Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, dezembro 03, 2011

O QUE É UMA SOCIEDADE JUSTA

SOCIEDADE-OPINIÃO






==========================Rede de Divulgação


Um dos mais ilustres pensadores do século XX. Sua obra-prima, uma Teoria da Justiça, 1971, enfoca a justiça como tema principal das suas obras, sem preocupar-se em defini-la; limita-se aos princípios da justiça destinados a servir de regras para uma sociedade bem-ordenada.
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A justiça ocorre quando não há critério independente para o resultado correto. Um procedimento justo gera um resultado justo. Uma sociedade pode ser considerada democrática quando pode ser definida como bem-ordenada, isto é, quando os cidadãos têm uma compreensão de sociedade como um sistema eqüitativo de cooperação.
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Nas sociedades plurais nem todos aceitam uma mesma concepção moral ou religiosa; devido a razoabilidade, eles têm a possibilidade de atingir a um acordo sobre concepções políticas de justiça.
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A idéia de uma sociedade bem-ordenada é uma idealização. Quando se tem a adequação entre sociedade bem-ordenada a uma concepção de justiça, esta idéia ajuda na comparação entre as concepções de justiça. Uma sociedade bem-ordenada é regida por uma concepção de justiça publicamente reconhecida e os princípios de justiça são aceitos por todos. Estes são reivindicações dos cidadãos.
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Uma sociedade bem-ordenada estabelece uma base comum a partir da qual cidadãos justificam, uns para os outros, seus juízos políticos: cada um coopera socialmente com os restantes em termos aceitos por todos como justos. É esse o significado da justificação pública.
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A concepção de pessoa tem que ser política; os cidadãos são considerados como indivíduos que têm como característica a liberdade, concebem a si mesmo e aos outros como alguém que tem uma concepção do bem e podem rever , mudar a sua concepção por causa de motivos razoáveis e racionais; sua identidade pública de pessoa livre não é afetada. Em uma sociedade bem-ordenada os compromissos e valores políticos mais gerais são aproximadamente os mesmos, mas os cidadãos se consideram no direito de fazer reivindicações às instituições e estas podem promover suas concepções do bem...
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A justiça como eqüidade tem uma concepção política de pessoa como cidadão livre, igual, razoável, racional, que tem um senso de justiça e uma concepção do bem. Uma concepção política da pessoa articula a idéia da responsabilidade pelas reivindicações levando em consideração à idéia da sociedade ser um sistema eqüitativo de cooperação.
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O razoável e o racional são idéias distintas; o justo não é derivado do bem. Na idéia de cooperação eqüitativa, essas duas noções são complementares: uma tem como significado o fato das pessoas terem a capacidade de senso de justiça e a outra encerra uma capacidade para terem uma concepção do bem.
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Tanto a idéia do razoável quanto a do racional mantém características peculiares. O razoável tem uma forma de público e o racional não a tem.
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A questão é: como se apresenta uma concepção de justiça como um fundamento para um acordo político, racional que todos desejam, mesmo nas sociedades sujeitas ao fato do pluralismo e que não se apóiam sobre uma única concepção de bem?
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O equilíbrio reflexivo é um método que aponta de que forma as pessoas razoáveis e racionais atingem a um consenso sobreposto.
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A possibilidade do apriorismo moral é descartada no método do equilíbrio reflexivo. Nele há um ajuste entre a construção teórica e os fatos; processo de ajuste e reajuste contínuo das intuições e dos princípios morais. O consenso é restrito aos elementos básicos da cultura pública e a estrutura básica da sociedade.
As idéias numa sociedade plural razoável como a concepção!

Diác. Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
PUCRS - Doutorada em Filosofia
Dra. Elnora Gondim - Membro Shvoong

sexta-feira, dezembro 02, 2011

BISPO MACEDO! Pr.MALAFAIA! E JESUS CRISTO COMO FICA?

=EDIFICAÇÃO






======================Rede de Divulgação



O blog “Rei dos Reis”,
não tem neste momento crítico, “intenção” de fazer qualquer tipo de julgamento ou ser partidarista. Atacar ou defender qualquer seguimento religioso, não é nossa intenção, só lamentamos muito! Estamos vivendo momento delicado entre lideres religioso, isto é ruim! Não estamos aqui para dar razão a qualquer denominação que seja, eles esquecem que são Igreja! Se uma tem doutrina a seu gosto, respeitemos! Se outra tem diferenças doutrinárias respeitemos! Se existe qualquer outro problema, respeitemos!
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Ressaltamos com preocupação, que problemas não podem chegar aos membros desta forma, são seguidores do Senhor, repetimos são Igreja! Toda e qualquer divergência, deve ser resolvida a parte, caso contrário, afeta e enfraquece a Igreja.
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Os mesmos esquecem que são lideres e, não havendo a necessária coerência, tais motivos se tornam a chamada “INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!”
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Assistimos muitos vídeos a imprensa se manifestando, tudo isto é ruim para o seio religioso destas Igrejas. A própria denominação é afetada por seus lideres, causam também o chamado “racha”, muitos se afastam! Família, membros sentem insegurança. Por outro lado o que ganham com tudo isto? Garantimos que de algum lugar, o nosso adversário maior, “satanás”, está dando grandes “Gargalhadas!” Sendo assim, perguntamos: Esqueceram de Deus? E Jesus Cristo, como fica?
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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Lembramos a intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
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O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
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É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.
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A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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O Blog Rei dos Reis, roga ao Senhor da Glória que tudo se resolva na Paz do Mestre. Que o fim esteja perto o mais rápido possível, que este desentendimento se resolva em breve! Que a paz reine entre os Irmãos em questão. Amém.
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Diác. Rilvan Stutz – Guia de Direitos.org












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O Blog " A Serviço do Senhor "
Guia de Direitos. org - Notícia

Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

terça-feira, novembro 29, 2011

LIBERDADE E SENTIDO

= EDUCAÇÃO





=======================Rede de Divulgação


Dois fatos parecem converter a busca pela liberdade numa tarefa vã. O primeiro é a morte. Por mais livre que um homem chegue a ser, por maior que seja o autodomínio alcançado pelo desenvolvimento das suas potencialidades, se a morte acaba com tudo, tudo estará perdido no momento da morte.
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Nesse aspecto, a honestidade intelectual me obriga a reconhecer que o existencialismo contribuiu para a superação do mundo da utilidade imediata, ainda que Sartre e Heidegger negassem a possibilidade da transcendência divina e de sentido da existência.
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O segundo fato é que a plena auto-realização pode apresentar-se como meta inacessível. Parece que o homem está destinado à frustração de não se realizar nem de chegar a satisfazer plenamente as suas necessidades. Destinado a nunca alcançar a liberdade absoluta, sobretudo se a liberdade é vista, equivocadamente, como sinônimo de “necessitar”, pois, por muito que possua, sempre necessitará de mais. Ora, um homem consciente de desejos não satisfeitos não se sente completamente livre.
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O desejo humano de prazer ou de bens materiais talvez possa ser saciado. Mas o próprio fato – incontroverso - de se poder chegar a sentir náusea do prazer ou tédio dos bens de consumo é sinal certo de que a auto-realização humana não se caminha nessa linha.

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Contudo, muito pelo contrário, a morte e a saciedade material são dados empíricos que fome
ntam a conquista da liberdade, desde que vistos sob a ótica do instinto de eternidade do homem. Sim, o homem tem uma outra dimensão: a verticalidade.
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As apatias e indolências das pessoas com que convivemos nos dizem isso todo dia: canse
i de namorar todo dia uma mulher diferente, cansei de beber até cair, cansei de viver no ócio, cansei de perder, agora vai ser diferente... No fundo, estão a exclamar: agora, quero ser eterno...
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Ausente este instinto da vida humana, não restaria muito para o homem. O nascimento consistiria em receber um assento no cartório de registro civil, com espaço p
ara a averbação da morte, dali a setenta ou oitenta anos. O número de anos não modificaria a índole fatal do ocaso. E, quando alguém nos perguntasse a respeito do sentido da vida, só haveria uma resposta certa: a morte.
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Os
pensadores existencialistas acima citados não só admitiram essa realidade, como a escancararam de uma forma trágica, precisamente porque não conseguiram alcançar seu sentido. No homem, existe um instinto de eternidade, que, no campo intelectual, não tem o status que merecia, ao contrário do instinto de conservação, incontroverso.
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O instinto de eternidade seria o reverso
da medalha do instinto de conservação e, na realidade, mais entranhado que este, porque o instinto de conservação visa a algo negativo e transitório – não morrer – enquanto o outro busca algo positivo e permanente – viver para sempre.
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Por isso, é preocupante o fato de a filosofia contemporânea gastar sua energia em somente equacionar problemas superficiais do homem, almejando uma vida mais pragmática,
amena, light, sem nunca abordar o dilema fundamental do homem: o sentido de sua existência, que lança suas águas, inevitavelmente, no instinto de eternidade.
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O silêncio a respeito do tema é propositado: a fuga do s
entido “trágico” da existência. Isso tornaria o dia-a-dia mais “fácil” para o homem. Evidente que a justificativa repousa numa visão pessimista da vida. Todavia, a inércia a respeito só adia o momento de resolução do dilema existencial que cada homem, mais cedo ou mais tarde, enfrentará.
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A cultura em que vivemos, forjada dos restos de um racionalismo superado que equipara religiosidade à superstição, age como uma barragem e represa as inquietações voltadas para o transcendente, recalca o instinto de eternidade e os anseios religiosos do homem.
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Não raro, provoca situações psicopatológicas, que vão desde depressão, passam pela dependência química e culminam na agressividade incontrolada. Em grau menor, a castração do instinto de eternidade provoca o apelo ao álcool, às desordens sexuais e ao consumismo desenfreado.
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Em tais casos, o homem, que sente falido tal instinto, procura um refúgio nesses momentos de euforia hormonal para consolar, com uma alegria fisiológica e passageira, a voz daquele instinto que grita dentro de nós em estado de angústia: “Cansei de ser moderno, agora quero ser eterno”, poetizava Carlos Drumonnd de Andrade. E acrescento: “E livre. Para sempre”.
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Exmo Sr. André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1996. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas e da Escola Paulista da Magistratura desde 2002. É membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas/SP desde 2008 e professor do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) desde 2011. Fala inglês, francês, italiano e alemão. Casado e pai de 4 filhos.











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O Blog - " A serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Exmo Sr. Juiz de Direito-Portal da Família

domingo, novembro 27, 2011

UM PRESENTE PARA DEUS

EDIFICAÇÃO






========================Rede de Divulgação


Tua é, ó Senhor, a grandeza, e o poder, e a glória, e a vitória, e a majestade, porque teu é tudo quanto há no céu e na terra; teu é, ó Senhor, o reino, e tu te exaltaste como chefe sobre todos. Tanto riquezas como honra vêm de ti, tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos fazer ofertas tão voluntariamente? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.” 1Cr 29:11-14
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Dar um presente a uma pessoa que aparentemente já tem tudo é um desafio. Imagine dar um presente a quem não só apa
renta ter tudo, mas que efetivamente é o Senhor de toda a criação.=

Os antigos acreditavam que o sacrifício de animais e o fruto da terra seriam presentes agradáveis ao Senhor. Desde os tempos de Caim e Abel esta prática é realizada e desde o início tal prática foi marcada pela morte. Nos dias de hoje a ênfase está nos dízimos e ofertas como caminho para agradar o Senhor. Mas a verdade é que as ofertas e sacrifícios, de uma maneira geral, são movidas pelo espírito de barganha e visam disfarçadamente comprar os favores de Deus. Agradaria isto ao Senhor?=
Aquele que é
dono da Terra e tudo o que ela contém, se satisfaria em receber aquilo que já é seu? Sem querer diminuir a nossa responsabilidade e o prazer de ser dizimista e ofertante, a verdade é que Ele é o dono da prata e do ouro.
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Podemos oferecer nossa vida, e isto é muito bom, mas mesmo a minha e a sua vida nunca nos pertenceu. Fomos eleitos antes da fundação do mundo, antes mesmo que o Sol, a Lua e as estrelas existissem, nós já pertencíamos a Ele. Aquilo que chamamos de “aceitar a Jesus” nada mais é do que a tomada de consciência da realidade de que já pertencíamos a Ele desde sempre. Seria como nos descobrirmos herdeiros de uma fortuna da qual nunca tivemos conhecimento. Ora, se a Ele pertence tudo, que presente nós poderíamos dar a Ele? Existe alguma coisa que possamos dar que Deus não possua? Existe algo que o homem tenha que Deus não tem para que possamos oferecer?
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Sim!
Existe algo que eu tenho e que Deus não tem e eu tenho certeza que quando oferecemos, alegramos sobremaneira o coração Dele.
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A coisa que temos e que Deus não tem chama-se pecado!
Exatamente.
Os nossos pecados, pequenos e grandes, de todos os tipos e formas, pecados por omissão ou comissão, pecados sociais ou ontológicos, todos os nossos pecados não pertencem a Deus. Ele não os possui, e são a única coisa que nós temos e Ele não tem.
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Talvez você esteja pensando: “Eu achava que pecado era algo do qual deveríamos nos en
vergonhar e lutar contra. Será que devo, então, pecar mais para poder dar mais presentes a Deus?”. O apóstolo Paulo também sofreu com questionamentos como estes quando ensinou sobre a doutrina da graça. No capítulo seis da carta aos Romanos o apóstolo rebate àqueles que o criticavam e insinuavam que ele pregava a libertinagem.=
Eles acusavam Paulo dizendo: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?”. N
ão quero de forma alguma me comparar a Paulo ou me considerar pregador de nova doutrina, o que falo é totalmente bíblico e não tem nada de novo. Oferecer seu pecado a Deus não significa compartilhar seu pecado com Ele e fazê-lo pecador. Antes significa que eu e você devemos abrir mão do nosso pecado por amor a Ele.=
É ofer
tar não com espírito de jactância e alegria, mas com espírito de abandono e entrega. Este é o presente! Quando alguém oferta algo, aquilo que foi ofertado não lhe pertence mais. Fazendo uma analogia com as coisas terrenas: se você, por exemplo, presentear um amigo com uma camisa, a camisa já não é mais sua é dele para que ele faça o que julgar melhor com ela, você não detém mais esta camisa, você não pode tomar de volta e usá-la. Se eu oferto a Deus o meu pecado eu estou abrindo mão deste pecado, ele não pertence mais a mim e eu não devo mais cometê-lo.=
Quando oferto a Deus o meu pecado eu estou assumindo uma aliança com Ele de que não agirei mais como se este pecado fosse parte de mim, como se fosse justificável continuar pecando, poi
s eu o entreguei ao Senhor e não tenho mais o direito de usar justificativas para permanecer no erro. Eu abri mão deste pecado e de quaisquer direitos que porventura julgasse ter.
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Quando abro mão em favor de Deus, estou no caminho da cura, pois é Ele quem nos santifica. Quando entrego a Ele, abro mão do direito de pecar, não poderei mais dizer que continuo me irando porque fulano me provoca, ou que continuo no adultério porque minha esposa me apoquenta. Se entreguei perdi todo o direito de usá-lo.=
Quando
abro mão do que julgo ser meu direito abandono as justificativas, assumo minha verdadeira face, sem máscaras, e deixo que a Luz penetre onde antes habitavam sombras. Ofertar os meus pecados a Deus significa que Ele lançará meu pecado no mar do esquecimento e dele não lembrará mais. Se você deseja ofertar o seu pecado a Deus você pode usar esta oração como modelo. Ore com fé:

“Senhor,
Tu sabes da minha fraqueza ante este pecado. E sabes que minha luta em continuar honrando o seu nome apesar da minha pouca força. Mas neste momento, Senhor, não quero mais lutar sozinho, não quero confiar na força do meu braço para vencer. Entrego a Ti o meu pecado para que Tu que sabes todas as coisas, Tu que és mais poderoso e sábio do que eu me ensine e me capacite a vencer. Pois a vitória não será mais minha para jactar-me, ela é tua, pois só Tu és capaz. Lanço sobre Ti a minha ansiedade, pois sei que Tu cuidas de mim. Cumpra em mim a Tua palavra e lança este pecado no mar do esquecimento para que Tu não te lembres mais e eu não mais volte às práticas que não te agradam.

Senhor, só Tu podes me aceitar sem críticas ou acusações. Acolhe-me com o Teu amor e misericórdia.

Muito obrigado. Em nome de Jesus. Amém”
Ofereça o seu pecado a Ele. Abra mão. Entregue a Ele. E permita que Ele te cure. Este é o maior presente que você pode oferecer. Que o Espírito Santo testifique essas verdades em seu coração e lhe capacite a abrir mão de seus pecados por amor a Ele.









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