Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, dezembro 04, 2014

NADA TEMOS A TEMER





"Onde está ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1° Coríntios 15:55)

Um pequeno menino e seu pai estavam percorrendo uma estrada rural em uma bela tarde de primavera.

De repente, surgiu, não se sabe de onde, uma enorme abelha voando de encontro ao vidro da janela do carro.

O menino, que era alérgico à picada de abelha, ficou petrificado.

O pai, vendo o pavor do filho, rapidamente pegou a abelha, apertando-a em sua mão e atirando-a pela janela.

Mas logo o filho voltou a ficar apavorado, pois, ouviu o zumbido da abelha.
Vendo o terror estampado no rosto do filho, o pai mostrou-lhe sua mão onde ainda estava preso o ferrão da abelha.

"Você vê isto em minha mão," disse ele ao filho, "não precisa mais ter medo porque eu tomei a picada de abelha por você".

Esta é a mensagem de Cristo para nós.
Não precisamos mais ter medo da morte porque Cristo já morreu por nós.
E por Sua vitória nós fomos salvos do pecado.
Cristo recebeu o aguilhão!
Paulo diz: "Onde está ó morte, o teu aguilhão?"
Cristo o recebeu por nós.
Ele ressuscitou!
Não precisamos mais temer.
Temos uma nova vida.

Às vezes nos deixamos prender tanto ao medo que passamos a vida sem viver.
Temos medo de falar, medo de sair de casa, medo de dar um passo à frente, de tomar uma decisão mais séria e, principalmente, de morrer.

Uma vida de incertezas é o fator primordial para que o temor exagerado de tudo tome conta de nossas vidas.

Falta-nos garra, ousadia, confiança em nós mesmos e, principalmente, confiança em Deus.

Quando estamos seguros nas mãos do Senhor, nada temos que temer, pois, Ele nos protege e nos faz caminhar em segurança.

Se estamos indecisos sobre que direção seguir, Ele é o Caminho.
Se as dúvidas e contradições do mundo nos afligem, Ele é a Verdade.
Se o medo da morte nos assalta, Ele é a Vida.
Se o medo lhe apavora até à morte, descanse.
Cristo venceu a morte por você.
Viva e seja feliz!


 








Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro
Portal Shvoong

quarta-feira, dezembro 03, 2014

POR UMA LEI CONTRA O ABUSO DA LIBERDADE DE ENSINAR


É lícito ao professor usar suas aulas para tentar obter a adesão dos alunos a determinada corrente política ou ideológica? De acordo com a Constituição Federal, a resposta for negativa. A doutrinação em sala de aula ofende a liberdade de consciência do estudante; afronta o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado; e ameaça o próprio regime democrático, na medida em que instrumentaliza o sistema de ensino com o objetivo de desequilibrar o jogo político em favor de um dos competidores.

Por outro lado, ao abusar do poder de fato e de direito que exerce sobre os alunos; da sua audiência (literalmente) cativa; do temor, da insegurança, da imaturidade e da falta de conhecimento dos alunos para tentar transformá-los em réplicas ideológicas de si mesmo, o professor desrespeita os preceitos mais elementares da ética do magistério.

A prática da doutrinação, todavia, apesar de antiética e ilegal, tomou conta do sistema de ensino. A pretexto de “construir uma sociedade mais justa”, professores de todos os níveis utilizam suas aulas para cooptar política, ideológica e eleitoralmente os alunos. Reprimir o impulso de “fazer a cabeça” dos estudantes é uma ideia que nem sequer lhes ocorre.

Que fazer para coibir esse abuso intolerável da liberdade de ensinar, que se desenvolve no segredo das salas de aula, e tem como vítimas indivíduos vulneráveis em processo de formação?

Nada mais simples: basta informar e educar os alunos sobre o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores; basta informar e educar os professores sobre os limites éticos e jurídicos da sua liberdade de ensinar.

É isso, e apenas isso, o que propõe um projeto de lei que acaba de ser apresentado à Câmara Municipal de Curitiba pela vereadora Carla Pimentel. Baseado numa iniciativa do movimento Escola sem Partido que desde 2004 vem atuando no combate à doutrinação nas escolas, o projeto prevê a afixação, em todas as salas de aula da rede municipal de ensino, de um cartaz com os “5 deveres do professor”: não abusar da inexperiência dos alunos com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente político-partidária; não favorecer nem prejudicar os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas ou religiosas; não fazer propaganda político-partidária em sala de aula; ao tratar de questões controvertidas, apresentar aos alunos, de forma justa, as principais teorias, versões e perspectivas concorrentes; e não usurpar o direito dos pais na educação moral dos seus filhos.

Se esses deveres existem, os estudantes têm direito de conhecê-los para poder exercer os direitos que lhes correspondem. O direito de conhecer os próprios direitos é um elemento central do conceito de cidadania, e a escola, diz expressamente a LDB, tem o dever de preparar o educando para o exercício da cidadania.

O PL, portanto, é legítimo, necessário e urgente. O problema é que ele contraria os interesses de dois grupos poderosos e muito bem articulados entre si: os professores que promovem a doutrinação e os partidos que dela se beneficiam. Por isso, os apoiadores do projeto devem estar preparados: esses grupos farão “o diabo” para impedir que ele seja aprovado.

 





Diácono Rilvan Stutz

Miguel Nagib, advogado, é coordenador do Escola sem Partido.

terça-feira, dezembro 02, 2014

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônio, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé.

O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para - Massagem Facial Estética combater a ordem de espalhar-se:  criou a instituição de ajuntamentos (cidades); construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafia a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros); fundou Nínive e muitas outras cidades; organizou o primeiro reino deste mundo. A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. 

Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob o nome cristão. Foi quando se popularizou também a ideia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Estão envolvidos na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua morte (1.Co. 11:24-26).




Por Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro