Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, janeiro 24, 2009

O QUE ACONTECEU COM OS EVANGÉLICOS?

EDIFICAÇÃO
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Quando Paulo Romeiro escreveu Evangélicos em Crise em meados da década de 90, ele apenas tocou em uma das muitas áreas em que o evangelicalismo havia entrado em colapso no Brasil: a sua incapacidade de deter a proliferação de teologias oriundas de uma visão pragmática e mercantilista de igreja, no caso, a teologia da prosperidade. Fica cada vez mais claro que os evangélicos estão atualmente numa crise muito maior, a começar pela dificuldade – para não falar da impossibilidade – de ao menos se definir hoje o que é ser evangélico.
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Até pouco tempo, “evangélico” indicava vagamente aqueles protestantes de entre todas as denominações – presbiterianos, batistas, metodistas, anglicanos, luteranos e pentecostais, entre outros, que consideravam a Bíblia como Palavra de Deus, autoritativa e infalível, que eram conservadores no culto e nos padrões morais, e que tinham visão missionária. Hoje, no Brasil, o termo não tem mais essa conotação. Ele tem sido usado para se referir a todos os que estão dentro do cristianismo em geral e que não são católicos romanos: protestantes históricos, pentecostais, neopentecostais, igrejas emergentes, comunidades dos mais variados tipos, etc.
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É evidente a crise gigantesca em que os evangélicos se encontram: a falta de rumos teológicos definidos, a multiplicidade de teologias divergentes, a falta de uma liderança com autoridade moral e espiritual, a derrocada doutrinária e moral de líderes que um dia foram reconhecidos como referência, o surgimentos de líderes totalitários que se auto-denominam pastores, bispos e apóstolos, a conquista gradual das escolas de teologia pelo liberalismo teológico, a falta de padrões morais pelos quais ao menos exercer a disciplina eclesiástica, a depreciação da doutrina, a mercantilização de várias editoras evangélicas que passaram a publicar livros de linha não evangélica, e o surgimento das chamadas igrejas emergentes. A lista é muito maior e falta espaço nesse post.
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Recentemente um amigo meu, respeitado professor de teologia, me disse que o evangelicalismo brasileiro está na UTI. Concordo com ele. A crise, contudo, tem suas raízes na própria natureza do evangelicalismo, desde o seu nascedouro. Há opiniões divergentes sobre quando o moderno evangelicalismo nasceu. Aqui, adoto a opinião de que ele nasceu, como movimento, nas décadas de 50 e 60 nos Estados Unidos. Era uma ala dentro do movimento fundamentalista que desejava preservar os pontos básicos da fé (veja meu post sobre Fundamentalismo), mas que não compartilhava do espírito separatista e exclusivista da primeira geração de fundamentalistas. A princípio chamado de “neo-fundamentalismo”, o evangelicalismo entendia que deveria procurar uma interação maior com questões sociais e, acima de tudo, obter respeitabilidade acadêmica mediante o diálogo com a ciência e com outras linhas dentro da cristandade, sem abrir mão dos “fundamentos”. Eles queriam se livrar da pecha de intransigentes, fechados, bitolados e obscurantistas, ao mesmo tempo em que mantinham doutrinas como a inerrância das Escrituras, a crença em milagres, a morte vicária de Cristo, sua divindade e sua ressurreição de entre os mortos. Eram, por assim dizer, fundamentalistas esclarecidos, que queriam ser reconhecidos academicamente, acima de tudo.
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O que aconteceu para o evangelicalismo chegasse ao ponto crítico em que se encontra hoje? Tenho algumas idéias que coloco em seguida.
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1. O diálogo com católicos, liberais, pentecostais e outras linhas sem que os pressupostos doutrinários tivessem sido traçados com clareza. Acredito que podemos dialogar e aprender com quem não é reformado. Contudo, o diálogo deve ser buscado dentro de pressupostos claros e com fronteiras claras. Hoje, os evangélicos têm dificuldades em delinear as fronteiras do verdadeiro cristianismo e de manter as portas fechadas para heresias.
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2. A adoção do não-exclusivismo como princípio. Ao fazer isso, os evangélicos começaram a abrir a porta para a pluralidade doutrinária, a multiplicidade de eclesiologias e o relativismo moral, sem que tivessem qualquer instrumento poderoso o suficiente para ao menos identificar o que estivesse em desacordo com os pontos cruciais.
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3. O abandono gradual da aderência a esses pontos cruciais com o objetivo de alargar a base de comunhão com outras linhas dentro da cristandade. Com a redução cada vez maior do que era básico, ficou cada vez mais ampla a definição de evangélico, a ponto de perder em grande parte seu significado original.
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4. O abandono da confessionalidade, dos grandes credos e confissões do passado, que moldaram a fé histórica da Igreja com sua interpretação das Escrituras. Não basta dizer que a Bíblia não tem erros. Arminianos, pelagianos, socinianos, unitários, eteroteólogos, neopentecostais – todos afirmarão isso. O problema está na interpretação que fazem dessa Bíblia inerrante. Ao jogar fora séculos de tradição interpretativa e teológica, os evangélicos ficaram vulneráveis a toda nova interpretação, como a teologia relacional, a teologia da prosperidade, a nova perspectiva sobre Paulo, etc.
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5. A mudança de uma orientação teológica mais agostiniana e reformada para uma orientação mais arminiana. Isso possibilitou a entrada no meio evangélico de teologias como a teologia relacional, que é filhote do arminianismo. Permitiu também a invasão da espiritualidade mística centrada na experiência, fruto do reavivalismo pelagiano de Charles Finney. Essa mudança também trouxe a depreciação da doutrina em favor do pragmatismo, e também o antropocentrismo no culto, na igreja e na missão, tudo isso produto da visão arminiana da centralidade do homem. Mas talvez o pior de tudo foi a perda da cosmovisão reformada, que serviria de base para uma visão abrangente da cultura, ciência e sociedade, a partir da soberania de Deus sobre todas as áreas da vida. Sem isso, o evangelicalismo mais e mais tem se inclinado a ações isoladas e fragmentadas na área social e política, às vezes sem conexão com a visão cristã de mundo.
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6. Por fim, a busca de respeitabilidade acadêmica, não somente da parte dos demais cristãos, mas especialmente da parte da academia secular. Essa busca, que por vezes tem esquecido que o opróbrio da cruz é mais aceitável diante de Deus do que o louvor humano, acabou fazendo com que o evangelicalismo, em muitos lugares, submetesse suas instituições teológicas aos padrões educacionais do Estado e das universidades, padrões esses comprometidos metodológica, filosófica e pedagogicamente com a visão humanística e secularizada do mundo, em que as Escrituras e o cristianismo são estudados de uma perspectiva não cristã. Abriu-se a porta para o velho liberalismo.
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Não há saída fácil para essa crise. Contudo, vejo a fé reformada como uma alternativa possível e viável para a igreja evangélica brasileira, desde que se mantenha fiel às grandes doutrinas da graça e aos lemas da Reforma, e que faça certo aquilo que os evangélicos não foram capazes de fazer: (1) dialogar e interagir com a diversidade delineando com clareza as fronteiras do cristianismo; (2) abandonar o inclusivismo generalizado e adotar um exclusivismo inteligente e sensível; (3) voltar a valorizar a doutrina, especialmente os pontos fundamentais da fé cristã expressos nos credos e confissões, que moldaram os inícios do movimento evangélico. Talvez assim possamos delinear com mais clareza os contornos da face evangélica em nosso país.
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HOLDINGS. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Rev. Augusto Nicodemos Lopes - IPB
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, janeiro 23, 2009

QUEM É OSAMA BIN LADEN

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Trata-se de um personagem obscuro cujas informações são bastante controversas.Diz-se que tenha nascido na Arábia Saudita em 10 de Março de 1957, ou em 30 de Julho do mesmo ano. Casou-se aos 13 anos com uma parente síria. Estudou administração pública na Universidade Rei Abdul-Aziz na Arábia Saudita. Filho de um milionário saudita e herdeiro de uma fortuna de 300 milhões de dólares.
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Iniciou suas atividades guerrilheiras quando foi convidado, na sua juventude, por amigos de uma Fraternidade Islâmica a visitar campos de voluntários afegãos e de várias origens muçulmanas a participar de treinamentos para combater o regime comunista de Cabul na Turquia. A comprovação deste período em sua história vem por meio de informações veiculadas por jornais italianos dando conta de que Bin Laden foi hóspede de um campo de treinamento de combatentes financiado pela cia -central de inteligência norte-americana- nas imediações de Istambul, na Turquia.
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Pode-se dizer que tenha desenvolvido um papel importante na guerra do Afeganistão, durante a incursão das tropas da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Isso porque os EUA necessitavam de um aliado na região e pretendiam exercer uma influencia indireta e por não contar com recursos e conhecimentos do local, pretendendo principalmente evitar um novo desastre como ocorrido no Vietnã, aliaram-se a este personagem para que este liderasse um exército inimigo contra as tropas russas.
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Ao participar dos treinamentos com a CIA, Bin Laden aprendeu a fazer bombas caseiras das mais variadas formas, fazer caixa 2 para disfarçar movimentações bancárias, esconderijos e esconder-se em adversidades e disfarçar seus posicionamentos, táticas de guerra e táticas guerrilheiras, entre outros.Durante os anos 80, Bin Laden ainda recolheu fundos com milionários sauditas organizando um fundo afegão de acolhimento de voluntários de diversos países.
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Chegou a participar de cinco batalhas contra as forças soviéticas antes da desocupação em 1989.Com o colapso da URSS, o Afeganistão perdeu importância no cenário ocidental. Bin Laden perdeu sua conotação sendo direcionado ao ostracismo, momento em que entrou em choque direto contra seu país de origem (Arábia Saudita) que confiscou seu passaporte acusando-o de fazer proselitismo.
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Bin Laden mobilizou seus irmãos e amigos da família real saudita a obter uma autorização para "negociar no Sudão". Isso porque este país não lhe era potencialmente hostil. Passou a ser um hóspede incomodo por se dizer "chocado"com a postura e participação dos EUA na Guerra do Golfo.Bin Laden passou a definir sua orientação oposicionista aos EUA. Com apoio do governo dos EUA, a Arábia Saudita tenta sequestrá-lo em uma série de atentados (ao todo 40), contra sua pessoa.Em 1994 a Arábia Saudita retira sua nacionalidade por interpretar que tenha tido participação no atentado ao estacionamento do World Trade Center em 26/02/1993.
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Vale lembrar que a Arábia Saudita é um país aliado aos EUA.Ao que se pode confirmar, Osama não tem gasto o dinheiro de sua herança, tendo sim arrecadado fundos para sua causa militar. Tem oferecido e exercido papel de influencia armada e organizado recursos para diversos grupos armados como na Tchetchenia. Atualmente é um refugiado que encontrou simpatia por parte do Taleban, movimento fanático que tem a quase totalidade do território afegão sob seu domínio.
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Dentre tudo o que podemos observar, Osama Bin Laden é um personagem formado por um cenário hostil onde existiam duas potências, os EUA e a então URSS, ou seja, nasceu durante a guerra fria. Seu papel enquanto líder guerrilheiro definiu sua personalidade.Ao ser fadado ao ostracismo, Bin Laden não se familiarizou nem pretendia permanecer nesta situação, preferindo organizar um grupo armado para orquestrar movimentos terroristas em todo o mundo, estabelecendo principalmente um inimigo direto, os EUA. Ao orquestrar a tragédia nos EUA em 11/09/2001, não deixou por menos, formando outro atentado na Espanha, tão somente porque o governo espanhol manifestou apoio à invasão dos EUA no Iraque.
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Fica inegável no entanto, que tenha sido um erro incontestável a formação de sua personalidade guerrilheira com apoio da CIA e do governo dos EUA, pois isso conferiu não apenas os resultados que percebemos com suas atividades, como também dificulta seu aprisionamento. Bin Laden aprendeu tudo direitinho e ao que parece muito bem, pois até o presente não foi capturado pelos EUA, não se tem notícia do seu posicionamento, não se consegue apreender seus recursos, não se consegue travar suas movimentações bancárias, ao contrário, a cada dia que passa parece que seus recursos aumentam por haverem simpatizantes muçulmanos que patrocinam suas atividades e este, consegue de outra forma, patrocinar atividades guerrilheiras e guerras em outras partes do planeta.Mas uma coisa me preocupa e muito. Com a queda da URSS, o país estava no colapso.
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Não haviam recursos e a economia em decadencia. Para sair da situação, a Rússia passou a exportar petróleo sem respeitar a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Entre as cenas desastrosas na economia, um grupo de cientistas russos resolveram vender uma arma química.Isso porque durante o período em que Mikhail Gorbatchev governava a então URSS, ordenou que seus cientistas criassem em laboratório, um novo vírus. Este vírus foi criado com a mistura do Ebola com a Varíola. Não existe cura e pode ser contraído pelo ar. Ao que se sabe, houve tres compradores e um deles é supostamente Osama Bin Laden. Não dá para saber o que pode vir por aí se este material estiver realmente nas mãos deste homem.
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Rogamos a Deus que esteja eternamente no comando do nosso Planeta, isto sabemos está! Só nós resta orar por este homem e que Deus nos abençoe! Amém.




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Luiz Henrique Tamura - M. Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, janeiro 22, 2009

O RECONHECIMENTO QUE REALMENTE TEM VALOR

EDIFICAÇÃO
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"E chamando ele os seus discípulos, disse-lhes: Em verdadevos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mas do que o fizeram todos os ofertantes". (Marcos 12:43).
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Uma grande multidão estava reunida na rua, em frente a um hotel em Glasgow, Escócia. Eram torcedores dando as boas-vindas e comemorando ruidosamente o retorno do time local que acabara de chegar da Inglaterra, após uma grande vitória. No mesmo instante um pequeno homem entrava, sem ser notado, no hotel. Ele não tinha nenhuma importância para a multidão
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Ele era apenas o descobridor da penicilina. Qual o nome daquele time? Não sabemos. Qual era seu principal jogador? Talvez nem seus torcedores se lembrem. Mas até hoje, em qualquer lugar do mundo, todos reverenciam o trabalho maravilhoso de Alexandre Fleming, que tanto bemtrouxe à humanidade com a sua penicilina.
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Muitas vezes ficamos chateados por não sermos distinguidos pelo bom trabalho que executamos. Esforçamo-nos ao máximo para dar o nosso melhor e nem sempre somos reconhecidos. Muitos que julgamos sem grande valor recebem aplausos e nós, continuamos no anonimato. Mas será que, realmente, ninguém nos nota? Deus sempre vê o que fazemos. E não há maior notoriedade do que a que vem do nosso Senhor. O reconhecimento humano pode durar apenas alguns dias, mas o valor que o Senhor nos dá permanece para sempre.
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Quando nos oferecemos para servir a Deus, qual o nosso propósito? Quando estendemos a mão a alguém, demonstrando o amor que está em nós através da pessoa de Jesus, o que desejamos receber em troca? Quando nos apresentamos à liderança de nossa igreja, dizendo que pode contar conosco, estamos aguardando as congratulações ou o fazemos por gratidão a Deus?
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Aquela viúva colocou suas pequenas moedas na caixa de ofertas sem esperar nada em troca. Ninguém notou o que ela fez, mas desde aquele dia até hoje, dois mil anos depois, o Senhor está dizendo ao mundo: "Ela deu mais do que todos os demais. Meditemos.
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Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Paulo Roberto Barbosa - M. Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

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sábado, janeiro 17, 2009

BEBÊS SOB MEDIDA

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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A ousadia da espécie humana é cada vez mais incrível. Com os estudos do Genoma humano e das cadeias e códigos genéticos, é muito clara a intenção distorcida de muitos cientistas de criarem uma nova ordem mundial através da seleção genética dos seus indivíduos.
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Com a seleção de embriões considerados perfeitos, cria-se um difícil dilema: que lugar no mundo caberá ao menos afortunados e que não possuam as características consideradas ideais. As pessoas se dividem . Numa pesquisa feita nos Estados Unidos, 43% das pessoas foram favoráveis pela melhoria genética dos bebês por meio de métodos artificiais, o que torna o assunto ainda mais polêmico.
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Tudo fica mais simples quando olhamos o problema somente pelo ângulo científico, por exemplo: os cientistas alegam que será possível prever doenças e tratá-las antes do nascimento do feto, o que dá ao processo um aspecto bastante humano. Infelizmente essa visão do assunto não é verdadeira e não justifica as experiências com o gene humano.
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Não querendo levar o assunto para o plano religioso, mas é impossível não analisar esse caso à luz de Deus. A vida é uma dádiva de Deus e a perfeição só a ele pertence. A vontade do homem de criar um ser perfeito além de ser uma afronta a Deus é também impossível, pois essa suposta perfeição já nasce imperfeita, afinal, todos nós temos defeitos, físicos ou de caráter, que muitas vezes não são detectados a olho nu.
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Portanto, antes que nos acostumemos a encomendar bebês como se fosse um sanduíche, continuemos a fazer bebês como fazemos os " bolos". Nunca saberemos se vai solar ou não! A habilidade, a sensibilidade, o talento, nenhuma dessas aptidões podem ser geneticamente determinadas, se assim fosse o filho de Pelé seria um gênio do futebol, a filha de Elvis Presley a rainha do rock, e geralmente isso não acontece.
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Diante disso tudo entreguemos essas decisões àquele que criou a vida, pois o mesmo sabe o que faz, embora nós nen sempre entendamos.
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Lori B. Andrews - Membro Shvoong

Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

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