Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, abril 05, 2010

CASTANHA-DO-PARÁ

CUIDANDO DA SAÚDE


A castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil é a semente da castanheira-do-par(Bertholletia excelsa) uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa emergente da Floresta Amazônica.
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É um fruto com alto teor calórico e protéico, além disso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).
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É a única espécie do gênero Bertholletia. Nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em árvores espalhadas pelas grandes florestas às margens do Rio Amazonas, Rio Negro,Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins. O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet.
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Atualmente é abundante apenas no norte da Bolívia e no Suriname. Incluída na Lista Vermelha da IUCN como vulnerável, o desmatamento é a ameaça a sua populações. Nas margens do Tocantins foi derrubada para a construção de estradas e de uma barragem, no sul do Pará por assentamentos de sem-terra, no Acre e no Pará a criação de gado provoca sua morte, e a caça das cotias que são os dispersores de suas sementes ameaça a formação de novos indivíduos. É altamente consumida pela população local in natura, torrada, ou na forma de farinhas, doces e sorvetes. Sua casca é muito resistente e requer grande esforço para ser extraída manualmente.
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ECOLOGIA
Vive preferencialmente nas florestas de terra firme, e cresce apenas onde a estação seca é de 3 a 5 meses. A densidade da espécia varia muito ao longo de toda a Amazônia, indo de 26 árvores reprodutivas por ha (hectare) a apenas um exemplar em 100 ha. Cogita-se que alguns grupos de árvores devam sua existência a indígenas pré-colombianos.
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PRODUÇÃO
Cerca de 20.000 toneladas de castanhas-do-pará são colhidas a cada ano, da qual a Bolívia responde por 50%, o Brasil por 40% e o Peru por 10% (estimativas do ano 2000). Em 1980 a produção anual era de cerca de 40.000 toneladas por ano somente no Brasil, e em 1970 o país registrou uma colheita de 104.487 toneladas de castanhas-do-pará. A produção brasileira caiu a menos da metade entre 1970 e 1980, devido ao desmatamento da Amazônia.
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ALIMENTAÇÃO
As castanhas-do-pará possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas. Possuem um gosto um tanto terroso, muito apreciado em vários países. O conteúdo de gordura saturada das castanhas-do-pará está entre o mais alto de todas as castanhas e nozes, superando até mesmo o da macadâmia. Devido ao gosto forte resultante, as castanhas-do-pará podem subtituir frequentemente macadâmias ou mesmo o coco em receitas.
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Castanhas-do-pará retiradas de suas cascas tornam-se rançosas rapidamente. As castanhas também podem ser esmagadas para se obter óleo. Nutricionalmente, as castanhas-do-pará são ricas em selênio, embora a quantidade de selênio varie consideravelmente. São também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selênio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata. Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.
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MEDICINAL
O chá da casca da castanheira-do-pará é usado na Amazônia para tratamento do fígado, e a infusão de suas sementes para problemas estomacais. Por seu conteúdo em selênio, a castanha é antioxidante. Seu óleo é usado como umidificador da pele.
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OUTROS USOS
Assim como no uso alimentar, o óleo extraído da castanha-do-pará também é usado como lubrificante em relógios, para se fazer tintas para artistas plásticos e na indústria de cosméticos
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A madeira das castanheiras-do-pará é de excelente qualidade, porém a sua extração está proibida por lei nos três países produtores (Brasil, Bolívia e Peru). A extração ilegal de madeira e a abertura de clareiras representa uma ameaça contínua. O efeito castanha-do-pará, no qual itens maiores misturados em um mesmo recipiente com itens menores (por exemplo, castanhas-do-pará misturadas com amendoins) tendem a subir ao topo, recebeu o nome desta espécie.
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RADIOACTIVIDADE
As castanhas-do-pará podem conter pequenas quantidades de rádio, um material radioativo. Embora a quantidade seja muito pequena, cerca de 1–7 pCi/g (40–260 Bq/kg), e a maior parte não fique retida no corpo, ela é 1.000 vezes mais alta do que em outros alimentos. De acordo com as Universidades Associadas de Oak Ridge, isto não se deve a níveis elevados de rádio no solo, mas sim ao extremamente extenso sistema de raízes da árvore.







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domingo, abril 04, 2010

O IDOSO PARTICIPA,SIM, DA RENDA FAMÍLIAR

MENSAGEM






O IDOSO PARTICIPA, SIM, DA RENDA FAMILIAR
O vinho é visto dessa forma: quanto mais velho, melhor. Mas, em se tratando de seres humanos idosos, a metáfora do vinho não tem sentido pleno, já que, erroneamente, a população idosa é tratada como se fosse um peso social. Ainda em relação à metáfora, o que prevalece, no caso dos idosos, é o sentido de que, quanto mais velhos, mais dispendiosos serão para a sociedade e para o Estado.
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Da mesma forma que, quanto mais velha uma garrafa de vinho, maior o seu preço. A psicóloga Anita Liberalesso, ex-coordenadora do curso de Pós-Graduação em Gerontologia da Unicamp, contesta essa afirmação de que os idosos não contribuem para a sociedade e demandam muitos gastos públicos. “Esse mito tem origem na dificuldade de as nações desenvolvidas e em desenvolvimento darem conta de proporcionar benefícios e proteção social aos mais velhos”, explica. “E, na falta de soluções, as vítimas são apontadas como as culpadas pela sua situação.”
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Com participação de 53% no orçamento da família, brasileiros acima de 65 anos provam a força de seu trabalho e impulsionam o país; especialistas alertam, no entanto, para necessidade de mudanças, inclusive, na redistribuição de rendas.
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Contrariando a opinião do senso comum, as estatísticas mostram que os idosos são produtivos, sim. No Brasil os mais velhos trabalham até a idade avançada. Liberalesso ressalta que nas zonas rurais, homens e mulheres, mantidos pela agricultura, trabalham a vida toda. Nas atividades informais também. “Em atividades informais são encontradas muitas pessoas mais velhas que nunca foram formalmente empregadas porque não tiveram oportunidades educacionais para tanto ou porque foram desempregadas precocemente”, afirma a psicóloga.
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O número de famílias chefiadas por pessoas acima de 50 anos aumentou nos últimos anos. Na falta de soluções, as vítimas (os idosos) são apontadas como as culpadas pela sua situação. Segundo pesquisa da economista Ana Amélia Camarano, coordenadora da área de pesquisa em população e família do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os idosos contribuem, em média, com 53% da renda familiar. As aposentadorias e pensões, pagas pela Previdência Social, acabam atendendo não só aos mais velhos, como também aos seus familiares.
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E a maioria recebe benefícios de um salário mínimo. É pouco, mas é com esse dinheiro que muitas famílias resistem à pobreza e sobrevivem. E, nesses casos, os idosos são um fator de equilíbrio social e, não, uma carga.









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quinta-feira, abril 01, 2010

EM DEFESA DE CRISTO

EDIFICAÇÃO


Um Jornalista fazendo seu trabalho em jurí em andamento. Vida dedicada ao jornalismo investigativo, após anos de casado, um dia qualquer chega em casa e tem a notícia de que sua mulher havia se convertido a uma das Igrejas Evangélicas da região onde moram. Muito cético, ainda não havia pensando na hipótese de um dia praticar religião alguma. Agora qual seria sua atitude? Como faria para continuar a ter um bom convivio em seu lar?
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Resolveu refletir a respeito por alguns dias........Passados os dias tomou uma decisão: iria investigar o que fez sua esposa procurar a religião , bem como se ele seria capaz de admitir - um ateu praticamanente convicto- essa mudança de opinião e vida.
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Iria investigar a vida e tudo relacionado a crença em Jesus com as armas de que dispunha, a investigação jornalística e criminal. Usando seus conhecimentos obtidos na faculdade e sua experiência nos artigos escritos sobre os tribunais de jurí.
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Assim o fez, procurando: teólogos, professores de antropologia, religiosos, famosos estudiosos no assunto, realizou quase centenas de entrevistas, sempre após elas, além da narrativa , expunha sua opinião. Ao longo do tempo se viu transformado e concluindo que os que Ao mestre seguia tinha feito uma feliz escolha.
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Mas não desistou de seu objetivo de ir mais junto ao assunto, assim até que depois de muitos relatos e depoimentos, de ateu confictos, pastores, estudiosos, cientistas, teólogos de dos as linhas religiosas, concluiu com uma defesa da fé em Cristo como crente e num trabalho científico valoroso.









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terça-feira, março 30, 2010

OS ESTEREÓTIPOS PERDEM SUA RAZÃO DE SER NAS ESCOLAS DIFERENCIADAS

EDUCAÇÃO

O que é melhor: colégios mistos (onde há meninos e meninas em uma mesma classe de aula) ou diferenciados (onde há classes só para meninos e classes só para meninas)?

Leonard Sax é fundador e diretor executivo da "National Association for Single Sex Public Education" (Associação Nacional para a Educação Pública Diferenciada, ou “NASSPE”, na sigla em inglês). Ele empreende uma cruzada para conseguir que a educação diferenciada tenha lugar na escola pública dos Estados Unidos. Seu enfoque põe de lado a ideologia para cair nos braços da ciência.

Na entrevista a seguir, concedida à revista espanhola Magistério e publicada em Diferenciada.org (28/04/2009) ele defende a tese de que separar meninos e meninas nas classes de aula não tem nada a ver com assuntos religiosos ou morais: trata-se simplesmente de aproveitar melhor as suas particularidades biológicas do ponto de vista escolar.

Magistério: As pesquisas sobre as diferenças neurológicas e cognitivas entre os sexos foram virtualmente proscritas durante décadas, mas agora parecem viver uma espécie de renascimento. O que se pode esperar dessas pesquisas nos próximos anos?

Sax: Sem dúvida. Há muitas questões que estamos apenas começando a investigar, inclusive porque os resultados das pesquisas realizadas na última década não são ainda suficientemente conhecidos. É evidente que nos encontramos, hoje, no principiar de uma nova era.

Magistério: O senhor afirma que as habilidades matemáticas e a inteligência espacial, nos rapazes, desenvolvem-se mais cedo, ao passo que o mesmo ocorre com a linguagem em relação às moças. Suponho que em tais afirmações haja lugar para muitíssimas exceções.

Sax: Claro que sim. Deixando de lado as questões educativas, também existem meninos que não gostam de futebol e preferem cozinhar, enquanto há meninas que não gostam de cozinhar e optam pelo futebol. São as crianças que denominamos atípicas, desde uma perspectiva de gênero, mas devemos levar seriamente em consideração este fato, pelos seus próprios riscos. Por exemplo, um menino que prefere cozinhar a jogar tem muito mais probabilidade de sofrer alergias e asma, ou uma depressão severa em seus anos de adolescente, devido a situações de isolamento e importunação que pode vir a sofrer na escola por parte dos colegas.
Magistério: E o que devemos fazer nestes casos?

Sax: Estas crianças se sentem muito melhor adaptadas nos colégios diferenciados do que nos mistos, nos quais costumam ser os mais visados da classe. Naturalmente estamos nos referindo a escolas diferenciadas que sejam bem administradas, nas quais seus responsáveis saibam lidar corretamente com as diferenças entre sexos e dentro de cada sexo. As crianças atípicas do ponto de vista do gênero tendem a encarar os estudos mais a sério, e deste modo podem ser de grande ajuda para outros colegas com problemas, o que permite reforçar sua auto-estima.

Magistério: Segundo alguns dados, a Educação mista está fazendo com que cada vez menos meninas optem por carreiras científicas e menos meninos se achem com vocação para as humanidades ou para as artes. A Educação mista contribui para assentar a opinião de que determinadas áreas são destinadas às meninas e outras aos meninos?

Sax: A Educação mista parte de uma premissa: a assimilação. Juntem-se dois grupos, A e B, e cada vez mais se parecerão um ao outro. Mas isto não tem funcionado assim. O fato é que nas escolas mistas muitas adolescentes, embora não todas, recebem a mensagem de que a informática é um assunto masculino. Tal fato fica mais evidente entre os rapazes, já que um jovem de 15 anos não gostaria, sob nenhuma circunstância de correr o risco de ser taxado de homossexual por freqüentar aulas de desenho ou de história da arte. Tais estereótipos perdem em boa medida sua razão de ser nas escolas diferenciadas.

Magistério: O senhor está de acordo com os argumentos da velha escola a favor da Educação diferenciada? Refiro-me às justificativas que falam do excesso de distrações devido aos hormônios adolescentes?

Sax: De maneira nenhuma. Isso é o que se dizia há 20 anos, mas essa idéia foi completamente superada do ponto de vista empírico. O que temos averiguado recentemente é que se separarmos os meninos com 6 anos, das meninas, conseguiremos enormes progressos escolares em ambos os sexos, mas se só os separarmos aos 16 anos os progressos serão muito menores. A hipótese das distrações ocasionadas pelos hormônios durante a adolescência parece muito sugestiva, embora careça por completo de validade científica.

Magistério: Há quem sugira que o senhor reveste de ciência o que no fundo são colocações religiosas ou morais?

Sax: Não nos Estados Unidos. Este é o tipo de pergunta que me fazem os jornalistas estrangeiros, já que fora do meu país a Educação diferenciada está habitualmente associada à Igreja Católica. Perguntam-me se é esta que financia a minha associação, mas a resposta é taxativamente não. Recebo muitas críticas nos Estados Unidos, embora a maioria provenha de grupos feministas que nos acusam de querer voltar ao passado, àqueles tempos em que as escolas para meninos recebiam mais subvenção e atenção que as escolas para meninas. Não queremos voltar ao passado, em absoluto. Muito pelo contrário, o que pretendemos é avançar para um futuro livre de idéias preconcebidas.

Magistério: O senhor acha que as professoras são mais adequadas para as escolas de meninas, e os professores para as de meninos?

Sax: Não, nada a ver. O importante é que recebam a formação adequada para aproveitarem ao máximo o que conhecemos sobre as diferenças cognitivas entre meninos e meninas.

Magistério: O senhor sustenta que os meninos ouvem pior que as meninas, especialmente quando mais cedo em idade. Nos seus estudos costuma citar um caso real que chegou ao seu consultório, quando era médico de família: um menino de escola primária, que se mostrava distraído e abúlico na sala de aula, diagnosticado com Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) por outro profissional. O senhor detectou que o problema era auditivo, que o jovem mal conseguia ouvir a débil voz de sua professora, e era por causa disso que ele se punha a olhar pela janela ou rabiscava ao léu, sem tirar proveito algum da lição. Obviamente, a solução não era a de aplicar-lhe Ritalin, o medicamento mais conhecido para tratar o Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade, como o outro profissional havia receitado. Mas o senhor não se cansa de criticar a facilidade com que se receita este tipo de medicamento. Por que desse alerta?

Sax: As vozes mais autorizadas da psiquiatria nos Estados Unidos vêm afirmando durante anos que este tipo de medicamento não oferece nenhum risco. Agora sabemos que tais "autoridades" receberam milhões de dólares da indústria farmacêutica sem que jamais o tivessem declarado publicamente. Os mesmos indivíduos que deveriam ter pesquisado com rigor os benefícios e malefícios causados por comprimidos como o Ritalin. Os mesmos, junto aos quais temos buscado conselho sobre um tema tremendamente delicado! Dá medo, não é verdade?".





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