Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, junho 18, 2016

DESLIGUEM A TV E O CELULAR






 Na Audiência Geral do dia 11 de novembro, o Papa Francisco disse que “é necessário cuidar da comunicação com coisas simples, porém eficazes, como conversar durante o jantar”. Fazendo eco das palavras do Pontífice, penso que fazem um grande mal para si, para os filhos e para as suas famílias os pais e as mães que espalham televisões por toda a casa, como se em cada canto tivéssemos de ter esse equipamento bem disponível, talvez para que o seu ruído abafe o insuportável vazio de sentido que cada qual traz dentro de si.
O lar há de ser um local de convivência familiar. “Uma família cujos membros quase nunca fazem as refeições juntos o que não se conversa na mesa, mas assistem televisão ou usam o smartphone é uma família ‘pouco família’”, diz o Papa.

É impressionante notar como esses equipamentos eletrônicos roubam as oportunidades de convivência familiar. Basta observar, por exemplo, como se comportam as pessoas numa mesa de restaurante. Mas qual seria o motivo disso?

Um diálogo ou uma conversa entre várias pessoas, seja numa mesa de refeições, seja numa sala de estar ou mesmo ao telefone, exige esforço para ouvir e para responder num determinado momento específico, ainda que não se esteja disposto ou se desejasse fazer outra coisa.

A mensagem eletrônica, ao contrário, pode ser lida e enviada quando melhor aprouver. Não exige uma interação em tempo real. Mais ainda, não é necessário fazer boa cara (basta enviar uma carinha feliz), esforço para sorrir, falar com simpatia etc. Em suma, é muito mais fácil enviar uma mensagem do que estabelecer um diálogo em tempo real.

Algo de semelhante está por detrás da decisão de se ter um cachorro ao invés de um filho. Esse exige atenção e cuidados 24 horas por dia, esteja ou não disposto, quando se está bem ou cansado. Já o animalzinho, bem alimentado, pode ficar esperando por horas e horas até que, num dado momento, se dono se dispõe a passear ou brincar com ele. E então basta um breve aceno para que venha todo satisfeito com o rabinho abanando.

Não temos nada contra animais domésticos. Bem ao contrário, penso é muito louvável a atitude as pessoas que optam por tê-los e se dispõem a cuidar deles com desvelo e carinho. Mas é certo que é muito mais fácil cuidar de um animal doméstico do que dos filhos. Esses exigem uma luta constante contra o nosso egoísmo, uma abertura de coração para se doar mesmo quando isso custa muito esforço. Devemos considerar, porém, que o amor se prova principalmente no sacrifício. E não é feliz quem ainda não aprendeu a amar.

“Na mesa se fala e se escuta. Nada de silêncio. Não é o silêncio dos monges, é o silêncio do egoísmo. Cada um fica com as suas coisas ou com a televisão, com o computador e não se fala. Não! Nada de silêncio!” disse o Papa. E depois conclui: “Recuperai a convivência familiar!”.

Esse objetivo que o Papa nos propõe cabe principalmente às mães e aos pais. São eles que devem fomentar um saudável ambiente familiar. Para isso, deverão se esforçar para construir um ambiente ameno, prazeroso, onde todos se sintam à vontade. Do contrário, é evidente que os filhos preferirão os eletrônicos, que por certo não lhes ficam todo tempo cobrando: “já fez lição?”, “fez isso?”, “terminou aquilo?”.

Uma dica para se programar as condições que permitem a convivência familiar é estabelecer pequenas regras. Por exemplo, que durante as refeições não se liga a TV nem se usa o smartphone. E depois devem ser os pais os primeiros a dar bom exemplo. Um conselho muito oportuno, que ouvi de uma mãe que teve dezoito filhos, é pensar em algo interessante para se contar durante as refeições. 

Pouco a pouco os filhos entram na conversa, dizem o que pensam. Vez por outra será necessária uma intervenção, para que se respeitem as opiniões dos outros. Uns dias brigam, noutros sorriem. Enfim, entre euforias e tristezas, risos e lamentações, vão se construindo uma convivência sólida e feliz, apta a forjar mulheres e homens fortes, destinados e tornar cada dia melhor o mundo em que vivem.


Por Rilvan Stutz
Portal da Família

segunda-feira, junho 13, 2016

FAMÍLIA É VIDA



Valorizar a vida... Esse é o desejo da Família.

Festejar o nascimento... É dizer não ao abandono de crianças, às violências. Viver a alegria em família... E dizer não às separações, divórcios, lares desfeitos.

sábado, junho 11, 2016

LIÇÕES DO FUTEBOL





1- Treinar sempre - Precisamos sempre estar em forma, em dia, preparados e adequados. Tudo na vida deve ser bem preparado para vencermos a mediocridade, a rotina, a superficialidade. Treinar significa dar o melhor de si, cultivar-se sempre, querer crescer. Nunca estamos prontos e acabados, somos eternamente aprendizes.

2- Trabalhar em equipe - Nós somos tentados ao individualismo, isolamento ou estrelismo. Tudo isso leva à derrota. O futebol é uma escola da vida em equipe, em unidade, em interação com os outros. O time, a equipe é como uma família. Todos são importantes. A vitória de um é sucesso de todos. O time em campo ensina valorizar o outro, promover o outro, aceitar ajuda do outro, colaborar e trabalhar juntos para vencer juntos.

3- Obedecer às normas - Quanto mais um jogador sabe e obedece às normas do jogo tanto mais ele é eficiente e erra menos. Obedecer às normas não é submissão, jugo, opressão, servilismo. As normas e leis existem para o bem comum e a obediência às leis permite a convivência social, a igualdade de todos e o zelo pelo que é público. Obedecer ao árbitro é proteger o time contra a violência, o egoísmo, o orgulho, a raiva, a vingança.

4- Saberes ganhar e saber perder - Assim é a vida. Saber ganhar sem vaidade, orgulho e desprezo dos outros. O que importa é participar. Sem o adversário, não há vitória. Saber respeitar o adversário é sinal de maturidade. O adversário não é mau nem inimigo, mas, alguém importante que nos desafia. Outra lição do futebol é saber perder. Quão difícil na vida é saber perder. Aceitar a derrota, o fracasso e treinar de novo para melhorar, eis o caminho da sabedoria. A derrota é possibilidade de autoavaliação e de superação das limitações. Muitas vezes a derrota é oportunidade para futura vitória.

5- Ser bom atleta - Um atleta passa por grandes renúncias, sacrifícios, exigências. Precisa de formação física e psicológica, de concentração e autocontrole, espírito de cooperação e domínio de si, superação da derrota, respeito ao rival, espírito de equipe e amizade. Se em nossas Igrejas, escolas, tivessem fiéis e estudantes com espírito de atleta, a missão educadora e evangelizadora seriam bem diferentes.

6- Ser torcedor - Aprendemos lições do futebol com os bons torcedores. Eles são entusiasmados, vibrantes, participantes, incentivadores, colaboradores, motivadores. Se soubéssemos vibrar com a verdade e o bem, a justiça e o amor com a vigor dos torcedores teriam outra sociedade. Ser torcedores do evangelho, do reino de Deus, do amor fraterno, é o que mais necessitamos para derrotar a violência, a droga, o vazio existencial. Demonstra alto grau de humanismo quem torce pelo sucesso e bem-estar dos outros.
  
7- Evitar os perigos -  Quando o time vira ídolo enfrentamos sérios perigos. Deixamos Deus e adoramos o time. A corrupção financeira ronda os esportes. Tudo vira negócio. A violência toma conta dentro e fora do campo. Quando um time é endeusado a família é deixada de lado, as finanças não são controladas, o nervosismo, a hipertensão, as doenças vasculares aparecem. O torcedor se torna um escravo. Tudo vira circo, festa e alienação.

A idolatria esportiva enfraquece a consciência política, o interesse social, a responsabilidade por outros valores inegociáveis. “Filhinhos, fugi dos ídolos”, nos diz o evangelista João. A idolatria gera fanatismos e escravidões, engana as pessoas, corrompe a vida. Além disso, afasta de Deus, prejudica a família, aliena a consciência, escraviza a sociedade.

Somos atletas de Deus em busca da coroa incorruptível nos céus. A salvação eterna será o gol decisivo da vitória da graça e da fé. Cantaremos eternamente as glórias de Deus que deu à Igreja, o treinador Jesus e o Espírito Santo, o técnico da graça e médico de todas as feridas do jogo evangelizador. 



Por Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana de Realengo – Rio
Portal  da Família





A PALAVRA


Recuperação de texto
 
Fiel é esta palavra e digna de Inteira aceitação. I Timóteo: 4. 9 a 13.

Até a minha chegada, aplica-te à leitura. A exortação, ao ensino "Parece-nos até que a Palavra de Deus tem vida própria e que insiste em andar ao nosso lado”, principalmente quando a rejeitamos, desconsideramos e nos sentimos incomodados com a sua voz.

Independentemente de como a julgarmos, ela é a fonte da revelação divina para a solução de todos os problemas, e única que põe fim ao problema da alma humana. Ela traz ânimo ao desfalecido, esperança ao desesperado, alívio ao ferido e direção ao perdido... Palavra de Deus é o conjunto das Suas promessas e revelações.

Diante dela a sabedoria humana é débil, o tempo, apenas um sopro, e a ciência, continente, se rendem e a confirma... Ela é absoluta, completa, poema eterno da Graça que narra o imensurável Amor do Criador pela obra prima das Suas mãos.

Amor condensado milagrosamente em Cristo força motriz da Sua vida, morte e ressurreição.

Amor sobrenatural que só em Cristo refaz a obra da criação, toda a vez que torna alguém nova criatura habilitando-o, então, a amá-Lo divina e eternamente "in glória".

Há muitos entre nós, renitentes, teimosos e céticos diante da nova vida que nos propõe a Palavra de Deus. Mas o passaporte, o que faz a diferença, é a fé. E sem fé, diz a Bíblia, é impossível agradar a Deus... Impossível Vê-Lo face a face... Amém.



Diácono: Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana de Realengo – Rio de Janeiro