Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, março 31, 2012

GERAÇÃO DDD

=MENSAGEM







================================Rede de Divulgação



Estamos vivendo no meio da geração mais egoísta, individualista e ganancios
a que o cristianismo já produziu ao longo de sua história. Infelizmente, hoje há um inimaginável apego ao sucesso terreno como fruto da verdadeira fé. E este sucesso, além de terreno é mundano, pois pouco importa os meios, o que interessa são os resultados.
=
Há um pragmatismo que impera no meio cristão e faz com que só se entenda fé através de vida próspera, saúde inabalável e
repreensão de demônios. É a geração DDD que nada tem a ver com “Discagem Direta à Distância”, mas com o trinômio “Demônios, Dinheiro e Doença” que norteiam boa parte dos nossos cultos.
=
Boa parte das experiências religiosas visa a cartase coletiva, na busca do espetaculoso. Nos cultos que fazem da expulsão de demônio um show, alguns pregadores chegam mesmo a convidar pessoas supostamente endemoninhadas para serem “entrevistadas” antes de terem o tal espírito maligno expulso. Outros fincam suas bandeiras na cura física, e é relativamente comum vermos aglomerações de pessoas tentando tocar o líder a fim de receber a bênção da cura. Outros, ainda, centram sua teologia na prosperidade financeira como pedra angular da fé. Recentemente, foi exibida a casa de um desses líderes repleta de sinais de ostentação e esnobismos.
=
Este é o mundo onde eu e vocês estão inseridos. Um mundo de sentimentos superficiais, de adoração que pouco tem a ver com transformação de vida, de amor interesseiro nas bênçãos e nos supostos direitos adquiridos. Uma geração preguiçosa que detesta EBD e só se mobiliza quando há cultos festivos; que tem ojeriza aos cultos de oração, mas que não perde um “louvorzão”; que se entedia com as pregações que não sejam repletas de palavras de ordem, garantias de vitória e gritos de guerra.
=
O resultado disso tudo é que, apesar de já sermos mais de quinze por cento da população do país, a triste verdade é que fazemos muito pouca diferença. Para nossa geração o que importa é o eu. O nosso ego satisfeito é o que resume a nossa fé. Se eu estou bem financeiramente, se minha família não encontra problemas de relacionamento ou de vícios, se a saúde dos meus está boa pouco importam as necessidades dos outros. Posso quando muito orar, se lembrar, entre um pedido e outro que faço a fim de satisfazer meus próprios interesses.
=
Esta é a geração DDD. Este é o cristianismo atual. Mas você não precisa estar incluso nele. A Palavra do Senhor nos fala de um homem chamado Elias que um dia, vendo a corrupção da sua geração, pediu a morte como alívio. Mas o Senhor o lembrou de que ainda havia um remanescente fiel que não havia dobrado seus joelhos ante Baal.
=
Sempre houve e sempre haverá um remanescente fiel. E agora, neste momento há uma geração de verdadeiros adoradores que não necessitam da benção para crer, que não buscam barganhas com Deus para servi-Lo, que têm na presença Dele o motivo de sua fé. Uma geração de homens e mulheres que experimentaram o arrependimento e andam em santidade, não por medo, não por interesse, mas unicamente por um coração transformado que simplesmente não sente prazer em obras mortas.
=
A esta geração de Cristo, que nunca será vencida e que avança contra todo o tipo de opressão maligna e liberta os cativos arrebentando as portas do inferno. A esta geração cabe a missão de se posicionar com mansidão e amor para proclamar o verdadeiro evangelho que não se baseia na prosperidade, nem na cura, nem nas intermináveis campanhas de exorcismos, nem em festividades vazias, mas na presença do Senhor Jesus, na graça, no arrependimento e na cruz.










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito


terça-feira, março 27, 2012

A SOCIEDADE EM REDE

==MENSAGEM








================================
Rede de Divulgação


Em 1999, Manoel Castells cunhou o conceito de sociedade informacional, global e em rede para identificar uma nova forma de economia que, segundo ele, surgiu em escala global no último quartel do século XX, após a revolução da tecnologia da informação fornecer a base material indispensável para sua criação. Para o autor, estamos testemunhando um ponto de descontinuidade histórica, pois “a emergência de um novo paradigma tecnológico organizado em torno de novas tecnologias da informação, mais flexíveis e poderosas, possibilita que a própria informação se torne o produto do processo produtivo”.

O autor tenta, segundo suas próprias palavras, estimar a especificidade histórica da nova economia, delinear suas principais características e explorar a estrutura e a dinâmica de um sistema econômico mundial.

Ele inicia como se dá a relação entre produtividade, competitividade e a economia informacional, ressaltando que os caminhos específicos do aumento de produtividade definem a estrutura e a dinâmica de um determinado sistema econômico.

Seleciona e apresenta dados sobre a evolução da produtividade em vários países em diversos períodos, como também informações sobre os EUA, para responder ao questionamento se a produtividade baseada em conhecimento é específica da economia informacional. Outro tema estudado pelo autor é a relação entre e informacionalismo e capitalismo, produtividade e lucratividade.

Para ele, “as empresas estarão motivadas não pela produtividade, e sim pela lucratividade e pelo aumento do valor de suas ações”, acrescentando que uma nova economia global foi criada e moldada a partir da busca da lucratividade pelas empresas e a mobilização das nações a favor da competitividade, introduzindo novos arranjos variáveis na nova equação histórica entre a tecnologia e a produtividade.

O autor ressalta a especificidade histórica do informacionalismo, assegurando que a mesma não é baseada apenas na informação, pois possui também atributos culturais e institucionais.

Analisa a estrutura, dinâmica e gênese da economia global, que também é informacional, a partir de tópicos como mercados financeiros globais, cada dia mais interdependentes, e o crescimento e transformação do comércio internacional, acarretando uma verdadeira globalização dos mercados de bens e serviços.

Outro assunto que Castells traz para o debate é a aparente contradição existente entre globalização e regionalização, com o surgimento dos blocos de comércio, como NAFTA, União Européia e MERCOSUL, afirmando que isso demonstra o papel dos governos e das instituições internacionais no processo de globalização. De acordo com Castells, outro aspecto que mostra a complexidade político-econômica da globalização é a internacionalização da produção, com os grupos empresariais multinacionais e redes internacionais de produção. Ele apresenta dados sobre investimentos estrangeiros e fusões e aquisições internacionais, além de informações sobre sedes de grupos empresariais e filiais estrangeiras em vários países.

Castells assegura também que a produtividade e a competitividade na produção informacional baseiam-se na geração de conhecimentos e no processamento de dados e, a partir daí, discute a produção informacional e globalização seletiva da ciência e da tecnologia.

O autor discorre ainda sobre o surgimento de uma mão-de-obra global especializadíssima, que vem sendo requisitada no mundo inteiro e, portanto, não segue regras normais das leis de imigração, do salário e das condições de trabalho. Por outro lado, ressalta, existem multidões do mundo sem habilidades específicas, que se - tornam imigrantes ilegalmente.

O autor diz que a economia global não é uma economia planetária, pois não abarca todos os processos econômicos do planeta, não abrange todos os territórios.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Prof. Manuel Castells - Membro Shvoong

domingo, março 25, 2012

O NORMAL É SEMPRE LÍCITO E MORAL?

MENSAGEM







===============================
Rede de Divulgação


O que é freqüente é normal? E o que é normal é necessariamente lícito? Eis uma das inúmeras questões da moralidade coletiva deste século. A moral é um assunto de foro particular e, portanto, relacionada ao indivíduo.
=
O homem, contudo, vive em sociedade e, indissoluvelmente, tem uma vida individual encadeada com a vida coletiva, e, por consequência, a vida moral está condicionada (e não determinada) naturalmente pela situação social em que se vive, pelo conjunto de usos e costumes, de regras e pressões sociais.

Diante da natureza pessoal da moral, o fator categórico é a liberdade: o homem é dotado de responsabilidade, o homem realiza sua vida, mas, evidentemente, na medida em que as circunstâncias o consentem. Todavia, o projeto é próprio. Cada qual vislumbra seus projetos de vida e tenta realizá-los, mas sob o influxo das inumeráveis circunstâncias sociais.

A liberdade, sempre fundamental e decisiva, faz também com que o homem seja responsável por seus atos: eu sou responsável, não pelo conteúdo último da minha vida nem por aquilo que me afeta do exterior, mas sim por aquilo que escolho, prefiro e decido dentro das possibilidades. Eu sou eu mais minhas circunstâncias.

O homem atual é afetado por uma série de interpretações da realidade que, muitas vezes, têm uma conotação moral. Surgem modos de vida e de família, de relacionamento humano e de ética política, que são, sob certo ângulo de vista, juízos valorativos, favoráveis ou desfavoráveis conforme o caso concreto e, não raro, apresentam-se como normais só porque são frequentes.

Penso que esta identificação emerge com algum perigo: considerar o frequente como normal, o normal como lícito e o lícito legalmente como se fosse moral. A conclusão nem sempre é válida. Pode haver situações frequentes que não são normais. Pode haver conjunturas normais, mas que, apesar disso, nem por isso são lícitas. Pode haver coisas lícitas legalmente, porém que não o são moralmente.

Lembre-se que a palavra “moral” deriva do substantivo latino “moris”, que significa costume. Ou seja, os costumes têm um caráter moral, vivem-se como algo que tem condição moral e, evidentemente, a moral é afetada pelos costumes. Desde pequeno, sempre se ouve falar de “bons costumes” ou “maus costumes”, diante dos quais o homem, saliente-se, é sempre livre.

Em última análise, o homem pode acatar as infinitas vigências sociais ou resistir a elas, mas deve submetê-las ao ponderável. A vigência é algo dotado de força e, logo, devo sopesá-la, precisamente porque exerce pressão. No entanto, no final das contas, sempre posso recusar ou aceitar, com veemência ou mesmo frouxamente. Não se trata de tarefa fácil e, na prática, a vida coletiva fica influenciada por este sistema de pressões.

Quando se age de acordo com os bons costumes, eles criam, em suma, hábitos. Em razão disso, não se circunscrevem a fazer bons cidadãos do ponto de vista da conduta externa, o que se dá por intermédio das leis. Também influenciam a moralidade do homem, ao contribuir para formar virtudes.

No terreno da moral, sendo a vida social uma realidade moral, a boa ação só é alcançada pelo hábito das potências humanas especificamente pessoais: prudência, em relação à razão prática, e justiça, fortaleza e temperança, por parte da vontade. O homem não tem outro modo de agir neste campo.

Como a maioria das virtudes não são inatas, mas adquiridas pela repetição de atos, as leis, compelindo a agir segundo uma virtude, acabam conseguindo que quem as obedece alcance as virtudes correspondentes. O motorista que cumpre o Código de Trânsito assume, com o tempo, o hábito de dirigir prudentemente, respeitando a si e aos outros condutores e pedestres.Eis um importante aspecto das relações entre o lícito legalmente e a moral.

As leis não são indiferentes no que toca à formação e ao comportamento morais do homem. Pelo contrário, influem neles intensamente, contribuindo, de modo notável, para dotar com maior vigor os bons costumes.

Separar em categorias estanques o normal, o lícito e o moral, como se fossem mundos isolados e sem relação mútua, supõe uma concepção adulterada da realidade. Hoje, é propagada pelos defensores dessa utopia que chamam de Estado moralmente neutro, assunto já abordado em outros artigos.

As condutas frequentes, tidas como normais, quando em desacordo objetivamente com o lícito legal ou até mesmo a moral, afetam a ordem humana de maneira danosa, pois maculam o efeito proporcionado pelas ações praticadas segundo aqueles ditames.
=
Na ordem humana, o homem tende a agir segundo as virtudes ou os correspondentes vícios. Por isso, o normal, o lícito e o moral caminham sempre de mãos dadas. Pretender uma postura dissonante é cair no mais puro irrealismo. Não existe alternativa. Como canta Bono Vox, vocalista da minha banda predileta, na faixa que dá o nome ao seu recente álbum, “no, no line on the horizon, no, no line”.








Igreja Presbiteriana do Brasil

O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Portal da Família - Artigos e variedades
Exmo Sr. Juiz André G. Fernandes



quinta-feira, março 22, 2012

SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: UMA SOCIEDADE SEM FRONTEIRAS

EDUCAÇÃO







================================Rede de Divulgação


A Era do conhecimento tem sido caracterizada por constantes mudanças impostas pelo mundo moderno levando a sociedade a uma competitividade cada vez mais acirrada, sendo a “inovação” e a “produtividade” as molas propulsoras dessa mutação.
=
O cenário que tem sido construído, principalmente a partir do século XX, seja ele no âmbito empresarial ou nas relações entre países, é marcado pela busca de inovação tecnológica, objetivando introduzir no mercado novas idéias que, conseqüentemente, levam à criação de novos produtos, serviços, novas técnicas de gestão e planejamento.
=
A Revolução digital, assim como qualquer outra revolução que já marcou a história, cria no ser humano certa resistência ao novo. Tal resistência se transforma em barreiras enormes que impedem o crescimento, dificultando a comunicação que é a espinha dorsal para o sucesso do indivíduo nesse novo mundo que exige muita informação, e, sobretudo, ousadia.
=
As fronteiras estão sendo removidas conforme ocorrem as transformações no espaço e no tempo. O valor da comunicação advinda dos avanços na computação e nas telecomunicações propicia a criação de uma nova forma de sociedade, “a Sociedade em Rede”, transformando as relações.
=
Na verdade, a globalização faz também redescobrir a corporeidade. O mundo da fluidez, a vertigem da velocidade, a freqüência dos deslocamentos e a banalidade do movimento e das alusões a lugares e a coisas distantes, revelam, por contraste, no ser humano, o corpo como uma certeza materialmente sensível, diante de um universo difícil de apreender.
=
A globalização integra as sociedades através da rede, transformando-as em um só mundo, buscando conciliar o desenvolvimento tecnológico com o desenvolvimento humano, pois, na verdade, o processo de assimilação não avança na mesma velocidade que a tecnologia, o que define como se dará a aprendizagem num universo totalmente novo para o homem da modernidade.
=
A questão é, até que ponto todos os seres humanos estão “conectados” nessa mesma direção? Será possível ao ser humano assimilar com a mesma rapidez tamanhas mudanças em seu cotidiano? Quais os problemas que uma sociedade em rede pode acarretar?
=
Sem dúvida há muitas questões e contradições, pois apesar da internet permitir uma maior conexão, também gera isolamento. Esse processo tem um sentido dicotômico, ou seja, ao mesmo tempo em que promove a inclusão digital, desencadeia a exclusão social. Um exemplo simples decorrente dessas mudanças são os novos termos que têm sido incorporados ao nosso vocabulário como “E-mail”, “Internet”, “E-commerce”, “Web” e outros, tomando conta do “mundo das informações”.
=
A Internet tem sido a base das atividades econômicas, sociais, políticas e culturais, aproximando culturas, agilizando negócios, e, por fim, conectando as pessoas em diversos lugares.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Kerley S.S. Grosso - Membro Shvoong