Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, outubro 10, 2008

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

EDUCAÇÃO
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A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
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Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem. Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
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Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, o leitor tem a opção escolher o que quer ler, reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler.
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Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.

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Professor Renam Castro
Canal Shvoong - Membro
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Preasbiteriana do Rio de Janeiro.

quinta-feira, outubro 09, 2008

VEGETARIANISMO: TENHA CUIDADO

CUIDANDO DA SAÚDE
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Cortar alimentos de origem animal do cardápio, como carne (vermelha e branca), laticínios e ovos, é a opção escolhida pelos vegetarianos. A adaptação na alimentação é uma filosofia de vida seguida com os mais diversos objetivos, seja por determinada religião, pelo objetivo de ter uma dieta saudável, ou ainda, por consciência ecológica.
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Mas nem todo vegetariano restringe todo tipo de alimento de origem animal, como os vegetarianos restritos. Existem também os semi-vegetarianos, não comem apenas carne vermelha; os ovolactovegetarianos, excluem todo tipo de carne, mas comem ovo, leite e derivados; e os lactovegetarianos, consomem só leite e derivados.
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Para que a filosofia não seja prejudicial à saúde, é preciso que o vegetariano obtenha os mesmos nutrientes encontrados nos alimentos excluídos do cardápio, em outros produtos. O endocrinologista e responsável pelo Spa Fazenda Igaratá, João César Castro Soares, explica que o vegetarianismo pode acarretar carência de ferro, vitamina B12 e cálcio, já que essas substâncias são mais presentes em alimentos de origem animal. "Uma forma de suprir e não ter carência de aminoácidos e proteínas é consumir alimentos leguminosos como feijão, lentilha e soja", diz o especialista.
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Porém, João César afirma que mesmo ingerindo leguminosos, o vegetariano pode enfrentar problemas de saúde. "O principal Problema é a anemia megaloblástica, que é a carência de B12. Sua cura vem somente ao tomar a vitamina, pois não existem alimentos que possuem esse tipo de vitamina, a não se os de origem animal". Este tipo de carência só se refere aos vegetarianos restritos.
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Dr.Newslette
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com

terça-feira, outubro 07, 2008

A POLITICA DO PRÉ-ESCOLAR NO BRASIL

KRAMER, Sônia. A Política do pré- escolar no Brasil
EDUCAÇÃO
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São Paulo. Cortez. 2003. A autora, em um primeiro momento, tenta conceitua o que, de fato, é a criança. Como também, as modificações do conceito de infância ao longo da história. Sônia Kramer tem um posicionamento interacionista. Este posicionamento fica evidenciado quando ela nos diz que o comportamento é construído a partir da interação da criança com o meio. Desta forma, não existem papéis e desempenhos específicos para as crianças. Mas, estes papéis e desempenham, serão determinados pela classe social a que a criança se encontrar.
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Para Kramer, atualmente, existem duas novas concepções de infância. A primeira diz respeito à preservação da criança à corrupção do mundo, um ideal semelhante a Rousseau em seu livro Emílio; que também levará o nome de Pedagogia “Nova”. O segundo vê a criança como um adulto imperfeito, e desta forma se faz necessário que esta criança passe por uma moralização, para que se adapte à sociedade; esta por sua vez receberá o nome de Pedagogia “Tradicional”.
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Neste capítulo, a autora, também desmistifica a idéia de que a educação é a solução para todos os problemas da sociedade. Na verdade a educação contribui, mas não é ela que fará as modificações necessárias para que nossa sociedade se torne mais justa e igualitária. Nos mostra justamente, que por não haver uma única classe social, não haver as mesmas oportunidades para todos, também não existe um único conceito de infância. Mas que a criança e respectivamente sua infância será de acordo com o ambiente social e histórico que ela estiver inserida.
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A autora no segundo capítulo divide a história da educação pré-escolar brasileira em duas fases: Pré-1930 e Pós-1930. O período Pré-1930 ela subdivide em outras três fases. A primeira fase seria do descobrimento até 1874. Neste tempo pouco ou quase nada se fazia em relação à educação pré-escolar. A segunda fase vai de 1874 até 1889, quando se inicia movimentação de grupos particulares se dedicando ao atendimento de crianças em idade pré-escolar. Estes grupos eram formados por pessoas da área da saúde, com o intuito de reduzir a mortalidade infantil, tão assustadora não só na época mas também nos dias atuais, embora em menor número.
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Já a terceira fase, que vai de 1889 até 1930, vai se destacar pela fundação do Instituto de Proteção e Assistência à Infância do Brasil, em 1899. Este Instituto tinha por objetivo atender aos menores de oito anos, elaborar leis que regulassem a vida e a saúde destas crianças, criar maternidades, creches e jardins de infância. É fácil perceber como a noção de criança era diferente da que temos hoje. Para que se preocupar com crianças se ninguém sabia nem se elas sobreviveriam? Das crianças que nasciam por ano, quase 50% morriam antes dos dois anos de idade.
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Este pensamento foi se modificando até a visão idealista de que a criança é o homem de amanhã. Desta forma, a criança passa a ser a salvação da humanidade. Entretanto, a criança era vista de forma a-histórica, isto é, sem estar inserida no seu contexto social e histórico. A partir da fase Pós-1930, com a Revolução e toda aquela tentativa de fomentar um amor incondicional à Pátria, as crianças como a ter seu espaço reservado. Pois segundo o discurso oficial a criança estaria intrinsecamente ligada ao desenvolvimento da nação. Durante este período outro fator importante é a questão dos menores operários.
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A própria Constituição, outorgada em 1937, dedica dois capítulos a esta questão. Nos nossos dias, com as conquistas referentes aos direitos das crianças, é até mesmo crime empregar crianças. Tudo isso para que estas crianças possam receber melhor formação. De maneira geral no início da fase Pós-1930, as mudanças foram lentas e aconteceram mais no papel do que na prática. Tanto que muitos órgãos foram criados para se responsabilizar pela formação da criança. Entre eles: o Ministério da Educação e da Saúde Pública por parte do poder público e aOrganização Mundial de Educação Pré-escolar (OMEP) no setor particular.
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No terceiro capítulo, a autora mostra um dualismo que ocorre devido a políticas falhas da educação pré-escolar brasileira: por um lado a educação é compensatória e por outro mesmo sendo esta educação compensatória esta educação não se efetiva. Isto significa dizer que a educação pré-escolar brasileira já peca por ser compensatória, pois a pré-escola deveria ser um espaço de aprendizagem e não um espaço de compensar carências; e não se efetiva porque nossa lei deixa espaço para isto quando não torna a educação pré-escolar obrigatória.
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Quando finalmente, no início do século XX, a educação das crianças menores de sete anos foi considerada importante, na verdade ainda não haviam leis para garantir este ensino. Kramer, nos mostra como as leis concernentes à educação pré-escolar no Brasil foram e são falhas e passíveis de não cumprimento. A Lei de Diretrizes e Bases de 1961 dedica dois capítulos à pré-escola, entretanto, não resolve o problema; a LDB de 1971 retrocede, tentando passa o problema para a iniciativa privada. Dando a entender que a pré-escola só serve para “guardar” as crianças enquanto suas mães trabalham.
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Mesmo hoje com nossa LDB (1996), esta educação não é uma garantia, é direito de todos embora não seja obrigatório. Dá a entender que a lei nos diz: “todos tem direito à pré-escola, mas é melhor que ninguém saiba, senão sairá muito caro para os cofres públicos”.

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Professora e Jornalista Sônia Kramer - São Paulo
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
www.reierei.blogspot.com

segunda-feira, outubro 06, 2008

O ETERNO PROPÓSITO DE DEUS A "FAMÍLIA"

EDIFICAÇÃO
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Acreditamos que podemos e devemos compartilhar nossas experiências familiares com com nossos Irmãos. Sabemos que motivos difíceis estão em muitos lares. Familías que estiveram em situações pararecidas, principalmente quando se trata de uma quase separação. Falar em família é falar de Deus. Quem ainda não experimentou e não passou por momentos desta natureza, só tem que agradeçer muito ao nosso Senhor dos Senhores. Sabemos que a separação é uma dor diferente, vem o arrependimento em muitas das vesez, a saudade bate e fica difícil controlar, enfim é um acontecimento que não parte de Deus e oramos para que Irmão algum passe por esta experiência. O Crioador é perfeito e bom em tudo que faz, portanto, acredite: um lar refeito trará alegria nos Altos Céus!
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O casamento é uma união das mais bela que Deus planejou para o ser vivente. Deixou para os seres humanos desfrutar as melhores coisas desta vida. É uma aliança expressada e consumada através do sentimento de amor de um homem por uma mulher, uma união tão profunda que Deus considera com uma só carne, aqui carne vem do hebraico basar ou do grego soma, que indica corpo, parte biológica do ser humano.
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O Senhor deixa muitos princípios irrevogáveis para o casamento. Por outro lado encontramos o homem em certos estados lamentáveis, vemos a como exemplo alguns casos: monogamia, homem e mulher vivendo infidelidade, uma parte dando direito a seu cônjugue, relações sexuais fora desta união. Intimidades pré-nupciais e extraconjugais que não são lícitas. Lembremos a benção de Deus está reservado para os cônjuges legalmente casados, ser fiel e respeitar o marido, é coisa agradadável aos Olhos do Senhor.
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A liderança do lar por princípio deve-se maior parte ao homem. O cabeça do lar é lei do Senhor, é bíblico. O esposo é a cabeça, isso se refere à responsabilidade de buscar suprir as necessidades da esposa e do lar em primeira mão com o auxílio da mesma.
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O termo submissão, não tem sido muito bem visto por alguns. Ridicularizam em momentos cruciais este decreto divino. Palavra de Deus ensina as mulheres a serem submissas, Deus orienta biblícamente em outras palavras, diz assim: mulheres reconheçam a autoridade que foi dada aos vossos maridos, valorizem o amor, auxiliem seus maridos a cumprirem suas tarefas com seus planos e decisões voltados para a família.
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Para as mulheres o rei Salomão tem deixado um eterno e conhecido princípio, a mulher sábia edifica sua casa, Provérbios 14.1. Toda mulher deve procurar Deus buscando esta sabedoria suprema. Assim de lado a lado construir a saudável família, para a alegria do Senhor. Para os homens, as escrituras adverte, maridos, amem suas esposas como Cristo amou a igreja e, se entregou por ela, Efésios 5.25, amar a ponto de dar toda a sua luta por sua esposa, pois, são um só corpo, uma só carne.
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Este propósito de Deus (Família), sabemos tem sido persseguido por todos aqueles que vivem na escuridão, e perdição, e não será por este motivo que fracassaremos! Nossas vidas estão alicerssadas no Senhor da Glória, fracassamos em alguns momentos, mais devemos voltar para o "Amado o mais rápido possível!" Não podemos deixar de observar que o mundo secular e, até mesmo famílias Cristãs, estão passando por desequilibrio a ponto de se pensar em destruição do lar através da separação.
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Lembremos: a separação é ato de extrema "dor". Saibam afeta a toda família, isto é o pior que pode acontecer em um lar. Em segundo lugar: como colocaremos diante do noso Deus da Glória Eterna, tal decisão! Voce já meditou sobre tal decisão! Louve a Deus, a viva a sua família! Ela é família de Deus e só traz felicidade! Amém.
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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
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