Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, dezembro 10, 2009

O PRINCÍPIO DA DIALÉTICA EVOLUTIVA

NOTÍCIAS PELO MUNDO



Na sociedade, é muito comum, quando erramos, vários indivíduos se prontificarem a nos apontar e destacar nossas falhas. Mas, quando fazemos algo positivamente relevante, raras são as pessoas que consideram e nos elogiam por tal, lhe atribuindo algum mérito.
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Existem aqueles que vivem tentando encobertar os seus erros, talvez por medo de ser reprimido. E aqueles que erram e assumem uma nova postura, buscando se auto-superarem e se redimirem. Atitude não obstante, porém admirável.
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Muitos se apóiam naquele ditado que diz: “Errar é humano”; mas vejo-o mais como um paradigma, não querendo ser perfeccionista. Mas, afinal, o perfeccionismo é defeito ou qualidade? Como diria um Filósofo: “Tudo é muito relativo, diante das possibilidades”. Por que um erro ocasional causa mais impacto do que uma virtude?
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A exemplo disso temos aquelas pessoas, muitas das vezes consideradas um modelo perfeito para a sociedade, em todos os sentidos, e quando cometem um deslize, são “pregadas para Cristo”. Há erros que são admissíveis, e a nossa eterna falta de bom senso, pode nos custar muito caro. Afinal, somos seres humanos em busca da perfeição, e não em pleno gozo dela. Devemos construir nossas bases em cima das virtudes, e também considerar o aspecto positivo dos erros, que é o aprendizado. A essência do ser humano está em sua integridade e em seu caráter, na maneira como encara as situações e suas atitudes diante delas. Onde podemos perceber os reflexos de suas intenções. Seus valores definem que tipo de solidariedade predomina na sociedade em que está inserido.
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As condições são como leis coercitivas que lhes impões determinadas regras, fazendo com que se adaptem a elas. E muitas das vezes se contrastam com as suas mudanças, criando barreiras e preconceitos, fazendo com que analisemos e reformulemos nossos conceitos. Este é o princípio da evolução, consciente e gradativa. Criando a partir de idéias antagônicas, sentimentos comuns, com o intuito de tornar tolerável e possível a convivência, mesmo diante de posições diferentes.
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O erro é o ponto de partida do mecanismo da dialética da tentativa, é através dele que encontramos estímulos para partir para o acerto, ou continuar na busca constante de se aproximar o máximo possível dele. Não devemos descartar nenhuma hipótese na jornada da vida, devemos procurar aprender em todas as situações vivenciadas, procurando aproveitar o máximo de tudo que possa lhe oferecer algo de proveitoso e de bom. Tolerar os erros dos outros, buscando superar os nossos. Colocando a vida como dom supremo e respeitando as diferenças, somente assim alcançaremos a plenitude da existência, na supremacia de desfrutar intensamente do que ela pode nos proporcionar.




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terça-feira, dezembro 08, 2009

LEVANTAR O ÂNIMO DAS PESSOAS

MENSAGEM



É fácil dizer uma palavra amável e conciliadora, mas às vezes nos custa pronunciá-la.
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"Existem homens que lutam um dia e são bons. Outros lutam um ano, e são melhores. Existem outros ainda que lutam durante muitos anos, são muito melhores. Mas há os que lutam uma vida inteira: estes são os imprescindíveis".
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Estas palavras de Bertolt Brecht nos convidam a refletir sobre o quanto são necessárias pessoas que todos nós conhecemos; gente que parece não se cansar nunca, que se faz sempre presente, que sempre está acima do ambiente em que vive: seres humanos que agem como um catalizador de tudo que é positivo naqueles que os rodeiam.
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Se pararmos para pensar, há inúmeras pessoas assim, que apresentam naturalmente em suas vidas esta estabilidade emocional e esta maturidade que as tornam acostumadas a promover os demais, passando, elas mesmas, quase despercebidas. Como todos, elas sentem de vez em quando a tentação de deixar de fazer esse trabalho discreto mas eficaz, de que se encarregam, sentem-se às vezes fartas de ter que ouvir, animar, intermediar, conciliar...
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Entretanto, essas pessoas que conseguem fazer tudo isso de modo natural, passando a considerar tal esforço como algo de sua rotina diária, são as que conseguem criar e manter um ambiente de trabalho, de otimismo e de bom entendimento entre todos. São tais homens e mulheres, esses, cuja influência muitas vezes passamos a dar valor no dia em que nos faltam, e talvez só então percebamos que seu papel era fundamental, que o clima positivo que criavam ao seu redor provinha do fato de terem se habituado a pensar nos demais, a não se cansar de enxugar as lágrimas de uns e outros, a sugerir, com carinho e lealdade, o que era preciso melhorar, a relaxar a tensão que muitas vezes criadas por simples insignificâncias.
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Isso me faz lembrar daquele velho filme de Frank Capra, intitulado "Como é belo viver", em que o protagonista se acha desesperado, a ponto de suicidar-se, e um simpático anjo o faz ver como sua vida tinha sido valiosa e o muito que repercutira para o bem de muitíssimas pessoas.Para demonstrá-lo, o anjo concede ao protagonista o privilégio de ver o que teria sucedido na vida de algumas pessoas se ele não tivesse existido e, em conseqüência, não tivesse podido ajudá-las. Graças a isso, ele recupera a alegria de viver, passando a compreender tudo o que uma existência normal pode trazer à vida de tanta gente.
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Todos nós podemos incorporar esta atitude a nossas vidas. Porque é fácil dizer uma palavra amável e conciliadora, mas às vezes nos custa pronunciá-la. Ora nos detém o cansaço, ora nos distraem outras preocupações, ou é um sentimento de frieza ou de indiferença egoísta o que nos impede.Passamos a vida ao lado de pessoas que conhecemos, porém mal encaramos, sem reparar naquilo que as faz sofrer, e talvez estejam sofrendo precisamente por se sentirem ignoradas ou pouco valorizadas por nós.
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Bastaria uma palavra cordial, um gesto afetuoso, e imediatamente algo despertaria dentro delas: um sinal de atenção e de cortesia pode representar uma lufada de ar fresco no fechamento de uma existência castigada, nesse momento, pela tristeza e pelo desânimo. Muitas vezes o que impede esta boa atitude é a nossa impaciência diante dos defeitos alheios. Pode ser que essas pessoas, que tanto nos impacientam, tenham de fato esses defeitos que tanto nos aborrecem, mas se dermos demasiada atenção a eles, isso acaba gerando em nós uma ansiedade que não ajuda em nada, nem a elas nem a nós mesmos, podendo se tornar algo próximo a uma obsessão. Por outro lado, muitíssimas vezes o que consideramos defeitos são apenas modos diferentes e legítimos de ser.
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Se somos demasiado queixosos, talvez precisemos compensar em fortaleza interior e nos esforçarmos mais, para ser como essas pessoas sobre as quais acabamos de falar (... como essas pessoas, objeto de nossas reflexões).






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domingo, dezembro 06, 2009

O QUE É A VELHICE

NOTÍCIAS PELO MUNDO

A mãe conta que seu filho pequeno - com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado - perguntou-lhe:
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"Mamãe, o que é a velhice?"
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Na fração de segundo antes da resposta, a mãe fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta, e disse-lhe:
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"Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
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E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
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"Mamãe! Como a velhice é bonita!"





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sábado, dezembro 05, 2009

DOENÇAS HUMANAS DE PRION

CUIDANDO DA SAÚDE



A mais comum TSE humana (ou doença de prion) é a doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD), que tem sido classificada como familial (fCJD), iatrogênica (iCJD), variante (vCJD) e esporádica (sCJD) (GLATZEL e cols., 2003).
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A forma familial da doença é caracterizada por hereditariedade e segregação de mutações no gene PRNP. Os casos iatrogênicos são atribuídos a intervenções neurocirúrgicas, transplante de tecidos ou administração de hormônios contaminados com prion (BROWN e cols., 2000). Em 1996, uma nova forma de TSE humana emergiu no Reino Unido e foi assim chamada de nova variante. Evidências bioquímicas e histopatológicas sugeriram que a vCJD representa a transmissão da encefalopatia espongiforme bovina (BSE) para humanos (HILL e cols., 1997; AGUZZI & WEISSMANN, 1996).
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A forma esporádica é assim denominada por apresentar a partícula infecciosa mas não ser possível relacionar o desenvolvimento da doença com nenhuma das causas acima descritas. O diagnóstico das doenças priônicas são baseados em avaliação de sintomas, sinais clínicos e vários exames auxiliares. Por um longo tempo, o eletroencefalograma foi o método de escolha para substanciar o diagnóstico, mas devido a sensibilidade deste teste ser limitada, o seu uso para esse tipo de investigação tem sido questionado (ZERR e cols., 2000).
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Recentemente avanços na neuroimagem, especificamente em imagem por ressonância magnética, estabeleceu padrões específicos para doenças humanas de prion (TRIBL e cols., 2002). Aliado a isso, com o grande aumento do conhecimento das mutações associadas a doenças humanas de prion, o seqüenciamento do gene PRNP habilita a exclusão de causas genéticas para esse tipo de enfermidade (WINDL e cols., 1999). Há também testes bioquímicos para a caracterização da presença de PrPc resistente a degradação proteolítica, através de digestão por proteinase K (GLATZEL e cols., 2005).
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Isso resulta no aparecimento de 3 bandas distintas, correspondendo às formas diglicosiladas, monoglicosiladas e não-glicosiladas de PrPc em Western Blotting (PARCHI e cols., 1996), onde PrPsc pode ser classificado através da mobilidade e intensidade distintas de cada banda em SDS-PAGE. O fato do padrão de bandas de PrPsc encontrado em pacientes com vCJD ser idêntico ao tipo de padrão de bandas em SDS-PAGE de PrPsc presente em gado com BSE é um dos principais argumentos que suportam a teoria da contaminação humana por ingestão de carne de gado doente (HILL e cols., 1997).
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Investigações neuropatológicas por meio de histologia em regiões definidas no SNC e imunohistoquímica também são usadas para o diagnóstico da doença, já que o padrão de áreas cerebrais afetadas pelas doenças é distinto (BUDKA e cols., 1995).




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Dr.Cleyton F. Machado-Membro Shvoong
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