Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, junho 27, 2009

A DIVISÃO SIMPLES, A DIVISÃO CERTA E A DIVISÃO PERFEITA

EDUCAÇÃO


O Texto “O Homem que Calculava”, traz uma narrativa muito interessante sobre um problema de divisão que parecia muito simples, mas cuja solução adotada traz uma grande lição. A estória pode ser resumida da seguinte forma:

Beremiz Samir, chamado de o Homem que Calculava, e seu companheiro de viagem, encontraram nos arredores de Bagdá um homem, maltrapilho e ferido.

Socorreram o infeliz e tomaram conhecimento de sua desgraça: seu nome era Salém Nasair, e era um rico mercador de Bagdá que viajava numa caravana que tinha sido atacada por nômades do deserto. Todos os seus companheiros tinham perecido, mas ele, milagrosamente, tinha conseguido escapar ao se fingir de morto.

Ao concluir sua narrativa, pediu alguma coisa para comer, pois estava quase a morrer de fome. Beremiz tinha 5 pães e seu companheiro, 3 pães. O mercador fez a proposta de compartilhar esses pães entre eles e que, quando chegasse a Bagdá, pagaria 8 moedas de ouro pelo pão que comesse.

Assim fizeram. No dia seguinte, ao cair da tarde, eles chegaram à cidade de Bagdá e logo encontraram um dos vizires (ministros) do Califa (título dado ao soberano da cidade), amigo do mercador, a quem contaram o ocorrido, e que deu dinheiro ao mercador para que este pagasse sua promessa.

Como tinha prometido, o mercador, muito agradecido, quis entregar 5 moedas a Beremiz, pelos cinco pães, e 3 a seu companheiro, que contribuíra com três pães. Com grande surpresa, Beremiz objetou respeitoso:

Perdão, meu senhor. A divisão, feita desse modo, pode ser muito simples, mas não é matematicamente certa! Se eu dei 5 pães devo receber 7 moedas; o meu companheiro, que deu 3 pães, deve receber apenas uma moeda.

Pelo nome do Projeta! Interveio o Vizir, que observava o caso. Como justificar, ó estrangeiro, tão disparatada forma de pagar 8 pães com 8 moedas? Se contribuíste com 5 pães, por que exiges 7 moedas? Se o teu amigo contribuiu com 3 pães, por que afirmas que ele deve receber uma única moeda?

O Homem que Calculava aproximou-se do prestigioso ministro e falou:

Vou provar-vos, ó Vizir, que a divisão das 8 moedas, pela forma por mim proposta, é matematicamente correta. Quando, durante a viagem, tínhamos fome, eu tirava um pão da caixa em que estavam guardados e repartia-o em três pedaços, comendo, cada um de nós, um desses pedaços. Se eu dei 5 pães, dei, é claro, 15 pedaços (3 x 5); se o meu companheiro deu 3 pães, contribuiu com 9 pedaços (3 x 3). Houve, assim, um total de 24 pedaços (15 + 9), cabendo portanto, 8 pedaços para cada um. Dos 15 pedaços que dei, comi 8; dei, na realidade 7; o meu companheiro deu, como disse, 9 pedaços e comeu, também, 8; logo deu apenas um. Os 7 pedaços que eu dei e o que meu amigo forneceu formaram os 8 pedaços que couberam ao mercador Salém Nasair. Logo, é justo que eu receba 7 moedas e meu companheiro, apenas uma.

O Vizir, depois de fazer os maiores elogios ao Homem que Calculava, ordenou que lhe fossem entregues 7 moedas, e uma ao seu companheiro. Era lógica perfeita e irrespondível a demonstração apresentada pelo matemático. Esta divisão, retorquiu o calculista, de sete moedas para mim e uma para meu amigo, conforme provei, é matematicamente correta, mas não é perfeita aos olhos de Deus! E, tomando as moedas na mão, dividiu-as em duas partes iguais. Deu para seu companheiro quatro moedas, guardando para si as quatro restantes.

Esse homem é extraordinário, declarou o Vizir. Não aceitou a divisão proposta de 8 moedas em duas parcelas de 5 e 3, em que era favorecido: demonstrou ter direito a 7 e que seu companheiro só devia receber uma, acabando por dividir as 8 moedas em duas parcelas iguais, que repartiu, finalmente, com o amigo.

E acrescentou com entusiasmo:

Mac Allah!** Esse jovem, além de parecer-me um sábio e habilíssimo nos cálculos e na Aritmética, é bom para o amigo e generoso para o companheiro. Tomo-o hoje mesmo, para meu secretário.

E assim foi. No nosso dia a dia, que tipo de divisão nós costumamos fazer com nossos amigos?



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sexta-feira, junho 26, 2009

AFINAL, PORQUE FALAR DE AMOR?

MENSAGENS



O Homem nunca encontrará a paz universal enquanto não descobrir sua própria paz interior, pois ela é o antídoto contra todas as distorções do comportame
nto, que vai tornar o Homem feliz e fazê-lo espalhar essa felicidade entre seus semelhantes. Essa paz interior chama-se Amor e sua semente encontra-se no coração de todos. Essa é mais uma das incontáveis mágicas da Natureza; há uma semente de Amor no coração de todas as pessoas. Se elas não se fizerem insensíveis, perceberão sua existência e deixarão que brote e cresça, destinando seus frutos a muitas ações em benefício da própria sociedade.

Mas é no Grande Encontro com o parceiro afetivo que a semente do Amor consolidará sua finalidade, porque daí resultará a perpetuidade da espécie, através de uma convivência onde a alegria e o prazer são possibilidades palpáveis. Dentre as milhões que existem no mundo, haverá uma semente de amor que será aquela com a qual a sua desejará compartilhar essa convivência. Não há um momento nem um meio certo para que isso aconteça. Como em qualquer mágica, a mágica do amor também tem seus segredos, seus mistérios, seu lado inesperado, inexplicável e nem sempre lógico. Mas quando acontece é inconfundível, porque o coração bate mais forte que nunca, em compasso com o ritmo do próprio Universo, e faz do Homem um ser intenso, puro, sensível e emocionado. Um ser voltado para o Bem, o Belo e o Bom, que aprende a se dar, a ser cooperativo e generoso.

No entanto, como em tudo na vida, o Amor precisa ser alimentado para tornar-se bastante, tal como se faz com a pequena semente para que se torne uma grande árvore. O Amor requer aprendizado porque é sutil, multifacetado e se alimenta de muitos sentimentos. Esse aprendizado tem um longo percurso, como acontece com a solidez da experiência. Convém desconfiar das coisas rápidas e imediatas, porque costumam andar de mãos dadas com o efêmero, o superficial e até com o leviano. Tal qual uma semente, há necessidade de um tempo de maturação para que os frutos possam ser saboreados na sua plenitude. Não importa quanto tempo leve, nem quão longa possa ser essa viagem, é preciso empreendê-la, mais cedo ou mais tarde.

A busca do Amor é a mais maravilhosa e transcendental viagem que o Homem pode empreender dentro e fora de si. Essa viagem não tem roteiro fixo, não se prende ao tempo nem às convenções, pode ser breve ou parecer interminável. E para iniciá-la basta acreditar na sua possibilidade. Seu passaporte é a Fé, e a bagagem a Esperança. Fé e Esperança na capacidade de recuperar o lado semi-deus do Homem e divinizar tanto quanto possível seu lado humano.

O caminho está cheio de sinais, mas precisamos percebê-los e senti-los, antes mesmo de compreendê-los. Há sempre um sentido e uma mensagem em cada sinal. Não é por acaso que o pôr-do-sol nos emociona com suas cores e luzes, que o orvalho da manhã sobre as flores nos enche de ternura. Haverá um motivo pelo qual o cheiro da terra e da grama molhada pela chuva ou o som do vento e dos mares mexam com o nosso coração, se estivermos receptivos. Música, perfumes, crianças, pássaros, tudo são degraus na escada ascendente que leva ao Amor. Feliz quem ouve, vê e sente esses sinais, porque passará incólume por maldosos convites à indiferença, à ironia, à insensibilidade, ao egoísmo; este encontrará o Amor.

Paciente, sem ser passivo, confiante, sem ser ingênuo. Apenas atento como quem aguarda a inesperada Visita Esperada. Dentro do seu cotidiano, ele sabe que chegará o momento do Grande Encontro: o encontro com o Amor. Só os íntimos da Natureza percebem a festa que ela faz sempre que esse encontro acontece. É por causa dessa mágica universal, da qual podemos todos participar, que se deve falar de Amor, tanto e tanto que se esgotem as palavras, a música e as imagens que possam representá-lo (como se isso fosse possível...).

Esteja certo de que, de tanto falar de Amor, ele se fará presente. Em algum momento, em algum lugar, sob alguma forma.




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quarta-feira, junho 24, 2009

IDOSOS SÃO NOVA GERAÇÃO DE INTERNAUTAS

MENSAGEM



Engana-se quem pensa que a melhor distração para as pessoas da terceira idade é a hidroginástica, dança de salão e jogo de xadrez na praça local. O uso dos computadores e o acesso à Internet por esse grupo já começou a roubar o tempo antes gastos nos programas tradicionais.

Os usuários de Internet com 65 anos ou mais já somam 350 mil. Foi o grupo que mais cresceu percentualmente de fevereiro para março (17%), de acordo com o Ibope NetRatings.

A inclusão digital bateu definitivamente na porta da terceira idade, que representa 1,6% dos 22,7 milhões de internautas residenciais no Brasil. “Não parece muito, mas até pouco tempo, eles não eram expressivos no mundo digital. A adesão à banda larga é a explicação para a chegada desse grupo, que não deve parar de crescer”, explica o analista de mídia do Ibope NetRatings.

“Usar a Internet facilitou minha ida a mais lugares do que eu posso ir fisicamente”, diz uma aposentada de 68 anos, que usa cadeira de rodas e não consegue se locomover com facilidade. “Como a cidade não está preparada para cadeirantes, a Internet me permite ver resultado de exames, fazer compras de supermercado e pesquisar endereços com mais agilidade”, relata.

O computador também facilita a comunicação com os parentes que moram longe. Depois que os idosos descobrem que usar a Internet ajuda a economizar na conta de telefone, não querem saber de outra coisa. “Falar com parentes que moram longe pela Internet. Uso a webcam e posso ver como estão todos os parentes e lembramos até na Europa. A tecnologia ajuda a encurtar distâncias e a reduzir as contas de telefone”, comenta a professora aposentada Neuza Fabiano, 64 anos, que vive em Rio Verde, Goiás.

A idade não é um impeditivo na Internet. Pelo contrário, as pessoas com mais idade também estão presentes em comunidades de relacionamento, como é o caso da corretora de imóveis Edna Michiles, 54 anos, usuária do Orkut. “Adoro! Já encontrei várias amigas das antigas e muitas me acharam também. Troco muitas mensagens e estou sempre em contato com as pessoas”, conta.

"Comunicação" é a atividade líder entre os usuários de Internet. Só no ano passado, 89% deles usaram a rede para esse fim. "Lazer" vem em seguida para 88% deles e em terceiro está “Busca de Informações e Serviços Online” com 87% da preferência, de acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2007, do NICBr, que entrevistou 7 mil pessoas nos centros urbanos do País.

“Leio diariamente os sites de notícias mais importantes”, diz Neuza Fabiano. A corretora Edna tem mesmo hábito. “Além de me manter informada, a Internet é fundamental para usar serviços do governo eletrônico, que fazem parte do meu trabalho”, conta. Já para Maria Neide, a Web serve para fazer compras. “Compro livros, remédios e faço transações bancárias. Não tenho medo, sei como me proteger. Passo antivírus uma vez por semana e sempre apago os e-mails de pessoas que não conheço”, ensina.

No entanto, para alcançar essa familiaridade com a tecnologia, os idosos tiveram de ultrapassar a barreira do medo. “Não é fácil vencer esse temor. A gente acha que vai estragar ou apagar tudo”, admite Maria Neide, que só conseguiu começar a usar o computador com a ajuda dos filhos. “Eu tenho essa sorte, mas escuto dizer que tem muito filho que não tem paciência”, lamenta.

No caso de Neuza Fabiano, a saída foi fazer um curso. “Um dia tomei coragem e me matriculei. Me senti meio deslocada porque só tinha garotada. Mas segui adiante e hoje sei fazer tudo sozinha.

Quando tenho dúvida recorro ao meu filho ou ate mesmo às netas de cinco e oito anos”, afirma a aposentada, que já ajudou muitas amigas a perderem o medo e virarem “experts em computação".





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terça-feira, junho 23, 2009

IDOSOS: SÃO "UM SACO"?

MENSAGEM-EDIFICAÇÃO



Nossa sociedade pregou na blusa ou no suéter dos idos
os uma etiqueta: "fora de moda, inútil, não serve pra nada".

Por que não protestam? Acaso não merecem um mínimo de gratidão e consideração da nossa parte?

Sem dúvida, a juventude deles ficou muito longe no passado, e já não têm forças para organizarem uma greve ou um golpe de estado. Vêem-se obrigados a se resignar e agüentar, pois não passam de anciãos. Que prêmiozinho, esta palavra!

Se você ler "La Celestina", uma pequena obra espanhola do século XV, vai tropeçar em frases que ao falar sobre a velhice se alternam com o cúmulo do pessimismo, um pessimismo made in século XX.

Aí vão algumas, como exemplo: "ambulatório de enfermidades, asilo de pensamentos, amiga de discórdias, chaga incurável, lenga-lenga depressiva, cajado de apoio, desonra do passado, desassossego do presente, encargo triste do futuro, vizinha da morte".

O autor exagerou um pouquinho, não acha? Parece mais um anúncio de escritório "Pró-eutanásia". Não constituirá maioria os que assim concebem a idade provecta? Pergunte aos seus vizinhos qual é a opinião deles.

Talvez não sejam apenas os seus vizinhos que pensem deste modo. Pululam pelas ruas e pelos bares anciãos contagiados por igual pessimismo.
=
Sim, estou me referindo a idosos que passam os seus dias consumidos de tristeza, sentados em algum banco de parque, ou de praça pública, com a sua bengala na mão, sem fazer nada, terrivelmente solitários.
=
Ou desses que consomem seus últimos anos jogando dominó, ou qualquer jogo como o de palitos ou de cartas. Não será a "gripe" do pessimismo a causa de inúmeras enfermidades, achaques e rugas interiores? Seria preciso inventar um "pessimismômetro". E receitar a esses velhinhos uma boa dose de otimismo.

Nossa sociedade pregou na jaqueta deles, ou no seu pullover, uma etiqueta: "fora de moda, inútil, não serve pra nada".

Às vezes não nos conformamos com isso e os despachamos para um asilo, para que não perturbem nem nos molestem mais. "São um fastio", diria o elegante de plantão.

Talvez nos tenhamos esquecido de que Goethe terminou seu segundo "Fausto" aos oitenta e três anos de idade; de que Verdi compôs o seu "Te Deum" aos oitenta e cinco anos; de que Tiziano pintou a "Batalha de Lepanto" aos noventa e cinco; de que o ficcionista Juan Rulfo escreveu sua obra-prima, "Pedro Páramo", aos setenta anos, de que dom Pepe, Jacinto e Ramón e ... tantos outros exemplos.

Aplique umas gotinhas de otimismo às suas considerações sobre a velhice e vai ver que maravilha representa cada ancião e cada anciã para a humanidade.

Até agora você vinha passando ao longe e ao largo deles, sem lhes prestar atenção, sem valorizar a carreata de traços dignos de admiração, gratidão e aplauso que os acompanha no ocaso da vida.

Fixe sua atenção nesses traços, ao menos por uns momentos.

A experiência de vida os enriqueceu, a muitos deles, de sabedoria, de bom senso e de profundidade em seus juízos de valor.

Com o passar dos anos eles se converteram em modelos de fidelidade ao amor, para tantos e tantos matrimônios destruídos ou a ponto de sucumbirem.

O tempo lhes ensinou a não dar tanta importância ao fugaz e passageiro, e a pensar mais na eternidade, na alma, em Deus.

Como assinalou Cabodevilla no seu livro "32 de dezembro": "Há uma porção de coisas muito apreciadas, às quais o tempo acrescenta valor: a prata, os violinos, o couro, as pipas, a madeira, o tabaco, os barris, a amizade".

E a vida do ser humano?

Não nos teríamos equivocado ao despachá-los para um asilo, ao repetirmos uma e outra vez: São "um saco"?






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