Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, maio 27, 2009

PERIGO: PALPITAÇÃO CARDIACA

CUIDANDO DA SAÚDE



PERIGO: PALPITAÇÃO CARDIACA.
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Se os sintomas são palpitações no coração, tonturas é dores nessa região, cuidado: você pode estar desenvolvendo uma arritmia cardíaca. Em conseqüência dessa doença, podem acontecer as mortes súbitas, que vitimizam cerca de 273 mil pessoas no País anualmente, não há dados oficiais no Estado, sendo que 90% delas tem algum problema cardíaco.
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No Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas é morte Súbita (12 de novembro), a cardiologista Kátia Couceiro fala da importância de locais de grande movimentação de pessoas, como Shopping Centers é estádios de futebol, ter um Disfibralador Automático Externo(DEA). Tal aparelho, que já é obrigatório na cidade por meio de legislação municipal, pode evitar a morte dessas pessoas em 80%, se chegar nos primeiros dois minutos após o trauma.
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Para ela, essa legislação municipal ainda “não pegou”. Uma das causas seria o pouco conhecimento que a sociedade tem sobre o assunto. “Muitos ainda não sabem que vidas podem ser salvas, se uma pessoa vitima de morte súbita tiver acesso rápido a um DEA”, diz ela, informando que esse aparelho custa em media R$6 mil. “Pouco, se considerarmos a vida humana”.








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terça-feira, maio 26, 2009

SABEDORIA DAS PLANTAS

PORTAL MEDICINA ALTERNATIVA



A vida não é pronta, ela é construída. A saúde, a família, o trabalho e a busca da essência não estão prontos como muitos de nós queremos. A verdadeira magia se encontra em cada um de nós que somos capazes de construir. Neste caminho os antigos povos de sabedoria buscaram na natureza a sabedoria que ela tem para ensinar.
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Há uma imensa sabedoria dos povos antigos sobre as planta medicinais e caminhos para uma vida saudável que foram praticamente esquecidos. O distanciamento da natureza como origem levou o ser a acreditar que tudo nasce pronto e com isto começou a fase do esquecimento sobre os caminhos da construção.
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Povos antigos aprenderam através da observação da natureza, desde o invisível para a materialização no visível, seguindo esta sabedoria milenar podemos considerar a existência de dois ciclos da manifestação de vida de um vegetal: o ciclo das freqüências e o ciclo manifestado. O primeiro refere-se ao período no qual a planta ainda é essência em movimento, encontrando-se em um outro espaço e tempo e manifestando uma outra velocidade que não é perceptível para o nível mais denso. Este plano denso é conhecido como plano físico, onde já ocorre a materialização de uma massa compatível com uma reduzida velocidade e com um espaço estruturado em três dimensões, aonde a massa é aferida através de sua altura, largura e comprimento.
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A eletricidade, as ondas cromáticas, sonoras e o magnetismo são observados, dentro deste trabalho, como os níveis mais próximos das freqüências já citadas, sendo eles os níveis intermediários entre o visível e o invisível, entre a essência em movimento e o plano manifestado.
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Enquanto o vegetal se expande como freqüências no ciclo da essência em movimento, é imperceptível devido às condições limitadas das percepções sensoriais da visão, do tato, paladar, olfato e audição. Quando o ser, com a percepção apurada, que age em níveis mais sutis, produz a conexão com estas potências, pode captá-las e realizar uma leitura de seu movimento.
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O ciclo manifestado se dá quando as freqüências já materializaram, através de seus entrecruzamentos, as formas de vida atuantes no plano visível. No caso do vegetal, por exemplo, trata-se do ciclo de vida material de sua existência, sendo este ciclo um caminho de manifestação da erva, que começa com a semente, após vem a raiz, o broto, folhas, flores, frutos e, retornando, vai novamente manifestar as sementes.
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O ciclo de um vegetal ensina que a sua origem é a de ser freqüência, e que se materializou, moldando no plano material um corpo constituído de uma massa capaz de existir neste meio, mas, mesmo assim, continua sendo essência em movimento. Então, de uma maneira mais próxima do entendimento corriqueiro, podemos considerar que é uma essência que vestiu um corpo, porém, este corpo também é extensão desta essência, pois ele só existe por causa dos movimentos tecidos por esta potência em movimento. Por este motivo, a essência não é do outro lado, no outro plano, em outra dimensão, mas em tudo no todo; o corpo é tão sutil quanto material, e assim é para todas as formas de vida manifestada.
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A semente que, nascida de dentro para fora, tornou-se material, é bem menor que o vegetal. Desta maneira, é ele, o vegetal reunido, ou seja, uma semente de sumaúma de cinqüenta metros de altura, traz toda esta gigante árvore dentro de si.
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A semente é a reunião de toda a sabedoria da mais antiga árvore daquela espécie, porque mesmo sendo nova, reúne dentro de si toda a manifestação do vegetal, tal e qual o mais antigo que já existiu no planeta Terra. É ela, a semente, a Mãe da raiz, do broto, do caule, das folhas, flores e frutos; todas estas manifestações de um vegetal são suas filhas, que trazem a missão de estender a sabedoria de sua Mãe no ciclo contínuo do existir. A gestação é em tudo e se manifesta em cada movimento de vida do vegetal; em cada passagem de uma etapa para outra, a Mãe vai gerando filhas que, por sua vez, vão se tornando Mães que também gerarão filhas e, assim, continuamente.
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Também é importante observar que cada período do vegetal ensina sobre uma fase da vida, como segue: a semente é o feto dentro do útero Mãe que é a terra. Ela encontra-se tão reunida à sua potência que ainda não expressa, de maneira visível, seu crescimento e seu desenvolvimento: é uma vida aguardando o momento de nascer; a fase da brotação é o nascimento, período em que a Mãe terra pariu a sua filha; o broto é o período da infância. O vegetal necessita ser bem nutrido para crescer e se desenvolver; o tronco, os galhos e as folhas mostram o amadurecimento da planta até chegar em sua fase adulta; a primeira floração identifica a passagem da fase de criança para a fase adulta. Neste período o vegetal se encontra pronto para que ocorra o movimento da fecundação; o fruto é o período da gravidez.
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Neste contínuo caminho a planta vai envelhecendo, tornando-se anciã, e segue para o retorno à sua origem como essência em movimento.









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segunda-feira, maio 25, 2009

TRANQUILIZANTES

CUIDANDO DA SAÚDE





Os
tranquilizantes são um grupo de drogas prescritas para aliviar a ansiedade, tensão e agitação. Também conhecidos por ansiolíticos, eles atuam como depressivos moderados no sistema nervoso central. Apesar de possuirem comparativamente poucos efeitos colaterais, pode acarretar sonolência e confusão mental. Algumas vezes eles são classificados como tranquilizantes moderados, em contraste com os sedativos utilizados para doenças psíquicas (veja psicofarmacologia), e álcool. Como grupo, os tranquilizantes são os medicamentos com as prescrições mais comuns nos Estados Unidos.
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Eles incluem as benzodiazepinas, tais como o Valium, Librium, e alprazolam; os defenilmetanos, tais como Vistaril e Atarax; e os propanedióis, como os tibamato e meprobamato (Equanil e Miltown). Os fisiologistas escolhem entre os tranquilizantes baseado em suas propriedades para alcançar uma necessidade específica. A ansiedade é uma resposta normal ao estress e requer tratamento só quando o grau do distúrbio do sistema nervoso central interfere no funcionamento geral do paciente. Tais distúrbios envolvem mais notadamente ataques de pânico, para o qual, alprazolam (Xanax) tem se mostrado eficaz.
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Outras formas de distúrbios incluem batimento cardíaco acelerado, palpitações, movimentos involuntários, insônia ou outros acometimentos do sono, diarréia, dores de cabeça, maior frêquencia de urina e desconforto gástrico. Os tranquilizantes promovem alívio temporário em tais circunstâncias. Este mero mascaramento dos sintomas, no entanto, é potencialmente arriscado. Com o uso contínuo, os tranquilizantes também decaem em efetividade e pode causar dependência (veja buso de drogas). O Valium, por exemplo, só é prescrito hoje em dia, para este motivo.










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domingo, maio 24, 2009

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA

DIREITOS HUMANOS




PRIMEIRO SEMINÁRIO INTERNACIONAL

SOBRE A TORTURA

O 1º Seminário Internacional sobre a Tortura, que ocorreu nos dias 25, 26 e 27 de Fevereiro de 2008, teve como objetivo promover uma ampla discussão sobre a tortura e seus mitos. Dois fatores simultâneos motivaram a realização deste seminário: o retorno da discussão sobre a "eficácia" da tortura, ainda que em determinadas condições como, por exemplo, a "guerra contra o terror", onde diante de um perigo iminente a tortura seria justificada para extrair informações que poderiam evitar danos maiores (argumento da "ticking bomb") ; a sobrevivência da tortura, mesmo vinte anos após o retorno da democracia, no interior das instituições brasileiras que deveriam garantir o cumprimento da lei.

Etes tem sido o foco do programa de pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e, neste contexto, a recente discussão sobre a tortura parece ter primordial importância para as discussões a respeito do futuro da democracia e dos direitos da pessoa humana.

Ainda mais, quando se considera que a condenação, quase universal do uso da tortura passou, após os atentados de 11 de setembro, a ser questionada e o que parecia ter sido apagado do discurso público, resultado de todos os acordos, convenções e tratados assumidos pelas principais democracias durante os últimos séculos, passou, de algum modo, a suscitar dúvidas a respeito de sua aplicação universal.

Para promover esta discussão, este foi o primeiro de uma série de dois seminários com os seguintes propósitos: promover um debate esclarecido sobre a tortura e o impacto que a diminuição das restrições contra a mesma possam ter sobre a democracia; promover trocas entre instituições acadêmicas pesquisadores nacionais e internacionais; encorajar as redes de contato das instituições acadêmicas Brasileiras a fim de informar mais prontamente o debate público sobre estes assuntos.

Destaca-se ainda aqui que, na atual democracia brasileira, a tortura não apenas persiste, mas coexiste juntamente com inúmeras outras violações aos direitos humanos. A possibilidade da democracia se consolidar diante de tantas violações tem sido o foco do programa de pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e, neste contexto, a recente discussão sobre a tortura parece ter primordial importância para as discussões a respeito do futuro da democracia e dos direitos da pessoa humana. Ainda mais, quando se considera que a condenação, quase universal do uso da tortura passou, após os atentados de 11 de setembro, a ser questionada e o que parecia ter sido apagado do discurso público, resultado de todos os acordos, convenções e tratados assumidos pelas principais democracias durante os últimos séculos, passou, de algum modo, a suscitar dúvidas a respeito de sua aplicação universal.

Além disso, este debate, sem dúvida nenhuma, também causa impacto no plano local, principalmente no interior das instituições que resistiram à erradicação de tais práticas que, freqüentemente, ainda são aqui aplicadas em "pessoas consideradas suspeitas". É neste contexto que os pesquisadores do NEV reconheceram o momento de promover um amplo debate intelectual sobre os mitos que alimentam e sustentam a prática da tortura, não somente em contextos brasileiros, mas também nas democracias sob a ameaça de ataques terroristas. Para promover esta discussão, este foi o primeiro de uma série de dois seminários com os seguintes propósitos.

Promover um debate esclarecido sobre a tortura e o impacto que a diminuição das restrições contra a mesma possam ter sobre a democracia;promover trocas entre instituições acadêmicas pesquisadores nacionais e internacionais; encorajar as redes de contato das instituições acadêmicas Brasileiras a fim de informar mais prontamente o debate público sobre estes assuntos.








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