Versículo do Momento

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quinta-feira, julho 02, 2009

SERVIÇO SOCIAL ORIENTA FAMILIARES SOBRE O USO DE DROGAS

SERVIÇO SOCIAL



O VIVA VOZ
, 0800.510.0015, é um serviço telefônico tipo call center (central telefônica) aberto para toda a· população, totalmente
gratuito e especializado em prestar informações científicas sobre drogas, oferecer apoio gratuito para familiares de usuários de drogas, oferecer intervenção breve para as próprias pessoas que já usam drogas e desejam conversar sobre suas experiências, além de indicar locais de tratamento.

Qualquer pessoa pode ligar sem se identificar e conversar sobre problemas seus ou da família, solicitar informações e orientação.

O serviço VIVAVOZ foi concebido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em conjunto com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, o Sebrae-RS e o Sesi-RS. É uma central telefônica, aberta à população em geral, com orientações e informações sobre as características das drogas psicoativas, sua ação no organismo e também sobre prevenção ao uso e os recursos disponíveis na comunidade para quem precisa de algum tipo de atenção.

Os atendentes passaram por um período intenso de capacitação e durante o atendimento serão ininterruptamente supervisionados por profissionais, mestres e doutores, da área de saúde. Além de orientar e informar as pessoas que ligam, eles alimentarão um banco de dados que, futuramente, poderá ser usado como fonte para estudantes, professores e profissionais de saúde. também podem tirar suas dúvidas. Horário de funcionamento, de segunda a sexta, das 8h às 24h.

portalsocial@portalsocial.org.br





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quarta-feira, julho 01, 2009

PREGOS E MADEIRA

MENSAGENS




Havia um menino que tinha um temperamento difícil. Seu pai deu-lhe um saco de pregos e disse-lhe que, a cada vez que perdesse a paciência, pregasse um prego na cerca dos fundos de sua casa. No primeiro dia o menino pregou 37 pregos na cerca.


Então foi diminuindo gradualmente. Ele descobriu que era mais fácil conter seu temperamento do que bater pregos na cerca. Finalmente chegou o dia em que o menino não perdeu mais a paciência.

Ele contou isso ao seu pai, que sugeriu que agora o menino tirasse um prego da cerca para cada dia que ele conseguisse conter seu temperamento. Os dias foram passando e o menino pôde, finalmente, contar a seu pai que não havia mais pregos na cerca.

O pai pegou o filho pela mão, levou-o ate a cerca e disse:

"Você fez bem, meu filho, mas veja os buracos na cerca. A cerca nunca mais será a mesma. Quando você fala coisas com ódio, elas deixam uma cicatriz como estas. Você pode enfiar uma faca em um homem e tira-la. Não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuara lá. Uma ferida verbal e tão ruim quanto uma física".

"Amigos são jóias raras", continuou o pai. "Eles nos fazem sorrir e nos encorajam a seguir em frente. Eles nos dão ouvidos, nos consolam e sempre estão dispostos a abrir o coração para nos".






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sábado, junho 27, 2009

A DIVISÃO SIMPLES, A DIVISÃO CERTA E A DIVISÃO PERFEITA

EDUCAÇÃO


O Texto “O Homem que Calculava”, traz uma narrativa muito interessante sobre um problema de divisão que parecia muito simples, mas cuja solução adotada traz uma grande lição. A estória pode ser resumida da seguinte forma:

Beremiz Samir, chamado de o Homem que Calculava, e seu companheiro de viagem, encontraram nos arredores de Bagdá um homem, maltrapilho e ferido.

Socorreram o infeliz e tomaram conhecimento de sua desgraça: seu nome era Salém Nasair, e era um rico mercador de Bagdá que viajava numa caravana que tinha sido atacada por nômades do deserto. Todos os seus companheiros tinham perecido, mas ele, milagrosamente, tinha conseguido escapar ao se fingir de morto.

Ao concluir sua narrativa, pediu alguma coisa para comer, pois estava quase a morrer de fome. Beremiz tinha 5 pães e seu companheiro, 3 pães. O mercador fez a proposta de compartilhar esses pães entre eles e que, quando chegasse a Bagdá, pagaria 8 moedas de ouro pelo pão que comesse.

Assim fizeram. No dia seguinte, ao cair da tarde, eles chegaram à cidade de Bagdá e logo encontraram um dos vizires (ministros) do Califa (título dado ao soberano da cidade), amigo do mercador, a quem contaram o ocorrido, e que deu dinheiro ao mercador para que este pagasse sua promessa.

Como tinha prometido, o mercador, muito agradecido, quis entregar 5 moedas a Beremiz, pelos cinco pães, e 3 a seu companheiro, que contribuíra com três pães. Com grande surpresa, Beremiz objetou respeitoso:

Perdão, meu senhor. A divisão, feita desse modo, pode ser muito simples, mas não é matematicamente certa! Se eu dei 5 pães devo receber 7 moedas; o meu companheiro, que deu 3 pães, deve receber apenas uma moeda.

Pelo nome do Projeta! Interveio o Vizir, que observava o caso. Como justificar, ó estrangeiro, tão disparatada forma de pagar 8 pães com 8 moedas? Se contribuíste com 5 pães, por que exiges 7 moedas? Se o teu amigo contribuiu com 3 pães, por que afirmas que ele deve receber uma única moeda?

O Homem que Calculava aproximou-se do prestigioso ministro e falou:

Vou provar-vos, ó Vizir, que a divisão das 8 moedas, pela forma por mim proposta, é matematicamente correta. Quando, durante a viagem, tínhamos fome, eu tirava um pão da caixa em que estavam guardados e repartia-o em três pedaços, comendo, cada um de nós, um desses pedaços. Se eu dei 5 pães, dei, é claro, 15 pedaços (3 x 5); se o meu companheiro deu 3 pães, contribuiu com 9 pedaços (3 x 3). Houve, assim, um total de 24 pedaços (15 + 9), cabendo portanto, 8 pedaços para cada um. Dos 15 pedaços que dei, comi 8; dei, na realidade 7; o meu companheiro deu, como disse, 9 pedaços e comeu, também, 8; logo deu apenas um. Os 7 pedaços que eu dei e o que meu amigo forneceu formaram os 8 pedaços que couberam ao mercador Salém Nasair. Logo, é justo que eu receba 7 moedas e meu companheiro, apenas uma.

O Vizir, depois de fazer os maiores elogios ao Homem que Calculava, ordenou que lhe fossem entregues 7 moedas, e uma ao seu companheiro. Era lógica perfeita e irrespondível a demonstração apresentada pelo matemático. Esta divisão, retorquiu o calculista, de sete moedas para mim e uma para meu amigo, conforme provei, é matematicamente correta, mas não é perfeita aos olhos de Deus! E, tomando as moedas na mão, dividiu-as em duas partes iguais. Deu para seu companheiro quatro moedas, guardando para si as quatro restantes.

Esse homem é extraordinário, declarou o Vizir. Não aceitou a divisão proposta de 8 moedas em duas parcelas de 5 e 3, em que era favorecido: demonstrou ter direito a 7 e que seu companheiro só devia receber uma, acabando por dividir as 8 moedas em duas parcelas iguais, que repartiu, finalmente, com o amigo.

E acrescentou com entusiasmo:

Mac Allah!** Esse jovem, além de parecer-me um sábio e habilíssimo nos cálculos e na Aritmética, é bom para o amigo e generoso para o companheiro. Tomo-o hoje mesmo, para meu secretário.

E assim foi. No nosso dia a dia, que tipo de divisão nós costumamos fazer com nossos amigos?



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sexta-feira, junho 26, 2009

AFINAL, PORQUE FALAR DE AMOR?

MENSAGENS



O Homem nunca encontrará a paz universal enquanto não descobrir sua própria paz interior, pois ela é o antídoto contra todas as distorções do comportame
nto, que vai tornar o Homem feliz e fazê-lo espalhar essa felicidade entre seus semelhantes. Essa paz interior chama-se Amor e sua semente encontra-se no coração de todos. Essa é mais uma das incontáveis mágicas da Natureza; há uma semente de Amor no coração de todas as pessoas. Se elas não se fizerem insensíveis, perceberão sua existência e deixarão que brote e cresça, destinando seus frutos a muitas ações em benefício da própria sociedade.

Mas é no Grande Encontro com o parceiro afetivo que a semente do Amor consolidará sua finalidade, porque daí resultará a perpetuidade da espécie, através de uma convivência onde a alegria e o prazer são possibilidades palpáveis. Dentre as milhões que existem no mundo, haverá uma semente de amor que será aquela com a qual a sua desejará compartilhar essa convivência. Não há um momento nem um meio certo para que isso aconteça. Como em qualquer mágica, a mágica do amor também tem seus segredos, seus mistérios, seu lado inesperado, inexplicável e nem sempre lógico. Mas quando acontece é inconfundível, porque o coração bate mais forte que nunca, em compasso com o ritmo do próprio Universo, e faz do Homem um ser intenso, puro, sensível e emocionado. Um ser voltado para o Bem, o Belo e o Bom, que aprende a se dar, a ser cooperativo e generoso.

No entanto, como em tudo na vida, o Amor precisa ser alimentado para tornar-se bastante, tal como se faz com a pequena semente para que se torne uma grande árvore. O Amor requer aprendizado porque é sutil, multifacetado e se alimenta de muitos sentimentos. Esse aprendizado tem um longo percurso, como acontece com a solidez da experiência. Convém desconfiar das coisas rápidas e imediatas, porque costumam andar de mãos dadas com o efêmero, o superficial e até com o leviano. Tal qual uma semente, há necessidade de um tempo de maturação para que os frutos possam ser saboreados na sua plenitude. Não importa quanto tempo leve, nem quão longa possa ser essa viagem, é preciso empreendê-la, mais cedo ou mais tarde.

A busca do Amor é a mais maravilhosa e transcendental viagem que o Homem pode empreender dentro e fora de si. Essa viagem não tem roteiro fixo, não se prende ao tempo nem às convenções, pode ser breve ou parecer interminável. E para iniciá-la basta acreditar na sua possibilidade. Seu passaporte é a Fé, e a bagagem a Esperança. Fé e Esperança na capacidade de recuperar o lado semi-deus do Homem e divinizar tanto quanto possível seu lado humano.

O caminho está cheio de sinais, mas precisamos percebê-los e senti-los, antes mesmo de compreendê-los. Há sempre um sentido e uma mensagem em cada sinal. Não é por acaso que o pôr-do-sol nos emociona com suas cores e luzes, que o orvalho da manhã sobre as flores nos enche de ternura. Haverá um motivo pelo qual o cheiro da terra e da grama molhada pela chuva ou o som do vento e dos mares mexam com o nosso coração, se estivermos receptivos. Música, perfumes, crianças, pássaros, tudo são degraus na escada ascendente que leva ao Amor. Feliz quem ouve, vê e sente esses sinais, porque passará incólume por maldosos convites à indiferença, à ironia, à insensibilidade, ao egoísmo; este encontrará o Amor.

Paciente, sem ser passivo, confiante, sem ser ingênuo. Apenas atento como quem aguarda a inesperada Visita Esperada. Dentro do seu cotidiano, ele sabe que chegará o momento do Grande Encontro: o encontro com o Amor. Só os íntimos da Natureza percebem a festa que ela faz sempre que esse encontro acontece. É por causa dessa mágica universal, da qual podemos todos participar, que se deve falar de Amor, tanto e tanto que se esgotem as palavras, a música e as imagens que possam representá-lo (como se isso fosse possível...).

Esteja certo de que, de tanto falar de Amor, ele se fará presente. Em algum momento, em algum lugar, sob alguma forma.




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