Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, outubro 25, 2008

JESUS CRISTO E O REGRESSO CONTROVERSO

EDIFICAÇÃO
REEDITADO POR ACLAMAÇÃO.

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Há dois mil anos Ele esteve entre os que na época viviam e reescreveu a história da humanidade. Com palavras irretocáveis e gestos inigualáveis, pavimentou um inconfundível caminho. Desde então convivemos com as três únicas opções possíveis sobre sua determinante existência: acreditar, não acreditar ou, pior, dizer acreditar mas viver em diária companhia de uma triste contradição... A contradição criada entre a fé obrigatória e o medo do próprio olhar no espelho. O medo dos íntimos segredos que roubam a paz da alma, pois existe um espaço entre a real crença com o coração e uma leviana oração. E existe um abismo entre abençoadas palavras mencionadas e atitudes correspondentes.
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De nada adianta sobreviver sob a sombra de um tendencioso auto julgamento. É necessário convicção e, principalmente, ação. E você... você acredita realmente no retorno de Cristo? Pense... Será que somente a presença física novamente entre nós fará com que as pessoas deixem de temer o espelho e se entreguem ao bem? Ent
ão de que serviram os ensinamentos deixados às custas de tanto sofrimento? Os professores que nos passam seus valiosos conhecimentos também não vivem ao nosso lado por toda a vida, no entanto, o que aprendemos permanece vivo. Portanto é possível sentir a presença de Cristo dentro do peito através da sua história.
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Talvez seja até um controverso e enganoso pensamento aguardar ancioso seu retorno. Seria o mesmo que duvidar com diplomacia, pois quem acredita realmente vive agora, faz hoje e sonha menos com o amanhã. A presença, neste caso, tem que estar muito além da personificação; afinal, Ele já esteve entre nós e nos deixou seu endereço. Agora deve ser nossa vez de retribuir a visita. É assim que
pessoas que se amam agem. E Ele está lá, aguardando de braços abertos e sorrindo. Quem seguir o inconfundível caminho há dois mil anos pavimentado, o encontrará. Porém, não existem atalhos mágicos para ninguém nessa jornada. E, assim como em qualquer outra estrada, erros no percurso são sinônimos de necessidade imediata de redirecionamento. "Imediata".
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Entretanto, homens normalmente carecem de provas palpáveis para sol
idificar suas vagas convicções. Diante disso, apesar da óbvia falta de necessidade, imaginemos um imprescindível retorno físico. E sem a intenção de desrespeitar nem questionar os rumos do filho de Deus, tentemos imaginar um local ideal para a sua volta. Neste mundo apodrecido, pensemos em um ponto de partida para a nova era.. Muita coisa mudou nesses dois mil anos, menos a valorização extrema do poder, hoje bem pior que antes. Portanto, em nossa atual sociedade ultra capitalista, Ele seria um impecilho ainda maior que já foi, para diversos segmentos. Desde comerciais até os que construíram impérios sobre seu próprio nome... Mas, em meio a uma infinidade de tristes opções, somente um lugar poderia ser o privilegiado. Qual? Talvez a mesma região da sua antiga terra natal, afinal os conflitos entre aqueles povos jamais serão resolvidos por mortais.
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Quem sabe os deteriorados sistemas carcerários, que abrigam inúmeras pessoas de inacreditável crueldade e, claro, necessitados de luz... Ou algum dos países em guerra civil, onde milhares são massacrados por motivos absurdos ou perecem pela fome e por doenças... E os tantos lixões espalhados pelo mundo,
que se tornaram fonte de alimentação para tantos outros... Ou os campos de trabalho escravo, ainda bem comuns, apesar de ocultados por monstros... Até mesmo nosso Nordeste seria uma opção, pois apesar de há muito ter sido transformado em massa de manobra política, gera diariamente incontáveis crianças inocentes que choram emocionadas diante de um sonhado prato de comida... Aquele povo também carece de alguém que o conduza a verdadeiros dias melhores... Ou...
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Essa peregrinação modernizada poderia se iniciar oposta a humildade extrema de sua primeira passagem. Talvez como um poderosíssimo líder de algum país ric
o, Ele conseguisse comandar uma justa cruzada de auxílio aos povos sofridos. Desta forma, um dos seus famosos milagres agora seria o da divisão, e não mais o da multiplicação... É claro que contrariando os interesses dos tubarões, estaria automaticamente se condenando a um novo e obscuro rápido calvário.
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Em meio a tudo isso, mesmo que Deus nos permitisse opinar através de preces, uma "opinião" sábia e destendenciosa seria complicada. Assim como seria muito difícil identificá-lo em meio a tantos salvadores hoje atuando pelo mundo. Messias de convincentes representações teatrais e amparados por alta tecnologia. Se sobressair e vencer nos dias atuais, usando somente a verdade como ferr
amenta, tornou-se tarefa impossível... Além do mais Ele enfrentaria a si mesmo como pior inimigo, pois suas lições, deixadas com tanto amor, foram amplamente distorcidas após sua partida.
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Por isso meus "filhos"... digo, amigos... por que esperar algo que podemos hoje mesmo alcançar? A menor distância entre dois pontos é uma linha reta entre eles. Então, considere-se um dos pontos e pense no Cristo único como o outro p
onto, e a distância cabe somente a você determinar. Pode ser de léguas infinitas ou de somente um braço, para o forte abraço. O caminho é claro como o fogo e a verdade cristalina como a água. Busque e encontrará. Certamente à distância de um braço...
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E lembre-se sempre: o amor também não pode ser visto e o perdão jamais será tocado. No entanto, são os responsáveis únicos pela felicidade real... E só a felicidade conduz ao renascimento. Renascimento sem controvérsias e... eterno.




Holdings. Tel-Aviv-Jaffa - Israel

Membro. Vicente da Silva Junior
Diácono Rilvan Stutz. Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com

sexta-feira, outubro 24, 2008

TEMPERANÇA! UMA VIRTUDE ESQUECIDA E QUE NECESSITA SER REATIVADA...

EDUCAÇÃO
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Vivemos em uma época em que tudo acontece de forma extremamente acelerada. Mal um ano se inicia e, quando nos damos conta, eis o Natal, repentinamente, batendo em nossas portas. Juntando-se a isso, há as obrigatórias contas mensais que temos que quitar, de forma contínua e incessante. Temos a sensação que foi há poucos dias que efetuamos tais pagamentos e, pasmos, deparamo-nos novamente com as mesmas, pois vão chegando e nos alertando a respeito de suas respectivas datas de vencimento.
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Na verdade, nosso cotidiano é permeado por fatos e acontecimentos que, de certa forma, provocam ansiedade, irritabilidade, inconformismo e a perda da esperança de que melhores dias virão para aliviar nossas aflições e descontentamentos. Daí a importância do desenvolvimento da virtude da temperança, a qual disciplina e ordena a razão e que se reporta diretamente à auto-avaliação e à correspondência do julgamento feito com relação à realidade existente. É através do exercício de tal virtude que o indivíduo passa a não mais permitir que preocupações, aborrecimentos, atos agressivos, especialmente os de ordem verbal, interfiram na vida das pessoas, evitando, pois, que contabilizem prejuízos, tanto para a saúde mental, como para a psíquica.
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É óbvio que, diante de tantos aborrecimentos que permeiam a vida humana atual, não se trata de um processo fácil de ser assimilado, mesmo porque, depende do exercício e do desenvolvimento de outra virtude, a humildade, que se vincula à capacidade de cada indivíduo de se auto-avaliar e se autocriticar, de forma contínua, quanto ao desempenho apresentado frente às adversidades que hoje, a todo instante, fazem-se presentes. Por outro lado, não pode ser esquecido que, se a humildade não se fizer presente, há grandes chances de que se caia em outro extremo, o da soberba, que é contrária à realidade e se fundamenta no desconhecimento das relações de dependência mútua que existem entre os diversos elementos que compõem a estrutura social e que fazem parte da própria essência do que é considerado como criatura humana.
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De forma conjunta, a incorporação de outro exercício se faz necessário para que aconteça tal renovação: o da paciência. Com isso, o fator tempo passa também a ser de rara valia, porém, é preciso deixar claro que não se trata daquele relacionado com a contabilidade das horas do relógio, mas, do tempo para deixar a vida acontecer, já que a maioria das situações constrangedoras que nos são impostas, não depende de nenhum controle de nossa parte. E é por isso mesmo que devemos buscar dentro de cada um de nós, mecanismos que facilitem a compreensão de que existe uma lei natural que coordena e determina que tudo ocorra em seu tempo certo e que, uma mente tranqüila é capaz de entender melhor o que pensa e sente o “outro”.
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O problema maior, no entanto, parece residir no atrelamento de nossos problemas a soluções rápidas. Continuamos tão apegados a elas que não conseguimos ficar disponíveis para nosso auto-entendimento e, conseqüentemente, para o do “outro”. Portanto, é preciso mudar nosso jeito de ser e de agir e entender que a direção é mais importante que a velocidade, não fazendo do hábito, um estilo devida, não se esquecendo que a vida é uma só e que é preciso encontrar razões para ser livre. Só desta forma será possível fazer com que nossas vidas se transformem em uma viagem despretensiosa e muito mais prazerosa.
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Dra. Luiza A. Falcão Costa - Membro Shvoong.
Editado Por Diácono Rilvan Stutz - Membro Shvoong.
Catedral Presbiterina do Rio de Janeiro

quinta-feira, outubro 23, 2008

PAIS BRILHANTES PROFESSORES FASCINANTES

CUIDANDO DA EDUCAÇÃO
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A adolescência é uma fase de mudanças e principalmente de aprendizagem. Os adolescentes procuram por um sentido na vida e o sentido da mesma. Cabe aos pais e educadores saber encaminha-los e encorajá-los a seguir adiante neste árduo caminho. Cury vem através deste texto mostrar a grande responsabilidade dos pais e professores no ato de educar, bem como fazê-lo corretamente sem causar traumas psicológicos as crianças e adolescentes, e como desenvolver seu intelecto de uma maneira saudável.
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Sobreviver no mundo de hoje não é uma tarefa fácil. È necessário em primeiro lugar que os pais aprendam como educar seus filhos, corrigindo seus erros sem uma repressão traumática. Ajudando-os a pensar e não pensando por eles. E através do dialogo contar suas experiências e erros, para que saibam que todos erram, e ao admitir e corrigir esses erros acabam por aprender com eles. Ser professor não é uma tarefa simples nem fácil. A vida moderna acompanhada dos computadores desestimula a criatividade e o raciocínio, dos adolescentes e crianças que ainda não tem uma personalidade formada. Porque ter o trabalho de ir a biblioteca pesquisar um tema se na internet encontra tudo pronto.
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É essencial penetrar na mente dos alunos. Conhecer suas emoções, lhes ensinar a arte de pensar educando-os para a vida. O educador deve canalizar as energias dos alunos para atividades como, por exemplo, trabalhos voluntários estimulando a convivência em grupo, a responsabilidade e a cidadania, coisas que os façam se sentir úteis e parte da sociedade.Os pais juntamente com os professores são os alicerces da sociedade. Depende principalmente deles, mas também depende do intelecto e dos valores de cada individuo. Assim tornando-se profissionais éticos e capazes, preocupados com a sociedade e com cada ser que nela exista, deixando o mundo mais justo e digno de se viver.
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Escritor Augusto Cury - Membro Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.

CHEGA DE PROMESSA DE BENÇÃO

EDIFICAÇÃO
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Não dá mais para agüentar tanta promessa de bênção. Enche ter de ouvir pastores oferecendo os mais ricos votos de felicidade e proteção divina a cada culto. Ser abençoado tornou-se quase uma obsessão evangélica nacional. Promete-se tanta riqueza, saúde física e felicidade que, pelo número de campanhas de oração realizadas, o Brasil já deveria ter melhorado em algum dos índices de qualidade de vida das Nações Unidas; com algum alívio na distribuição de renda ou menos fila nos ambulatórios públicos.
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Chega de promessa de bênção. A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da vontade de ganhar o benefício celestial. A ênfase dos Evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou Seus primeiros discípulos que antes de se preocuparem em salvar a vida, eles precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35). A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que estão dispostos a pagar por ela.
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Chega de promessa de bênção. Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber mais favor divino favorecem o egocentrismo. Quanto mais se promete, mais se quer receber. Esse caminho não tem fim. O Salmo 106 narra o comportamento dos judeus no período da sua libertação do cativeiro egípcio. Depois de sucessivos milagres, o povo parecia não se saciar, sempre exigindo mais. Esse fascínio pela próxima intervenção transformou-se em cobiça, e o versículo 15 trás uma dura sentença: “[Deus] concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.”
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Chega de promessa de bênção. A Bíblia não pode ser encolhida a uma caixinha de afirmações otimistas. Para continuar com seu discurso de caráter prático, a maioria dos pastores só cita textos tirados do Antigo Testamento e, ainda, do período judaico anterior ao exílio. Os sermões que procuram enfatizar bênçãos deixam de lado os textos contundentes do Novo Testamento em que os cristãos são convocados a viverem em um mundo cruel e doloroso. Jesus não tentou dourar a pílula e nem encobriu a verdade: “No mundo, passais por aflições” (João 16:33).
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Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: “E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:21-22). Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Apocalipse 2:10).
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Chega de promessa de bênção. Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mateus 4:9). A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é.
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No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. Ele tentou incriminar Jeová por só ser amado por Seus filhos por suborno: “Porventura, Jó debalde teme a Deus?” (Jó 1:9). A narrativa poética do livro inteiro deixa claro que o Senhor não era amado por Suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó que ainda exclamou: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21).
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Chega de promessa de bênçãos. A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é justiça. No Sermão da Montanha, os que tiverem fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6). Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33). Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do direito: “O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14:1).
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Antes de quererem para si a benevolência do Senhor, os crentes deveriam almejar a promessa de Isaías 61:3: “A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.” A Igreja Evangélica cresce velozmente no Brasil, mas será que percebeu todas as implicações do que significa seguir a Cristo?
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Soli Deo Gloria.
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Rev. Ricardo Gondim
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
www.reierei.blogspot.com