Versículo do Momento

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terça-feira, abril 12, 2011

DOZE CRIANÇAS – O MASSACRE DE REALENGO

MENSAGEM







O massacre que resultou na morte de 12 crianças na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro,
é daqueles episódios que fatalmente levam muitos a questionarem: “se Deus é bom, porque permitiu que isto acontecesse?”. Volta e meia, nos vemos com esta questão, são mortos em tragédias, assassinatos, estupros... Mas, o que estas coisas nos deveriam levar a refletir é sobre os nossos caminhos.

Este é um mundo sem Deus, e, por favor, não confunda Deus com religião. Religião tem como nunca antes na história, talvez um dos problemas seja justamente ter religião demais e convicções de menos. Nos dias atuais, podemos nos arriscar a afirmar que praticamente existe uma religião para cada habitante da terra.

No grande supermercado da fé, cada um escolhe aquilo que lhe agrada e forma sua própria religião. Mescla de catolicismo, protestantismo, espiritismo, nova-era, afro, esoterismo, islamismo, budismo, hinduísmo, seitas orientais... Vão formando os elementos da alquimia religiosa da pós-modernidade.

O próprio assassino, Wellington Menezes de Oliveira, é um caso clássico. Em sua carta há nitidamente a mistura de um linguajar que nos remete ao islamismo radical, somado à esperança da volta de Cristo, referências a Deus. Ele também tinha criado a sua própria religião.

Neste mundo não falta religião. Falta Deus. E é esta falta de Deus que faz um jovem invadir uma escola e trucidar, sem mais explicações, doze crianças e, junto com elas, levar mais um naco de esperança de que um dia haveremos de aprender a viver.

Frente a isto só nos resta um brado: “Marata, vem Senhor Jesus” e, “por favor”, não demore nem um segundo a mais do que o necessário.













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Pr. Denilson Torres - Fruto do Espirito

domingo, abril 10, 2011

EXISTE RECEITA PARA EDUCAR OS FILHOS?

TEMA - EDUCAÇÃO






A mim me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a “tirania da liberdade” em que as crianças podem tudo: gritam, riscam as paredes, ameaçam as visitas em face da autoridade complacente dos pais que se pensam ainda campeões da liberdade. Há poucos dias li um artigo o qual afirmava que: “educar um filho nos dias de hoje é uma tarefa de Hércules”.

De fato, a educação do jovem no século XXI tem se tornado cada vez mais complexa. Parece que os filhos não podem ser frustrados, não sabem esperar, não se sentem realizados ou estão sempre insatisfeitos. Alguns creditam esse fato à ausência de modelos e referenciais educacionais; outros dizem justamente o contrári o: estes são tantos que deixam os pais meio desnorteados.

Mas pelo menos uma coisa é unanimidade: O jovem necessita, acima de tudo, de limites. Precisa entender os seus direitos e os seus deveres e compreender até onde estes chegam. Mas como alcançar essa tal geração tão politizada? Particularmente acredito que a educação pela e para a afetividade já é um bom começo e somente com uma boa educação familiar e escolar é possível alcançar tal objetivo.

E nos tempos atuais, é mais importante a qualidade do afeto que a quantidade de tempo disponível aos filhos. As duas partes (escola e família) devem ajudar os jovens a se construir como pessoas, não só no que aprendem, mas na maneira como agem. Inicialmente, cabe aos pais e responsáveis zelar pela condução de princípios básicos. É no seio familiar que são construídos o primeiros conceito de respeito ao próximo, ética, cidadania, solidariedade, respeito ao meio ambiente e auto-estima, os quais levarão as crianças a serem adultos tranqüilos, carinhosos, flexíveis; adultos que sabem resolver problemas e são abertos ao diálogo e às mudanças do mundo.

Para que se preserve a harmonia de uma vida em sociedade, é importante uma noção clara de princípios morais e sociais. É imprescindível que os pais saibam promover a reflexão sobre a ética da convivência e fundamentalmente sobre o outro, considerando-o parte de um mesmo universo e dotado de sentimentos. Isso se aprende no dia-a-dia, nas conversas do cotidiano, à medida que as coisas acontecem, ou nem é preciso oportunidade, esta também pode ser criada desde que a finalidade seja educar.

Educar também significa dizer “não” e geralmente este vem seguido do “por quê ?” dos filhos e não devemos negligenciá-lo, eles têm direito a uma resposta. Ratifico que dizer “não” e ensinar limites não significa tirar a liberdade. Quanto mais cedo, os pais colocarem limites com afetividade e com firmeza de propósitos, menos problemas terão na puberdade e na adolescência, fase na qual os filhos costumam questionar e transgredir as imposições. Para compreendermos melhor como utilizar os ingredientes dessa “receita”, antes de tudo precisamos aprender a distinguir o limiar entre: Disciplina x Castigo: Castigo: não educa, estimula a violência e a baixa auto-estima.

Disciplina: Ensina a ser uma pessoa melhor, desenvolve a auto-estima e a ética. Em resumo, ter autoridade, sem ser autoritário. A autoridade torna-se uma manifestação de amor e afeto quando exercida com equilíbrio. O amor também se demonstra sendo firme no estabelecimento de limites e responsabilidades. Como diz Içami Tiba: Se castigo resolvesse todos os filhos seriam maravilhosos. O que educa é corrigir o erro na base da conseqüência. Se não aprender, tem que aplicar conseqüências. Mostrar o que ele provocou por não ter feito algo. Então vai corrigir pra não fazer outra vez.

É preciso nunca ceder quando uma decisão tiver sido tomada. Os pais não podem jamais se eximir do seu papel de educadores, para essa função não existe férias nem licença, muito pelo contrário, quando a tarefa é educar, deve fazer hora extra se necessário for. Mesmo assim não adianta só falar, é preciso educar pelo exemplo. O educador francês André Bergé, diz que: “Os defeitos dos pais são os pais dos defeitos dos filhos”. É preciso admitir que a maneira como traduzisse o mundo nossas atitudes e noção de valores – ficam marcados em nossos filhos para sempre. Lembram dessa frase? "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Com esta, muitos pais repreendem os filhos e tentam ensinar-lhes limites, porém não deixam de continuar praticando seus atos excessivos. Nesse sentido, Içami Tiba também exemplifica: Se o pai vai ultrapassar alguém no trânsito, é ofendido, pode estar certo de que a criança ali atrás já está com ódio do outro.

É isso que ele está ensinando. Daí não adianta dizer que não pode falar mal. Acha que por falar corrigiu o erro? Ele que não fale palavrão, ele que mostre o bom exemplo! Definitivamente EDUCAR não é uma tarefa fácil, tampouco vem em forma de receita de bolo ou bula de remédio. Ninguém descobriu essa fórmula secreta. No entanto, pais têm obrigação de, se não souberem, partirem para aprender sempre. Devem ensinar a seus filhos que direitos vêm acompanhados de deveres e para ser respeitado, deve-se também respeitar. Estas sim, são regras universais insubstituíveis as quais irão garantir uma plena sensação de missão cumprida, com sucesso, no futuro.

Dra. Christiane Lima - Assistente Social, Psicopedagoga e Especialista em Saúde da Família, formada pela Universidade Federal do Maranhão. Atualmente atuando na área de educação e há mais de 10 anos, trabalha na área de saúde junto a adolescentes e gestantes.
















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Dra.Cristiane LIma - Assistente Social

quinta-feira, abril 07, 2011

CÁLCIO: MUITO ALÉM DE OSSOS E DENTES

CUIDANDO DA SAÚDE






O cálcio é o mineral mais abundante no organismo humano representando cerca de 1 a 2,0% do peso corpóreo. Sempre associado a formação e manutenção de ossos e dentes, o
cálcio desempenha também fundamental papel metabólico. Ao redor de 1% do cálcio contido no organismo está presente no plasma e pode ser subdividido em 3 categorias: Cálcio ionizado ou livre (50%), que é difusível pela membrana capilar. Cálcio não - ionizável (10%), que é ligado a substâncias como citrato ou fosfato e também é difusível pela membrana capilar. Cálcio ligado à proteínas, como albumina ou globulina (40%), que não é difusível pela membrana capilar.

A fração de cálcio ionizado é importante para a maioria das funções do cálcio no organismo como seu efeito sobre a freqüência cardíaca, sistema nervoso, coagulação sanguínea, além da formação óssea.

A estreita variação dos níveis de cálcio sérico é regulada principalmente pela ação do hormônio da paratireóide - paratormônio (PTH) - e com menor efeito pela calcitonina secretada pela tireóide.

Em situações de baixa ingestão do mineral, doenças como raquitismo, gravidez ou lactação, a menor redução da concentração de íons cálcio no líquido extracelular determina secreção do PTH e mobilização dos depósitos de cálcio (ossos) para que se mantenha níveis normais entre 9,0 a 10,0 mg/dl (2,4 mmol/l).

Se por motivos agudos ou crônicos houver queda progressiva dos níveis de cálcio, a hipocalcemia leva ao quadro de tetania, desencadeada pelo aumento da excitabilidade das fibras nervosas devido aumento da permeabilidade da membrana aos íons sódio. A tetania caracteriza-se por contração involuntária principalmente na mão, mas podendo progredir para outras partes do corpo ou evoluir para convulsão.

Outros efeitos da hipocalcemia são na hemostasia e no coração.

Na ausência de íons cálcio, não é possível ocorrer coagulação sanguínea, pois todas as etapas de coagulação da via intrínseca, com exceção das duas primeiras, dependem da presença de cálcio.

Com relação ao coração, o cálcio leva os músculos cardíacos a se contrair, quando há hipocalcemia, o coração perde sua capacidade de bombear eficientemente o sangue, ocorre "flacidez cardíaca" e lentidão na freqüência cardíaca.

Isabela Cardoso Pimentel Especialista em Nutrição em Cardiologia pela SOCESP Nutricionista clínica Hcor/SP.







www.reierei.blogspot.com







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Dra. Isabela C. Pimentel - Socesp - SP
Especialista em Nutrição e Cardiologia

Nutricionista Clínica Hcor - São Paulo

quarta-feira, abril 06, 2011

FIBRA - A VASSOURA DO SEU CORPO

CUIDANDO DA SAÚDE








A fibra é um importante componente não nutriente do alimento que promove uma boa saúde de muitas maneiras. Existem d
ois tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis. As fibras solúveis, tais como o farelo de aveia, se dissolve e tornam-se pastosas ou viscosas. Essa qualidade da fibra permite que ela ajuda na diminuição dos níveis de colesterol e lipídios no sangue.

As fibras solúveis ajudam a regular o uso de açúcares do corpo. Grãos secos, aveia, cevada e muito as outras frutas e vegetais, tais como maçãs, bananas, cenouras, contém fibras solúveis. As fibras insolúveis, entre elas a celulose, dão estrutura para as células das plantas. Ela retém água e movimentam aquilo que não foi digerido nos intestinos para a saída.

As fibras insolúveis promovem regularidade e previnem constipações. Todos os produtos advindos do trigo e muitos vegetais, tais como feijões verdes, batatas e raízes contêm fibras insolúveis. Especialistas recomendam a ingestão de 25 a 35 gramas de fibras diariamente.

O que deve ser feito para uma maior ingestão de fibras: coma alimentos variados, mude para grãos inteiros em pães e cereais, planeje a ingestão de legumes de duas a três vezes por semana, coma pelo menos cinco porções de frutas e legumes, diariamente, com casca comestível, prefira frutas inteiras a sucos.














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