Estados Unidos pagamos R$ 20 mil.
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Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não sabe com que e nem onde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos Estados Unidos.
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Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres, o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMs no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%.
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No Brasil, vocês são muito ricos, afinal concordam em pagar 18% só de ICMs. E já que falamos em impostos, eu não entendo porque vocês alegam ser pobres, afinal vocês não se importam em pagar além desse absurdo ICMs mais PIS, COFINS, CPMF, ISS, INSS, IPTU, IPVA, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral “com efeito” cascata, de imposto sobre imposto, e ainda fazem festa nos estádios de futebol e nas passarelas de carnaval.
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Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho. De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos. Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês equivalente a R$ 9.300,00 Reais). Enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano, aqui nos Estados Unidos nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
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Voltando a falar de serviços públicos caros amigos brasileiros, vocês são riquíssimos, afinal pagam sua própria segurança, os pobres americanos dependemos da segurança pública.Aí no Brasil vocês pagam escola e livros para seus filhos porque, afinal, devem nadar em dinheiro, aqui nos Estados Unidos, nós pobres pais americanos, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos.Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, se paga por mês o que nós pobres americanos pagamos por ANO.
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Quando você me disse que também paga R$ 500,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual não importando qual tipo de veículo seja.
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Afinal, quem é rico e quem é pobre?
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Aí no Brasil, 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada!
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Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha? Precisam sair deste comodismo que estão vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca de demagogos que estão no poder.





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quarta-feira, março 03, 2010

DEPRESSÃO INCAPACITANTE

CUIDANDO DA SAÚDE




Até pouco tempo atrás depressão não era considerada uma doença, mas uma alteração do caráter e da força de vontade, ou seja, uma reação psicológica de pessoas fracas e incapazes de resolver seus próprios problemas.
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Apesar do grande estigma que ainda acompanha a DEPRESSÃO, sabe-se hoje que é uma doença séria e incapacitante, que tem tratamento e cura na grande maioria dos casos. Na verdade, não é o indivíduo incapaz que tem depressão, mas a depressão que incapacita o indivíduo para o viver saudável e pleno.
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A depressão pode ser definida como um distúrbio do humor, com duração maior do que duas semanas, causado pela deficiência de determinadas substâncias (serotonina, noradrenalina e dopamina) no cérebro. Pode afetar homens e mulheres em qualquer fase da vida, e sem um fator desencadeante grave. É mais freqüente em adultos jovens e em indivíduos com antecedentes familiares de depressão, e com a tendência atual de envelhecimento populacional, passa a ser uma doença muito importante na terceira idade.
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A pessoa deprimida sente-se incapaz, desinteressada pelas coisas, com sua energia vital diminuída. Os sentimentos são tantos e tão confusos que às vezes tem-se a impressão de que se está "anestesiado", sem sentimentos. Pode haver tristeza intensa, choro fácil, irritação com pequenos problemas, sensação de menos valia, vontade de abandonar tudo e todos. As atividades antes feitas naturalmente, como tomar banho, vestir-se, cuidar de suas coisas, dar conta dos compromissos, agora são feitas com um esforço enorme.
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O indivíduo fica desleixado, tudo perde a importância, a cor. Perde-se o sentido de viver. O apetite muda (ou para mais ou para menos), os hobbies preferidos, os amigos, o sexo, tudo perde a graça. Há alterações no padrão de sono - a insônia é comum, mas muitos queixam-se de sono e cansaço excessivos. Geralmente o deprimido prefere o isolamento, um lugar quieto onde possa ficar só com suas tristezas. O pensamento pode estar confuso, pois os sentimentos estão exacerbados, mas o indivíduo tem consciência do seu sofrimento e do sofrimento que causa; não consegue encontrar um motivo que justifique esta tempestade emocional ("meu marido é bom, meus filhos lindos ..." ), ao mesmo tempo que não consegue reagir a esta tendência interior. A depressão também pode causar manifestações predominantemente físicas, a chamada depressão mascarada, o que pode dificultar o diagnóstico.
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A depressão deve ser tratada, na maioria das vezes com medicamentos e psicoterapia. Os antidepressivos não causam dependência e agem através da reposição da substância que está em falta no cérebro. O início do efeito dos antidepressivos é demorado e o tratamento dura de 4 a 6 meses, às vezes mais. Os efeitos colaterais geralmente são bem tolerados, e temos novos anti-depressívos disponíveis.
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É importante saber que o deprimido não tem controle sobre as manifestações da doença, não é um "louco" ou um caso "perdido", entende, mas não consegue responder a estímulos ou conselhos. Precisa de amor e compreensão, até que esta "fase" passe.A depressão é uma doença que sempre existiu, mas que atualmente apresenta uma grande incidência; talvez seja um "mal" necessário a uma época em que as pessoas estão envolvidas em um dia a dia que pouca atenção (Nietzche).




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Dr. Sandra R. S. Gasparini - Artigos
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segunda-feira, março 01, 2010

O IMPÉRIO DO PODER - FRANÇA DE LUÍSES

NOTÍCIAS PELO MUNDO



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Poderosos reinaram absolutos antes e depois da Revolução, emprestando seus nomes e estilos para as artes decorativas bem fiéis na época.
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Luís XIII_ 1610/1643: Caracteriza-se pelo mobiliário pesado, robusto, sem entalhes. É considerado um estilo simples. Os Três Mosqueteiros representam imagem perfeita da época.
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Luís XIV _ 1643/1715: O Rei Sol, como era conhecido, construiu o Palácio de Versalhes e reinou como monarca absoluto. ´`L`état c`est moi`` define seu reinado focado no poder, ao contrário de seu sucessor que vivia para o prazer. Mobiliário de grandes proporções, com detalhes sobre detalhes. Poltronas revestidas de veludo gaufré são ricamente esculpidas e douradas.
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Luís XV _ 1715/1774: transferiu sua corte para Paris em busca de mais prazer. Seus árbitros de estilo e cultura eram madame de Pompadour, cuja relação nunca se oficializou, e madame du Barry. Os ambientes são mais íntimos, delicados e sinuosos. É considerado pelos grandes antique-dealers como o mais brilhante e delicado estilo francês. Os móveis, já menores, tem forma mais fluida e toda a peça levava o desenho de um ´S`, ou perna cabriole.
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Luís XVI _ 1774/1792: as ruínas de Pompéia e Herculano caracterizam esse estilo inspirado na antiguidade clássica, sem harmonia com a natureza. As linhas são racionais. Os móveis têm pés que se assemelham às colunas romanas. Cadeiras pintadas de branco ou cores claras com ênfase a detalhes dourados são típicas do ultimo Luís.




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Voque Brasil - 279 - 2001 - Shvoong
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