Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, dezembro 06, 2011

O PROGRESSO ESPIRITUAL É NECESSÁRIO

EDIFICAÇÃO






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JOÃO CALVINO


Não devemos insistir em uma perfeição absoluta em nossos companheiros cristãos, por mais que lutemos por consegui-la nós mesmos.

Seria injusto exigirmos uma perfeição evangélica antes de constatarmos se uma pessoa é verdadeiramente cristã. Se instituíssemos uma norma de perfeição total para os cristãos, não existiria nenhuma igreja, posto que todos nós estamos muito longe de serem cristãos de fato ideais Afinal, teríamos que recusar muitos que só podem fazer um progresso lento.
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A perfeição deve ser a meta final para a qual devemos dirigir-nos e o propósito supremo em nossas vidas. Não é justo fazermos um compromisso com Deus e tratemos de cumprir parte de nossas obrigações omitindo outras, segundo nosso gosto e capricho. Antes de tudo, o Senhor deseja sinceridade em Seu serviço e simplicidade de coração, sem engano nem falsidade.
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Uma mente dividida está em conflito com a vida espiritual, posto que esta implica uma devoção sincera a Deus em busca de santidade e retidão.
Ninguém, nesta prisão terrena do corpo, tem suficiente força própria para seguir adiante com uma constante vigilância e cuidado. Ademais, a grande maioria dos cristãos padece de uma debilidade tal que se desviam ou se detêm em seu progresso espiritual, tendo como conseqüência avanços muito lentos e escassos.
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Deixemos que cada um proceda de acordo com a habilidade que lhe foi dada e continue assim a peregrinação em que se tem empenhado.
Não há homem tão infeliz e inapto que, pouco a pouco, não tenha conseguido um pequeno progresso. Não cessemos de fazer todo o possível para ir os incessantemente mais adiante no caminho do Senhor; e não nos desesperemos por causa de nossas escassas conquistas. Ainda que não cheguemos ao nível espiritual que esperamos ou desejamos, nossa labuta não está perdida se é que o dia de hoje ultrapassa em qualidade espiritual o dia de ontem.
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A única condição para o verdadeiro progresso espiritual é a de que permaneçamos sinceros e humildes.
Mantenhamos em mente nossa meta final e avancemos sobre ela com toda a nossa vontade. Não caiamos no orgulho nem nos entreguemos às paixões pecaminosas. Exercitemos com diligência para alcançarmos uma norma mais alta de santidade, até que tenhamos chegado ao melhor de nossa qualidade espiritual, na qual devemos persistir ao longo da nossa vida. Somente chegaremos à perfeição absoluta quando, libertados deste corpo corruptível, formos admitidos por Deus em Sua presença.










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Eleitos de Deus - A Verdadeira Vida Cristã
Fonte: João Calvino - Fonte Editorial

segunda-feira, dezembro 05, 2011

SÓ NOS ELEITOS É A FÉ REAL E EFICAZ; NOS REPROBOS, ELA É APENAS APARENTE E INEFICAZ

=EDIFICAÇÃO






=========================Rede de Divulgação


Além disso, ainda que a fé seja o conhecimento da divina benevolência para conosco e a segura convicção de sua verdade, contudo não é de admirar que nos chamados justos, temporariamente, se desvaneça o senso do amor divino, o qual, embora seja afim à fé, entretanto difere muito dela.
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Declaro que a vontade de Deus é imutável e sua verdade é sempre consistente com a mesma. Contudo nego que os réprobos avancem até o ponto de penetrar essa secreta revelação que a Escritura reivindica só para os eleitos. Nego, porém, que eles ou apreendam a vontade de Deus, como é imutável, ou com real constância lhe abracem a verdade; por isso é que se detêm em um sentimento evanescente, como uma árvore, plantada não bastante funda para produzir raízes vivas, seca-se no decurso do tempo, ainda que por alguns anos simule não só flores e folhas, mas até mesmo frutos.
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Enfim, assim como pela queda do primeiro homem pôde-se apagar de sua mente e de sua alma a imagem de Deus, assim também não é de admirar se a algum réprobos Deus ilumine com os raios de sua graça, os quais, mais tarde, permite que se extingam. Tampouco coisa alguma impede que Deus a uns tinja levemente de conhecimento de seu evangelho, a outros infunda profundamente. Isto, contudo, deve se manter: por mais exígua e débil que a fé seja nos eleitos, entretanto, uma vez que o Espírito de Deus lhes é o seguro penhor e selo de sua adoção [Ef 1.14], jamais se pode apagar de seus corações o que ele neles gravou.
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Quanto à iluminação dos réprobos, finalmente se dissipa e perece, sem que possamos dizer por isso que o Espírito engana a alguém, pelo fato de que não vivifica a semente que jaz em seu coração, de sorte que permaneça sempre incorruptível como nos eleitos.
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Portanto, vou mais longe: uma vez que do ensino da Escritura e da experiência diária se faça patente que os réprobos são, por vezes, tocados pelo senso da graça divina, necessariamente se lhes desperta no coração certo desejo de amor mútuo. Assim, por certo tempo vicejou em Saul um afeto piedoso para que amasse a Deus, de quem, reconhecendo ser tratado paternalmente, era tomado de algum dulçor de sua bondade.
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Mas, uma vez que nos réprobos não se arraiga profundamente a convicção do paterno amor de Deus, não o amam plenamente como filhos; pelo contrário, são conduzidos por certa disposição mercenária. Ora, só a Cristo foi dado esse Espírito de amor, com esta condição: que o instile em seus membros; na verdade esta afirmação de Paulo não se estende para além dos eleitos: “Porquanto o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” [Rm 5.5]; isto é, esse amor que gera aquela confiança de invocação que abordei acima [Gl 4.6].
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Assim vemos, por outro lado, que Deus se ira paradoxalmente com seus filhos a quem não deixa de amar; não que em si os deteste, mas porque os quer aturdir com o senso de sua ira, para que lhes humilhe a soberba da carne, sacuda-lhes o torpor e os provoque ao arrependimento. E assim concebem-no ao mesmo tempo não só irado contra eles, ou contra seus pecados, mas também propício para com eles; pois eles não fingidamente suplicam que lhes seja desviada sua ira, enquanto nele se refugiam com serena confiança. Com estas considerações, de fato fica evidente que alguns não estão a simular fé, os quais, no entanto, carecem da verdadeira fé. Ao contrário, enquanto são levados de súbito impulso de zelo, enganam-se a si próprios com uma opinião falsa.
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Nem há dúvida de que deles se assenhoreie a displicência, de sorte que não examinam devidamente o próprio coração, como seria de esperar. É provável que tais tenham sido aqueles em quem, conforme o testifica João, “Nem mesmo Jesus confiava neles, porque conhecia a todos; e não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem” [Jo 2.24, 25].
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Pois, se muitos não decaíssem da fé comum (chamo-a comum pela grande semelhança e afinidade da fé temporária com a fé viva e permanente), Cristo não teria dito aos discípulos: “Se permanecerdes em minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos fará livre” [Jo 8.31, 32]. Pois estava dirigindo a palavra àqueles que haviam abraçado seu ensino e os exorta ao progresso da fé, para que não viessem, por seu torpor, a extinguir a luz que lhes fora dada. Por isso Paulo reivindica a fé real exclusivamente para os eleitos [Tt 1.1], significando que muitos fenecem, porque não têm exibido a raiz viva. Assim também fala Cristo em Mateus [15.13]: “Toda árvore que meu Pai não plantou será desarraigada.”
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Em outros, sua zombaria é ainda mais crassa, os quais não se acanham de querer enganar a Deus e aos homens. Contra essa espécie de homens, que profanam impiamente a fé com falaz pretexto, Tiago investe resoluto [Tg 2.14-26]. Tampouco Paulo requereria dos filhos de Deus “uma fé não fingida” [1Tm 1.5], a não ser pelo fato de que muitos arrogam para si ousadamente o que não têm, e com vã aparência enganam ou a outros, ou por vezes a si próprios. E assim ele compara a boa consciência a uma arca em que se guarda a fé, porquanto muitos, ao desviar-se daquela, tornaram-se náufragos no tocante a esta [1Tm 1.19].











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Institutas Religião Cristã-Edição Clássica
Editora Cultura Cristã - João Calvino

sábado, dezembro 03, 2011

O QUE É UMA SOCIEDADE JUSTA

SOCIEDADE-OPINIÃO






==========================Rede de Divulgação


Um dos mais ilustres pensadores do século XX. Sua obra-prima, uma Teoria da Justiça, 1971, enfoca a justiça como tema principal das suas obras, sem preocupar-se em defini-la; limita-se aos princípios da justiça destinados a servir de regras para uma sociedade bem-ordenada.
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A justiça ocorre quando não há critério independente para o resultado correto. Um procedimento justo gera um resultado justo. Uma sociedade pode ser considerada democrática quando pode ser definida como bem-ordenada, isto é, quando os cidadãos têm uma compreensão de sociedade como um sistema eqüitativo de cooperação.
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Nas sociedades plurais nem todos aceitam uma mesma concepção moral ou religiosa; devido a razoabilidade, eles têm a possibilidade de atingir a um acordo sobre concepções políticas de justiça.
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A idéia de uma sociedade bem-ordenada é uma idealização. Quando se tem a adequação entre sociedade bem-ordenada a uma concepção de justiça, esta idéia ajuda na comparação entre as concepções de justiça. Uma sociedade bem-ordenada é regida por uma concepção de justiça publicamente reconhecida e os princípios de justiça são aceitos por todos. Estes são reivindicações dos cidadãos.
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Uma sociedade bem-ordenada estabelece uma base comum a partir da qual cidadãos justificam, uns para os outros, seus juízos políticos: cada um coopera socialmente com os restantes em termos aceitos por todos como justos. É esse o significado da justificação pública.
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A concepção de pessoa tem que ser política; os cidadãos são considerados como indivíduos que têm como característica a liberdade, concebem a si mesmo e aos outros como alguém que tem uma concepção do bem e podem rever , mudar a sua concepção por causa de motivos razoáveis e racionais; sua identidade pública de pessoa livre não é afetada. Em uma sociedade bem-ordenada os compromissos e valores políticos mais gerais são aproximadamente os mesmos, mas os cidadãos se consideram no direito de fazer reivindicações às instituições e estas podem promover suas concepções do bem...
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A justiça como eqüidade tem uma concepção política de pessoa como cidadão livre, igual, razoável, racional, que tem um senso de justiça e uma concepção do bem. Uma concepção política da pessoa articula a idéia da responsabilidade pelas reivindicações levando em consideração à idéia da sociedade ser um sistema eqüitativo de cooperação.
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O razoável e o racional são idéias distintas; o justo não é derivado do bem. Na idéia de cooperação eqüitativa, essas duas noções são complementares: uma tem como significado o fato das pessoas terem a capacidade de senso de justiça e a outra encerra uma capacidade para terem uma concepção do bem.
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Tanto a idéia do razoável quanto a do racional mantém características peculiares. O razoável tem uma forma de público e o racional não a tem.
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A questão é: como se apresenta uma concepção de justiça como um fundamento para um acordo político, racional que todos desejam, mesmo nas sociedades sujeitas ao fato do pluralismo e que não se apóiam sobre uma única concepção de bem?
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O equilíbrio reflexivo é um método que aponta de que forma as pessoas razoáveis e racionais atingem a um consenso sobreposto.
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A possibilidade do apriorismo moral é descartada no método do equilíbrio reflexivo. Nele há um ajuste entre a construção teórica e os fatos; processo de ajuste e reajuste contínuo das intuições e dos princípios morais. O consenso é restrito aos elementos básicos da cultura pública e a estrutura básica da sociedade.
As idéias numa sociedade plural razoável como a concepção!

Diác. Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
PUCRS - Doutorada em Filosofia
Dra. Elnora Gondim - Membro Shvoong

sexta-feira, dezembro 02, 2011

BISPO MACEDO! Pr.MALAFAIA! E JESUS CRISTO COMO FICA?

=EDIFICAÇÃO






======================Rede de Divulgação



O blog “Rei dos Reis”,
não tem neste momento crítico, “intenção” de fazer qualquer tipo de julgamento ou ser partidarista. Atacar ou defender qualquer seguimento religioso, não é nossa intenção, só lamentamos muito! Estamos vivendo momento delicado entre lideres religioso, isto é ruim! Não estamos aqui para dar razão a qualquer denominação que seja, eles esquecem que são Igreja! Se uma tem doutrina a seu gosto, respeitemos! Se outra tem diferenças doutrinárias respeitemos! Se existe qualquer outro problema, respeitemos!
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Ressaltamos com preocupação, que problemas não podem chegar aos membros desta forma, são seguidores do Senhor, repetimos são Igreja! Toda e qualquer divergência, deve ser resolvida a parte, caso contrário, afeta e enfraquece a Igreja.
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Os mesmos esquecem que são lideres e, não havendo a necessária coerência, tais motivos se tornam a chamada “INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!”
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Assistimos muitos vídeos a imprensa se manifestando, tudo isto é ruim para o seio religioso destas Igrejas. A própria denominação é afetada por seus lideres, causam também o chamado “racha”, muitos se afastam! Família, membros sentem insegurança. Por outro lado o que ganham com tudo isto? Garantimos que de algum lugar, o nosso adversário maior, “satanás”, está dando grandes “Gargalhadas!” Sendo assim, perguntamos: Esqueceram de Deus? E Jesus Cristo, como fica?
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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Lembramos a intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
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O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
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É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.
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A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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O Blog Rei dos Reis, roga ao Senhor da Glória que tudo se resolva na Paz do Mestre. Que o fim esteja perto o mais rápido possível, que este desentendimento se resolva em breve! Que a paz reine entre os Irmãos em questão. Amém.
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Diác. Rilvan Stutz – Guia de Direitos.org












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