Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, janeiro 08, 2012

O ANO NOVO COMEÇA AGORA!

==EDIFICAÇÃO






==========================Rede de Divulgação

Paz e bem,
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Mais um ano se inicia. Na realidade é apenas mais um dia que se vai e outro que nasce. Não há nada de mágico ou especial que aconteça entre o dia trinta e um de dezembro de um ano e o dia primeiro de janeiro do ano seguinte. É apenas mais um dia no calendário.
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Acontece que nós, seres humanos, necessitamos de marcos em nossas vidas. Necessitamos separar um momento, olhar para trás e ver o quanto caminhamos, e olhar para fren
te e avaliar o quanto ainda resta para caminhar. Precisamos de momentos para pensar sobre nossos caminhos, fazer um balanço de nossas vidas e planejarmos o futuro.
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Por isso precisamos de datas especiais que nos permitam esta reflexão. Precisamos de aniversário,
natal, dia das mães, dos pais e ano novo... Dias festivos, mas dias também para nos reavaliarmos. =
Deus se fez homem e nasceu na plenitude dos séculos. Ele também morreu e voltou a v
iver. Portanto, a fé cristã é renascimento, recomeço ressurreição. Importa-nos nascer de novo, experimentar algo diferente, riscar o escrito da dívida que têm conosco. Isto é vida em Cristo, uma eterna mudança de mente, um perpétuo estado de arrependimento.
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Deste modo, independente de ser apenas mais um dia no calendário, a virada do ano é mais um momento de recomeço; de restauração; de renovação das esperanças e de começarmos um novo caminho. Claro que tudo isto pode e deve ser feito em qualquer dia do ano, mas por que não começarmos agora?
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“Aqui e agora é o tempo aceitável, aqui e agora é o dia da salvação” (2ª Coríntios 6:2).










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito

sábado, janeiro 07, 2012

CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DA CATEDRAL PRESBITERIANA DO RIO DE JANEIRO - 150 ANOS

==NOTÍCIA







==============================Rede de Divulgação


A Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro celebra no dia 12 de Janeiro de 2012 um marco histórico do presbiterianismo nacional com os 150 anos da igreja. O Sesquicentenário da Catedral terá uma programação especial, com início às 17h30, no dia 12 de Janeiro. Haverá o Lançamento das Medalhas e dos Selos Comemorativos do Sesquicentenário, seguido de um Coquetel Gospel.
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Às 18h30 será o Lançamento da Pedra Fundamental (marco que aponta para a construção do edifício Simonton) após o remembramento dos terrenos que são da igreja desde 1870. O ato cívico - religioso terá início às 19h30, tendo como pregador o Presidente do Supremo Concílio da IPB, rev. Roberto Brasileiro Silva.

Todos os momentos de celebração preparados são abertos ao público cristão e presbiteriano, e o convite à participação está aberto. A Apecom, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, realizará uma cobertura em seu site, com informações especiais sobre o evento no dia 12 de janeiro.
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Um pouco de história
A Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil, a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro foi fundada em 12 de janeiro de 1862, marco inicial da Igreja Presbiteriana do Brasil, sob a orientação do missionário Ashbel Green Simonton, pastor de 26 anos, recém chegado dos Estados Unidos, que fundou a igreja recebendo em profissão de fé os primeiros dois membros da nova igreja.
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Em maio de 1867, a igreja passa a se reunir em um local onde atualmente o imóvel incorpora a propriedade do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Neste edifício funcionava uma Escola de Alfabetizaç
ão de Adultos, um Salão de Culto, um depósito de livros e o pioneiro que teve como primeiros alunos os reverendos Antônio Bandeira Trajano, Modesto Carvalhosa e Miguel Torres.
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Como o salão de culto estava comprometido, ameaçando cair, a Igreja passou a se reunir em um prédio onde hoje é a atual rua Visconde
do Rio Branco. Este foi o quinto local. Depois da morte de rev. Simonton, um novo e último local foi designado para a instalação da Igreja. Rev. Alexander Latimer Blackford adquiriu uma propriedade por treze contos de réis em dezembro de 1870. A igreja permanece neste endereço até hoje, na rua Silva Jardim.
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Com ofertas de irmãos de igrejas presbiterianas dos EUA, somadas com as ofertas e doações dos irmãos do Rio de Janeiro, foi possível construir um local mais apropriado para o culto e para a reunião dos fiéis. A
inda não era possível chamar templo, pois as leis do Império Brasileiro não permitiam que religiões diferentes da religião oficial do Estado, o Catolicismo Romano, construíssem locais de culto com arquitetura litúrgico-religiosa. Assim, em 29 de março de 1874, foi inaugurado em culto solene o primeiro “Templo” Presbiteriano no Brasil. Coube ao Rev. Alexander Latimer Blackford a construção deste primeiro templo.
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A História continua

Em 22 de agosto de 1926 foi instalado no Pastorado Efetivo da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, o Rev. Mattathias Gomes dos Santos
. Verificando o estado do Templo, ele refaz o projeto de construção de um novo edifício; para isso convidou o Arquiteto Ascânio Viana, que projetou o novo local de culto. Assim, selecionando fotografias de templos e catedrais da Europa e da América, escolheu - se construir um templo em estilo neogótico.
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Com a jubilação (aposentadoria) do Rev. Mattathias Gomes dos Santos em 1947, assume o Pastorado da Igreja o seu Pastor Auxiliar, o Rev. Amantino Adorno Vassão. O tempo passou e o revestimento externo em pó de pedra e os belos ornatos cederam e precisaram de uma primeira restauração em 1960. Em 12 de agosto de 1976 foi concluído a obra complementar.
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Passados cerca de 30 anos das primeiras obras realizadas, o templo precisava de uma nova restauração. Em 1981, rev. Guilhermino Cunha assumiu o pastoreio da Catedral. Dentre muitas realizações destaca
m-se a restauração e conclusão do Projeto do Eng. Ascânio Viana, um sonho que muitos fiéis do passado esperavam.
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Em 1989 rev. Guilhermino, junto com a Comissão de Obras, resolveu iniciar a restauração do Templo. Seguindo o projeto original de 1927, com o auxílio de fotografias antigas do templo, o arquiteto e urbanista Diácono. Josias Alves de Souza iniciou um estudo construindo protótipos dos ornatos para auxiliar na reforma. “Erguendo as torres para a glória de Deus”, este foi o título da exitosa campanha.
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Em 07 de julho de 2002, em culto solene, o Pastor da Igreja declarava concluída a restauração do Templo da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. As flechas sobre as torres nunca antes construídas, torreões e a fachada posterior foram feitas e refeitas para glória de Deus e testemunho do Evangelho.

*Informações extraídas do site da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. Para saber mais acesse www.catedralrio.org.br.











Igreja Presbiteriana do Brasil
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Retirado do Portal - IPB - Apecom


quarta-feira, janeiro 04, 2012

O CRISTÃO, O FUNDAMENTALISMO E O ESPÍRITO COMBATIVO

=EDIFICAÇÃO







=============================Rede de Divulgação


O verdadeiro cristão comprometido com as Escrituras deve ser caracterizado pelo espírito combativo. É ser fundamentalista. Ser fundamentalista é ter convicção de que os preceitos da Palavra de Deus revelado nas Escrituras são infalíveis e historicamente precisos, ainda que contrários ao entendimento das teologias modernas. O cristão fundamentalista se preocupa em voltar ao que são considerados princípios fundamentais das Escrituras. O termo fundamentalista, em oposição ao modernismo teológico e negativista, já indica que o seu portador é um combatente pela fé.
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O termo fundamentalista que emprego neste artigo não faz referência aos movimentos religiosos que tem como característica as ameaças que grupos religiosos fanáticos, àqueles que não fazem parte da sua religião. Ser fundamentalista não significa fazer parte de grupos extremistas, com interesses em atos de violências físicas ou verbais contra os oponentes. As Escrituras nos advertem a amarmos até mesmo os nossos inimigos! O que está em jogo aqui não é o ataque à pessoa, e sim às idéias. Mesmo que seja impossível separar a pessoa da sua idéia, não nos é permitido fazer qualquer mal, física ou verbal, à pessoa.
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Ser fundamentalista é ser guerreiro, é saber manejar bem as Escrituras, significando não somente a aceitação das doutrinas fundamen
tais da Palavra de Deus, mas também a defesa intransigente, protegendo-o dos ataques das teologias liberais e modernistas. O cristão fundamentalista precisa saber atacar e defender. Estar na ofensiva e na defensiva.
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O nosso espírito combativo deve existir em função de uma causa sublime e nunca em função de nosso personalismo. Ser combativo não é ser briguento, no sentido contencioso. Existem pessoas com um espírito combativo tão extremo que c
hegam ao ponto de descerem do pedestal da ética cristã até o terreno escorregadio da polêmica baixa, desonesta e contenciosa. Quando o espírito combativo perde a verdadeira noção de uma polêmica elevada, honesta, que tem como motivo as causas sublimes, e se limita a ataques pessoais, já não consideramos mais polêmicas. Este espírito contencioso é condenado na Palavra de Deus (Tg 3.13-18).
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No entanto, os erros de alguns que pensam que são polemistas [1] e vivem brigando com todo o mundo não são motivos para nos tornarmos avessos às controvérsias. Um erro não justifica o outro. As atitudes extremadas de alguns que pensam que são polemistas criam inimizades, prejudica a causa e impede a conversão das almas, dificultando o evangelismo. Por outro lado, não concordamos com a inércia de alguns que não fazem questão de polemizar questões doutrinárias. Os que não se esforçam em defender a fé confundem polêmica com contenção. Negar a necessidade da controvérsia é negar o caráter essencial da vida cristã. A vida cristã é uma vida de lutas. Temos que ser combativos. Não há lutas sem combates! O cristão precisa ser combativo pelo próprio imperativo de ser cristão.
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Os que são contra o espírito combativo e dizem que não tem tal espírit
o, não enxergam a tamanha ironia em que caíram. Eles fazem verdadeira apologia em torno de sua posição não combativa, atacando, ao mesmo tempo, os que combatem o mal e inovações! Não são combatentes, mas atacam os que combatem. Combatentes pacifistas! São contraditórios por excelência. Para defender a doutrina não tem espírito combativo, mas o tem para defender as suas próprias idéias e opiniões. Onde há contradição, há engano; onde há engano, há falsidade; onde há falsidade, não existe a verdade, porque esta não admite contradição.
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Não podemos permitir pacifistas em nossas i
grejas. No cristianismo não há lugar para tímidos e medrosos. Imaginem um exército cheio de timidez. Imaginem um pelotão de soldados com medo de enfrentar o inimigo em uma guerra. Temos que ser corajosos e desinibidos, pois somos soldados de Cristo.
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Através da história, notamos que o evangelho tem triunfado por meio do combate ao mal. Se Lutero não fosse combativo, não teria se processado a Reforma Protestante do s
éculo XVI. Não somente Lutero, mas Zwiglio, Huss, Savonarola, Calvino, Knox, Beza e tantos outros que deram suas vidas pela causa de Cristo.
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Jesus Cristo foi um combatente. O
apóstolo Paulo também o foi, como se percebe através de suas epístolas, entre elas a carta aos Gálatas, que é uma verdadeira polêmica contra os legalistas fanáticos. Na carta aos Romanos o apóstolo faz uma verdadeira apologia em torno da justificação pela fé.
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Onde encontramos na Bíblia a base para a acomodação doutrinária? Se o ind
ivíduo não é capaz de defender as próprias doutrinas que aceita e atacar as doutrinas contrárias, onde estão então as suas convicções? O verdadeiro cristão fundamentalista e com um espírito guerreiro não fica calado quando vê que a doutrina de Cristo está sendo ultrajada, espezinhada e combatida pelo inimigo. Covardia e medo são o que caracteriza o “cristão” pacifista. É como Pedro, quando foi interrogado pela criada (ver Mateus 26.69-75). Como pode um crente conformar-se com aqueles que negam a inspiração verbal e plenária da Bíblia, que negam a divindade de Cristo, seu nascimento virginal, sua ressurreição, e o castigo eterno? Não se pode ficar inerte diante das heresias, ou então será tido por traidor.
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Não servem como exemplo aqueles que vivem procurando briga e gastam tempo escrevendo calúnias contra os outros, quando deveriam estar pregando o evangelho. Não são polemistas ou combativos, mas paroleiros [2]. São os que promovem facções e divisões na igreja de Cristo. A verdadeira fidelidade doutrinária é aquela que se revela num inconformismo santo contra o erro. Não podemos ficar em paz com a nossa consciência cristã, ao verificar tantos abusos contra a doutrina e a moral cristã, e permanecer sem dar o grito de alerta.
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A conseqüência da oposição ao espírito combativo é o afrouxamento doutrinário, a indisciplina,
a quebra do Dia do Senhor, a falta de comunhão, os aumentos do modernismo teológico, da teologia liberal, do mundanismo etc. Mas o principal motivo pelo qual as igrejas não estão interessadas no espírito combativo é o medo da possibilidade de ter igrejas vazias. É preferível ter igrejas cheias a ter igrejas compromissadas com a Verdade.
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Que o Senhor não permita que nós deixemos a sua Igreja ser destruída pelo “espírito pacifista”, que não se esforça por proteger o Corpo de Cristo dos ataques dos seus inimigos.












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Heitor Alves - Eleitos de Deus


terça-feira, janeiro 03, 2012

A RELAÇÃO PROFESSOR E O ALUNO NO PROJETO DO DIZER

==EDUCAÇÃO






============================Rede de Divulgação


Em primeiro lugar temos que diferenciar “redação” de “texto”. Para Geraldi (1984) a redação não pode ser vista como uma produção textual de verdade, ela é só um exercício escolar que imita uma produção de texto. Isso porque, a redação escolar tem como intenção avaliar o aluno, ou seja, o professor vai dar uma nota ao aluno de acordo com o que ele escrever.
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Sobre a redação escolar Geraldi afirma:
“na escola não se produzem textos em que um sujeito diz sua palavra, mas simula-se o uso da modalidade escrita, para que o aluno se exercite no uso da escrita, preparando-se para de fato usá-la no futuro.”
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Assim o principal problema das redações escolares está relacionado ao projeto de dizer do aluno que não é valorizado, é só um exercício de repetição. Para Geraldi:
“na redação, não há um sujeito que diz, mas um aluno que devolve ao professor a palavra que lhe foi dita pela escola..”
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As diferenças entre “redação” e “texto” mostram também a diferença entre “aluno” e “autor”, pois o “aluno” escreve a redação para ser avaliado pelo professor e o “autor” produz um texto expressando seu projeto de dizer.
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Diferente
de uma redação que atende ao professor, um texto tem que desenvolver um “projeto de dizer”, ou seja, o autor tem que ter no seu texto vários elementos como “o que dizer?”, “por que dizer?”, “para quem dizer?” e “se constitui como locutor de seu dizer?”.
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Para realmente ensinar a produção de texto, Geraldi sugere uma mudança na maneira como hoje se fazem redações nas escolas:
“o primeiro deslocamento a fazer, de um lado, é o da função-aluno que escreve uma redação para uma função-professor que a avalia e, de outro lado, o próprio ato de pro-dução escolar de textos”.
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A posição do p
rofessor também é muito importante, pois o aluno sempre escreve tentando atender ao que o professor pediu. Existem duas atitudes do professor em relação a escrita do aluno: a “Correção” e a “Avaliação”.
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Serafini (1989) faz as diferenciações entre “Correção” e “Avaliação”, para a autora “Correção” são as várias maneiras de o professor interagir com o texto do aluno, para que ele possa ser melhorado e “Avaliação” é o julgamento do trabalho do aluno, a nota ou conceito que o professor dá.
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Segundo Geraldi (1984, p.121), corrigir redações vai muito além de avaliações propostas dentro do sistema educacional é preciso interação com os textos dos alunos, num processo continuo, para se obter bons resultados.
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Estas diferentes posições do aluno e do professor ficam bastante claro nas redações analisadas neste artigo porque o professor se colocou na posição de “Avaliação” e só deu nota A para aqueles alunos que “devolveram” o que ele queria, e deu B ou C para aquele que não desenvolveram seus projetos de dizer diferentes do que o professor esperava.
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A postura do professor já fica claro na proposta da redação, pois o Provão Bimestral tem o objetivo de avaliar e não de corrigir. O aluno só tem uma chance de escrever, tem um tempo limitado e tem que atender ao que o professor pediu e espera que ele escreva.
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Na análise vou mostrar que o professor não tinha a preocupação de apontar os problemas e ajudar os alunos a melhorar os seus textos, a intenção era dar uma nota para a redação do Provão.











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