Versículo do Momento

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sexta-feira, janeiro 11, 2013

BRASIL: O PAÍS DE DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS

           MENSAGEM
 

 






O Brasil é o país do desperdício de alimentos, tudo fruto da incompetência dos órgãos públicos. Criaram um Ministério da Pesca e até hoje não vejo serviço prestado por esse órgão do governo federal. 

Não podem criar ministérios apenas para abrigar aliados políticos, isso é uma vergonha nacional, e o pior de tudo, esses ministros estão no cargo por questão política. 


Desde que esse ministério da pesca foi criado não assumiu um ministro que entenda realmente de pesca, nem para pegar piaba sabem preparar um anzol, isso é brincar com o dinheiro público, vale ressaltar que no Brasil pagamos impostos exorbitantes sem retorno social.

Na cidade de Manaus o pescado é desperdiçado, melhor dizendo, jogado no lixo. Enquanto isso muitos padecem de fome nesse país, é muita incompetência de um governo que não cria meios de armazenar esse pescado para vender as pessoas mais carentes. 

É de se questionar, o que faz o Ministério da Pesca em relação a esse desperdício de pescado em Manaus? Sabemos que esse desperdício acontece no Brasil todo, toneladas de pescados e mariscos são desperdiçadas porque não temos políticas de aproveitamento desses produtos.

Enquanto isso o Ministério da Pesca surfa na incompetência comprando materiais que não usa no dia a dia. “Na mesma época em que comprou 28 lanchas-patrulha e não usou, o ministério da Pesca gastou 37,4 milhões de reais em máquinas de gelo que ficaram encalhadas nos fabricantes. A constatação é de auditoria do Tribunal de contas da União (TCU), que multou nove gestores da pasta por irregularidades nos contratos para aquisição dos equipamentos”.  Não tem sentido ocupar um cargo político por alguém que não entende do assunto e o Ministério da Pesca tem sido ocupado por políticos que não entendem bulhufas de pesca.  Esse desperdício é apenas a pontinha do iceberg de alimentos que são jogados no lixo.

Qualquer cidadão já visitou uma feira nos finais de semana e no final da feira é de se observar o desperdício de verduras e frutas. Os mais carentes saem procurando frutas que podem serem aproveitadas, corta o lado podre e aproveita o lado bom, parecem cenas medievais, mas não é, muita gente sobrevive do lixo desperdiçado das feiras do dia a dia. 

O desperdício maior acontece nos Centros de Abastecimento nos grandes centros urbanos, aí é que o desperdício é grande. Toneladas de legumes e frutas são jogadas no lixo por se estragarem, falta de conservação. É uma falta de vergonha um país como o nosso jogar no lixo toneladas de alimentos por falta de armazenagem e conservação.

Não vou nem me adentrar no transporte desses alimentos que se estragam pela péssima conservação das estradas nacionais em péssimas condições. Haja incompetência dos nossos governantes que não priorizam necessidades básicas do cidadão.

O Brasil bate recordes na produção de grãos e, no entanto nosso povo passa fome, a carestia nos alimentos chega à mesa do cidadão.

Os Estados Unidos passa por uma seca (2012), nosso milho e nossa soja no momento tem sido procurado por os norte-americanos para suprir seu mercado. Só que essa procura norte-americana tem encarecido o nosso frango do dia a dia, quem não gosta de um frango assado? Por conta da falta de milho o preço do frango encareceu nos supermercados. Muitos frigoríficos no Brasil fecharam suas portas por falta de frangos e as granjas sacrificam milhares de aves por não poderem manter o preço elevado da ração.

O desperdício acontece também nas famílias mais abastadas que jogam no lixo o  excesso de comida que poderia ser doada aos mais necessitados, o que custa dar um prato de comida para um faminto?

Enquanto isso se gasta bilhões com estádios de futebol para a copa do mundo, olimpíadas e obras faraônicas que no futuro serão elefantes brancos. É de se perguntar, o mais importante não é educação, saúde e comer bem?




  
 



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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Prof. Wellington Pinto
 

 

quarta-feira, janeiro 09, 2013

CULTURA DA VIDA

            MENSAGEM


     




A necessidade de controle dos nascimentos aparece já na Antiguidade com Platão. Malthus, no fim do século XVIII, afirmava que a população cresce em progressão geométrica enquanto os alimentos em progressão aritmética. As razões eram, sobretudo, econômicas.


Hoje, os partidários do controle de natalidade acrescentaram razões geográficas, políticas, eugenésicas e a moral do prazer. Estas teorias ressoam ainda hoje nas assembleias internacionais, desde a 2ª Conferência de Belgrado (1965), mas não resistem à uma análise puramente científica.


Tais teorias podem ser sintetizadas na ideologia da seguridade demográfica: é preciso aumentar o poder dos governos e das organizações não governamentais para que controlem a natalidade. Não é à toa que os programas de controle natalidade são mais invasivos nos dias de hoje. Como resultado disso, contempla-se a queda da fecundidade da mulher, o envelhecimento generalizado das populações e o declínio da taxa de crescimento populacional.


Os efeitos maléficos dessa cultura da morte são a crise dos sistemas de previdência, as dificuldades de sobrevivência das redes educativas, os problemas migratórios (principalmente para os países incipientes de mão-de-obra local), o desemprego (a falta de demanda proporciona a recessão dos mercados), somado ao fato de que uma população envelhecida é pouco criativa e tende a produzir, investir poupar menos. Não se olvide as tensões entre gerações, já que os jovens não admitem pagar cada vez mais para manter os inativos e ainda há o risco de perda da soberania, pois uma população grande sempre representou o efeito simbólico de poder dos países.


Tal ideologia já foi refutada, cientificamente, por expoentes como Norman Borlaug, prêmio Nobel da Paz (1970), o qual desmente as previsões de Malthus e afirma que a principal causa das fomes é a incapacidade e a corrupção dos homens e Gary Becker, prêmio Nobel de Economia (1992), o qual mostra o efeito decisivo da família na formação do cidadão e do capital humano, principal motor da economia.


Para superar a ideologia da seguridade demográfica é preciso infundir que: a) os filhos são fruto do amor do casal e a decisão de tê-los deve surgir no casal. Os governos não podem decidir por nós; b) os governos têm o direito de propor medidas públicas que incentivem um determinado comportamento do casal para a regulação dos nascimentos, quando isto seja necessário. Regular, aqui, significa aumentar ou diminuir. Após uma guerra ou uma catástrofe, por exemplo.

Na Alemanha Oriental, depois da segunda Guerra Mundial, dada a escassez de mão-de-obra, o governo incentivou, com enorme sucesso, o crescimento populacional. Todavia, os governos têm de respeitar a liberdade do casal; c) a primeira causa do crescimento populacional é o aumento da expectativa de vida. Quando é longa, ocupamos mais tempo por aqui que nossos predecessores; d) a segunda causa é o índice de fecundidade, pois, para que uma população simplesmente se renove é preciso que cada mulher, no seu tempo de fecundidade, tenha pelos menos 2,1 filhos. Os governos autenticamente preocupados com a sua soberania deveriam acompanhar esta taxa e favorecê-la quando percebam que está a baixo desse limite.


Ao mesmo tempo, é preciso divulgar com maior força e eficácia as verdades embutidas numa autêntica cultura da vida. O recurso natural mais importante é o ser humano, constatação recolhida pela teoria do desenvolvimento econômico, tanto que não há nenhum modelo explicativo do desenvolvimento em que não apareça a população como variável independente positiva. A Economia também reconhece a importância do capital humano nas relações econômicas entre os indivíduos.


Penso que seria interessante também contestar a noção atual de riqueza, formada à luz do pensamento liberal e marxista. Ambos afirmam que a riqueza consiste, em primeiro lugar, num suporte material ao qual se acresce um valor. O valor acrescido é a atividade econômica. Assim, a riqueza é a matéria dominada pelo homem e, logo, algo mensurável.

Quando se tornar comum pensar que a riqueza não é o acúmulo de bens materiais nem a falta destes, compreender-se-á a pobreza como a privação das capacidades humanas elementares e que a autêntica riqueza consiste no aumento de oportunidades oferecidas aos indivíduos com vista à sua realização como pessoas.


A pessoa humana dever ser o centro da atenção de todos os níveis de governo, porque nasceu livre e para crescer na liberdade. O desenvolvimento de uma sociedade só se alcança quando as relações humanas em todos os níveis se realizam num clima de liberdade. A liberdade de uma sociedade é a resultante das liberdades de todos. Uma sociedade livre é aquela que cria o substrato para que todas as aspirações livres se tornem realidade.


A cultura da vida é o efeito virtuoso da interconexão das realidades da família, da maternidade e paternidade, da fecundidade, da educação, da liberdade, da participação e da esperança.







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terça-feira, janeiro 08, 2013

O VALOR DA AMIZADE

             MENSAGEM

          

 





Aprendemos que não há nada neste Mundo, que se compare a um amigo fiel. E tem razão, porque, de fato, é muito bom ter um amigo de verdade! Como é bom ter alguém que me conheça perfeitamente, e me compreenda.

Alguém que se interesse de verdade por mim, que me escute de bom grado;
Alguém que me respeite e me admire, apesar dos meus defeitos;
Alguém com quem eu certamente possa contar quando precisar;
Alguém em quem eu possa confiar sem restrições e com quem me sinta completamente à vontade.

De fato, pois um amigo é alguém “com quem nos atrevemos a ser o que somos verdadeiramente. Nossa alma pode se mostrar sem máscaras a ele. Com ele não é necessário estar precavido. Podemos dizer tudo quanto pensamos exprimir todos os nossos sentimentos. Nada o surpreende nada o ofende (...). Com ele respiramos livremente. Podemos ficar à vontade, tirar o paletó e desabotoar o colarinho, confessar nossas vaidades, nossas invejas, nossos ódios e ímpetos de má intenção, nossa mesquinharia e nossas práticas absurdas. À medida que nos abrimos com ele, tudo isso se perde no oceano puro da lealdade” (Frank Crane).

Nada se compara a um amigo e, no entanto, quão poucos amigos, amigos de verdade, as pessoas costumam ter! E isso se deve a uma série de motivos.
Vejamos alguns deles: 

a) O egoísmo
Todos nós temos uma tendência bastante grande a “centrar-nos em nós mesmos”, a viver imersos numa bolha egoísta. Nossas preocupações costumam ser o nosso trabalho, o nosso fim de semana, o nosso corpo, o nosso bem-estar, o nosso descanso, o nosso futuro etc.

Esse é o primeiro ponto. E é fundamental. Não adianta darmos a desculpa de que moramos em cidade grande, de que não sobra tempo para procurar os amigos, de que o trabalho está muito puxado etc. Tudo é uma questão de ordem e prioridade. Se os outros são as prioridades da minha vida, terei muitos amigos!
b) Gastar tempo com bens materiais: televisão, videojogos, smartphones, internet
Como custa sair de casa para visitar um amigo, costumamos buscar alternativas para encontrar a felicidade. E aí passam a ocupar o tempo diversões que nunca substituirão a alegria de uma amizade: a televisão, os videojogos, os smartphones, a internet etc.
Nesse sentido, não é preciso dizer que ter mil e trezentos amigos no Facebook não quer dizer praticamente nada. Será que poderemos contar com esses mil e trezentos amigos na hora de um aperto? Além disso, sabemos que a amizade virtual está longe de ser uma verdadeira amizade.


c) Falta de interesse pelos outros
Será que eu me interesso pelos outros? A palavra interesse vem de "inter esse": entrar no ser, entrar na pele do outro. Preocupo-me de verdade com os problemas e com suas alegrias das pessoas que vivem ao meu redor? Seja esta pessoa quem for? Muitas novas amizades começarão a partir dessa atitude.
d) Não quebrar esquemas para estar com os amigos
Existe um egoísmo velado que se chama “esquema de vida”. O egoísta não costuma sair um milímetro do seu confortável "esquema de vida". No entanto, para forjar amizades, precisamos sair do nosso esquema "intocável". Precisamos nos deslocar um pouco mais na hora do almoço para encontrar aquele amigo; precisamos dar uma escapada no final do expediente para tomar um café com aquele outro; e assim por diante. Tenho quebrado esquemas para estar com meus amigos?


 f) Não gastar tempo a sós com os amigos
Nenhuma amizade se forja sem gastar tempo a sós, com um amigo. Às vezes as pessoas pensam que têm amigos almoçando com quatro ou cinco amigos todos os dias, indo a uma balada com outros três etc.

Um amigo é um tesouro! Mais ainda: como fomos feitos para o amor  e  não há amor maior do que amor a um ser humano, não há alegria que se compare a ter muitos amigos!

Invistamos na amizade, invistamos no ser (humano) e não no ter (bens materiais), e seremos muito mais felizes!





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Paulo M. Ramalho - P. da Família
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