Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, dezembro 13, 2011

SEJA VERDADEIRAMENTE CABEÇA

= EDIFICAÇÃO








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Rede de Divulgação



“E o Senhor te porá por cabeça e não por cauda e só estarás em cima e não debaixo, quando obedeceres aos mandamentos do Senhor teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e fazer”. (Deuteronômio 28:13).

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“O Senhor te porá como cabeça e não por cauda”. Você crê nisso? Eu o creio! Creio que o Senhor nos elegeu, nos predestinou para sermos cabeça, para fazermos diferença, para sermos líderes nesta geração, somos a nação santa, o povo adquirido, fomos escolhidos segundo o beneplácito de Sua vontade para sermos sal e luz. Creio que tudo o que pedirmos em nome de Jesus, crendo, receberemos.
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Creio que Deus é abençoador e que Ele é capaz de fazer muito mais do que aquilo que peço ou penso, creio que sou mais que vencedor e creio que todas estas promessas foram feitas para você também.
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No entanto, não podemos ignorar os ardis daquele que é inimigo de nossa alma. Quando Jesus foi tentado no deserto, satanás usou a própria palavra de Deus, citando o Salmo 91:11, para tentar convencê-lo a pular do pináculo do templo. Se o diabo agiu assim com próprio Jesus imagine comigo e com você!
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Sem dúvida ele distorce a Bíblia, para que o entendimento de alguns seja ludibriado de tal maneira que, pensando estar obedecendo ao Senhor, estejam na realidade dando ouvidos a fábulas construídas no reino das trevas.
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Isto tem sido uma cruel realidade em nossos dias. A palavra tem sido deturpada por um “evangelho” espúrio, falso, que não é nem de longe aquilo que o Senhor quer. Assim como tentou fazer com Jesus no deserto, Satanás tem usado a própria palavra para enganar o povo de Deus e ele tem obtido sucesso e desviado muitos. A igreja do Senhor tem sido enganada pela mais sutil armadilha satânica, aquela que articula o engano como verdade bíblica.
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Esta estratégia tem obtido grandes resultados e tem feito com que muitos se esqueçam do seu chamado, do compromisso com o Evangelho de Cristo e corram atrás do “evangelho” maldito de Mamom.
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Esta é uma geração de crentes mimados, como nunca antes na história, crentes que não suportam o sofrimento e que muitas vezes se revoltam contra o próprio Deus. Filhos exigentes como crianças malcriadas. Dizem-se servos, mas no fundo o que desejam é dar ordens a Deus e manipular a vontade daquele que deveria ser o Senhor.
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Não estou falando que devamos viver de derrota em derrota como se isto fosse vontade de Deus, mas de algo muito mais profundo do que isso. Estou falando de compromisso, da necessidade de vivermos um evangelho que realmente reflita a vontade de Deus e que faça diferença em um mundo que jaz no maligno não pela prosperidade material, ou pela cura de enfermidades, embora estas coisas possam ser-nos dadas unicamente segundo a vontade de Deus.
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A marca do verdadeiro cristão é mudança de vida. E infelizmente temos presenciado uma geração que ao se “converter” só muda em uma coisa: o hábito de ir à igreja, mas em suas vidas não há verdadeira transformação. O Evangelho não pode ter a cura física como principal argumento: Jesus curou dez leprosos, mas apenas um foi verdadeiramente salvo. Do mesmo modo, também não pode ter na prosperidade material a sua principal doutrina: Jesus alimentou uma multidão, mas quando foram chamados para um verdadeiro compromisso, muitos disseram que duro era o discurso e se afastaram.
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Ser verdadeiramente cristão, ter a vida transformada, não está na cura física, se assim o fosse, os dez leprosos se converteriam, nem está nas bênçãos materiais, senão a multidão permaneceria com ele. Ser cabeça e não cauda é ter a vida transformada em Cristo. É viver em arrependimento e esta é uma palavra cada vez mais rara no evangelho dos dias atuais...
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Ser cabeça e não cauda é reconhecer que precisamos do perdão de Deus, permitir que o Espírito Santo assuma a rédea de nossas vidas e andar em paz com nossos irmãos, perdoando aqueles que nos ofendem. Ser cabeça e não cauda significa não mais enganar a si mesmo nem levar uma vida vazia. Significa reconciliar-se com Deus, ter comunhão com Ele e chamá-lo verdadeiramente de Pai. Não um pai distante, mas o Pai que está tão próximo que habita em mim.
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Vive-se um evangelho em que falta coragem para transformar vidas, de ser profeta e levantar a voz para denunciar o pecado e buscar arrependimento.
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Estamos buscando uma santidade interesseira, baseada em barganha onde a nossa parte é seguir uma santidade exterior e a parte de Deus é nos dá o que queremos. Deus é bom, não é comerciante. Sua graça Ele não negocia, ele dá. A santificação só é verdadeira quando é feita por amor a Deus e com compromisso com Cristo encarnado, crucificado e ressurreto. Sem isto tudo é vão em nossa vida.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz - " O Servo com Cristo "

Pr. Denilson Torres-M.Fruto do Espírito

quinta-feira, dezembro 08, 2011

COREOGRAFIA NA IGREJA: A DANÇA DA IGNORÂNCIA

EDIFICAÇÃO







===================Rede de Divulgação


Amados Irmãos em Cristo. O blog “Rei dos Reis” informa que o presente artigo é muito precioso e
edificante, solicitamos não se impressionarem pela extensão do mesmo, temos hoje a grande oportunidade de esclarecer, estudar, tomar conhecimento de atitudes incoerentes, praticadas em Templos Evangélicos por grupos formados, (ditos Igreja), a forma proposta de cultuar ao Senhor nosso Deus é praticada a "esmo". Assim não podemos concordar, visto toda nossa formação Bíblica. Gostaríamos de propiciar aos Irmãos, um vasto estudo sobre o tema, que o Senhor nosso Deus, nos contemple e complete em "SABEDORIA", nos capacitando de forma a elucidar e ajudar a "muitos!" Esperamos com multidões de orações, que este texto recaia sobre cada Irmão como aroma suave, vinda dos Altos Céus. Rogamos ainda ao Pai Celeste, que nos conceda também, saudável presença do Espírito Santo, nos capacitando arduamente para com a condição superior, mudar "pensamentos", trazer assim a Palavra viva do Deus Altíssimo e Sua Vontade. AVANTE! VAMOS ESTUDAR! Amém.
Diác.Rilvan Stutz "Rei dos Reis".

A ignorância dança na minha frente! C
olorida, maquiada, e iluminada, ela se contorce feita serpente, mas não entendo o que ela quer dizer!

Trevas medievais se abatem sobre o culto de igrejas modernas. Novamente os ministros do evangelho estão buscando roupas, cores, luzes, sons, gestos mudos, e centralidade em mulheres que, sem saber, roubam a glória de Cristo nos cultos dessas igrejas. Dessa forma, a velha igreja Católica Romana com seu culto colorido tem sido lembrada no meio evangélico.

Estive pregando em um congresso para jovens presbiterianos, e fiquei decepcionado ao ver que, o culto desses jovens nada tinha a ver com o presbiterianismo histórico, nem com o sistema calvinista de adoração. Não sei quem é o culpado por tantos descaminhos dentro de nossas igrejas; o que sei é que o culto presbiteriano está aleijado em muitas igrejas; precisa de muletas para andar. O princípio que subjaz esta enfermidade é o fato dos líderes acharem que só a Palavra de Deus e os sacramentos já não podem mais ter tanta graça, e para isso insistem em trazer algo com mais engraçado.

O que pude observar naquele congresso não pode chamar de culto. Não tive impressão de que as pessoas ali estivessem com suas mentes voltadas para Deus. Palco com muitas luzes pondo seus holofotes em moças maquiadas, brilhando à luz dos reflexos de sapatilhas prateadas, com vestidos multicoloridos, contorcendo seus corpos como serpentes, e até, sensualmente mostrando o contorno de seus corpos, dançando e sinalizando com os membros superiores e inferiores, gestos obscuros que ninguém entendia o que queriam dizer com aqueles movimentos.

Quando sento num banco de igreja e vejo aquelas mocinhas dançando na minha frente, nada mai s consigo além da ignorância dançante de seus líderes. Como dançam ao som de músicas, entendo a letra da música, mas não sei o que elas pretendem dizer com seus braços e pernas que sobem e descem sincronizadamente, repetindo cansativamente os mesmos movimentos. Será que somente eu não compreendo a linguagem daqueles corpos coloridos, brilhantes e emudecidos, que se contorcem sobre o palco querendo dizer algo? Será que terei que aprender um alfabeto dos movimentos coreográficos para decodificar a mensagem dançada?

Foi-me dito que elas estão louvando a Deus. Estranho! Parece que esse louvor nunca poderá ser congregacional; ou imaginaremos os anciãos da igreja coreografando sincronizadamente? Por que essa modalidade de louvor só pode ser praticada por moças novas?

POR QUE A COREOGRAFIA NÃO É A VONTADE DE DEUS PARA O CULTO CRISTÃO?

1) PORQUE É UM MEIO ATRASADO E PRIMITIVO DE COMUNICAÇÃO QUE COMPROMETE O CULTO À OBSCURIDADE E AO ERRO.

O meio mais direto, perfeito e objetivo de nos comunicarmos com Deus é por meio da palavra inteligível. Os movimentos corporais podem representar simbolismos nas muitas religiões pagãs e de mistérios pelo mundo afora; mas só o culto revelado a Israel (Rm 9:4) contém os verdadeiros elementos que agradam a Deus. Nada há no culto de Israel que lembre o culto pagão das nações vizinhas, que era recheado de danças folclóricas.
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O louvor de Israel sempre foi por meio de palavras inteligíveis, e não por expressões corporais. Além disso, teria que haver uma codificação dos movimentos, para que a igreja pudesse ler e decodificar o significado de cada movimento, o que é impossível, pois como é uma dança ao som de músicas, as letras das músicas confundiriam as letras expressas pela linguagem corporal. Ainda assim, a expressão corporal seria inviável para o culto porque o corpo é mudo e seus movimentos limitados, tendo-se que repetir as mesmas coisas significadas, e caindo no erro das vãs repetições.
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A coreografia é proibida pelo apóstolo Paulo por representar uma forma m
uda de expressão que nada expressa. Nenhuma formalidade sem sentido deveria fazer parte do culto cristão, (I Co 14:8-9). A própria palavra louvar (do lat. Laudare) sempre está relacionada a “dizer algo inteligível à mente”, “bendizer”; assim sendo nunca poderia ser empregada para gestos ou expressões corporais. O Salmo 150:4 emprega o termo para “adulfes e danças” porque está citando a expressão de Êxodo 15:20-21, que é acompanhada de bendições em alta voz por Miriam e as mulheres que acompanharam o coro.
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Todo meio obscuro de cultuar a Deus é proibido em sua Palavra, pois a igreja tem entender a mensagem para dar o amém, (I Co 14:16). Toda forma de culto que não comunica a mensagem inteligívelmente, é semelhante a falar ao ar, (I C o 14:9). Além do mais, o apóstolo Paulo ensina que o culto cristão é racional, pertencente ao entendimento, (Rm 12:1). Cultos em que não se entende a mensagem ou o louvor são caracteristicamente pagãos em sua essência.
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Usar exemplos
de Miriam ou Davi é cometer sério erro hermenêutico. Eles dançaram porque quiseram; não estavam obedecendo a nenhum mandamento da lei, nem seu exemplo ficou para ser seguido. O povo de Deus não segue exemplos, e sim ordens.
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2) PORQUE NÃO É PARTE INTEGRANTE DE NENHUM DOS MEIOS DE GRAÇA, E, PORTANTO NÃO PODE FAZER PARTE DO CULTO.
Além dos sacra
mentos e da palavra, Cristo e os apóstolos não instituíra nada mais como meio de graça para o povo de Deus. Todos os elementos do culto cristão são, necessariam ente, meios de graça. Mas fica difícil explicar como um grupo de mulheres fantasiadas e dançantes se tornaria um meio de graça para a igreja de Cristo. O que coreografia tem a ver com a história da redenção? O que as danças comunicariam à mente dos crentes? A música cantada é ordenada nas epístolas paulinas, e foi usada por Cristo ao término da ceia; nada há, porém, quanto à dança.
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3) PORQUE NÃO FAZ PARTE DE NUNHUMA ORDEM LITÚRGICA ENCONTRADA NO VELHO OU NOVO TESTAMENTO.
A própria expressão “dança litúrgica” é precária, pois não há nenhuma liturgia de culto onde haja danças no Velho ou Novo Testamento.
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O culto foi uma das dádivas pactuais dadas ao povo de Israel, e sobre o qual a nova aliança é inspirada. Não há nenhum registro do culto no Antigo Testamento que danças fizer
am parte do culto israelita no templo. O culto de Israel era santíssimo, e jamais seria profanado por elementos de cultos pagãos. Os povos vizinhos de Israel adoravam o sol, as estrelas, gatos, serpentes, jacarés, deusas, e deuses, dançando religiosamente para eles. Esse culto dançante era originado da própria vontade humana, mas o culto do Deus de Israel tinha origem divina, e foi revelado pelo próprio Deus ao seu povo, (Rm 9:4); em nenhum lugar da revelação Deus requereu danças; elas eram exatamente o elemento mudo das religiões pagãs daqueles tempos. O mesmo pode-se entender no Novo Testamento. Nenhuma evidência há para uma tradição pagã entre os crentes da igreja primitiva.
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4) PORQUE NÃO HÁ MODELO NEM MANDAMENTO APOSTÓLICO PARA ISTO.
As ordens apostólicas do conteúdo do culto no que se refere a louvor é salmo, (I Co 14:26); salmos, hinos e cânticos espirituais, (Ef 5:19). Em nenhum lugar da tradição apostólica foi incluída coreografia, sendo, portanto, uma tradição humana acrescentada ao culto cristão.
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5) PORQUE ROUBA A GLÓRIA DE CRISTO E MACULA O CULTO DIVINO.
O movimento moderno secular de coreografia na igreja apresenta-se como um show, bem ensaiado
, e que, impecavelmente pretende agradar à expectativa de quem assiste. A atenção dos expectadores está em acompanhar os movimentos dos corpos brilhantes e coloridos e conferir as falhas e os acertos para depois atribuir-lhes elogios. Nada há na coreografia que leve a mente dos crentes a glorificar a Cristo, pois os corpos dançantes não falam à mente. Se nada comunicam, acabam distraindo a mente dos crentes e desviando o foco das atenções do verdadeiro culto que é Cristo.
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Nenhuma dançarina vai a um palco querendo dar glória a outrem, pois ela está ali para “demonstrar” e não para levar a mente das pessoas cativas a outro lugar que não sua própria pessoa. Assim, as dançantes amaldiçoam-se por roubar a centralidade da a doração a Deus, (Atos 12:21-23), por receber honras e elogios que deveriam ser de Cristo, e por tornar a adoração a Deus em show, culto profano e pagão.
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6) PORQUE A COREOGRAFIA SEMPRE ESTÁ ENVOLVIDA COM CARNALIDADE. Na coreografia, os movimentos dançantes são voltados para demonstrações dos corpos de quem dança. A mente de quem assiste é eficazmente desviada para contemplar movimentos, e não para pensar em Deus ou em Cristo. As moças fantasiam-se sensualmente, - exatamente como procedem as dançarinas mundanas para atrair olhares, e provocar impressões sensoriais for tes em quem assiste. Quando dizem que estão imitando a profetisa Miriam, com coreografias modernas, tais coreógrafos esquecem-se de que uma profetisa judia nunca vestiria trajes tão pecaminosos como as atuais fantasias que circulam nos palcos eclesiásticos dos nossos dias. Pelo efeito que produz, a coreografia é uma obra de sensualidade, voltada para o pecado da carne; e o pendor da carne é morte, (Rm 8:6).
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7) PORQUE É PECAMINOSO POR ENALTECER A NATUREZA HUMANA.
Nada pode ocupar o centro da adoração cristã senão a Palavra de Deus, por meio do pregador. As danças, os conjuntos, cantores e corais são terminantemente proibidos de ocupar o lugar central da Palavra de Deus no verdadeiro culto cristológico. Todas essas pretensiosas formas de expressões de louvor são individuais e particularizadas, devendo apenas ser para uso de cada um em ambiente privado, não na igreja. Na igreja o culto é público, e o louvor sempre é congregacional. O apóstolo Paulo foi incisivo contra os coríntios com seus individualismos em detrimento da igreja como corpo. A visão de cantor A, conjunto B, coral C, que se apresentam sozinhos, segregando-se do louvor congregacional, nada mais é do que uma visão de fama, e isto são pecaminosas aos olhos de Deus.
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Uma expressão absurda que se usa muito nas liturgias seculares é o termo “participação especial” para designar um cantor que vai cantar na frente da igreja. Sem perceber, o liturgo anuncia que o culto vai parar porque alguém mais especial vai cantar.
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Sempre que houver o incentivo à manifestações particulares de louvor, a tend- ência é à segregação, individualismo, fama, elogios, e exaltação à pessoa que canta ou grupo que se apresenta. Assim sendo, tais modelos são carnais, (Gl 5:20-21) e devem ser evitados na igreja de Cristo. Todos esses modelos são seculares, trazidos do mundo pagão para dentro da igreja, sem nenhuma base bíblica. No céu toda a igreja cantará em um coral universal; lá não haverá participação especial de A ou B. Se a igreja de Cristo quer agradar a Deus, então, deverá copiar o modelo das coisas celestiais, e não das terrenas, (Cl 3:2).
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8) PORQUE É AFÔNICA E DENUNCIA-SE DESNECESSÁRIA
A mais absurda idéia que podemos ouv
ir dos defensores da coreografia na igreja é que ela é uma maneira de louvar a Deus. Usam os textos dos Salmos 150 e o exemplo de Miriam (“Se ela dança, eu danço!”), e o exemplo de Davi – textos que tratarei mais a diante para fundamentar uma teologia contraditória, por desconhecerem a verdadeira idéia do salmo 150 e do exemplo de Miriam.
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A grande contradição da coreografia é que ela precisa da música para louvar. Ora, como pode um corpo dançante louvar, se louvar é bendizer, e o corpo nada diz?
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Ao olharmos para o Salmo 150:4 (“Louvai ao Senhor com adulfes e danças”), o termo hebraico mahol “dança”, é um termo usado como símbolo de alegria após uma vitória. Normalmente uma mahol era acompanhada de adufes (tof); por isso o salmista usa o conjunto “adulfes e danças”. A expressão hebraica do Salmo 150:4 é exatamente a mesma encontrada em referência à dança de Miriam em Êxodo 15:20, em sua forma verbal (“tocaram adulfes e dançaram”). Algo muito importa nte que muitos deixam de esclarecer é que a dança de Miriam nada tem a ver com a moderna coreografia praticada nas igrejas. Vejamos as diferenças: 1) A dança de Miriam foi resultado de uma alegria de vitória do povo de Israel sobre os egípcios; 2) Foi acompanhada por um instrumental próprio; 3) Constituiu parte do ato de louvor a Deus pela vitória, que se compunha de repertório, som, e dança. Daí pode concluir: a) que Miriam não coreografou apenas gestos mudos; b) Que é errado referir-se a Miriam apenas à sua dança, pois ela tocou, cantou, e dançou; c) Que a parte mais importante do seu ato não foi a dança, e sim a letra da música que ela proferiu; d) Que o que louvou a Deus não foi o movimento do seu corpo, e sim as palavras que pro feriu para engrandecer e bendizer a Deus; e) Que a dança de Miriam não foi uma parte integrante do louvor, e sim o resultado da alegria que sentiu, sendo apenas uma manifestação contingente.
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Uma segunda abordagem importante é lembrar que aquele ato de Miriam foi um ato profético extra
ordinário e inspirado, no qual, ela como profetisa inspirada, estava profetizando Palavras de Deus que ficaram registradas no cânon das Escrituras do Antigo Testamento. Portanto ninguém pode querer dançar como Miriam dançou, porque sua dança foi um mover inspirado do Espírito de Deus no profetismo do Antigo Testamento, que tinha fins de escrituração da Palavra de Deus; Miriam não dançou porque quis, e sim porque o Espírito quis. Quando as pessoas querem imitar Miriam, estão assumindo a postura do falso profeta, pois não têm credenciais para isto.
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Quanto ao Salmo 150, estaria dando ordens para louvar a Deus com danças? Absolutamente não! O salmista não está se referindo apenas à “dança”, separadamente de adulfe, pois ele está se referindo ao ato de Miriam. “Adulfes e danças” é a expressão do louvor profético da profetisa Miriam, que foi inclusa no livro dos salmos para ser lembrada continuamente no cântico de Israel, porque continha os elementos da redenção de Israel.
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Grande parte do erro da coreografia deve-se à visão errada que as pessoas têm dos Salmos. A maioria acha que os salmos são mandamentos; e quando lêem o Salmo 150:4, acham que o salmista está ordenando ao povo de Deus a dança como louvor. Os salmos são poemas musicais compostos pelos israelitas da antiguidade para serem usados como hinos na adoração. Ao invés de dançarem por causa da expressão do salmo, eles apenas cantavam o salmo; não há nenhum indício de que os israelitas dançassem no templo. Na verdade, o Salmo 150:4 não foi dado para imitar Miriam, mas para cantar a vitória redentiva que ela celebrou. Portanto, o Salmo 150:4 não é para ser dançado, e sim cantado.
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Bater tambor
es e movimentar o corpo nada diz acerca das grandezas de Deus; portanto, não é à dança ao que o salmista está se referindo, e sim ao que foi dito por Miriam quando dançou. O caso da dança de Davi em I Crônicas 15:29 tem sido usado como modelo ou mandamento para justificar coreografia. Isto consiste muito mais em ignorância do que exegese.
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Davi não deu ordens a ninguém para dançar, nem instituiu em seu reinado a “dança litúrgica”. Mais uma vez, somente o rei se empolgou porque estava vindo de uma vitória contra os filisteus, e apenas ele dançou. Davi dançou e se alegrou, mas depois é que adorou ao Senhor com cânticos dos Salmos de sua autoria, (I Cr 16:7-36). Isto é prova de que as danças do Antigo Testamento estão relacionadas com a história das vitórias de Israel, e nunca com a adoração. Danças no Antigo Testamento é uma expressão de alegria, e não de louvor.
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A dança celebra ale
gria, festa; a única festa a qual somos ordenados celebrar é a ceia do Senhor no dia do Senhor, (I Co 5:7,8).
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9) PORQUE ROUPAS, CORES, FORMAS, LUZES E SONS SEMPRE CARACTERIZAM O VELHO CULTO CATÓLICO ROMANO.
O culto reluzente e colorido é o culto que não agrada a Deus. No Antigo Testamento havia muitas figuras, cores, formas e ritos, mas tudo tinha um significado tipológico. Com a vinda de Cristo, toda expressão profética do antigo culto cumpriu-se. Agora, somente os aspectos da nova aliança devem interessar à igreja de Cristo. Nada há Novo Testamento que nos dê a entender que o culto da Nova Aliança seja rechea do de cores, luzes e sons. Ao contrário, a recomendação apostólica, quanto ao culto cristão, é de simplicidade e humildade. A igreja neotestamentária que mais deu trabalho ao apóstolo Paulo quanto à humildade do culto foi Corinto. Loucos por extravagâncias, os coríntios foram duramente repreendidos pelo apóstolo.
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Antigamente, antes das missões protestantes alcançarem as Américas, a roupa comum dos crentes era, naturalmente, o paletó. O pregador usava paletó porque era a roupa de todos os homens presentes na igreja; não havia destaque do pregador pela roupa ou qualquer outro utensílio. Hoje as igrejas buscam destacar cada vez mais o pregador da multidão. Contrariamente aos reformadores do passado, o Catolicismo procurou enaltecer infinitamente seu clérigo, pondo sobre ele roupas, cores, e objetos, que o tornam o centro da missa.
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O papa católico, com seus grandiosos palácios e fortunas, com tantos aparatos, ouro, e finíssimas roupas sobre si, nunca poderia ser o representante de Cristo na terra; Cristo morreu nu, desprezado, sem riqueza, e abandonado numa cruz. Por este motivo, o verdadeiro culto cristão é aquele que melhor representa a humildade do nosso Senhor. Programar o culto com tantas paramentas é voltar à ostentação do culto católico romano, culto abominável a Deus.
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10) PORQUE IMPEDE QUE A PRÓPRIA MENSAGEM PRETENDIDA CHEGUE A MENTE, POR APRISIONAR-SE AOS OLHOS.
Deus nunca estabeleceria coreografias para o seu culto porque seria uma contradição de pr
opósitos. Seria a coreografia para os olhos ou para mente ? Até agora nunca vi nada diferente do que as tais danças proporcionam para quem as assiste, além de novidades para os olhos. Nada diz ao coração, nem à mente. Ninguém entende nada que se faz com o corpo. É mero lazer para quem pratica, e confusão para quem vê. Dessa forma, a coreografia constitui um elemento proibido pela literatura apostólica. Nela não há mensagem de louvor, palavras de gratidão ou qualquer coisa parecida. Como poderia algo tão inócuo e irracional fazer parte do culto racional dos cristãos, (Rm 12:1)?
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11) PORQUE DESOBEDECE AO MANDAMENTO DA MODÉSTIA DA MULHER NO CULTO.
As dançarinas produzidas em vestes, cores e arranjos ferem a ordem apostólica dos trajes modestos que Paulo dá em I Timóteo 2: 9 para o culto cristão. O culto não é lugar para demonstrações de fantasias de danças femininas. Certamente isto constitui um pecado grave para com Deus: a profanação do seu santo culto.
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12) PORQUE FAZ PERDER A SIMPLICIDADE DO CULTO A DEUS.
O culto cristão
é um momento onde todos os crentes devem estar quebrantados de espírito, arrependidos de seu mal, perdoado o próximo, e na mais total dependência de Deus. O sentimento de igualdade e dependência mútua como partes de um corpo deve permear o ambiente sagrado, fazendo de todos um único organismo.
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Quando o culto é recheado de destaques, privilégios, participações “especiais”, apresentações e representações individuais, (cores, movimentos, sons, personalidades centralizadas no palco, concorrências, etc.) elementos chamativos da atenção da congregação para um único indivíduo ou grupo, perde-se então, a verdadeira natureza de culto a Deus; a adoração é transformada em relações psico-sociais e antropológicas. Personagens se tornam o foco das atenções, as mentes são desviadas de Cristo, e o interesse aumentado em direção aos talentos, cores, sons, gestos e aplausos.
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Para a maioria das pessoas o culto não tem graça quando o único atrativo é Deus. Haverá sempre muito mais adeptos do falso culto, porque, além de tal culto não exigir pré-requisitos espirituais, ainda garante um relaxamento e lazer para os participantes.
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13) PORQUE CONTRARIA OS PRINCÍPIOS DE LITURGIA DO CALVINISMO, CARACTERIZANDO OS USUÁRIOS COMO NÃO CALVINISTAS.
Calvinismo é u
m sistema de culto e vida. Incrivelmente, podemos encontrar coreografia em igrejas que vêm de origens calvinistas; até mesmo alguns pastores coreógrafos querem ser identificados como calvinistas. Com toda certeza esses movimentos coreográficos seriam taxados por Calvino e seus sucessores como movimentos pagãos. O culto do calvinismo clássico está muito longe das caricaturas modernas do culto protestante. Os praticantes da coreografia evangélica desconhecem o verdadeiro culto calvinista, e não partilham da tradição reformada deixada pelos gigantes do calvinismo clássico.
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A ênfase dada pelos calvinistas ao culto cristão condena qualquer representação visível (CONFISSÃO DE WESTMINSTER, cap. 1, seção 1), seja de danças, de teatro, ou de qualquer outra coisa. Pastores que afirmam serem presbiterianos, ou que adotam a Confissão de Westminster como símbolo de fé, jamais deveriam estar envolvidos em práticas coreográficas no culto reformado, pois isso é negar o voto ministerial, e incorrer numa infidelidade para com a Igreja Presbiteriana do Brasil.
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14) PORQUE A ORDEM É LOUVAR COM
A BOCA, E NÃO COM DANÇAS.
“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hebreus 13:15).
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A palavra “sacrifício” da expressão “sacrifício de louvor”, representa a adoração a Deus no Antigo Testamento. O autor está citando a mesma idéia contida em Oséias 14:2 (“sacrifícios de nossos lábios) para afirmar a verdade comparativa com o Antigo Testamento: enquanto a adoração da Antiga Aliança era por meio de sacrifícios de animais, a adoração da Nova Aliança é por meio de um outro tipo de sacrifício,“o sacrifício que procede dos lábios”.
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O autor desta epístola é unânime com a doutrina apostólica, quando fundam
enta toda a adoração do Novo Testamento sobre o louvor dos lábios dos crentes. Indiscutivelmente, quando alguém tem dúvida sobre a adoração do Novo Testamento, podemos dizer-lhe que aquilo que era para o antigo culto de Israel, é hoje o louvor dos lábios dos crentes. Esse é o modelo neotestamentário de adoração da Nova Aliança, não havendo nenhuma outra forma de adorar a Deus, além de nossos lábios.
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15) PORQUE NO CÉU O CORAL É DE VOZES E NÃO DE DANÇARINAS.
“Era necessário que, as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores.” (Hebreus 9: 23)
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O culto terreno, instituído por Cristo e pelos apóstolos, é figura do que há no céu, e lá não há grupos de dançarinas, apenas um imenso coral de vozes dos redimidos, (Apocalipse 7 e 19). O texto de Hebreus está intimamente relacionado com o sacrifício de louvor dos lábios dos crentes. Não há nenhuma margem para cultos dançantes no céu. A adoração a Deus que acontece na terra é uma cópia da adoração celestial. Por isso João tem a visão apocalíptica de um grande coral, e não de dançarinas.
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16) PORQUE DENUNCIA A IGNORÂNCIA TEOLÓGICA DOS LÍDERES QUE APOIAM ESTE PECADO NA IGREJA.

Como já vimos anteriormente, a prática da coreografia na igreja é uma prática mundana que entr
ou no culto dos mais desinformados. A liderança que compartilha de tais “expressões de louvor” desconhece a história do Calvinismo, ignora os símbolos de fé reformados, não tem raciocínio teologicamente preciso, e nunca aprenderam teologia reformada. Cansam-se de dizer que são reformados, quando na verdade só acreditam, com reservas, no sistema de governo e na doutrina da predestinação. Se olharmos para o presbiterianismo histórico, veremos que os antigos líderes eram homens mais conscientes da doutrina reformada, e detinham certa cultura teológica; essa é razão porque nunca encontramos coreografia na igreja quando recuamos um pouco na história.
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A maioria da liderança perdida com coreografia representa um pessoal que nada lê ou estuda; ignora a teologia, as letras, e o conhecimento. Assim, perecem no paganismo de sua própria ignorância.
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Quando corpos se contorcem feitos serpentes na frente de uma igreja, a única coisa que representam com aquelas danças é a materialização dançante da ignorância de seu pastor.
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16) PORQUE
CONTRARIA A ORIENTAÇÃO LITÚRGICA DA IPB.
A base constitucional contra a coreografia na igreja está nos Princípios de Liturgia cap. III, Artigos. 7 e 8, no qual a IPB define os elementos que devem constar no culto presbiteriano.
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A posição mais recente da Igreja Presbiteriana do Brasil quanto à coreografia está na resolução exposta no documento CXIII da reunião ordinária do SC/IPB-98, a qual rejeita o movimento coreográfico na igreja em bases teológicas, históricas, e confessionais, ordenando aos concílios que façam lembrar aos pastores o voto de seguir os padrões institucionais quando da ordenação, e que também façam cumprir os princípios de liturgia quanto ao culto público da IPB no cap. III, artigos 7 e 8. Todos os líderes eclesiásticos que compartilham, ensinam, ou praticam coreografias em suas igrejas incorrem em grave falta, sendo passivos de disciplina pelos concílios da IPB, bastando para isso que qualquer membro da igreja ou concílio denuncie tal líder.
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Aqueles que nã
o concordam ou sentem-se ultrajados por causa de seus líderes dançarinos, devem enviar documento formal, com base constitucional (tanto do Manual Presbiteriano, quanto do doc. CXIII-SC/IPB-98) ao conselho, pedindo que tal documento seja enviado ao Presbitério. Em tal documento deve haverá: a) denúncia formal de que o pastor promove ou permite danças no culto público; b) a base constitucional que referenda a falta ( Manual Presbiteriano e doc. CXIII-SC/IPB-98); c) a requisição pedindo que seja proibido pelo concílio superior o procedimento coreográfico de tais líderes.








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quarta-feira, dezembro 07, 2011

CRER EM UM DEUS PUNITIVO FAZ AS PESSOAS SEREM MAIS HONESTAS, REVELA PESQUISA

EDIFICAÇÃO







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Rede Divulgação


Um novo estudo, mostrando a relação intrínseca entre religião e moralidade, foi divulgado em abril mostrando que a maneira como vemos a Deus influencia nossa honestidade.
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O estudo, intitulado Mean Gods Make Good People: Different Views of God Predict Cheating Behavior [Deuses maus geram pessoas boas: diferentes visões sobre Deus ajudam a prever comportamento e trapaças] foi publicado mês passado na Revista Internacional de Psicologia da Religião. O levantamento foi cooordenado pelo psicólogo americano Azim Shariff, da Universidade do Oregon, e a canadense Ara Norenzayan, da Universidade da Columbia Britânica, que já publicaram pesquisas semelhantes no passado.
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“A questão mais importante do que acreditar ou não em Deus, é o tipo de deus que uma pessoa crê”, explica Azim Shariff.
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Acreditar em Deus não impede as pessoas de trapacearem, a menos que ele seja visto como alguém capaz de punir. A pesquisa foi conduzida entre estudante universitário submetidos a um teste simples de matemática em um computador. Todos foram avisados que uma falha no sistema poderia mostrar as respostas na tela a menos que eles apertassem a barra de espaço antes. O computador calculava quanto tempo depois de ver a resposta na tela os alunos digitavam a ou a mudavam após saber o resultado esperado. Esses alunos foram entrevistados individualmente sobre suas crenças religiosas e, aqueles que criam, tiveram de explicar qual o seu conceito de Deus.
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Os resultados demonstram que há uma relação entre a crença religiosa e a honestidade, mas não se trata de simplesmente afirmar que “os mais religiosos trapaceiam menos”.
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“Na comparação entre crentes e descrentes, não encontramos nenhuma diferença significativa… Mas entre os que acredita, a visão de um Deus irado e punitivo parece levá-los a um índice menor de trapaça. Por outro lado, os que crêem em um Deus que perdoa e conforta, tendem a trapacear mais. Esses efeitos permaneceram após termos feito o controle estatístico, retirando outras variáveis como raça e classe social”, explica Shariff.
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Essa relação entre a visão de um Deus punitivo e o grau de honestidade não surpreendeu os pesquisadores, pois o resultado parece acompanhar a teoria conhecida como “a hipótese da punição super natural”. A surpresa está no outro lado da questão.
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“O aumento no nível de trapaça associado a idéia de um Deus amoroso surpreende, pois não tínhamos como prever que isto aconteceria. No entanto a pesquisa corroborou a descoberta de que um acreditar em um Deus que perdoa e é amoroso parece levar a um aumento nos níveis de trapaça”, afirmou Shariff.
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O trabalho deve agora se expandir para outros tipos de comportamento moral. “Uma questão importante a ser investigada é se a diferença entre Deus punitivo e bondoso se estende para outros tipos de comportamento moral como caridade e generosidade ou se é específico para o caso da trapaça. É bem possível que um Deus punitivo seja efetivo apenas para impedir as pessoas de fazer coisas ruins [...]. Nos outros casos (generosidade e caridade) é possível que um Deus bondoso tenha um efeito positivo, pois pode servir de exemplo de benevolência e estimular as pessoas a copiá-lo”, afirmou Shariff. E completou: “O fato é que, neste momento, não temos esta resposta, mas esperamos descobri-la”
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Shariff acredita ainda que tenha havido um onda recente de pesquisas acadêmicas sobre o comportamento relacionado a religião, especialmente desde os ataques de 11 de setembro, e à luz do conflito “evolução versus criacionismo”.
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“É importante estudar a ciência nesses debates. Ele fornece uma ferramenta poderosa para estudar a religião, que é uma força poderosa no mundo”, disse Shariff. ”O melhor da psicologia é visto quando se estuda as coisas pelas quais as pessoas são apaixonadas”.
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Por exemplo, o Fórum Pew sobre Religião e Política Pública foi lançado em 2001 para atender a necessidade de mais pesquisas sobre os efeitos da religião na sociedade. Só a conceituada Universidade Baylor, do Texas, hoje tem seis professores especializados em sociologia da religião e um programa de doutorado nesta área.
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Um livro lançado no final do ano passado pelos sociólogos Paul Froese e Christopher Bader, America’s Four Gods — What We Say About God and What That Says About Us [Os quatro deuses da América - O que podemos dizer sobre Deus e que isso diz sobre nós, analisa como os diversos conceitos de Deus afetam a nossa visão de mundo. O livro foi baseado em diferentes pesquisas com mais de 4.000 pessoas.
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Os autores constataram que 95% das pessoas entrevistadas acreditam em Deus, mas têm visões muito diferentes sobre como ele seria. Cerca de 30% acreditam em um Deus “autoritário” (que se envolve com o mundo e julga). Perto de 24% acreditam em um Deus “benevolente” (que se envolve com o mundo, mas não o julga). Quase o mesmo percentual acredita em um Deus “distante” (que não julga nem se envolve com o mundo). Cerca de 20% acreditam em um Deus “crítico” (que julga, mas não se envolve) na vida diária das pessoas. Apenas 5% responderam que não acreditam em Deus.
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Para Frose, a moralidade já é um termo difícil de ser definidos, por isso os sociólogos preferem usar “normas de comportamento.” A trapaça pode não pode ser vista como algo ruim em certos grupos, e mesmo o conceito de Deus evoca uma imagem diferente, para grupos distintos de pessoas.
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O sociólogo da Universidade Baylor explica que, entre 1950 e 1990, os pesquisadores acreditavam religião estava morrendo e perderam o interesse pelo tema. Mas ultimamente isso mudou. Ele compartilha da posição de Shariff: há espaço para mais investigações acadêmicas imparciais sobre a ligação entre religião e comportamento.











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terça-feira, dezembro 06, 2011

A SANTIDADE É O PRINCÍPIO-CHAVE

EDIFICAÇÃO






==========================Rede de Divulgação


João Calvino


O plano das Escrituras para a vida de um cristão é duplo: primeiro, que sejamos instruídos na lei para amar a retidão, porque por natureza não estamos inclinados a fazê-lo; segundo, que aprendamos umas regras simples mas importantes, de modo a não desfalecermos nem nos debilitarmos em nosso caminho.

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Das muitas recomendações excelentes que as Escrituras fazem, não há nenhuma melhor que este princípio: “Sede santos porque eu sou santo”.
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Quando andávamos espalhados como ovelhas sem pastor e perdidos no labirinto do mundo, Cristo nos chamou e nos reuniu para que pudéssemos voltar-nos a para Ele.
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Ao ouvirmos qualquer menção de nossa união mística com Cristo, deveríamos recordar que o único meio dele desfrutá-la é a santidade.
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A santidade não é um mérito por meio do qual podemos obter a comunhão com Deus sem um dom de Cristo, pois é Ele quem nos capacita para estarmos unidos à Sua pessoa e a segui-lo.
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É a própria glória de Deus que não pode ter nada a ver com a iniqüidade e a impureza; portanto, se queremos prestar atenção à sua exortação, é imprescindível que tenhamos sempre presente esse princípio.
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Se no transcurso de nossa vida cristã queremos permanecer vinculados aos princípios mundanos, para que então fomos resgatados da iniqüidade e da contaminação deste mundo?
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Se desejamos pertencer a seu povo, a santidade do Senhor nos admoesta a que vivamos na Jerusalém santa de Deus.
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Jerusalém é urna terra santa; logo, não pode ser profanada por habitantes de conduta impura.
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O salmista disse: “Jeová, quem habitará em teu tabernácu-lo? Quem morará em teu monte santo? O que anda em integridade, faz justiça e fala a verdade em seu coração”.
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O santuário do altíssimo deve manter-se imaculado (ver Lv 19.2; I Pd 1.16; Is 35.10; SI 15.1,2 e 24.3,4).









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