Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, dezembro 30, 2010

FELIZ ANOVO! VIVA 2011!

O BLOG "REI DOS REIS"
DESEJA UM FELIZ ANO NOVO! VIVA O ANO DE 2011!!




















É O QUE DESEJA O BLOG "REI DOS REIS" PARA TODOS OS NOSSOS AMIGOS, VISITANTES, AUTORIDADES AMIGAS E INSTITUIÇÕES. QUE NOSSO DEUS ALTÍSSÍSSIMO ESTEJA ABENÇOANDO GRANDEMENTE A TODO POVO EVANGÉLICO NESTE IMENSO BRASIL!








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Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
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terça-feira, dezembro 28, 2010

ÚLTIMO ESTÁGIO DO SONO PERMITE A CONSOLIDAÇÃO DA MEMÓRIA

CUIDANDO DA SAÚDE






O último estágio do sono, o chamado REM, facilita o aprendizado ao priorizar a ativação de redes neurais - um conjunto de neurônios conectados funcionalmente - relacionadas à memória. “Durante o sono REM, você tem aumento na atividade de redes que são importantes para codificar informação útil, e as redes que não são importantes tem atividade diminuída”, explica Julien Braga Calais, pesquisador que desenvolveu o trabalho em sua dissertação de mestrado pelo Instituto de Psiquiatria (Ipq) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) pelo Instituto de Psicologia (IP), também da USP.

A sigla REM vem do inglês, e significa movimento rápido dos olhos, pois neste estágio do sono os olhos da pessoa se mexem. Além disso, no REM, que dura um curto período comparado aos outros estágios, há bastante atividade cerebral, similar ao estágio de vigília, estado em que se está acordado.

Esse estágio foi abordado na pesquisa de Calais, que fez experimentos com ratos em laboratório, para compreender o mecanismo de formação de memórias durante o sono. O pesquisador analisou a expressão de genes relacionados à consolidação da memória. Ele descobriu que, entre os genes ativados durante o REM, estão os chamados Ppp2r2d, Egr1 e Foz que potencializam a atividade celular e acionam proteínas que permitirão a memorização de uma informação por um longo período. Ao mesmo tempo, esses genes também diminuem a atuação de outras redes neurais, dando prioridade àquelas que operam no mecanismo de memorização.

Segundo Calais, uma das funções do sono é transmitir essas informações do hipocampo — região profunda do cérebro fundamental na memória — para o córtex, que é a camada mais externa do cérebro, responsável pelos movimentos do corpo e a realização de atividades intelectuais. “O que acontece é que, durante as primeiras fases da consolidação de memória, você tem uma estrutura principal relacionada, que no caso é o hipocampo. Mas, depois, o hipocampo passa a ser menos importante para o armazenamento daquelas informações e o córtex passa a ser fundamental para a memória de longa duração”, diz o pesquisador.

Experimento Para chegar às conclusões da pesquisa, Calais fez algumas séries de testes com vários ratos. O pesquisador selecionou ratos jovens criados em laboratório e os separou em dois principais grupos. Em um deles, os ratos eram colocados numa caixa convencional, onde eram mantidos por cinco dias sem alterações no ambiente.

No dia do experimento, eram colocados quatro objetos: um “ouriço” (cano de PVC com taxinhas), um “João-bobo” (bola grudada numa mola), um cano de PVC que dentro continha comida e uma escova de sapato que era dobrada para que as cerdas ficassem mais tempo em contato com o animal. “Pode-se ver que são quatro objetos diferentes, que nunca haviam sido expostos ao animal. Cada um desses objetos apresenta características facilmente distinguíveis pelo tato: uma mais pontuda e afiada, outra mais macia, uma bola que se movimentava dependendo do animal e o último que era a comida, um reforçador positivo muito importante para qualquer animal”, detalha o pesquisador.

Enquanto estava dormindo, a atividade cerebral do rato era analisada por meio de um eletrodo que fora anteriormente implantado no animal. Depois, o rato era sacrificado durante o sono para se retirar parte do seu tecido cerebral, com o qual Calais estudou os genes e a expressão deles no hipocampo e no córtex. Considerando que foram estudados três estágios, vigília, sono de ondas lentas — conhecidas como sono profundo — e sono REM, foram sacrificados ratos desse grupo para cada um dos estágios.

No outro grupo, os ratos também eram sacrificados em diferentes estágios, mas não eram expostos aos objetos. Esse grupo serviu de comparação ao outro para diferenciar a atividade cerebral de um animal durante o sono que passou por um ambiente enriquecido de informação de outro que não passou.

Os experimentos com os ratos foram realizados no Hospital Sírio-Libanês, em parceria com a Associação Alberto Santos Dummont para Apoio à Pesquisa. A pesquisa como um todo foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).














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domingo, dezembro 26, 2010

SETENTA VEZES SETE

EDIFICAÇÃO





“Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” Mateus. 18:21.
O perdão tem se tornado raro tem sumindo no “mercado da vida”, pioramos a cada momento. A distância fica cada vez maior do nosso próximo. O nosso coração balança incerto de hora a hora. A “dureza” do coração já nos acompanha por aonde vamos. Tem faltado a coragem, a humildade de pedir perdão e de perdoar.

Como pecadores, devemos reconhecer nossas fraquezas, precisamos tratar nossos semelhantes com igualdade e de forma digna. Isto não tem acontecido, infelizmente, pela dureza do coração. Sabemos que Jesus se entristece, pois nos tornamos cruéis por demais, em nossos duros comportamentos. Não temos sido verdadeiros em nossos relacionamentos. Viver o perdão é lei para os nossos corações e dignifica nossa conduta frente aos ensinamentos de Cristo.

Hoje, perdoar tem sido uma tarefa quase impossível! Cadê o meu amor? Precisamos refletir muito quanto ao “Eu”. Estou uma vergonha, sim! Estamos uma vergonha! Tenhamos a coragem de pensar e repensar, aceitar e mudar métodos. Sem Cristo em nosso viver, não podemos continuar assim “machucando”, fazendo sempre o que quero com as pessoas que estão ao meu redor.

Um momento de reflexão se torna necessário. O ensinamento de Cristo é pratico, rápido, sem fuga, isto é enfrentar de peito aberto minha conduta. Digamos: ir direto ao problema e não procurar “rodeios e desculpas incompetentes”.

Quando Pedro pergunta: “até quantas vezes devo perdoar meu irmão?” Jesus de forma amorosa e extensiva, como olhando para até o final da vida de Pedro diz: “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18-21). Pedro quis ser generoso, pois as tradições dos rabinos falavam até três vezes. A resposta de Jesus, tomando-se em consideração o que Pedro disse, significa que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos.

A parábola do credor sem compaixão ensina o motivo pelo qual deve-se perdoar sem limites. Nosso Pai celeste nos perdoou em vários momentos a ponto de nos conceder o dom gratuito da Salvação em Cristo sem olhar o passado de cada pessoa. Devemos reconhecer que o dever do perdão é o mínimo que podemos praticar a favor do meu próximo.

Devemos refletir e visualizar a bondade divina, que tem sido derramada em nosso viver, mas se não ajudarmos com nossas práticas, impedimos a ação do Espírito Santo. Pratiquemos com urgência o dom do perdão. É necessário que o perdão esteja em primeiro lugar em nossas vidas. Assim, estaremos sendo obedientes ao Pai Glorioso através do Filho.

Pratiquemos o perdão.








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Por Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral

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sábado, dezembro 25, 2010

SOCORRO! SOU SOLTEIRA E TENHO MEDO DE FICAR PARA TITIA

EDIFICAÇÃO







No Brasil existem mais mulheres do que homens. No censo de 2007 o IBGE constatou que para cada 100 mulheres existem 99,6 homens. Entre os evangélicos, apesar de não possuir dados concretos que possam confirmar as minhas suspeitas acredito que existam muito mais mulheres em nossas igrejas do que homens, o que se pode nitidamente perceber em nossos cultos onde a esmagadora maioria dos frequentadores é do sexo feminino.

Pois é, do Oiapoque ao Chuí é comum encontrarmos nas igrejas evangélicas moças cristãs, comprometidas com Deus, bonitas, inteligentes, bem sucedidas profissionalmente, independentes, com 30 ou mais de 30 anos e… SOLTEIRAS.

Isso não seria um problema se não fosse cada vez mais latente, nessas mulheres, a necessidade de se ter ao lado um companheiro, alguém com quem dividir a vida e as suas conquistas, ter filhos e constituir uma família. Essa necessidade é extremamente natural e com o passar dos anos a idade começa a se tornar um peso, deixando a necessidade ainda maior.

Para piorar a situação a pressão que a sociedade faz para que a mulher case é quase desumana. Devido a isso, não são poucas aquelas que vivem um verdadeiro "inferno" existencial.

No meu livro Namoro.com conto a história de uma moça de 25 anos de idade que por se sentir velha estava completamente desesperada para casar. Segundo ela, o tempo havia passado deixando-a para titia. Ora, vamos combinar uma coisa? Ficado para titia com 25 anos é uma verdadeira sandice não é verdade?

Prezado leitor, Salomão em sua sabedoria afirmou com toda propriedade que existe um tempo determinado para todas as coisas. Existe tempo de abraçar e tempo para deixar de abraçar. Em outras palavras, ele está a nos dizer de que existem momentos da vida em que a solidão torna-se necessária.

Diante do exposto gostaria de aconselhar as moças a não se exasperarem, mas a confiar no Senhor e esperar o tempo e a pessoa certa para entrar no casamento. Agindo assim e não cedendo as pressões da sociedade com certeza experimentarão momentos ricos e abençoadores na presença do Senhor. Pense nisso!









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Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Renato Vargem - Do Púlpito - Artigo
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