Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, novembro 22, 2010

ELES PRECISAM DE DEUS






Em 1974 o economista e professor da University of Southern California (EUA), Richard Easterlin, propôs um paradoxo interesante: as pessoas ricas costumam ser mais felizes que as pessoas pobres, mas as nações mais ricas não são mais felizes que as pobres; e à medida que o país fica mais rico, isso não faz com que sua população fique mais feliz.
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Em outras palavras: não importa quanto você ganhe, desde que ganhe mais do que aqueles que estão próximos a você. Um estudo recente feito por dois economistas da Universidade da Pensilvânia (EUA), Stevenson e Wolfers, contestou esse paradoxo, chegando à conclusão que as nações mais ricas também são mais felizes que as mais pobres, e esse enriquecimento tem a ver com o aumento da felicidade da população. Então a afirmação “O dinheiro traz felicidade” está correta, certo?
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Como diria um conhecido político nosso, nunca na história desse país, a população viveu dias de tamanha euforia em relação à nossa economia. A estabilidade econômica pela qual passa o Brasil tem permitido que cada vez mais brasileiros ascendam socialmente. Eles estão conseguindo realizar sonhos, concretizar planos que antes eram inatingíveis, viver uma vida nova cheia de esperança e otimismo. Há previsões que afirmam que a renda per capita brasileira em 2011 pode ultrapassar dez mil dólares.
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Sem pensar ainda biblicamente na questão, temos de nos ater ao detalhe que a felicidade é um conceito secular relativo. O que é considerado “felicidade” para uma pessoa pode não ser para outra. A conquista de um objetivo, de uma meta, pode ser até traiçoeria, pois pode-se cair no ciclo de desejo e frustração, o que foi definido pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer resumidamente como: desejamos, conseguimos, nos entediamos, percebemos que a vida segue seu curso de sempre e partimos para outro anseio. Segundo Schopenhauer, os objetivos não passam de simples modos de maquear a dor de viver e a falta de sentido na vida.
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Quando atingimos nossos objetivos, eles deixam de ter importância. Schopenhauer é conhecido como “filósofo do pessimismo”, e pre ga que o que dá sentido à vida é o sofrimento, pois ele é mais do que simplesmente um aspecto da vida, e que o desafio da existência humana é aprender a lidar com o sofrimento.
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Agora, pensando cristãmente: o apóstolo Paulo, na carta aos Filipenses, diz: “Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade. Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.” E ainda: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glóri a, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.” (Fp 4.10 - 13 e 19).
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Paulo nos ensina que Deus nos provê do que necessitamos, e que devemos aprender a viver com o que Ele nos dá, pois é com isso que temos como fazer tudo o que precisamos através do Seu fortalecimento em nossa vidas. A Bíblia está repleta de passagens que ensinam sobre a real felicidade, como por exemplo em Provérbios 3.13: “Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento”. Sabedoria e conhecimento esses dados por Deus. E ainda no Salmo 144:15: “Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!” Sim, Deus, e não uma economia desenvolvida ou próximo a isso.“Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia.” (Sl 84.12).
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Se está tudo bem, por que a preocupação em confiar em Deus?Será que realmente não precisamos mais de dEle? Ele só serve para nos acudir na hora da necessidade?Devemos reconhecer que só por Sua Graça somos bem sucedidos. Devemos ser fiéis a Ele, mesmo sua Graça não estando condicionada à nossa fidelidade.Alguém já disse que o homem tem um vazio em sua alma e que só Deus consegue preenchê-lo.
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Leia o sexto capítulo do livro de Eclesiastes e note que não há felicidade verdadeira na ambundância de riquezas.A minha felicidade não é passageira, é constante. Ela não depende de aspectos humanos, e sim única e exclusivamente de Deus. Não digo “estou feliz”, digo “sou feliz, apesar de qualquer circunstância”.Para serem realmente felizes, eles precisam de Deus, sim!









Igreja Presbiteriana do Brasil
Diácono Rilvan Stutz - Membro Catedral
Pão Quente Diário - Rev.Ricardo Cesar

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, novembro 21, 2010

DESCULPE, MEU CARO COLÉGUA

CUIDANDO DA SAÚDE



Em medicina sempre que há um sintoma é necessário pesquisar a causa! Assim quando uma pessoa está com FEBRE, é usual pesquisarmos por todo o corpo para encontrarmos o FOCO que está produzindo a FEBRE!
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Assim, pode ser VIAS AÉREAS, APARELHO GASTRO INTESTINAL, VIAS URINÁRIAS, PODE SER DE ORIGEM MENÍNGEA, PODE ESTAR SENDO CAUSADA POR VÍRUS OU BACTÉRIAS!

Um paciente que apresente ICTERÍCIA ( amarelo na conjuntiva dos olhos ) está com problema de fígado! SIM! Pode ser HEPATITE, A, B, C. Pode ser compressão de ducto de saída de da bílis, pode ser por compressão do PÂNCREAS encima do ducto de saída. PODE SER UM MONTE DE COISAS QUE NÃO DÁ PARA SABER DE IMEDIATO!

Quando um paciente está com ESCARRO HEMOPTÔICO, pode ser conseqüência de uma TUBERCULOSE, UMA PNEUMONIA LOBAR, UMA BRONCOPNEUMONIA, UM CISTO INFECTADO NO PULMÃO, PODE SER UM CÂNCER E MAIS UMA SÉRIE ENORME DE COISAS QUE NÃO SE PODE ESTABELECER O DIAGNÓSTICO DE IMEDIATO!

Quando a pessoa está evacuando sangue, pode ser um CÂNCER, um PÓLIPO INTESTINAL, pode ser uma VIROSE ou BACTEREMIA, pode ser produzido por TRAUMA DE TER HAVIDO UM OBJETO LÁ INTRODUZIDO! Pode ser um monte de coisas!

Quando uma pessoa tem uma CONVULSÃO, ela pode ser ocasionada por MENINGITE, pode ser VIRAL ou BACTERIANA, pode ser por um CÂNCER NA ÁREA CEREBRAL, ou um CÂNCER EM ÁREA PERICEREBRAL, pode ser por CISTICERCOSE, pode ser EPILEPSIA, pode ser por FEBRE ( CONVULSÃO BENIGNA FEBRIL ) , pode ser por um monte de coisas ! Não dá para saber, de imediato!

APENAS QUANDO A PESSOA TEM DESEJOS HOMOSSEXUAIS, FECHA-SE O DIAGNÓSTICO DE QUE A PESSOA É HOMOSSEXUAL E TEM DE SE ACEITAR, COMO QUERIA O PAI DA PSICANÁLISE, SIGMUND FREUD!

Há um sem número de DOENÇAS MENTAIS que produzem o DESEJO HOMOSSEXUAL, como ESQUIZOFRENIAS, TRANSTORNOS BIPOLARES, NEUROSES, TRANSTORNOS OBSESSIVOS COMPULSIVOS, TERROR PÂNICO, PSICOSES E NEUROSES DE FORMA GERAL!

EM NENHUM DESTES CASOS VAI-SE ENCAIXAR A HOMOSSEXUALIDADE QUE É PAIXÃO DA ALMA E A PESSOA NÃO TEM DOENÇA MENTAL!

Só que tanto psiquiatras , como analistas e psicólogos e terapeutas, pessoas que tem muito dinheiro no bolso e muito pouca massa encefálica na cabeça, MEUS CAROS COLÉGUAS, que já estão acostumados a não tratar de sintomas sexuais , dando-os como DESEJOS PRIMÁRIOS que não se faz mais um DIAGNÓSTICO DE UMA DAS PATOLOGIAS CITADAS ACIMA !
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É LASTIMÁVEL!
Eu aproveito o momento, para chamar a atenção dos MEUS CAROS COLÉGUAS para que prestem mais atenção àquilo que é apenas um SINTOMA - O DESEJO HOMOSSEXUAL. Aproveito também para solicitar aos Professores Titulares de Psiquiatria que comecem a investir um pouco mais de seus médicos RESIDENTES E ASSISTENTES para que comecem a estabelecer em quais DIAGNÓSTICOS podem ser enquadrados estes ou aqueles pacientes possuidores de DESEJOS HOMOSSEXUAIS!

Tenho ciência de que estes Professores Titulares (que são os médicos formadores de opinião) ganham bastante dinheiro das indústrias farmacêuticas para manterem todos na ignorância e com o mesmo tipo de raciocínio de " VENDER REMEDINHOS " !

No que necessitarem de orientações, não se sintam inferiorizados em pedir explicações para mim! Estou nesse terreno há 20 (vinte) anos e terei o máximo prazer em socorrer MEUS CAROS COLÉGUAS! O RECADO É VÁLIDO PARATODOS, EM TODO O MUNDO!


AI! ESSA DOEU! DESCULPEM!
Assina - Magnus Amaral Campos, médico devidamente registrado no CREMESP sob número 36.185 e formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Visite meu site - http://www.neurosehomossexual.com.br
Dr. Magnus Amaral Campos (Mega Arquivo).







Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dr.Magnus A. Campos - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, novembro 18, 2010

CUMPLICIDADE

MENSAGEM





Um relacionamento harmônico entre duas pessoas pode ter inúmeras características. E uma delas é a cumplicidade. E o que seria essa cumplicidade? A cumplicidade talvez seja a maior prova de sintonia, amizade, consideração, que possa haver num casal. A cumplicidade é representada por aquele olhar, aquele gesto, aquele sorriso, que somente o casal sabe reconhecer e mostra a confiança que existe entre ambos. Através da cumplicidade podemos mostrar o quanto confiamos numa outra pessoa.

Se amamos de verdade uma pessoa, há total confiança e somente assim este amor é capaz de crescer e transformar uma pessoa cúmplice de outra. Podemos também entender a cumplicidade como uma forma de afinidade, de parceria ou seja, se uma pessoa ama a outra de verdade, ela se torna cúmplice, ela passa a viver tudo com a outra pessoa, eles passam a ser um só, passam a ter um só coração, uma só vida e tudo isso, porque os dois se entregaram um ao outro, de forma tão sincera que passam a não existir outra pessoa a não ser a pessoa amada.

Ser cúmplice um do outro é dividir tudo, todos os objetivos e sonhos. Desejos que, se vividos juntos, serão transformados em harmonia e serão representados pelo afeto, pelo amor, por uma vida repleta de bons princípios. Se realmente há cumplicidade entre um casal, através de um olhar é capaz de saber o que o outro deseja, o que o outro está sentindo, qual o seu temperamento, se está triste ou feliz. Às vezes nem precisa de um olhar, apenas pela voz já é possível identificar o que o outro está sentindo.

Na cumplicidade não existe medo, apenas há confiança e entrega, pois ser cúmplice de uma pessoa, é ser tudo para ela, é ser amiga, é ser companheira, é ser aquela parte que faltava para se completar. Quem ama de verdade é cúmplice, pois quem une dois corações em um só, confia e alimenta a cada dia para que este amor, seja eterno. Enfim, é na cumplicidade que duas pessoas irão construir uma vida em comum cercada de respeito, carinho, amor. Juntos, um ao lado do outro, dividirão tudo e estarão sempre um a dar as mãos ao outro, buscando construir uma vida plena de luz e de amizade.





Holdings.Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Giuliano P.D'Abonzo-Renata S.D'Abonzo
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, novembro 16, 2010

E OS PASSEIOS, VAMOS LÁ?

MENSAGEM






Na vida familiar, os passeios em conjunto trazem maior união, oferecendo também excelentes oportunidades de entrosamento e orientação e, não raras vezes, de reconciliação. Sobretudo aos que entram na adolescência, nada melhor do que essas ocasiões de descontração, quando os pais podem estar a sós com eles, para esclarecer dúvidas e situações delicadas e aliviar tensões.

Podem ser viagens curtas ou mais longas, dependendo da disponibilidade econômica do momento, ou simples caminhadas por praias afastadas e vazias ou pelo campo. A vitalidade inesgotável das crianças para andar, as descobertas que vão fazendo e relatando aos pais, o apanhar chuva, sol, calor ou frio juntos, desfazem tantas superproteções desnecessárias, além de provar que os filhos não são de papelão e que não se desmancham nem adoecem por esses pequenos imprevistos!

É muito oportuno planejar juntos os dias de feriado prolongado ou de férias. Pais e filhos fazem o levantamento dos nomes de locais possíveis de serem visitados e organiza-se uma votação: Praia ou montanhas? Fazenda, cidade, sítio, excursão? É evidente - e muito importante - que, ao proporem onde se passarão as férias e feriados, os pais levem em conta a época do ano, o afluxo de visitantes e as atividades nesses locais, para que todo o seu trabalho de formação e educação dos filhos quanto às virtudes, valores, pudor, trajes, bons hábitos, não seja prejudicado por ambientes contrários. Concretamente, levar os filhos adolescentes a praias concorridas durante o verão chega a ser, nas atuais circunstâncias, uma verdadeira aberração, que nenhum pai ou mãe de família responsável deveria permitir-se.

Feita a escolha do destino - excelente oportunidade para aprender, para treinar o hábito de saber ganhar e saber perder, cedendo (com boa cara!) aos desejos da maioria -, passa-se a planejar o que fazer, como fazê-lo, quem se incumbirá disto ou daquilo. É um excelente modo de treinar os filhos na capacidade de assumir responsabilidades, e ao mesmo tempo um belo exercício democrático que, no regresso, passará por uma avaliação, para futuras melhoras. Descobrem-se as habilidades, a criatividade, os talentos!

Não se deve esquecer também de pensar em programas diversos para dias de sol e para dias de chuva. Não devem faltar bons livros, sugestões de jogos, passatempos e brincadeiras de salão, teatrinhos, serões de histórias, fotos familiares, concursos, etc.

É sempre bom lembrar que muitos dos hábitos das crianças se formam pela observação das preferências ou rejeições dos pais. Vale a pena, por isso, não só estimular os acampamentos em família, ou entre várias famílias, mas também organizar com outros pais pequenos clubes na própria casa, de meninos ou de meninas, com atividades específicas de acordo com o sexo e a idade. Nesses clubes, podem-se promover com segurança atividades interessantes para os filhos: esporte, hobbies, coleções, teatro, música, artesanato, ciências, e até visitas a museus e pontos turístico-históricos da cidade. Assim, além de alargarem os seus próprios horizontes, tornar-se-ão um dia adultos de simpática e agradável presença, porque saberão conversar sobre vários temas, e não somente sobre a sua área profissional ou as manchetes de esporte dos jornais...











Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Mannuoun Chimelli - Portal da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro