Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, abril 10, 2010

TEMPESTADES E ESPERANÇAS

EDIFICAÇÃO




"E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia. Mas os discípulos vieram acordá-Lo, clamando: Senhor,salva-nos, porque perecemos!". ( Evangelho de Mateus, 8.23 a 27).
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Devemos reconhecer que temos enfrentado em nosso viver diário inúmeras tribulações e desafios. Negar nossa realidade poderá favorecer a alienação e o afastamento daquilo que Deus quer nos ensinar através das tempestades. É só olhar para a Bíblia e descobrir a história de homens e mulheres que viveram em meio aos temporais e ventanias da vida. Pessoas que experimentaram mais do Altíssimo em tempos de tristezas, lutas e decepções. Talvez seja este o nosso grande desafio: cultivar a esperança, quando o coração parece desistir.
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Se os ventos continuam a soprar e a chuva a cair, somos convidados a perceber que os céus se aproximam de nós. Esta santa interação proporciona paz e equilíbrio (fruto do Espírito), gerando em nós a certeza que não naufragaremos, pois o Senhor permanece conosco (evangelho de Mateus 8.23-27). É desse modo que devemos encarar as adversidades que surgem ao longo da jornada. Não há outra escolha. É preciso atravessar mares e saber que o Todo Poderoso está ao lado daqueles que nEle confiam, caso contrário naufragaremos.
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Continue firme na Igreja do Senhor. Saiba que somos gente reunida para proclamar e viver as esperanças de Deus nesta geração. Em meio as tribulações aprenderemos, cada vez mais, a prática do encontro e da construção de uma comunidade de serviço, reafirmando nosso compromisso com o acolhimento das pessoas, o diálogo humilde e o exercício constante do amor em Cristo Jesus. Embarcação de muitos que buscam portos seguros.
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Que venham as tempestades! Que brotem as esperanças!








Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Rev. Sérgio Andrade
Ministério Pão Quente Diário
Dác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeir




quinta-feira, abril 08, 2010

DEZ TECNOLOGIAS DA NASA QUE VOCÊ USA DIARIAMENTE

NOTÍCIAS PELO MUNDO



A agência Espacial Americana, NASA, foi criada oficialmente em 1958, quando o então presidente americano Dwight Eisenhower assinou a Lei do Espaço. Desde o princípio a lei estipulava que as pesquisas do novo grupo e os avanços obtidos deveriam beneficiar toda a população. Em seus pouco mais de 50 anos a NASA tem cumprido esse objetivo:desde 1976 ela divulga uma lista de todo produto ou tecnologia derivada de sua pesquisa. Abaixo seguem 10 tecnologias criadas para as estrelas e utilizadas na Terra por você todos os dias.
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1 - Aparelho ortodôntico invisível - Feito de alumina policristalina translúcida (TPA), material desenvolvido pela NASA para proteger a antena infravermelha de mísseis de rastreamento térmico, os aparelhos ortodônticos invisíveis estão na boca de celebridades e de quem não quer um sorriso metálico.
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2 - Lentes resistentes a arranhões - As lentes resistentes a arranhões surgiram de tecnologia desenvolvida para proteger equipamentos espaciais e capacetes de astronautas.
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3 - Espuma inteligente - A espuma Tempur, que tem memória de forma, foi desenvolvida para revestir os bancos das naves espaciais e hoje está presente em colchões, travesseiros e bancos de carro e de moto.
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4 - Termômetro de ouvido - O termômetro auricular usa raio infravermelho para medir a temperatura que irradia do tímpano.
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5 - Palmilha de tênis - A tecnologia das botas espaciais foi aplicada às palmilhas de tênis, que absorvem o impacto das passadas dos atletas.
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6 - Telecomunicação de longa distância - Chamadas de longa distância só são possíveis hoje porque a NASA criou satélites que permitiam às pessoas conversar em terra.
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7 - Detector de fumaça ajustável - A NASA e a empresa Honeywell desenvolveram o detector de fumaça para a primeira estação espacial americana, a Skylab.
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8 - Ranhuras de segurança - O grooving oferece segurança nas pistas dos aeroportos ao aumentar a fricção entre o concreto e as rodas dos aviões.
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9 - Ferramentas sem fio - As missões Apollo à lua levaram a Black & DEKER e a NASA a desenvolver e aprimorar ferramentas sem fio.
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10 - Filtros de água - Carvão especialmente ativados com íons de prata são utilizados desenvolvidos pela NASA para limpar a água em situações extremas por longos períodos estão presentes hoje nos sistemas de água filtrada utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo.










Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Isarael
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof: Cristen - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, abril 07, 2010

DOENÇA CARDIOVASCULAR E A PERIODONTITE

CUIDANDO DA SAÚDE



A prevalência de periodontite e doença cardiovascular (DCV) é alta. A etiologia mista do biofilme causador da periodontite e a DCV é conhecida mas não completamente estabelecida. Contribuem igualmente para ambas as doenças: cofatores, tabagismo, estresse, etinicidade, genética, fatores socioeconômicos e a idade. O objetivo deste texto é resumir os fatores clinicamente relevantes relacionados com a DCV e a periodontite. A hipótese por trás de uma relação entre as duas condições é fundamentada em (I) compartilhamento etiológico das infecções, (II) compartilhamento das respostas inflamatórias, (III) estudos epidemiológicos e de caso-controle, e (IV) estudos periodontais que demonstram uma melhora nos marcadores da DCV. Espécies estreptocócicas no grupo do S. mitis e do S. anginosus foram identificados na periodontite e são conhecidas como patógenos na endocardite, e provavelmente transportados da cavidade oral para o coração através de uma bacteremia durante as terapias odontológicas e, possivelmente, também pela escovação dentária em caso de doença periodontal instalada.

Por outro lado, outras bactérias encontradas no periodonto como a Porphyromonas gingivalis, Fusobacterium nucleatum e a Parvimonas micra são produtoras de beta-lactamase (largo espectro) e podem contribuir para a resistência aos antibióticos. Outras bactérias na DCV e periodontite incluem a Staphylococcus aureus e a Pseudomonas aeruginosa. A Chlamydia pneumoniae e a Porphyromonas gingivalis compartilham uma mesma homologia da membrana lipopolisacarídea e induzem as HSPs (proteínas do choque térmico)* e uma cascata de citocinas pró-inflamatórias.


As associações entre a periodontite e a DCV já foram demonstradas em muitos estudos com o controle das variáveis associadas. Outros estudos têm demonstrado que as terapias periodontais aumentam o fluxo das artérias braquiais e reduzem os níveis séricos de citocinas inflamatórias. Assim, os médicos comprometidos com o tratamento de indivíduos com risco de DCV deveriam estabelecer contato com os dentistas periodontistas dos pacientes; por outro lado, os dentistas deveriam melhorar o seu conhecimento médico e também entrar em contato com os médicos de seus pacientes quando administrarem tratamento com risco de DCV para eles.






Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dr. Persson - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, abril 05, 2010

CASTANHA-DO-PARÁ

CUIDANDO DA SAÚDE


A castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-par(Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica.
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É um fruto com alto teor calórico e protéico, além disso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).
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É a única espécie do gênero Bertholletia. Nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em árvores espalhadas pelas grandes florestas às margens do Rio Amazonas, Rio Negro,Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins. O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet.
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Atualmente é abundante apenas no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações. Nas margens do Tocantins foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem, no sul do Pará por assentamentos de sem-terra, no Acre e no Pará a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias que são os dispersores de suas sementes ameaça a formação de novos indivíduos. É altamente consumida pela população local in natura, torrada, ou na forma de farinhas, doces e sorvetes. Sua casca é muito resistente e requer grande esforço para ser extraída manualmente.
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ECOLOGIA
Vive preferencialmente nas florestas de terra firme, e cresce apenas onde a estação seca é de 3 a 5 meses. A densidade da espécia varia muito ao longo de toda a Amazônia, indo de 26 árvores reprodutivas por ha (hectare) a apenas um exemplar em 100 ha. Cogita-se que alguns grupos de árvores devam sua existência a indígenas pré-colombianos.
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PRODUÇÃO
Cerca de 20.000 toneladas de castanhas-do-pará são colhidas a cada ano, da qual a Bolívia responde por 50%, o Brasil por 40% e o Peru por 10% (estimativas do ano 2000). Em 1980 a produção anual era de cerca de 40.000 toneladas por ano somente no Brasil, e em 1970 o país registrou uma colheita de 104.487 toneladas de castanhas-do-pará. A produção brasileira caiu a menos da metade entre 1970 e 1980, devido ao desmatamento da Amazônia.
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ALIMENTAÇÃO
As castanhas-do-pará possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas. Possuem um gosto um tanto terroso, muito apreciado em vários países. O conteúdo de gordura saturada das castanhas-do-pará está entre o mais alto de todas as castanhas e nozes, superando até mesmo o da macadâmia. Devido ao gosto forte resultante, as castanhas-do-pará podem subtituir frequentemente macadâmias ou mesmo o coco em receitas.
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Castanhas-do-pará retiradas de suas cascas tornam-se rançosas rapidamente. As castanhas também podem ser esmagadas para se obter óleo. Nutricionalmente, as castanhas-do-pará são ricas em selênio, embora a quantidade de selênio varie consideravelmente. São também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.
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MEDICINAL
O chá da casca da castanheira-do-pará é usado na Amazônia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais. Por seu conteúdo em selênio, a castanha é antioxidante. Seu óleo é usado como umidificador da pele.
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OUTROS USOS
Assim como no uso alimentar, o óleo extraído da castanha-do-pará também é usado como lubrificante em relógios, para se fazer tintas para artistas plásticos e na indústria de cosméticos
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A madeira das castanheiras-do-pará é de excelente qualidade, porém a sua extração está proibida por lei nos três países produtores (Brasil, Bolívia e Peru). A extração ilegal de madeira e a abertura de clareiras representa uma ameaça contínua. O efeito castanha-do-pará, no qual itens maiores misturados em um mesmo recipiente com itens menores (por exemplo, castanhas-do-pará misturadas com amendoins) tendem a subir ao topo, recebeu o nome desta espécie.
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RADIOACTIVIDADE
As castanhas-do-pará podem conter pequenas quantidades de rádio, um material radioativo. Embora a quantidade seja muito pequena, cerca de 1–7 pCi/g (40–260 Bq/kg), e a maior parte não fique retida no corpo, ela é 1.000 vezes mais alta do que em outros alimentos. De acordo com as Universidades Associadas de Oak Ridge, isto não se deve a níveis elevados de rádio no solo, mas sim ao extremamente extenso sistema de raízes da árvore.







Holdings. Tel Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro