Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, março 02, 2011

VERDADE E JUSTIFICAÇÃO

MENSAGEM







As proposições devem ser consideradas cuidadosamente para que a generalização do que é dito não seja aceito de forma que se coloque por certo tudo que nelas pretendemos dizer, isto é, quando afirmamos que algo “é” e que tudo contido em uma afirmação pode ser aceito como verdadeiro, não deixamos margem para que este algo possa ser questionado.

É necessário que se trabalhe também com hipóteses, mas não se deixe tomar toda a conceitualização através de delas, porque devemos ter algumas coisas que se torne necessariamente conhecidas e dadas como algo que se tenha por verdade.
=
Justificação é uma forma de dizer porque “isto é verdade”, com a justificação é possível dizer a outra pessoa e a si mesmo o porque acreditamos que algo é verdadeiro e não falso, mas podemos dizer que a justificação não é também algo que dará certeza absoluta, porque é apenas algo onde poderá haver uma aceitabilidade geral, o que não quer dizer que por ser aceito, é verdadeiro, porque aqueles que aceitam algo como verdadeiro, também podem não possuir o conhecimento de causa o que tornará inválida tal justificativa, além de futuramente tal coisa dada como verdadeira posteriormente vir a ser refutada.
=
Deve haver uma coerência entre fato, descrição e conhecimento de causa (partindo dos indivíduos a quem são tratadas as questões). A conceitualização de um enunciado recebido como verdadeiro, não se apresenta como uma regra, não há como dizer ainda neste momento o que pode levar a ser aceito como uma proposição da qual não possuiu dúvidas sobre sua autenticidade.
=
A questão é se a hipótese pode ser também levantada com um intuito de buscar a verdade, embora algumas questões não possam ser percorridas por causa de nossa capacidade finita de conhecimento, isto é, as hipóteses podem ser trabalhadas mesmo sendo “desmoralizadas” por não terem como ser comprovadas através de justificações e justificações.....(Continua).










www.reierei.blogspot.com






Welcome - Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Erica Leopoldo - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

O QUE É RESILIÊNCIA?

TEMA - EDUCAÇÃO




Resiliência é um conceito da física, utilizado primeiramente pela engenharia que se refere a capacidade de um material sofrer tensão e recuperar seu estado normal, quando suspenso o "estado de risco". No campo das relações humanas, é compreendido como um processo que excede a simples superação de experiências, já que permite ao indivíduo sair fortalecido por elas, superar, o que necessariamente promoveria a saúde mental.

O termo Resiliência, apesar de guardar uma discussão a respeito de sua definição, vem sendo consensualmente utilizado como a capacidade humana para enfrentar, vencer e ser fortalecido ou transformado por experiências de adversidade. Tem sido utilizado em psicologia como a capacidade humana de enfrentar adversidades sucessivas ou acumuladas, com o mínimo de disfuncionalidade para o desenvolvimento, agindo com equilíbrio no pensar e no agir.

A resiliência pode ser pensada como capacidade de adaptação ou faculdade de recuperação. Uma atitude resiliente significa ter uma conduta positiva apesar das adversidades, ou seja, soma-se à resiliência a capacidade de construção positiva, superação, re-significação dos problemas, flexibilidade cognitiva. Este constructo apesar de atual, nas ciências humanas não é apenas um fenômeno individual, pode ser grupal, institucional, comunitária e por que não empresarial e mercadológica.

A resiliência é ativada e desencadeia um processo positivo de construção, através da vivência das pessoas, instituições ou empresas. Fatores como: alcançar resultados positivos em situações de alto risco, manter competência sob ameaças e no caso de empresas, a ataques de concorrentes ou enfrentar situações inesperadas revertendo-as a seu favor, são como se recuperar de traumas. As pesquisas cada vez mais aprofundadas em resiliência mudaram a forma como se percebe o ser humano, saindo de um modelo de risco, baseado nas necessidades e na doença, para um modelo de prevenção e promoção, baseado nas potencialidades e recursos que o ser humano tem em si mesmo e ao seu redor, considerando o indivíduo agente de sua própria ecologia e adaptação social.

Nesta nova concepção, o indivíduo não apenas carece e adoece, mas é capaz de procurar seus próprios recursos e sair fortalecido das adversidades. A resiliência não pode ser confundida com invulnerabilidade. Ser resiliente não é ser invulnerável, não significa dizer que em outras circunstâncias o indivíduo não se abateria, pelo contrário, é ter a capacidade de se reerguer depois de atingido, de adaptar-se positivamente ao que lhe foi imposto, extraindo experiência das situações difíceis, enriquecendo de maneira única a vivência do indivíduo ou da empresa e depois, utilizar esse aprendizado para reverter a situação a seu favor.




www.reierei.blogspot.com












Welcome - Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Ingrid Pecorelli - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, fevereiro 26, 2011

A RELIGIÃO DAS MÁQUINAS

TEMA - EDUCAÇÃO

Para alguns pensadores e mesmo para o homem comum, através da mera observação dos fatos não é difícil perceber que a Pós-Modernidade poderia ser mais entendida, nesta verdade, como uma pré-modernidade. Na acepção literal do termo, pois implicaria num retorno aos paradigmas do período histórico que precede imediatamente a Era Moderna: o feudalismo medieval.

Haja vista a distribuição dos espaços urbanos e sociais em feudos: conglomerados como os condomínios fechados e shopping-centers; a repartição do poder em territórios, nas periferias e favelas, pela anomia do Estado; o estabelecimento de vínculos, na convivência social, em agrupamentos fechados (as tribos e corporações), baseados em relações de vassalagem, determinadas pelo prestigiamento pessoal, trocas de favores, etc. — num predomínio crescente do privado sobre o público. Ou seja, a negação da res publica, e da cidade (a polis) como espaço privilegiado do exercício mesmo da cidadania.

Mais recentemente aparece o fenômeno do chamado feudalismo informacional: a reação, pelos grandes conglomerados empresariais, contra a liberdade de compartilhamento, cópia e reuso das ideias que circulam no ciberespaço, visando uma ampliação dos direitos de propriedade e direitos de autor, para sua apropriação e privatização.

No entanto, na coleção de breves ensaios sobre a Cibercultura, objeto deste resumo — que no seu conjunto forma um arçabouço teórico coeso e substancial. Revelado que as representações derivadas do impacto da tecnologia no imaginário pós-moderno remetem a um passado ainda mais remoto, na antiguidade. Fantasias arcaicas, anseios primitivos, crenças mitológicas e explicações místicas, identificadas com o hermetismo e a gnose, caracterizando o culto da tecnologia como uma nova religiosidade. Parte de uma interessante análise do produto típico da indústria cultural que incorpora elementos desse imaginário: inúmeras referências — filosóficas, religiosas, literárias, e da cultura de massas — dialogam, para encenar uma bem construída alegoria dessa convergência entre ciência e espiritualidade.

Chamo a atenção para o fato de que não só o senso comum, mas também a produção teórica e crítica se utilizam das metáforas da science fiction, e das analogias mitológicas, para tentar compreender e conceituar os fenômenos da tecnocultura. Tais como infovia, cidade celestial, e o próprio conceito de ciberespaço (Neuromancer - Willian Gibson, 1984). E faz um bem sucedido esforço de investigação da noção de imaginário tecnológico, e suas possíveis implicações e significados no nosso tempo — a sociedade pós-industrial.

Um texto denso, mas profundamente revelador para quem se disponha a enfrentar o percurso, por vezes árido, da sua erudição acadêmica. Em que procura advertir para o perigo de que uma adesão quase religiosa ao culto da tecnologia possa nos conduzir a algum tipo de totalitarismo. E dá pistas de como uma postura crítica, ao contrário, pode apontar para um horizonte realmente novo a comunidade de homens e mulheres livres, próximos, autônomos e interativos, em que as tecnologias da inteligência se constituem potencialmente. Encerramos este breve resumo, torcendo para que em um futuro ainda sem datas e assim ficamos no “cada dia”, seja uma realidade espaçosa para uma intensa alegria humana.





www.reierei.blogspot.com










Welcome - Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Erick Felinto - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

PAZ É COISA SIMPLES?

MESNSAGEM





O que a paciência tem a ver com uma vida mais simples? O fato é que a impaciência nunca simplifica, só complica, nos faz gastar mais energia, desvia nossa atenção do que realmente interessa. Paz é simples, irritação é complicado.

Então a vida seria mais pacífica se não tivéssemos tantos motivos para irritação, se não houvesse tanta gente atrapalhando, se não fossem esses carros no trânsito, tantos compromissos, projetos, prazos, contas, recados, tarefas. Algo que ajuda a alimentar a impaciência é pensá-la em termos de causas externas, sobre as quais não se tem controle. Então é caso de se resignar e deixar passar?

Não. Nesse caso, o máximo que se faz é adiar. Não resolve. Também não é o caso de terceirizar o problema achando que “o inferno são os outros”. Deveríamos agradecer quem nos ajude a exercitar a paciência. Paciência é uma questão de espaço mental. A saída não é evitar o estímulo que nos provoca irritação, mas eliminar a predisposição de ficar irritado.

Funciona assim: se sou capaz de imaginar o universo, minha mente tem pelo menos o tamanho desse universo imaginado. Ou seja, é muitíssimo maior que qualquer problema ou irritação que possa surgir. Portanto, nenhum problema, por imenso que seja, justifica essa história de estar no limite, nada que possa me deixar impaciente. Se for assim por que às vezes temos a sensação de cabeça cheia, a ponto de transbordar? Porque falta espaço.

Assim como a memória do computador pode ficar sobrecarregada e tornar o computador lento, temos que nos livrar de nosso lixo psíquico, que fica girando na mente. É preciso se desapegar da avalanche de pensamentos inúteis. Como? Exercitando a atenção: quando estou atento ao que eu faço, eu controlo meus pensamentos e não o fluxo de pensamentos que me controla. Desaparecendo a impaciência, a paciência retorna. É como o espaço: retirando-se os objetos, ele surge, sem precisar ser criado.


www.reierei.blogspot.com










Welcome. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Alexandra Fernandes e Caco de Paula
Membros do Shvoong - Resumos
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro