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quarta-feira, junho 06, 2012

PESQUIZADORES E CIENTISTAS DESCOBREM NOVIDADES NAS PERNAS DO INSETO

NOTICIAS PELO MUNDO








===========================Rede de Divulgação


"Todos os insetos são feitos de um material chamado cutícula," disse o Dr. Jan-Henning Dirks, que estudou as propriedades deste material surpreendente em conjunto com o professor de Engenharia Mecânica, David Taylor, no Departamento de Engenharia Mecânica e Produção.

Cutícula inseto é o material mais comum segundo natural do mundo após madeira, e é um das mais versáteis. "Todo o corpo exterior do inseto é feita a partir da cutícula.", Disse Dirks. "Imagine uma casa toda construída a partir de um único material: o telhado, as paredes, as janelas, mesmo as articulações da porta. A versatilidade de cutícula é incrível. Estamos cercados por todos os dias, ainda não sabemos quase nada sobre suas propriedades".

As pernas traseiras de gafanhotos foram uma das primeiras amostras dos dois pesquisadores analisaram em detalhe. "Durante a saltar e chutar, pernas de gafanhoto tem que suportar forças muito grandes", disse Taylor. "Assim, se perguntando se as pernas estivessem de alguma forma especial?".

Os dois pesquisadores mediram então a força necessária para dobrar e quebrar as pernas simples gafanhoto. Eles descobriram que, embora as pernas não sejam muito duras, surpreendentemente eles podem suportar forças extremamente altas antes de realmente frear, mesmo quando pequenos cortes foram introduzidos deliberadamente para enfraquecê-los. "Normalmente, se você quer uma tenacidade à fratura elevada você tem uma alta rigidez", disse Dirks.Contudo, as suas experiências mostram que as pernas de gafanhoto têm uma combinação quase exclusiva de rigidez relativamente baixa com uma elevada tenacidade.

"A tenacidade medimos para a perna gafanhoto é das mais elevadas do que qualquer outro material biológico", disse Taylor. "A cutícula é mais resistente do que o osso, e tão bom como galhadas ou chifre." Isso dá a perna de inseto uma excepcional capacidade de tolerar os defeitos como rachaduras e danos, que possam ocorrer durante o salto ou a luta.

As experiências também revelam que a rigidez e a resistência das pernas gafanhoto dependem fortemente da quantidade de água no material, com uma troca entre ambas as propriedades. Com menos água torna-se a cutícula mais dura, porém também mais frágil. "Agora nós sabemos como notavelmente cutícula pode ser difícil, queremos entender exatamente como ele consegue isso tenacidade.", Disse Dirks. "Isso pode nos ajudar a desenvolver novos bioinspirados materiais leves e duráveis".












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sábado, maio 26, 2012

RESPOSTA A UM INTELECTUAL

=EDIFICAÇÃO







===============================Rede de Divulgação


Dia desses li um texto em que o autor dizia que não podia crer em um Deus que entregava seu próprio filho à morte. O problema não é a afirmação em si, lido a tanto tempo com argumentos tais como este que já não me incomodam. O que me causou estranheza foi o fato de o autor da frase já ter sido pastor e ser, ainda hoje, um teólogo respeitado, embora aparentemente demonstre desprezo pelo título e pelo pensamento teológico.

Bem, não sou um teólogo, muito menos respeitado, e minhas palavras não têm repercussão, a não ser aqui no nosso cantinho, onde amigos como você se achegam e me leem. Mas, com todo o respeito que merece o ex-pastor, penso que ele nunca teve um entendimento visceral sobre a encarnação. Sim, pois de nada valem as muitas letras se não forem entranhadas com a cruz. Não que a fé cristã descarte a razão, longe disso, mas a fé fala para além da razão.

Fico tremendamente triste quando vejo homens inteligentes, com vasto conhecimento teológico, com capacidade de discernimento acima da média, engasgarem com coisas que deveriam ser rudimento. São como Nicodemos, mestre entre seu povo, mas que não conseguia entender o que Jesus falava. Falta-lhes o toque da fé que abre o entendimento para receber a revelação não apenas como uma experiência intelectual, mas como encontro que envolve entranhas. Necessitamos urgentemente de pessoas que unam razão, intelecto, humildade e uma profunda experiência de encontro com Cristo. Infelizmente tenho visto pouquíssimos homens com essas marcas.

Voltando à afirmação do primeiro parágrafo. Fiquei surpreso com a superficialidade da conjectura porque só quem não conhece a encarnação e a revelação de Deus é que pode sustentar dúvida tão óbvia. Em primeiro lugar, a Bíblia nos diz que Jesus a si mesmo esvaziou e se entregou. Portanto, foi um ato voluntário do próprio Jesus não uma imposição de quem quer que seja. Além disso, a Palavra nos revela que Jesus é Deus, o que significa que não é o homem Jesus ou uma criatura de Deus que se entrega no calvário; é o próprio Deus que se entrega.

Esta é a loucura da cruz. O Deus que se entrega é o mesmo que chora, e é o mesmo que consola. Não é apenas um pai que entrega o filho, é muito mais que isto: É o Pai que se entrega no Filho. Em Cristo, Deus se faz carne e se entrega por amor. Este é o mistério da encarnação. Este é o mistério da fé.

Este é o amor incompreensível de Deus. Esta entrega que Ele fez de uma vez por todas na cruz do Calvário é a nossa garantia de que este amor imensurável e inexplicável nos acompanhará pelos séculos dos séculos.

Nesta fé descansamos.










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Fruto do Espirito - Pr. Denilson Torres

sexta-feira, maio 25, 2012

O RISCO DA EDUCAÇÃO RELATIVISTA

===EDUCAÇÃO









=========================Rede de Divulgação



Segundo o ca
minhar deste Planeta, são os metodos educacionais, a maior e mais preocupante situação. Sobre tudo no que se diz respeito á educação se nos dispusermos a examinar a fundo o que está acontecendo, perceberá um reflexo de uma série de filosofias de pensamento de vida, oriundas do iluminismo europeu e que chegaram até aos nossos dias. Elas afirmam que não é possível acudir a razões objetivas para justificar os princípios éticos que cada qual deve utilizar nas suas escolhas. Existe como que um acordo implícito de que os princípios são uma questão de preferências pessoais. Pretender outra coisa equivaleria a incorrer num crime de lesa-humanidade, que é impor uma ética ao vizinho.
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Quem profere um juízo ético deve usar uma linguagem pretendidamente impessoal e deve ocultar suas pessoais motivações. “Tal coisa é eticamente má” significaria, na prática, “não quero que faças tal coisa, porque não me agrada”. Portanto, esta corrente, chamada emotivista, postula que não existem critérios universais que sirvam para dirimir entre posturas éticas rivais. Todas elas seriam igualmente dignas e admissíveis.
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Se nos aprofundarmos nas consequências práticas desta corrente ética, perceberemos que tem se comprovado ser uma postura muito perigosa, porque são muitas vezes difíceis arbitrar posturas diferentes, encontrar os limites de quem está com a razão e no final acaba-se alimentando, parafraseando o autor, uma “guerra civil sem armas”, na qual ganhará o que for mais forte e tiver mais poder. Uma teoria ética que provoca a injustiça social não parece, portanto, ser a mais adequada. É preciso buscar algo mais isento e transcendente, que dê luz a duas vontades opostas ou diferentes para viverem em paz.
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Se questionarmos mais a fundo o porquê de a sociedade atual pensar assim da ética verificaremos que ela acredita que a tentativa, passada ou presente, de prover de justificação racional a moral objetiva fracassou de fato. Mas, será que as pessoas já se questionaram por que fracassou?
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Uma primeira resposta que daria para justificar o fracasso da moral objetiva foi a perda – ou a destruição propositada por alguns pensadores – dos conceitos metafísicos de natureza humana e de seu tipo (fim). O alcance do Bem, da Perfeição, do Amor real, da Felicidade foi descartado como o sentido da vida humana. Por que ocorreu essa perda ou destruição? É possível deduzir razões muito mais morais e/ou religiosas de seus responsáveis do que propriamente razões filosóficas. A explicação é simples: o esforço árduo para alcançar esse Bem sempre rebelou o orgulho humano.
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O sofrimento sempre trouxe sua dose de mistério, de perplexidade e de medo. Portanto, segundo esses pensadores, se essa era a nossa condição para sermos felizes, era melhor autonegar a própria natureza humana e arriscar uma outra natureza, que eu chamaria não humana e, portanto, mais animal. Destruindo-se a natureza, destruiu-se a Verdade Objetiva.
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Uma segunda explicação que explique esse fracasso da ética objetiva nasce e é consequência da primeira. Quando o esforço ético da vivência objetiva das virtudes morais foi desvinculado do seu tipo humano da forma de se alcançar a felicidade no amor, a ciência das virtudes morais foi desfigurada como mera exigência sem sentido. Culparam-na da origem de traumas, repressões e ausência de liberdade. E estavam certos! Tantos os gritos nietzschianos ouvidos no passado exigindo liberdade, quanto os discursos freudianos ouvidos até hoje na educação reivindicando prazer, tinham a sua razão de ser. A ética kantiana do “dever pelo dever”, sem a meta de alcançar a liberdade do Amor, ficou odiosa, inumana e doentia.
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Fica mais fácil concluir, portanto, que o fracasso da ética objetiva foi real, mas por culpa do próprio homem em não querer aceitar a sua própria natureza. Mas perguntemo-nos: foi melhor essa escolha para o Homem? As desordens sociais do século XX e do atual parecem nos sugerir que não. A somatória crescente de pessoas depressivas, solitárias, violentas, injustas, sem motivação para viver e existir parece provar que alguma coisa de errado aconteceu no passado.
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A sociedade não ficou mais feliz negando a própria natureza humana. A evidência de que todo o ser humano fica ansioso e inseguro até encontrar-se como ser humano livre e responsável da sua felicidade, parece evidenciar que, por mais que o homem possa autonegar a própria natureza, só se sentirá feliz e em paz quando entender que, apesar do esforço, vale muito mais a pena auto- afirmá-la do que viver como um triste animal.
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É tarefa urgente dos pais e educadores desmascarar o brilho falso da ética relativista em que nossos jovens estão sendo formados. É preciso que compreendam que uma educação relativista gerará a destruição dos jovens, porque não se desenvolverão como seres humanos, mas como simples animaizinhos, sem sentido na vida.











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Dr. João Malheiro - Portal Da Família


sábado, maio 19, 2012

CARTA DE UM ATEU QUE PENSA QUE SABE...

EDIFICAÇÃO








============================Rede de Divulgação


Carta:


Todos os argumentos a favor da existência de Deus assim como todos os seus atributos são baseados numa premissa falsa. Nenhum deles pode sobreviver a um exame mais profundo. Só a existência existe. Só o real existe. Só o natural existe. A existência é um fator primário: a existência não foi criada, ela é indestrutível e eterna. A existência é um fato indiscutível. Pois para discutirmos a existência teríamos que usar argumentos de não existência e isso seria um absurdo.
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Temos que aceitar a existência como ela é. Se você propuser algo acima e além da existência, terá que fazer isso recorrendo a algo além do existencial, além do real. E para fazer isso tem que se livrar da razão. Negar provas, definições, argumentos lógicos, etc.Terá que dizer: “Tenho fé e isso basta”. Isso é um apelo total ao irracional, pois negar a razão é apelar para o irracional.

Transcendental é sinônimo de irracional. A única fonte de conhecimento é o existencial. E podemos conhecer o existencial através da ciência e da razão. Não podemos justificar o que existe nos fazendo valer do que não existe. Não podemos justificar o existente pelo não existente. Se isso é fé, então fé é um absurdo. Loucura é uma fuga da realidade. Se a fé apela para algo acima, além, ou abaixo do real, então ela é uma loucura. É algo irracional.

O naturalismo é a crença de que tudo que existe pode ser confirmado por fatos. Que a resposta a tudo esta na própria natureza. No próprio universo e não fora dele. O naturalismo rejeita a crença de que as causas do universo se encontrem fora dele. Sendo assim, rejeita qualquer forma de panteísmo, teísmo ou deísmo. Ele nega qualquer forma de paranormal. Nada é obra do paranormal. Tudo é natural. A resposta a tudo está aqui mesmo. A crença no paranormal só leva a jogos semânticos e não ao conhecimento.

Portanto, não só Deus, como qualquer forma de crença no paranormal, é rejeita da pelo naturalismo. Naturalismo não é ceticismo. Naturalismo é a crença no existencial e a rejeição do paranormal em todas as suas formas. Sendo que a maior manifestação do paranormal é Deus e, negando-o, estaremos negando os outros fenômenos irracionais. Deus é o pai do irracional.

Duas afirmações são axiomáticas. Categóricas. Absolutas. Acima de qualquer discussão. Existe a existência e a consciência.

QUAL DEPENDE DA OUTRA?

É possível uma consciência existir sem que haja algo para que a mesma perceba? Não. Categoricamente não. A existência não depende da consciência, mas a consciência depende da existência. Ter consciência é ter a capacidade de perceber aquilo que existe. A capacidade de perceber o real.

Se não existe absolutamente nada a consciência é uma impossibilidade. Como pode haver uma consciência consciente apenas de si própria? É isso que chamam de Deus antes da criação. Antes do universo. Uma consciência consciente de nada. Isso tem um nome. O nome é inconsciência. Deus é inconsciência? Pois uma consciência que não é consciente de absolutamente nada não passa de inconsciência. Ou uma contradição.

Ter consciência implica em ter um objeto na consciência e esse objeto tem que ser real. Tem que ser algo existente. Portanto, a existência sempre precede a consciência. E não o contrario. Sendo assim, Deus não existe.

Dizem que Deus tinha consciência de um objeto. E esse objeto era ele mesmo. Mas essa é uma grande contradição. Para que uma consciência exista, é preciso que haja um objeto na mesma. E esse objeto não pode ser ela mesma. É o existencial que cria a consciência, não é a consciência que cria o existencial.

Existem milhares de planetas e estrelas sem nenhum ser que lá vivem consciente nos mesmos, mas nunca se ouviu falar de uma consciência em algum lugar, que existisse sem nada, absolutamente nada ao seu redor.

Até o conceito de lugar ou espaço implica na existência de algo fora da consciência. A consciência é como um espelho. Reflete o existencial. Não é o existencial que reflete a consciência. O que é interessante é como toda forma de misticismo parece querer que invertamos esse processo.

Se você diz que percebe algo que não existe de fato, o que você percebe não se pode chamar de consciência. Podemos chamar isso de alucinação ou imaginação, mas não de consciência.

E nunca ouvimos falar de uma imaginação baseada em absolutamente nada. Imaginação é uma combinação de imagens tiradas do existencial. Sem o existencial, não podemos ter consciência, e sem consciência, lá se vai a imaginação. E podemos dizer o mesmo da alucinação ou qualquer outra forma que o mundo mental possa assumir.

Aquilo que gera a consciência em si mesmo, é um processo inconsciente. O cérebro foi feito para captar tudo o que existe. E apesar dele mesmo, por sua vez, existir, está voltado para o exterior e não para o interior. O cérebro percebe tudo, mas não percebe a si próprio. É a fonte do prazer e da dor, mas ele mesmo não sente nada. Todo o pensamento e sentimento ocorrem no cérebro. A consciência também ocorre no cérebro; é totalmente dependente dele.

A consciência é, portanto, um processo físico e totalmente dependente da existência. Não seria uma demonstração de que sem o universo uma consciência é inconcebível?

O missivista é formado em Filosofia pela Universidade de Nova Iorque e atualmente é professor de inglês, tradutor e interprete, e dedica-se ao estudo da natureza humana através da psicologia, filosofia e religião.
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Resposta:

Olá,

Concordo com o que você escreveu. Creio que consciência e existência são realidades complementares e concordo que a consciência é antecedida pela existência e dela é dependente. Penso que quando tentamos conceituar Deus todas as nossas projeções e conjecturas são falhas, pois inexoravelmente temos que dar um salto de fé e ir além da nossa lógica racional.

Viver já é um salto no escuro, crendo ou não crendo em Deus.

Através da física quântica descobrimos o princípio da incerteza, ou seja, estamos em um universo onde as realidades não são tão sólidas e definidas como percebemos. O próprio tempo e espaço são relativos. A física discute sobre multiverso e a teoria das supercordas mostram possibilidades inimagináveis de realidades mutantes e intercambiantes. Se esta teoria for comprovada enfrentaremos um paradoxo, pois neste caso todo o mundo físico que você chama de real é fundamentalmente feito de algo imaterial: Apenas vibrações eletromagnéticas. Ou seja, a mesa, a cadeira, as estrelas e cometas, inclusive eu e você nada mais somos que um conjunto de vibrações eletromagnéticas que não possuem massa. De onde vem então a massa sólida que percebemos?

Por falar em paradoxo, é consenso que a existência como a percebemos é um paradoxo, pois para que todas as coisas pudessem começar a existir, inclusive eu e você, necessário é que algo ou alguém não tivesse começo, ou seja, é necessário que algo ou alguém sempre fosse. Por isso nós cremos que Deus não existe, Deus é. Ele está para além da existência, pois existência pressupõe estar limitado ao tempo e espaço.

Conhecemos muito pouco para nos arvorar saber o que é real. Cada nova descoberta na física subatômica levanta mais questões sobre a relação entre matéria e energia, entre o material e o imaterial, entre a certeza e a relatividade de todo o mundo físico.

Tudo o que pensamos ser realidade depende, paradoxalmente, de como a percebemos. Existe uma realidade que possamos chamar de objetiva? Ou existem apenas percepções de realidade? Não seria irracional ver algo concreto onde na realidade não há? O que é racional? O que é real afinal?

Outra possibilidade levantada pela ciência, é que no fundo habitamos em um caos onde as possibilidades acontecem simultaneamente e a nossa consciência é quem filtra e ordena este caos de acordo com a lógica que adotamos. Se assim o for simultaneamente estamos experimentando as múltiplas possibilidades e escolhemos apenas aquelas que nossa consciência aceita como possíveis no mundo que forjamos e assim não pode falar de real, mas apenas de percepções deste real que é intangível e dependerá sempre do observador para ganhar forma e expressão.

O que é real? A sua ou a minha percepção? O que é racional? A minha ou a sua interpretação das múltiplas possibilidades de realidade?

Crer em Deus é uma possibilidade, entre tantas outras. Uma possibilidade de percepção que podemos ou não aceitar de acordo com as nossas idiossincrasias. E ele é tão real quanto todas as demais realidades que aceitamos. Porque se não podemos assegurar o que é e o que não é real, só nos resta uma possibilidade: chamarmos de real tudo aquilo que de alguma forma afeta a nossa vida e a nossa percepção. E eu posso assegurar que Deus afeta sua vida, pois se assim não o fosse nós dois nem sequer estaríamos discutindo sobre Ele.

Creio que você tem certezas demais, precisa começar a ter dúvidas...










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