Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, junho 25, 2008

SER FIÉL É SER AMIGO DE CRISTO

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O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido, como restaura-lhe o sabor? Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lança-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Lucas 14:34-35.
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Deus tem convocado seu povo pra ser sal da terra e luz do mundo. Antes de pensarmos no sal e na luz, nos preocupemos um pouco com o nosso viver no dia a dia. Não temos correspondido, sabemos muito bem das nossas fraquezas, não temos olhado para Cristo como devemos.
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Precisamos lembrar que “amigo” é aquele que não falta nunca e principalmente se falando de Jesus Cristo! Este é o verdadeiro amigo, acima de qualquer coisa! Com todas nossas fraquezas reconhecidas, nossas falhas, mas só o Bom Amigo Jesus Cristo, sempre estará ao lado dos seus servos.Sempre pronto para nos ensinar o caminho, o sentido de ser amigo e fiel! Jesus Cristo! Aquele que sempre quer ser solução! Acima de todas as coisas.
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Se enfrentarmos muitas dificuldades, sabemos que a razão é porque fracassamos. O fracasso pode ser obra de nossa pouca fé em alguns momentos de nossa vida. Isto é perigoso, pois sabemos que satanás nos rodeia.O inimigo sempre vai tentar nos tirar do bom e saudável caminho. Felizmente temos Jesus Cristo e andamos com Ele.
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Por outro lado o cuidado se faz necessário, precisamos estar atentos, o inimigo é sutil, ardiloso, cheio de artimanhas.Ele faz o certo parecer errado, e o errado parecer certo. A bíblia nos alerta a estarmos atentos às astutas ciladas do diabo. Conversas inadequadas, e coisas semelhantes são usadas para enfraquecer nossa fé.Gostaríamos de chegar a nossa tão querida bíblia, que nos ensina tudo, de tudo!
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Este tudo é o que precisamos neste mundo para alcançar forças e chegar à felicidade ou bem perto deste ideal! Aproveitemos e falemos um pouco dos ensinamentos do nosso Lucas.Lucas usa o sal como exemplo, lemos no texto abaixo que ele sem sabor não tem valor algum! Figuradamente para nossas vidas ele foi muito feliz, nos exorta para que em hipótese alguma, deveremos perder o sabor!
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O texto diz assim: Lucas 14, 34. O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido como lhe restaurar o sabor? Neste versículo Cristo compara o crente “morno”, indolente que não calcula o preço de segui-lo, com o sal sem sabor.Temos em Ap. 3.16, uma referencia sobre o ser “morno”. Na revelação Cristo diz: “Assim porque és morno, é nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca".
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Na verdade, o crente fiel de ser estabelecido no reino e na comunhão com Deus (Sl. 27; 4).Outro texto muito edificante nos mostra o segundo livro de Timóteo, onde nos fortalecemos e nos alegramos com tamanha promessa!II Tm 3:11-12, diz: “Fiel é esta Palavra: se já morremos com Ele, também viveremos com Ele; se perseverarmos, também com Ele reinaremos; se o negamos, Ele por sua vez nos negará; se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo”.
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Aqui estão em vista a perseverança do crente em crer e a perseverança de Cristo em amar e salvar. Entretanto, é a imutabilidade de Cristo que da base para a firmeza do crente.A fidelidade de Deus em cumprir suas promessas de misericórdia está viva! Vemos isto lá na epístola do Apostolo Paulo aos Romanos, 3:8; 29-32 e 1Jo 3:20. São as confirmações através da Palavra.Cristo é nosso melhor amigo!
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Ser fiel é realmente tê-lo como amigo! É difícil ser totalmente fiel, isto é o resultado de nossas fraquezas. Muitas vezes e principalmente em nossos dias, as dificuldades são grandes. Mas pela Graça do Pai, possuímos a Palavra que nos ensina o caminho que devemos andar, assim temos a proteção perfeita. Lembramos também que Jesus está ao nosso lado, mas precisamos merecer, reconhecer os nossos pecados.
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Lembramos o importante é confessar um a um e colocá-los aos pés de Cristo. Tudo nos afasta de Cristo e isto é preciso ser corrigido em nossas vidas, só assim estaremos em plena comunhão! O verdadeiro cristão precisa sempre, encontrar forças para estar sempre pertinho da Palavra e de Cristo. Suplicamos ao Senhor da glória que nos conduza sempre pelos seus caminhos e fiel ao Senhor em todas as coisas. Vamos usar o que de graça nos concedeu o Pai. Caminhemos com Cristo e seremos o verdadeiro “sal da terra”, para sempre.
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Amém.
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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, junho 24, 2008

SER CAMPEÃO


Anda na minha presença e sê perfeito - Gn.17.
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Duarante um ano que se passa, nos deparamos com as competições esportivas, temos inúmeras modalidades, sejam de qualquer espécie, sabemos que no final existe um momento muito especial, a recompensa! “O famoso troféu ou medalha, após isto é só comemorar a vitória.
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Sabemos também que eventos desta natureza motiva qualquer nação desta terra, poucos são aquelas que não dão valor. Lembramos da palavra “disputa”, sempre há algo para se conquistar, quando se completa esse ciclo temos um campeão! Sabemos disputa-se muito para chegar ao bom objetivo. É isto que todos querem alcançar o final de tão importantes competições, e temos as mais variadas possíveis.
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Erguer o troféu da vitória, muitos conseguiram, este é um momento alegre, que leva um competidor terminar a sua disputa, um final brilhante, um belo momento, “ser campeão!”. Alias, destacamos uma das mais importantes, a “Copa do Mundo de Futebol”. Sabemos ser esta, a competição mais importante no Mundo inteiro, a mais sonhada por seus participantes é sem dúvida a copa do Mundo e sua “bola”.
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Assistí á dias que antecederam a Copa do Mundo, uma das muitas reportagens e entrevistas sobre a copa, e nela um dos jogadores do Brasil dizia, que a sua meta agora, não era a expectativa de ser um jogador “exaltado” ou o melhor da Copa”, nem pensar no sucesso pessoal. Seu alvo era ir buscar mais uma estrela para o seu País, para isto, o grupo deveria estar unido, todos deveriam seguir as orientações técnicas, treinar bastante, e cada um deveriam fazer bem a sua parte, sempre como meta principal.
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Tendo como esta meta, o esforço máximo para alcançá-la. Confesso fiquei impressionado com a entrevista. Realmente onde há a união, o esforço a dedicação o alvo será alcançado, com certeza ficaremos muito mais perto da vitória. Esta entrevista me lembrou do Apóstolo Paulo, que teve sempre como meta principal atingir o alvo seja da vitória em Cristo ou entre os Irmãos.
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Falando sobre a busca da perfeição como meta áurea de todos os Cristãos, Paulo afirma: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. “A expressão” prossigo para o alvo” tem em si muitas lições importantes para cada um de nós. Por exemplo: a finalidade da Igreja é dever, buscar a perfeição a cada dia, mesmo sabendo que tal meta, será alcançada no céu. Aqui, na esfera terrena da vida, estamos no lugar de preparo, de treinamento.
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Mesmo sendo uma meta que se consumará, Paulo afirma que o Cristão não deve esmorecer. Isto é, devemos abandonar coisas que pesam e atrapalham nossa caminhada Cristã, ao mesmo tempo, devemos renovar o cada dia a decisão de prosseguir com determinação em busca da perfeição, alcançar o alvo que atenda a vontade de Cristo.
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Ao chamar Abraão lhe disse: Ande em minha presença e sê perfeito (Gn.17.1). Ande em minha presença e persiga a meta da perfeição.
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O Apóstolo Paulo, também falou que devemos como Cristãos estabelecer a “estatura de Cristo”, como alvo a ser alcançado (Ef. 4.13). Sei que este assunto dá para se comentar bastante, mas o que me chama a atenção é que quando temos um alvo em comum e, cada servo em plena atividade na Igreja faz a sua parte, abandonando atitudes e pensamentos velhos, somos renovados a cada dia na busca de “mais uma estrela”, ou seja, de um emblema, que glotifique a Deus e que se somará a promessa do Senhor com muitos galardões! Assim seja.
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Amém.
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Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro – Rio

sábado, junho 21, 2008

CHEGA DE PROMESSA DE BÊNÇÃO

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Não dá mais para agüentar tanta promessa de bênção. Enche ter de ouvir pastores oferecendo os mais ricos votos de felicidade e proteção divina a cada culto. Ser abençoado tornou-se quase uma obsessão evangélica nacional.Promete-se tanta riqueza, saúde física e felicidade que, pelo número de campanhas de oração realizadas, o Brasil já deveria ter melhorado em algum dos índices de qualidade de vida das Nações Unidas; com algum alívio na distribuição de renda ou menos fila nos ambulatórios públicos.Chega de promessa de bênção.

A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da vontade de ganhar o benefício celestial. A ênfase dos Evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou Seus primeiros discípulos que antes de se preocuparem em salvar a vida, eles precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35).A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que estão dispostos a pagar por ela.Chega de promessa de bênção.

Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber mais favor divino favorecem o egocentrismo. Quanto mais se promete, mais se quer receber. Esse caminho não tem fim. O Salmo 106 narra o comportamento dos judeus no período da sua libertação do cativeiro egípcio.Depois de sucessivos milagres, o povo parecia não se saciar, sempre exigindo mais. Esse fascínio pela próxima intervenção transformou-se em cobiça, e o versículo 15 trás uma dura sentença: “[Deus] concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.”Chega de promessa de bênção.

A Bíblia não pode ser encolhida a uma caixinha de afirmações otimistas. Para continuar com seu discurso de caráter prático, a maioria dos pastores só cita textos tirados do Antigo Testamento e, ainda, do período judaico anterior ao exílio.Os sermões que procuram enfatizar bênçãos deixam de lado os textos contundentes do Novo Testamento em que os cristãos são convocados a viverem em um mundo cruel e doloroso.

Jesus não tentou dourar a pílula e nem encobriu a verdade: “No mundo, passais por aflições” (João 16:33). Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: “E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:21-22). Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Apocalipse 2:10).Chega de promessa de bênção. Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mateus 4:9).

A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é.No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. Ele tentou incriminar Jeová por só ser amado por Seus filhos por suborno: “Porventura, Jó debalde teme a Deus?” (Jó 1:9). A narrativa poética do livro inteiro deixa claro que o Senhor não era amado por Suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó que, pobre, ainda pôde exclamar: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21).Chega de promessa de bênçãos.

A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é justiça. No Sermão da Montanha, os que tiverem fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6). Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33). Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do direito: “O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14:1). Antes de quererem para si a benevolência do Senhor, os crentes deveriam almejar a promessa de Isaías 61:3: “A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória”. A Igreja Evangélica cresce velozmente no Brasil, mas será que percebeu todas as implicações do que significa seguir a Cristo.

Pr. Ricardo Gondim
Por Rilvan Stutz

sexta-feira, junho 20, 2008

DESCONTRUINDO TRIBUNAIS

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Há pessoas que são assim expansivas e alegres, gostam de contar anedotas e fazer piadas, e isso com uma graça e um brilhantismo que podemos dizes que são palhaças, no melhor sentido da palavra, aonde chegam armam um circo.

Há outras que têm o dom do ensino, são pedagogas por natureza. Sabem comunicar aquilo que conhecem com grande eficiência, aonde chegam há quem se sente ao seu redor para ouvir e receber o seu ensino. Elas vivem armando escolas.
Há, ainda, aqueles cuja presença impõe uma ordem, elas motivam as pessoas a ações, a atos de coragem e heroísmo. É impressionante como são organizadas e organizadoras. Aonde chegam armam quartéis.
Mas hoje queremos lhes falar de um quarto grupo de pessoas. O palco destas não é o picadeiro, seu material de trabalho não é a lousa, nem seguem ditando a marcha daqueles que estão ao seu redor. Hoje queremos lhes falar sobre os que armam tribunais. Sobre aqueles que vivem colocando seus semelhantes, amigos e parentes, e não raro a si mesmos, diante de cortes de justiça.
Todo mundo para eles é um réu em potencial; eles não têm relacionamentos, têm processos; estão o tempo todo formulando ou recebendo queixas, denúncias... construindo casos; não dão opiniões, emitem sentenças. Se não são juízes por ofício, o são por vício.

Faltam magistrados no Judiciário, mas eles abundam por toda parte, em casa, no trabalho, na escola e até mesmo na Igreja de Cristo Jesus.

O texto que propomos no título faz parte do Sermão da Montanha e é um imperativo no sentido de que não sejamos juízes de nossos irmãos. João já nos disse que Deus enviou o Seu Filho ao mundo não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele (João 3:17). E o mesmo Jesus, que não encarnou na condição de juiz, nos diz que nós não devemos julgar aos nossos semelhantes.

E por que não devemos julgar os nossos irmãos?

1.Porque Deus não nos confiou esta autoridade. Assim, quem julga o seu irmão está usurpando um poder e um direito que o Pai reservou exclusivamente para Si na presente dispensação;
2.Porque como irmãos somos suspeitos para exercer juízo sobre eles. Nós somos sempre família do réu, e o nosso lugar não é a cátedra de juiz, mas o banco humilhante e frio, especialmente reservado para os parentes de quem está sendo julgado.

3.Porque também somos culpados de nossos próprios pecados. Como pecadores temos consciência que chegará o momento em que seremos julgados pelo bem ou mal que tivermos praticado. Somos réus no tribunal da Graça e da Misericórdia de Deus;
4.Porque o fato de sermos igualmente pecadores, impede que vejamos os pecados de nossos irmãos de forma adequada, para que possamos fazer qualquer juízo válido e competente;
5.Porque quando julgamos alimentamos o monstro das relações judicantes, que findarão apor vitimar a nós mesmos.

Alguns podem dizer que este tipo de postura estimula a impunidade no meio da Igreja e finda por favorecer um tipo daninho de permissividade. Nós cremos que não

É nossa função dizer que o adultério é pecado. E o adúltero? Entreguemo-lo ao Senhor. É nossa obrigação ensinar que o homossexualismo é pecado. E o homossexual? Entreguemo-lo a Deus. É nossa obrigação afirmar que a mentira é pecado. E o mentiroso? Entreguemo-lo a Deus.

O que torna tão difícil fazer isso, não é o zelo pela santidade e pela pureza do Corpo de Cristo, é a nossa ânsia, quase irresistível, pelo exercício judicante em desfavor de nosso semelhante.

O que fazer para se livrar do hábito de armar tribunais?

1.Reconheça que o seu pecado é maior do que o de seu irmão (argueiro e a trave);
2.Dedique-se ao seu processo de santificação e não àquele que está sendo desenvolvido pelo seu irmão (tira primeiro a trave de teu olho);
3.Aconselhe seu irmão sobre o que você entende ser certo ou errado, à luz da Palavra de Deus, se necessário faça isso com uma ou duas pessoas amigas, que lhe ajudem nesta tarefa, e depois entregue-o ao Senhor (Mat. 18:15-17);
4.Renuncie (peça demissão em caráter irrevogável) da função de juiz de seu irmão e peça perdão a Deus por durante tanto tempo ter ocupado indevidamente uma função que é só d´Ele...

O difícil não é conhecer a Jesus, é amá-Lo; o difícil não é entender a Sua mensagem, é acatá-la; o difícil não é saber qual é a Sua vontade, mas obedecê-la. É por isso que Jesus disse que “aqueles que ouvem estas minhas palavras e as pratica é semelhante ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.


Rev. Martoreli Dantas
Colaboração Pão Quente Diário
Por Rilvan Stutz