Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, março 18, 2009

FALANDO SOBRE STRESS E ESTRESSE

CUIDANDO DA SAÚDE
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Muitos param pra definir algumas formas de stress e estresse, sabem que ambos diferem, o stress é mais emocional e o estresse ou cansaço, ou até deteriorização, é o envelhecimento de algo ou um ser...no nosso caso, o corpo em si. Na matéria, não só vista no terra, mas pesquisada em outras fontes, verifiquei que algumas pessoas sofrem do mal do século mais por opção do que por obrigação...realmente é fato!
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Para variar como eu não paro, estava vendo mais duas pesquisas que diziam que não apenas é uma opção como que para muitas pessoas virou necessidade, rotina, tanto que quando saem da rotina ficam "enlouquecidas", nem sabem viver mais sem aquela correria, aquele mal hábito (e nem sabem o quão mal estão fazendo para si, e até para outras pessoas).
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O reflexo disso tudo é o estresse, cabelos brancos, gastrite, altos índices de hipertensão, problemas de coração...na sociedade isso se reflete com o fim de casamentos, altos índices de suícidios, problemas de narcóticos (aumenta o uso para tentar se "libertar"), altos índices de violência (pessoas estressadas costumam perderem a "noção"). E não precisa ir muito longe pra confirmar essas pesquisas, se você é estressado, sabe que com certeza já foi cobrado por isso e já se prejudicou com isso.
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Existem vários tratamentos para isso, desde mudanças simples de hábitos e remédios. Então posso dizer: "eu sou assim, e posso mudar de hábito..." posso dizer: "neste mundo posso mudar meus atos, posso criar novos hábitos, tudo pode se transformar.." então dá pra mudar!!! Chegou sua vez!!!







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Prof. Mauricio Pinto - Membro Shvoong
Adaptado: Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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terça-feira, março 17, 2009

CAIAM MIL,CAIAM DEZ MIL E NÃO SEREI ATINGIDO

EDIFICAÇÃO
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Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita: tu não serás atingido. (Salmos Cap. 91,7.).
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A beleza da promessa de Deus para o Seu Povo se torna um dos mais lindo e saudável exercício para nossa fé. Através da palavra de Deus no versículo de Salmos Cap. 91, 7, fortalecemos a certeza de Sua presença em nossas vidas. Sentimo-nos seguros e com forças para sobrevivermos a tantas provações. O versículo mostra a presença de Deus na vida daqueles que O buscam, e encontram resposta e proteção. O versículo é uma pequena mostra do amor do Pai pelos seus. Registrado no Velho Testamento é nosso escudo até os dias de hoje. Nosso Deus é Eterno, a Fonte o Alvo, pois o homem é insignificante no tempo e no espaço. A miséria do homem pecaminoso perante a face do Juiz e Guia do Mundo (7-12). Quando em situação tremenda, enfrentarmos a morte sem a esperança em Cristo (Rm. 8:24), somos inexistentes no plano do Pai. Porque na esperança fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança, pois o que alguém vê como o espera?
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Esta promessa tem nome e endereço, é aplicável a aqueles que têm fé no Senhor, que vivem em comunhão com Deus e confiam Nele sob orientação e consolo. A promessa feita aos fiéis é supremamente aplicável ao Filho, observamos que no livro de Mateus (4:6-7), satanás quis torcer este versículo, separando-o do contexto da fé que gratuitamente nos foi dado.
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É impossível acontecer qualquer mal a àquele que pertence ao Senhor; as mais esmagadoras calamidades nada mais fazem do que encurtar a peregrinação do crente e aproximá-lo do seu galardão. As dificuldades são bênçãos numa forma oculta, as perdas o enriquecem, a doença lhe é um remédio, o desprezo do mundo é a sua glória, a morte lhe é a porta do céu. Deus responde aos que O procuram, mas a resposta nem sempre é a concessão daquilo que pedimos. O Apostolo Paulo pediu uma cura, mas recebeu algo melhor: uma aproximação do Senhor pela Sua graça (2º Co.7-10). Por termos dias curtos o livro de Salmos no Cap. 90: 12, diz: ensina-nos a contar os nossos dias, isto nos faz refletir que nossos dias são realmente curtos, temos que reconhecer que somos fracos mortais cujo futuro incerto deve colocar nas Mãos de Deus.
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Não podemos ficar debaixo da ira de Deus, lembremos constantemente que o pecado transforma vidas numa miséria sem trégua. Precisamos viver sob as sombras do Altíssimo, pois descansaremos à sombra do Onipotente, está é a promessa do Mestre. Devemos também dizer ao Senhor da Glória: Tu és meu refugio e meu baluarte, Deus meu em quem confio. “Que caiam mil ao teu lado, e dez mil a tua direita; tu não serás atingido!” Rogamos ao Pai que estejamos sob Suas Asas de proteção. Que nossa fé, como a do Apostolo Paulo, se transforme em uma “rocha inabalável” e, vivamos sempre apossados de Suas promessas Eternas. Seja sobre nós a graça do Senhor nosso Deus! Confirma sobre cada servo do Senhor Sua proteção e que seja a Sua vontade o caminho de nossas vidas. Amém.









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Diácono Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, março 16, 2009

O QUE ENSINAMOS? O QUE APRENDEMOS

EDUCAÇÃO
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Educar é utilizar com competência e criatividade as ferramentas do conhecimento, as únicas de que efetivamente o profissional da educação dispõe, para dar sentido as suas práticas profissionais pedagógicas. A escola agregando esses valores, atua no campo social como a institucionalizadora dessa ação, que parte do ideal e ganha forma real através do fazer pedagógico de cada professor.
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Porém, não apenas a escola vem ocupando esse papel na esfera social, os meios de comunicação, mas que nunca, constitui-se como um dos importantes elementos formador na estrutura cultural e de valores dessa nova geração. E esses são tanto mais eficazes quanto com maior rapidez atingir um maior número de pessoas. O que na grande maioria vem se configurando como uma arma contra valores éticos, morais e sociais.
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Por meio dos atuais veículos de comunicação, o mundo se torna uma aldeia, não existe limites, povos se aproximam no tempo e no espaço. Hoje temos a possibilidade de nos encontrarmos diante da TV ou do PC e assistir em tempo real qualquer acontecimento mundial. Podemos assistir desde ataques terroristas a líder paquistanesa ou aos inúmeros ataques dos EUA aos afegãos, onde as vítimas fatais, em sua grande maioria, são civis e crianças.
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A toda essa barbárie, costumamos chamar apenas de interesses humanos e conflitos religiosos ou apenas desejo de poderio desvairado. Quanto a esses! Não nos cabe fugir, acontece independente de nosso querer. Não faz parte do nosso script.
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Porém, o maior dano causado a uma geração é quando esta, buscando os meios de comunicação como forma de lazer e diversão, depara-se com uma programação apresentada com doses maciças de desvalorização humana, com vulgaridade descabida, com pessoa humana disposta a tudo por desejo de ganhar um prêmio e possivelmente ganhar visibilidade nessa mesma mídia. Esta aí, para não dizer que é exagero o BIG BROTHER Brasil VIII. Uma programação que retrata e reforça um comportamento antigo, ultrapassado e provinciano de vigiar as vidas alheias, que nada oferece além de estímulos a promiscuidade, à falta de ocupação cultural.
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O que mais intriga nessa questão, é saber que a emissora alcança volumoso lucro junto aos patrocinadores, assinantes e telespectadores que pagam o prêmio com suas ligações telefônicas (votação e mensagens), garantindo o lucro fácil com uma programação chinfrinha e aculturada.
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E aí perguntamos: O que jovens espectadores estão aprendendo com essa e outras programações? Será nos meios de comunicação existe algum setor responsável e comprometido com a formação de valores para as novas gerações? Se não existe, e é o que tudo indica. Cabe a nós, professores, educadores e família, encontrar a formula de neutralizar essa nefasta e devastadora influência midiática que eleva o homem a categoria de COISA ALGUMA.






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Prof. Rosana M. de Medeiros - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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domingo, março 15, 2009

SEGREDOS DA VOZ: PARÂMETROS DA VOZ: FREQUÊNCIA

MUSICOLOGIA - NOTÍCIA - EDUCAÇÃO DA VOZ.
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PARÂMETROS A CONSIDERAR NA VOZ CANTADA: Frequência. Os sons graves são os que têm mais riqueza harmónica, já que a fundamental é grave, possibilitando um enorme conjunto de parciais. Os sons muito agudos são mais pobres, pois a frequência da fundamental é elevada, factor que encurta a gama dos parciais que são sempre mais agudos do que fundamental.
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Cada frequência encontra a sua posição na laringe através da contracção de músculos correspondentes e antagónicos. Aritenoideus e Crico-aritenoideus laterais (fecham a glote) em oposição aos Crico-aritenoideus posteriores (abrem a glote). Crico-tiroideus (alongam as cordas vocais) em oposição aos Crico-faríngeos (encurtam as cordas vocais).
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A actividade dos 2 grupos aumenta ou diminui, conforme o impulso necessário para ajustar as cordas vocais ao comprimento e tensão, para que determinada frequência seja cantada. A contracção destes 2 grupos de músculos (alongando as cordas) é responsável pelas passagens de registro.
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Os restantes músculos laríngeos e faríngeos accionam e preparam os ressoadores para o fenómeno de ressonância, aumentam ou diminuem o espaço faringo-bucal que vai servir de “amplificador” do som laríngeo durante a passagem do ar em vibração. O ar exerce uma pressão sub-glótica que deve ser regulada e mantida, para que, numa frase, a continuidade (que permite o “legato”) se verifique, e para que as dinâmicas de intensidade se realizem. O ar funciona assim como força geradora de energia necessária à elaboração de uma frase musical.
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Para obter os agudos é necessário um aumento da tensão das cordas vocais, através da acção dos músculos crico-tiroideus, pela aproximação da cartilagem cricóide à cartilagem tiróide. Este movimento alonga as cordas vocais. A regulação fina das cordas vocais acontece pela interacção do músculo vocal com os outros músculos intrínsecos da laringe, incluindo o crico-tiroideu nas sucessivas incursões ao registo agudo (Seidner, 1982). A produção de agudos também pode ser conseguida por diminuição do diâmetro faríngeo (acção dos músculos constritores) e pela subida da laringe, mais do que por alongamento das cordas vocais.
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Para obter os graves entra em acção um músculo extrínseco, o crico-faríngeo, que proporciona um encurtamento das cordas vocais, necessário à produção de tais frequências. A pressão sub-glótica também pode influenciar a altura do som.










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Musicista: Manuela de Sá - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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