Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, novembro 01, 2008

RENOVAÇÃO

EDIFICAÇÃO
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Pelos campos e vergéis, num colorido brejeiro, brotam flores diversas, anunciando a chegada de uma nova estação. Nos galhos vertustos das árvores ou em viçosas ramagens, uma nova e bela florada antecede o nascimento dos frutos. É a primavera que surge com todo o seu esplendor, após a estiagem do inverno, numa renovação da vida. Tudo é beleza, tudo é encanto para os sentidos humanos, levando o homem a vislumbrar, na própria Natureza, a Onipotência e a Magnanimidade do Criador!
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Assim procura agir, meu irmão. Renova-te interiormente e não permitas que a frieza de sentimentos enregele o teu coração, e nem que as mágoas e ressentimentos consigam endurecê-lo. Deixa brotar dentro de ti sentimentos mais puros e nobres que te engrandeçam aos olhos de Deus, fazendo como as flores que, embora retirem da terra fétidos adubos, espalham suave perfume no ar. Renova-te para a vida, como o dia se renova após a noite, imitando a Natureza que se encontra em constante renovação. Modifica as tuas atitudes para o bem, acrescentando sempre algo de bom ao teu modo de ser e de agir, apesar de todos os problemas que possas encontrar.
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Recordar Jesus, o Divino Amigo, relembrar os seus ensinamentos sublimes e procurar vivenciá-los intensamente. Deixar para trás as tuas imperfeições e fraquezas, inseguranças e temores, que só retardam a tua marcha evolutiva, a fim de que cresças interiormente. Esforça-te por amar com o mais puro dos sentimentos, transformando os atos mais simples em demonstrações efetivas de bem-querer. Ampara aos que sofrem, minimizando dor alheia através da caridade. Aprendendo a amar como se deve, mais terás para oferecer em favor do próximo.
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Se a própria vida se renova através das múltiplas oportunidades, aproveita o tempo que te foi dado, oferecido pela graça divina, sempre presente para uma renovação interior, com o acréscimo de algumas virtudes que puderes adquirir. Sê paciente e tolerante em todas as situações que tiveres de enfrentar. Não reclames nem te revoltes quando as dificuldades surgirem em teu viver. Renova-te pela mente, fazendo do teu caminhar de hoje, uma caminhada de luz e paz, de bençãos e de alegrias, por tudo de belo e de bom que conseguires acrescentar em teus pensamentos e sentimentos.
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Deixa que o amor pelo próximo brote em profusão dentro de ti, assim como as flores que surgem para o encanto da estação primaveril. Só assim conseguirás que muitas flores de caridade, transformem o teu viver num verdadeiro jardim encantado, embelezando a tua própria vida, e do qual possas exalar o mais doce e suave perfume: o perfume do amor.
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Que todos nós possamos exalar este perfume!




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sexta-feira, outubro 31, 2008

FÉ E PERDÃO

EDIFICAÇÃO
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De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. Hebreus. 11, 6. Revelada a justiça por intermédio de Jesus Cristo, resta ao homem tão somente recebê-la. E a condição única que Deus estabelece na Sua Palavra, para que o homem se aproprie desse precioso perdão, que lhe vem como Graça, através de Jesus Cristo, é a Fé. Desta maneira, a justificação se torna possível a todas as criaturas humanas, porque a Fé é dádiva de Deus, distribuída entre todos, sem distinção de pessoas ou classe social.
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Deus, que é Amor e excelsamente Misericordioso, não exige de quem se-salvar um quociente de boas obras praticadas, ou a maceração do corpo “através de penitências contínuas” e, muito menos a mistificada reencarnação indefinidamente repetida, em busca de purificação. Nada disto! Aliás, digamos com reverência: Deus não exige do pecador, para justificá-lo, outra coisa a não ser Fé, primeiro porque a Fé é a única satisfação que o homem, na vileza do seu pecado, lhe pode oferecer. Segundo, porque a Fé exclui qualquer valor meritório da parte do homem moralmente falido.
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A pessoa que reconhece Jesus como Salvador pessoal, e como justiça, expressa o reconhecimento não só de sua ruína moral e de sua perdição, mas também a sua incapacidade para o seu reerguimento espiritual, e o aperfeiçoamento pela prática de boas obras. Sendo assim, para salvar-se, ela não tem outra opção a não ser aceitar o plano redentor da cruz. Por conseguinte, não tem que se vangloriar. O apóstolo Paulo no livro de Efésios, ele mesmo faz esta afirmação: “Pela Graça sois salvos, por meio da Fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. . Em Romanos 1.17, está escrito: “Porque n’Ele se descobre a Justiça de Deus, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá da Fé”.
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Não há dúvida: o perdão se alcança somente pela Fé, no sacrifício de Cristo, sem qualquer possibilidade de escolha. O apóstolo Paulo, magnífico teólogo do Novo Testamento, escreveu aos Romanos para defender, com clareza a doutrina da Justificação pela Fé, e o fez com brilhantismo sob a inspiração do Espírito Santo. Por isto, e não podia ser de outra maneira, ele está sendo freqüentemente citado.
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Jesus já deixava registrado nos Evangelhos, a única exigência que fazia para conceder a graça de um milagre, ou a salvação de um pecador era a Fé, João 9. 35-38. A Fé, pois, é o vínculo que nos une a Deus, e nos torna aceitáveis diante d’Ele, em Cristo Jesus. É o assentimento da alma humana ao “PLANO DA SALVAÇÃO” traçado por Deus, desde a eternidade.
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quinta-feira, outubro 30, 2008

OBJETIVO: METAS PARA UMA VIDA SAUDÁVEL

CUIDANDO DA SAÚDE
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A maior busca do ser humano atual sempre foi a sua própria realização, e nos dias atuais, essa realização está atrelada ao fator econômico. Na sociedade atual, o status econômico é sinônimo de vida saudável, sucesso profissional, popularidade, realização de seus objetivos... Ou seja, da análise de um único aspecto, o econômico, conclui-se que aquele indivíduo estaria feliz, satisfeito com os rumos de sua vida.
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No entanto, convivendo melhor com essas pessoas, percebemos que o sucesso econômico nem sempre significa satisfação. Muito ao contrário, essas pessoas têm as mesmas angústias, as mesmas apreensões, as mesmas preocupações. Sofre quem tudo tem, e sofre aquele que nada tem... E esse quadro se repete nos mais variados tipos de parâmetros. Cultos que, apesar de todo seu conhecimento, sofrem como os incultos; doentes que sofrem da mesma forma que sofrem as pessoas saudáveis; pessoas expansivas que sofrem como as pessoas tímidas.
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É verdade que as causas são as mais variadas possíveis, enquanto um doente sofre pelo medo da morte, um saudável sofre pelo medo de adoecer, assim como pessoas socialmente conhecidas sofrem pela possibilidade de não mais ter aquele mundo de gala, pessoas marginalizadas sofrem por não estarem incluídas naquele mundo. Desse modo, muito embora diferentes as causas, a verdade é que todos sofrem. E continuarão a sofrer... Até que surge algo em sua vida. E esse algo está relacionado não ao sucesso em si, ao fator econômico, ao status, mas sim a realização pessoal de ter criado um objetivo, ter lutado por ele e tê-lo visto realizado.
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Criar objetivos é a melhor forma para se evitar, por exemplo, a depressão. A depressão é ausência de objetivos, pois a pessoa que sofre desse mal não consegue valorizar nada que está a sua volta, sente-se fraco, incapaz. Mas criando um objetivo, ainda que aparentemente pequeno, precisará dispender esforços para a realização desse objetivo. Concretizando-o, sentir-se-á melhor e perceberá que é capaz de realizar algo. Colherá os frutos dessa sua conquista e procurará um novo objetivo, com certeza maior e mais complexo que o primeiro. Sem dúvida, sua vida terá melhorado, seu mundo terá melhorado, estará mais saudável.
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Ter objetivos é dar sentido à vida. Aspectos relativos como o dinheiro, status social ou popularidade são passageiros e se tirados do indivíduo podem fazê-lo sofrer, tudo porque sua base não está no indivíduo, mas fora, nos aspectos externos. E objetivos pautados nesses aspectos são também relativos, superficiais, tornando a vida dessa pessoa também superficial. Mas objetivos que tenham por fim o enobrecimento da pessoa, a dignidade e o respeito, esses sim são pautados no próprio indivíduo e, quaisquer que sejam os aspectos externos ou situações que viva, estará firme na sua realização, convicto de sua busca.
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Por isso, adotar aspectos relativos como o econômico como realização pessoal não significa que seremos felizes. Mas, a adoção de objetivos centrados na evolução do ser, pautados no próprio indivíduo, aí sim, haverá uma pessoa realizada na plenitude da palavra. E os aspectos relativos como os antes citados, serão conseqüência, caso esse indivíduo assim o deseje. Sua vida, inegavelmente, será melhor.



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quarta-feira, outubro 29, 2008

OLHAI AS AVES DO CÉU

EDIFICAÇÃO
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Todos os dias nós saímos de casa objetivando levantar o sustento indispensável para suprir as nossas necessidades. Neste sentido nos assemelhamos muito aos pássaros que todos os dias deixam bem cedo os seus ninhos para encontrar alimento para si e para seus filhotes. Mas há aspectos que nos diferenciam de modo significativo de nossos irmãos alados.
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Em primeiro lugar, eles não têm férias ou descanso remunerado. Eles trabalham como um elemento essencial de suas próprias vidas. É parte daquilo que eles entendem como existir. Você já parou para pensar que estes conceitos nasceram no contexto da revolução industrial do século XVIII? Antes disso as pessoas só deixavam de trabalhar um dia por semana (sem férias ou feriadões) e isto por motivos religiosos. Os cristãos paravam no domingo, os judeus no sábado e os mulçumanos na sexta-feira. Nestes dias eles buscavam a Deus, conviviam em família e descansavam seus corpos das labutas do cotidiano.
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Mas é preciso que consideremos a respeito da razão das férias e feriadões existirem.Creio que o que justifica isso é o fato de que o trabalho foi conceitualmente transformado em um transtorno, um mal necessário, e deixou de ser aquilo que era desde o início, uma expressão da natureza humana, uma condição de vida. Os nossos amigos passarinhos não “vão trabalhar”, eles apenas “vão existir”, e isto implica em encontrar comida e disputá-la com os de sua espécie e as demais criaturas vivas, todas elas igualmente a procura de alimento, inclusive as que comem pássaros...
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Uma segunda diferença tem a ver com os estoques que nós fazemos. Somos seres guardadores, pensamos que poderemos precisar um dia e, por via das dúvidas, estocamos. E fazemos isso com tudo: dinheiro, roupas, sapatos, jóias... O resultado disso é que com o tempo acabamos confundido as nossas reais necessidades, com aquilo que é de fato apenas uma baixa em nossas “reservas estratégicas”, que acabam guindadas à condição de elemento fundamental para uma existência confortável.
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Os pássaros, por outro lado, não guardam nada. Nem comida, nem água, nem o material que utilizam para construir seus ninhos. Por que será? É possível que eles não o façam simplesmente porque isto é absolutamente inútil. Em condições normais haverá sempre alimento para sustentá-los e em vindo a seca e a fome o alimento que poderiam estocar não resolveria o problema. Assim, geração após geração, eles aprenderam a tão somente confiar em que a Providência suprirá o que lhes fosse necessário. Nós aprendemos a desconfiar, eles a entregar.Uma última distinção tem a ver com a simplicidade. Jesus disse que deveríamos ser “simples como as pombas e prudentes como as serpentes”. Em que reside a simplicidade dos pássaros se eles são cobertos de penas multicoloridas? Se para fazer a corte muitas espécies eriçam suas penugens e as exibem como se fossem pesados casacos de pele ou delicados e ricos vestidos?
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Talvez a resposta esteja no fato de que eles só mostram o que realmente têm ou são. Não há fingimento neles. Há exibição sem exibicionismo. Há plasticidade, sem maquiagem. Lá ninguém faz nada só por status. E por falar nisso, sabe o que é status? “É gastar o dinheiro que você não tem, para comprar aquilo que você não precisa, para impressionar alguém que você não conhece”. Parece ridículo, não? Mas o fato é que nós fazemos isso o tempo todo. E por isso sofremos, nos sentimos fracassados, porque não possuímos o carro que gostaríamos, porque não freqüentamos os restaurantes que sonhamos e porque não moramos naquele apartamento que nos faria “eternamente felizes”.
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Contudo os nossos amigos pássaros usam apenas as penas que têm, da melhor maneira que podem. Não se sentem menores por causa da sua cor nem por causa de seus tons. Apenas se emplumam e seguem a diante. Estou certo que seríamos muito mais felizes se, como disse o rabino da Galiléia, “olhássemos as aves do céu”.
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Ministério Pao Quente Diário
Rev. Martorelli Dantas
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
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