Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, outubro 01, 2008

A VIDA DE CRISTO ESTABELECEU UMA RELIGIÃO EM QUE NÃO HÁ DIFERENÇAS ...

EDIFICAÇÃO
Cristo não conhecia distinção de nacionalidade, posição ou credo. Os escribas e fariseus desejavam fazer dos dons celestes um privilégio local e nacional, e excluir o resto da família de Deus no mundo. Mas Cristo veio derrubar todo muro de separação. Veio mostrar que Seu dom de misericórdia e amor é tão ilimitado como o ar, a luz ou a chuva que refrigera a terra.
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A vida de Cristo estabeleceu uma religião em que não há diferenças, a religião em que judeus e gentios, livres e servos são ligados numa fraternidade comum, iguais perante Deus. Nenhuma questão política Lhe influenciava a maneira de agir. Não fazia diferença alguma entre vizinhos e estranhos, amigos e inimigos. O que tocava Seu coração era uma pessoa sedenta pelas águas da vida. Não passava nenhum ser humano por alto como indigno, mas procurava aplicar a toda pessoa o remédio capaz de sarar. Em qualquer companhia em que Se encontrasse, apresentava uma lição adequada ao tempo e às circunstâncias. Cada negligência ou insulto da parte de alguém para com seu semelhante servia apenas para fazê-Lo mais consciente da necessidade que tinham de Sua simpatia divino-humana.
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Procurava inspirar esperança aos mais rudes e menos promissores, prometendo-lhes a certeza de que haveriam de tornar-se irrepreensíveis e inocentes, alcançando um caráter que manifestaria serem filhos de Deus Muitas vezes Jesus encontrava pessoas que haviam caído no poder de Satanás e que não tinham forças para romper os laços. A essas criaturas, desanimadas, doentes, tentadas, caídas, costumava dirigir palavras da mais terna piedade, palavras adequadas e que podiam ser compreendidas.
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Quando encontrava pessoas empenhadas numa luta renhida com o adversário das pessoas. Ele as animava a perseverar, assegurando-lhes que haviam de triunfar, pois anjos de Deus se achavam a seu lado e lhes dariam a vitória. À mesa dos publicanos Ele Se sentava como hóspede de honra, mostrando por Sua simpatia e benevolência social que reconhecia a dignidade humana; e os homens anelavam tornar-se dignos de Sua confiança.
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Sobre o coração sedento, as palavras dEle caíam com bendito poder vivificante. Novos impulsos eram despertados, e abria-se para esses excluídos da sociedade a possibilidade de vida nova. Conquanto fosse judeu, Jesus Se associava sem reserva com os samaritanos, deitando assim por terra os costumes farisaicos de Sua nação.
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A despeito de seus preconceitos, Ele aceitou a hospitalidade desse povo desprezado. Dormia com eles sob seu teto, comia à mesa deles compartilhando da comida preparada e servida por suas mãos ensinava em suas ruas, e tratava-os com a maior bondade e cortesia. E ao passo que lhes atraía o coração pelos laços de humana simpatia, Sua divina graça levava-lhes a salvação que os judeus rejeitavam. Louvemos ao Senhor, pelo caráter perfeito que possui, e por tão grande oportunidade que nos tem concedido. Andemos em relacionamento íntimo com Ele, tendo os mesmos pensamentos, sentimentos e atitudes.
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Filipenses 2: 5 ; 4: 4-9 Graça, Alegria e Paz, da parte Daquele que era, que é, e que há de vir. O Todo Poderoso. Em Efésios. Cap. 2, 14. diz: Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade. Efésios. Amém.
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E. W e G.Ramos
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com

terça-feira, setembro 30, 2008

INUNDAÇÃO DEVOLVE VIDA AO JARDIM DO ÉDEN

NOTICÍAS PELO MUNDO
Centro de Estudos Históricos. BioScience Iraque.
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O Jardim do Éden foi destruído na década de 1990. Os vales úmidos e férteis entre os rios Tigres e Eufrates foram drenados e represados, transformando em deserto cerca de 15 mil km² de região pantanosa. Por volta do ano 2000, restava menos de 10% dessa área, entretanto, uma reinundação que vem ocorrendo desde 2003 está produzindo o que alguns cientistas estão chamando de "milagre do pântano mesopotâmico". Plantas, vida aquática e até mesmo aves raras estão retornando ao seular ancestral.
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O cientista Curtis Richardon, da Universidade Duke, e Najah Hussain da Universidade de Basra, Iraque, fizeram o primeiro levantamento ecológico sobre os pântanos recuperados. Em setembro do ano passado,39% do solo original estava novamente debaixo d'agua, segundo fotos desatélite. As gramíneas, antes naturalmente abundantes, voltaram aesses charcos fragmentados, entre os quais os cientistas escolheram quatro Cientistas para monitorar: Al-Hammar, Abu Zarag, Suq Al-Shuyukh eAl-Hawizeh.
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Foram avaliados diversos marcadores, desde a qualidade da água até a presença de vida selvagem, e os resultados mostram que os pântanos Iraquianos estão realmente recuperando a saúde. A reinundação foi possível por causa do derretimento da neve das montanhas na fronteira com Irã e Turquia. As áreas alagadas apresentam baixos níveis detoxinas, metais pesados e outros contaminadores da lama seca. Avegetação está se expandindo a uma taxa de 800 km² por ano.
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Com ela, peixes, crustáceos e outros organismos aquáticos retornaram modestamente. Setenta e quatro espécies de aves há décadas não sãovistas na região, já reapareceram, entre elas o raríssimo palrador Iraquiano (Turdoides altirostris). A viabilidade do "milagre Iraquiano", porém, está ameaçada pela crescente competição pela água. "O problema tende a se agravar nos períodos de estiagem", afirma Richardson. "A água tem de fluir, tem que lavar continuamente o sistema".
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Os projetos de irrigação na Turquia, Síria e Irã, bem como a demandacrescente das fazendas iraquianas, podem abreviar o fim dos valesférteis que são o berço da civilização. "Minha esperança é que aagricultura recicle pelo menos parte da água". O relatório sobre o ecossistema foi publicado na edição de maio da BioScience.
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Scientific American Brasil - Referência 49.
Centro de Estudos Históricos Fonte: BioScience. Iraque.
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
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domingo, setembro 28, 2008

FALTA CARINHO PARA NOSSOS IDOSOS

Abordagem Psicológica do Envelhecimento e da Morte.
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Podemos considerar a morte como a maior das crises que o homem enfrenta. Todos nós enfrentamos crises, algumas superáveis outras não e embora estejam sempre presentes há uma diferença que interfere na possibilidade de seu enfrentamento; na terceira idade as perdas aceleram-se, sendo que o tempo para superá-las é menor. Pode ocorrer, no entanto, o idoso sentir-se incapacitado ou frágil para enfrentá-las instalando-se assim uma crise mais séria.
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Nas sociedades primitivas os idosos eram venerados, fonte de sabedoria e experiência, hoje houve inversão de valores, os idosos são marginalizados e perdem sua valorização social. A sociedade vem assistindo mudanças em relação à imagem do idoso. Em parte, devido ao aumento da expectativa de vida e os problemas decorrentes do despreparo quanto a que atitudes devem ser tomadas tanto no que tange a aspectos sociais de atenção a saúde como a um sistema previdenciário que os apóie. Atitudes preconceituosas têm feito da terceira idade um fardo aos que a possuem.
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O ideal não é simplesmente prolongar a vida como a ciência tem feito, mas que haja condições favoráveis a uma vida digna onde não haja omissão quanto às condições do idoso. A verdade é que a velhice não é um problema social, mas a forma com que a sociedade tem lidado com ela tem trazido problemas sociais. A possibilidade de ações multidimensionais, tendo em vista as características da velhice e das suas determinantes biopsicossociais assustam-nos, principalmente a partir do momento da nossa conscientização de que também passaremos por esse processo que nos coloca a uma pequena distância da morte, responsável por nos banir de uma sociedade que pensamos depender de nós, mas que nos transcende.
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A morte biológica significa o fim do organismo humano, mas o ser social só deixa de existir a partir do momento em que uma série de cerimônias de despedida é realizada e a sociedade reafirma sua continuidade sem ele. Existe grande diferença entre conceitos pensados como sinônimos. Envelhecimento, idoso e velhice distinguem-se quanto aos seus aspectos. O envelhecimento é o processo que ocorre durante o curso da vida, onde há modificações biológicas, psicológicas e sociais. O ser humano modifica-se somaticamente do nascimento até a morte.
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Idoso geralmente é especificado pelo tempo cronológico, mas existem questões físicas, funcionais, mentais e de saúde que podem influenciar. O idoso é o resultado do processo de desenvolvimento, do seu curso de vida. Faz parte de uma consciência coletiva, a qual introjeta em seu pensar e seu agir. A velhice é a última fase do processo de envelhecimento. É um conceito abstrato, sendo impossível delimitá-la em tempo ou em características.
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Sendo assim, coloquemos nas Mãos do Senhor "Nossa Velhice", Deus cuidará de tí. Coloquemos nas Mãos do Senhor o momento de nossa morte, "Sendo um momento pouco sofrível!" Que neste momento, possamos sentir os Braços doAltíssimo nós aconlhendo! Subindo para a Glória Eterna aprovado e prontos para dizer ao Pai "Eis-me Aqui Senhor!" Oramos para que possamos estar aprovados. Colocamos nestas humildes palavras, nossa oração! Nos receba, Oh! Pai Eterno. Amém.

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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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sexta-feira, setembro 26, 2008

REENCANTAR A EDUCAÇÃO

NOTÍCIAS PELO MUNDO
OPINIÃO
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Como a provação da educação constitui-se, na sociedade atual, numa séria “causa mortis” do conhecimento e da aprendizagem, é preciso defender vidas a partir do estímulo dos nichos vitais e das ecologias cognitivas. Apesar do panorama desolador no sistema educacional brasileiro, tanto em termos de técnicas, metodologias e experiências, criativas, o autor defende uma persistência dos processos de aprendizagem, em que os processos vitais e os de conhecimento despertem novidades fascinantes e motivações positivas para reencantar a educação.
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As circunstâncias adversas produziram um mero corporativismo, onde impera o negativismo, no qual aqueles que dantes pareciam progressistas e inovadores desembocam, nas palavras do autor, num “apartheid neuronal”, onde as ecologias cognitivas inexistem. Com o conhecimento e o aprender interagindo como assuntos obrigatórios, o mercado que promove as tendências de inclusão e exclusão deve dar lugar a uma relação onde os homens e as máquinas são parte do mesmo processo, todos agindo em prol da vida, do conhecimento.
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E a insensibilidade, a hiperpolitização estéril devem abrir caminho para a explosão dos espaços de conhecimento, onde a educação sai do mero discurso e promove a revitalização do tecido social e do conhecimento, com todos os valores a si inerentes. Os processos cognitivos carecem de uma visão antropológica séria, que mesmo complexa traga lucidez política e ética, onde a solidariedade produza consensos políticos e educacionais, onde a criatividade se revista de ternura e felicidade individual e coletiva. Como o prazer e a ternura na educação passa pela experiência sensorial do corpo, a morfogênese do conhecimento tem que ser dinâmica, prazerosa e curativa, com uma pluri-sensualidade que passe pelo cérebro, pelas emoções, e se expresse no corpo.
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Assim, o monopólio da educação visual-auditiva dará lugar a uma educação instrutiva e criativa, cheia de encantamentos e acessível, comprometida com o social e centrada no prazer de aprender e ensinar, e onde a educação se reveste novamente de encantos.

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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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