Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, janeiro 06, 2013

O PODER OCULTO DO SORRISO

            MENSAGEM

    


 




Um estudo realizado por Ron Gutman ao longo da história de 30 anos de estudantes através de suas fotos revelou o que a sabedoria popular já pratica. 


Através da fisionomia e do sorriso das fotos de um anuário, pesquisadores passaram a poder indicar o grau de sucesso destas pessoas na sua vida futura e quanto eles seriam líderes inspiradores para outras pessoas.


Na mesma linha de comprovação, através de análises das fotografias constantes nas cartas de beisebol, foi possível determinar que os jogadores que não apareciam sorrindo nas fotos viveram em média 72,9 anos enquanto os sorridentes viveriam aproximadamente 80 anos.


Sorrir é considerado uma expressão biológica básica, presente no comportamento de todos os seres humanos. As crianças, por exemplo, chegam a sorrir mais de 400 vezes por dia, enquanto adultos sorriem bem menos, cerca de 20 vezes ao dia.


Há estudos que demonstram que é muito difícil franzir a testa diante do sorriso de uma pessoa, porque sorrir é evolutivamente contagioso e isto suprime o controle que geralmente temos sobre os músculos faciais.   


Um sorriso pode ser tão poderoso que ele acaba estimulando nosso sistema de recompensa cerebral muito mais do que um chocolate, por exemplo, que é considerado um poderoso indutor de prazer. Pesquisadores britânicos descobriram que um sorriso pode gerar o mesmo nível de estimulação cerebral que 2 mil barras de chocolate. O mesmo estudo comprovou que sorrir é tão estimulante que é equivalente a receber 25.000 dólares ou aprox. R$ 40.000,00 atualmente.



Sorrir também poderá lhe ajudar a se tornar mais saudável, reduzindo a produção de hormônios que aumentam o stress (cortisol, adrenalina, dopamina) e aumenta o nível dos hormônios que aumentam o ânimo (endorfina) e reduz a pressão sanguínea.


Portanto, sorrir, sob qualquer aspecto é uma excelente receita de sucesso e saúde.





Holdings - Tel Aviv - Jafra - Israel
Portal Shvoong - Resumos e Artigos
O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
X
 

sábado, janeiro 05, 2013

PAI AUSENTE: DESPEDIDA IMOTIVADA

              EDUCAÇÃO

         



Com o movimento feminista, cuja proposta, muitas vezes, resume-se na mimetização daquilo que corresponde ao pior que a conduta do macho da espécie pode oferecer às relações sociais, muitas características femininas foram alteradas e, de certa forma, não condicionaram, mas, pelo menos, contribuíram para a ausência do pai no lar. 


Um ícone feminino de ampla aceitação na sociedade atual é o da realização pessoal sem filhos. E, no máximo, um. A concepção é vista como um fato contrário à liberdade sexual e que se opõe, logo, à própria felicidade: é pílula anticoncepcional, preservativo, pílula do dia seguinte e, se precisar, o tal aborto “preventivo”.


Muitas vezes, à revelia da própria gestante, “para acabar com o problema”, aproveita-se o mesmo bisturi que deu a luz a uma criança para esterilizar a mãe que a concebeu. Ou, em casos, mais mórbidos, depois do aborto, esteriliza-se de uma vez. Assim, não há mais risco de outro aborto...


O critério de realização pessoal da mulher – a maternidade – transformou-se, para a mulher contemporânea, em estorvo, motivo pelo qual os métodos contraceptivos surgiram como “solução” para contornar o “fardo” de ser mãe. Separou-se a atividade sexual da possibilidade de gravidez.


Isso faz me lembrar de Nelson Rodrigues: “Acredito que a maior tragédia do homem tenha ocorrido quando ele separou o amor do sexo. A partir de então, o ser humano passou a fazer muito sexo e nenhum amor. Não passamos do desejo, eis a verdade. Todo desejo, como tal, se frustra com a posse. A única coisa que dura além da vida e da morte é o amor". 


Eis a linguagem do “amor feminista”. E a liberação sexual atual, ao contrário das previsões feministas, não gerou os efeitos anunciados há quatro décadas. Se a “libertação do jugo da sexualidade reprimida por estar subordinada à procriação” era a condição necessária para sua felicidade, hoje, o que vejo, nos relatórios psicossociais dos processos de guarda de crianças, são mães incapazes de assumir essa função, porque sofrem de ansiedade, depressão e neurose.


Ao dispor de vários métodos contraceptivos, é a mulher quem decide – tão equivocado quanto antigamente, só que pelo marido – se quer ter ou não um filho. O poder de decisão – que sempre deveria ser conjugal – deixou o homem e migrou para a mulher, podendo, agora, privar da paternidade o marido que deseja ser pai, mas podendo, a qualquer momento, optar por ser mãe independentemente da vontade do marido.


Ela passou a ter o domínio exclusivo não só de sua fecundidade, mas, também, da paternidade, gerando um desequilíbrio de forças. Esse monopólio da procriação afeta diretamente a masculinidade, porque cria duas cisões: em sua unidade pessoal, entre seu querer e seu potencial procriativo, e em sua função específica na relação sexual, onde uns componentes são selecionados (a biomecânica do sexo) e outros rejeitados (a psicologia do sexo).


Como consequência, sem perceber, a mulher toma do marido as funções que, como pai, deveria desempenhar. Se ele já se vê dividido em sua masculinidade antes da eventual paternidade, há o risco dessa divisão aumentar depois, porque, como vi em muitos relatórios psicossociais, a educação do filho acaba por resultar em atribuição exclusiva da mãe, pois o pai, que não participou da decisão de se ter um filho, vê-se pouco encorajado a auxiliá-la naquela tarefa. Não justifica, mas explica o que aqui pretendo: sua ausência.


Essa carência vai tomando uma proporção tal que o pai já não se preocupa sequer em pensar seus deveres, fazer prevalecer a autoridade de que foi revestido e mesmo exercer suas responsabilidades. E culposamente, porque, apesar dos efeitos nefastos do ícone feminista, o pai, mesmo assim, não deve abdicar de uma função que lhe compete por natureza.


A crescente indiferença paterna gera efeitos muito concretos nos filhos. Primeiro, desinteressam-se pelo pai ausente e, mais tarde, na adolescência, rechaçam-no para, na maturidade, condená-los ao esquecimento. Assim, a “despedida” imotivada do pai é sucedida, paulatinamente, pela “despedida” motivada dos filhos. Com respeito à divergência, é o que penso.








Holdings - Tel Aviv - Jafra - Israel
O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Exmo Sr. Juiz de Direito André G. Fernandes

 



quinta-feira, janeiro 03, 2013

O REENCONTRO COM DEUS

       MENSAGEM - OPINIÃO

 


 



Quase posso me lembrar de cada pôr de sol que assisti da sacada do meu apartamento. Também, das noites estreladas que até assustavam pela beleza, e das fortes chuvas que surgiam amedrontadoras e despencavam abençoadas. Só nunca me passou pela cabeça que, após anos, ali, testemunhando constantemente os espetáculos da natureza, pudesse presenciar uma cena tão horrível como aquela.


Todo o prédio estremeceu sob meus pés, e diante dos meus olhos incrédulos, seguiu-se uma gigantesca bola de fogo que iluminou o céu, como um amanhecer desregrado. Fiquei paralisado por um tempo, vendo aquilo. Não sabia o que pensar tampouco o que fazer. A sequência foi ainda pior: gritos, motoristas desgovernados e pânico geral. Grudei-me apavorado à televisão em busca das informações que logo vieram. Sabia que nada poderia fazer em meio ao caos cinematográfico que ali aconteceu, preparação para um filme, assim desci até ao local para me inteirar melhor. Mas naquela noite também não consegui dormir, aquela bola de fogo me fez meditar muito sobre o fim dos tempos prometido Por Nosso Senhor, assusta! Nos deixa tenso, mas convivi com tal, a fé até que falhou um pouco, mas me recompus.


Acompanhei atento por vários dias ás matérias sobre o ensaio ali acontecido. Em minhas meditações, após muita reflexão quanto ao sofrimento alheio e tão próximo como nunca havia visto, decidi que precisava me reencontrar encontrar "Deus", eu não vivia um bom momento confesso.


Independente de a falha ter sido mecânica ou humana, ou seja, problemas "nossos", eu tinha que encontrar o criador de tudo. Eu, um cético convicto, totalmente descrente de qualquer coisa além do palpável, em busca de algo que nem acreditava... Mas, não como uma arrogante exigência e sim amorosa,  um humilde pedido de esclarecimento pelo impacto que senti me balançou muito, foi quando percebi que necessitava estar bem mais pertinho do Criador, sentir Seu poder.



A tragédia vizinha me impulsionara a tentar compreender o porquê algumas pessoas haviam sido "milagrosamente" salvas por casualidades inacreditáveis, enquanto outras, estrategicamente, escolhidas para o fim, pois o ensaio algo deu errado e causou danos.



Apesar da minha descrença nas religiões, o gosto pela leitura abarrotava meus arquivos mentais. Em teoria, eu conhecia muito sobre as diretrizes de todas elas. No domingo, logo cedo, saí em busca... "Dele".


O primeiro local de minha cruzada foi uma gigantesca e magnífica construção do século XVII, luxuosamente decorada com objetos de muito valor; braço de uma das mais antigas religiões, uma poderosíssima instituição de complexa hierarquia e de grande influência política ao longo da história - até cruel em alguns casos. Ali ouvi, observei, meditei e... Fui embora desanimado, com a sensação de contradição no peito. Todo aquele poder e ostentação pareceu-me muito distante da simplicidade e humildade pregadas pelo Cristo que eles mesmos difundem. Ali me pareceu que eles falam como divindades, mas agem como mortais arrogantes e faltosos...


Parti para uma nova tentativa: um templo de dimensões igualmente faraônicas. Lá, milhares de pessoas gritavam e cantavam eufóricas sob o comando de um líder igualmente empolgado. Todos pareciam hipnotizados. O dinheiro corria como num mercado qualquer, por isso, naquele lugar, senti certa "quantificação comercial" da fé. Saí da agitação com a ruim sensação que as doces palavras de Jesus estavam sendo, ali, propositalmente distorcidas com fins lucrativos, me senti mal, pois eu conhecia muito de Jesus em leitura.

 
Num pequeno, simples e silencioso ponto de reuniões, senti o suposto ambiente ideal para "o encontro". Nesse lugar, um senhor muito atencioso e de cultura explícita me ensinou, por horas, sobre resgates coletivos e dívidas com vidas passadas. Apesar de ter sido a explicação mais próxima de algo inteligente que eu ouvira até o momento, incomodou-me um pouco o exagero nas convicções. Não sei se explicar mistérios seja tão simples quanto lecionar história... Afinal, trata-se do "desconhecido", deve haverá o momento certo para que a verdade desponte sem suposições...



Durante a incessante busca, ainda me deparei com crenças que impõem regras sobre roupas e até comprimento dos cabelos; outras que fazem uso de artifícios múltiplos, tais como: oferendas, alimentos e bebidas. Dentro do respeito máximo que sempre cultivei por tudo e por todos, afastei-me destas também. Afastei-me com a certeza de que uma entidade de luz, um ser superior, não deve dar tanta importância a detalhes tão pequenos, tão "terrenos"...


O domingo chegava ao fim. Eu estava exausto e... Decepcionado. Onde estaria Deus? Onde eu encontraria aquele que, dizem, criou-nos à sua semelhança e cuida dos nossos rumos com muito amor? Aquele que, segundo diversos ensinamentos convergentes, deu seu filho por nós... Se tão poderoso, por que o anonimato? Por que se esconder atrás das nossas dúvidas infantis?


A fome incomodou. Comprei um lanche e me sentei numa praça. Enquanto comia, olhava para o céu tentando ver para crer... Só um mísero sinal! Quando percebi, havia um senhor ao meu lado. Sujo, maltrapilho e silencioso. Aliás, nem sei como se aproximou tão despercebido...  Apesar do meu ceticismo, sempre fui atuante em relação aos necessitados. Sempre ajudei dentro do possível; por isso, ofereci-lhe a metade do lanche que me restava, supondo sua fome. Ele aceitou e comeu em silêncio. Antes de ir embora, o velho homem olhou fixamente em meus olhos e disse: "Abençoado seja, filho!" Em seguida, desapareceu da mesma forma enigmática que surgira.


Em toda minha vida, jamais havia visto brilho tão intenso num olhar... Uma sensação indescritível percorreu minha alma, e lágrimas de alegria me desceram pelo rosto, pois na "simplicidade" de um pequeno fato, compreendi a insensatez das minhas dúvidas... E pela primeira vez, eu pedi perdão a "Ele". Perdão pela minha visão saudável, mas egoísta por só enxergar o conveniente. E, principalmente, perdão por tentar buscar tão longe o que está sempre tão perto... Foi assim que "Ele" me reencontrou! 





Holdings - Tel Aviv - Jafra - Israel
O Blog  " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz  " O Servo com Cristo "
Vicente da Silva Junior - Shvoong
x