Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, maio 30, 2010

ÁGUA

NOTÍCIAS PELO MUNDO





Água, a fonte da sobrevivênciaA Água, é a fonte da vida, ela tem diversos usos no dia-a-dia, sem ela não existiria vida. Antes de chegar até nós ela passa por um longo processo, dos mananciais ela passa por estações de tratamento, onde é filtrada e recebe cloro, flúor e outras substâncias, que acabam com as impurezas, daí ela é transportada até nossas casas.Há diferentes tipos de água. variando os locais nos quais ela é encontrada.

Potável
Podemos beber depois de tratada, incolor, inodora, insípida, sem impurezas, encontrada em mananciais, mas precisa ser tratada para podermos usá-la.

Mineral
Presente em fontes naturais, no subsolo, quando a água da chuva penetra no subsolo e atravessa uma camada de rochas, funcionando como um filtro, barrando as impurezas, contem sais minerais.

Destilada
Não possui sais minerais, não serve para beber, usada em baterias de automóveis, fabricação de remédios, a água da chuva é exemplo de água destilada.

Termal
É o caso dos gêiseres, em países como EUA e Canadá, no interior da Terra, formado por rochas, é muito quente, quando a água se infiltra nessas rochas, a temperatura é altíssima faz com que ela seja mandada de volta para a superfície.

Salgada
São água de mares e oceanos, salgada graças a dissolução de minerais rochosos, a alta concentração de sal nos impede de beber essa água.

Mananciais
Nascentes de águas.Vamos preservar a água, não poluíla, cerca de 3/4do planeta Terra são cobertos de água, a poluição dos rios, com os despejos de esgotos e vazamento de óleo de navios, contruções clandestisnas perto de mananciais tem feito com que as fontes de água sequem ou fiquem cada vez mais impróprias par o consumo.







Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Autora: KeilaArtigos Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, maio 29, 2010

O VAZIO NECESSÁRIO

MENSAGEM




Quantas vezes já ouvimos falar da estória do copo que está pela metade com água. Para alguns ele está meio cheio e para outros ele está meio vazio. Esta situação concreta nos remete a situações do dia a dia. Se a nossa cabeça estiver cheia, se a rua estiver cheia, se o elevador estiver cheio, não conseguiremos absorver mais nenhuma informação, o congestionamento na rua será inevitável e com certeza precisaremos esperar o próximo elevador.

Quando se está cheio não existe mais lugar a ser ocupado. Qualquer idéia, mudança ou projeto novo não terá condições de ocupar seu espaço, precisará esperar a chegada de um elevador vazio. A situação torna-se conflitante, pois fomos incentivados a ter. Nós reagimos frente a uma necessidade de vazio, pois o vazio é não ter e não ter é algo que nós pensamos ser ruim, que nos diminui, que nos torna inferiores. Será isso mesmo que devemos continuar pensando?

Vamos a uma pequena estória. Existia um mercador que realizava viagens, levando toda a sorte de produtos para comercializar. Podemos até dizer que a sua carroça não tinha mais condições de levar mais nada. Ela estava cheia e o mercador sentia-se muito feliz por ter tantos produtos. Porém, todo dia ele se queixava da sorte, porque tinha perdido muito com pessoas desonestas que compravam e não pagavam. Vez por outra, elas até mudavam de endereço e ele perdia qualquer chance de receber qualquer pagamento. O mercador, porém tinha uma grande vantagem, ele era rápido na estrada e sempre tinha bons cavalos.

Certo dia, um nobre veio procurá-lo e perguntou se poderia fazer o transporte para ele de uma caixa lacrada de tempos em tempos. O mercador imediatamente respondeu: minha carroça está cheia, não consigo levar mais nada. O nobre ainda tentou convencê-lo, mas de nada adiantou.

Tempos mais tarde o mercador começou a encontrar outro mercador em uma carroça muito rápida. Quando se encontraram, o nosso mercador percebeu que o outro era muito feliz e resolveu perguntar qual era o seu segredo. O outro mercador respondeu: tempos atrás um nobre veio pedir para que transportasse uma caixa lacrada de tempos em tempos. Resolvi então perguntar quanto pagaria pelo transporte. O valor era muito bom e imediatamente troquei algumas mercadorias que não conseguia vender para dar lugar ao transporte da caixa. Podemos imaginar a perplexidade do mercador ao ouvir esta resposta.

O primeiro mercador estava cheio, tinha muitas coisas para levar e vender. O segundo mercador resolveu perguntar um pouco mais e descobriu que valeria a pena ficar vazio, deixar de lado as mercadorias inúteis e dar lugar à caixa lacrada.
Vazio não quer dizer deixar de ter para sempre. O vazio é necessário para que possamos estar abertos a um novo ter e assim sucessivamente. Estar vazio é estar aberto, olhar atento para o caminho a seguir. Ficar preso ao ter não permite que exista evolução, crescimento.

Em nossos dias podemos verificar diversas situações em que o estar preso ao ter torna-se uma bola de ferro que nos é amarrada, impedindo que desfrutemos de uma vida melhor. Sentimo-nos importantes quando temos um diploma, mesmo que ele não sirva para nada. As pessoas querem trabalhar na segurança da carteira assinada, mesmo que para tal precisem se sujeitar a ganhar menos. Ao fim do dia, gostamos de voltar para casa com o sentimento do dever cumprido, dormimos e no dia seguinte recomeçamos tudo de novo.

A visão otimista quanto à estória do copo, dizer que ele está meio cheio pode não ser tão boa assim. Quando estamos cheios não há espaço para mais nada. Quem diz que o copo está meio cheio, está contente com o que tem lá. Quem diz que o copo está meio vazio, está aberto para acrescentar algo mais ao copo, ainda há espaço.De uma forma ou de outra as situações estão a nossa volta e nós mesmos precisamos ter a coragem de experimentar o vazio necessário.
=
Vazio este que permitirá dar espaço para novas idéias, novos encontros, novas possibilidades e oportunidades. Teimando em ter, nós simplesmente ficaremos presos para o resto de nossos dias, sem condições de desfrutar da felicidade de estar no caminho de uma vida melhor.










Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Claudio Lopes - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, maio 24, 2010

LÁGRIMAS QUE RESOLVEM

EDIFICAÇÃO





Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão." (Salmos, 126.5)
=
Para muitos, lágrimas são um sinal de fraqueza. Mas a lágrima, na verdade, é um dos bens mais preciosos. Chorar é um escape, uma forma de esvaziar as dores da alma. Lágrimas retidas certamente endurecem o coração, devido ao acúmulo de mágoas: "Confiai n'Ele, ó povo; em todo tempo derramai perante Ele o vosso coração: Deus é o nosso refúgio."(Salmos 62:8). Ana, uma israelita que temia a Deus, recebeu sua bênção (a cura da esterilidade), quando derramou a sua armadura e ressentimento diante do Senhor. Estéril, era humilhada constantemente numa época em que não poderia haver maldição maior - para uma mulher - do que ter a madre fechada. Mesmo estando diante de uma situação irreversível aos olhos humanos, Ana assumiu sua situação e resolveu derramar diante do Senhor toda a sua dor, amargura e esperança...
=
Às vezes, choramos por auto-compaixão ou por desânimo, ao invés de chorarmos por desabafo, como quem tem intimidade com o Senhor. Ele jamais se sensibilizou diante das lágrimas da auto-compaixão, mas sempre veio ao encontro de corações sinceros, humildes e doloridos. Por isso, às vezes temos a impressão de que o Senhor não escuta nossas orações. Mas Ele escuta! Escuta, e cala-se diante do nosso tom de cobrança e revolta. Motivo porque há tantos cristãos amargos e descrentes do poder da oração! "Com amargura na alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente". Ana chorou muito! Lágrimas derramadas aos pés do Senhor são valiosas - cada uma delas é recolhida e levada diante de Deus.
=
As lágrimas da intercessão não devem significar desespero da situação, mas o desnudar-se sem reservas da alma necessitada de Deus. O choro rega as sementes das nossas palavras: "não bebi nem vinho nem bebida forte, porém venho derramando a minha alma perante o Senhor... porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora." (I Samuel, 1.15,16), disse Ana.
=
Lágrimas diante do Senhor fortalecem a alma. "O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos porquanto me alegro na Tua salvação..." (I Samuel, 2.1).
=
Lágrimas diante do Senhor prenunciam o consolo para todo aquele que consegue vislumbrar, através da escuridão momentânea das nuvens, as chuvas de bênçãos que se seguem. Muitas vezes a escuridão em que nos encontramos simplesmente anuncia o iminente derramar de benção sobre nossas vidas.









Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Ricardo Cesar Vasconcelos - P. Quente Diário
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, maio 20, 2010

QUANDO O AMOR É MAIOR

EDIFICAÇÃO




“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”
(I João 4.19).

Pedro está deprimido após ter negado conhecer Jesus. Ele chorou amargamente. Estava decepcionado consigo mesmo e envergonhado perante Aquele que em nenhum momento o decepcionou. O que salta aos meus olhos quando leio este texto é que o Senhor Jesus, Ressurreto dentre o mortos, ao reencontrar-se com Pedro, não o interroga sobre o que ele fez, mas sobre o que nele há de mais profundo e de mais verdadeiro: o seu amor. Depois de cada pergunta, Jesus confia a Pedro uma responsabilidade.

É precisamente este homem, debilitado pela culpa e enfraquecido pelo sentimento de ter fracassado, que é amado e chamado a responder. Cada um dos que assumem uma responsabilidade na comunhão com o Senhor Jesus deve descobrir isto. Aceitar responsabilidades não significa mostrar-se forte ou perfeito. A questão à qual devemos responder não é: “Você é forte? Conseguirá fazer isto?”, mas sim: “Ama-me?”. Por três vezes, Pedro responde: “Tu o sabes…”. O que teríamos dito no seu lugar? Pedro sabia bem o quanto o seu comportamento fora imperfeito.

Contudo não diz: “Sim, amo-te um pouco” ou “Vou tentar amar-te um pouco mais”. Se tivesse respondido assim, Pedro teria sido ele próprio a medida do amor. Pelo contrário, deixa para trás qualquer tentativa de se medir e de se analisar, assim como tempos antes tinha saltado do barco (v.7). Confia em Jesus, e confia completamente! A partir de então é o amor de Jesus que o conduz. Pedro não diz: “Eu posso…” ou “Eu quero…” mas “Tu...”. Assim já não é a nossa capacidade de amar, não são simples sentimentos, que estão no centro. Jesus, o Senhor, torna-se a fonte do nosso amor, vem completar o nosso amor e os nossos atos imperfeitos. Como escreveu o Apostolo João: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4.19).

A nossa fraqueza, e até o nosso pecado, não são obstáculos ao seu amor. O amor de Jesus é poderoso! Envolve-nos de tal maneira que por ele somos curados, perdoados e transformados. A partir de então posso confiar a minha fraqueza a Jesus. Ele pode transformá-la em algo que me leva para um novo estágio, bem além das minhas expectativas fundadas no fracasso e na culpa. E ele pode fazer de mim uma testemunha do seu amor, mesmo que eu nem mesmo saiba como...
=
As perguntas de Jesus são sobre o amor. Onde é que eu vejo que o amor está no âmago das minhas responsabilidades? No amor dAquele que nos amou primeiro.









Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Rev.Ézio Martins de Lima - Presbiteriana
Central de Brasília - Ministério Pão Quente
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro