Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, janeiro 04, 2010

DIREITOS INALIENÁVEIS DAS NETAS (OS)

MENSAGEM





Toda neta (o) tem o direito de acordar a qualquer hora da noite e ir para a cama do vovô (vovó)

Toda neta tem o direito de pedir mama e reclamar de estar muito quente ou fria ou com bolinhas, e o vovô (vovó) tem obrigação de achar a temperatura ideal e sem bolinhas.

Toda neta tem o direito de pedir para tirar a fraldinha noturna, limpar direitinho e ajudar a escolher, ou melhor, concordar com a roupa escolhida.
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Toda neta tem o direito de querer brincar de boneca barbie, casinha, computador ou coisa que valha nas horas que convier, mesmo que isto seja as 04h00min da manhã.
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Toda neta tem o direito de comer na hora que estiver com fome.
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Toda neta tem o direito de aprender a ler e escrever com os avós e, depois, na escola.
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Toda neta tem o direito de passear. Correr, brincar e aprender com a natureza os seus valores e a respeitá-lo.
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Toda neta tem o direito de aprender com seus avós a respeitar o próximo com suas diferenças, sendo elas como forem.
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Toda neta tem o direito a saúde e os avós de cuidá-la com presteza e dedicação e, dos remédios amargos, fazê-los doces.
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Toda neta tem o direito de dormir na cama dos avós todas as noites que queira.
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Toda neta tem o direito ao banho e nele colocar todos seus bichinhos e seus avós esperar com toda a paciência, antes ela dar banhos em todos eles.
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Toda neta tem o direito que aprender a amar a “Deus” e com ele falar pelo “Pai Nosso”, toda noite e de mãos dadas com seu vovô (vovó).
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Finalmente toda neta tem o direito de ser feliz e continuar sendo por toda a vida sendo amada, respeitada, auxiliada, amparada e mesmo depois de adulta poder dormir de mãos dadas com o vovô (vovó).





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José Rafael Bio - Portal da Família
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, janeiro 03, 2010

AS INTERVENÇÕES DA TERAPIA OCUPACIONAL EM CRIANÇAS COM OSTEOGÊNESE IMPERFEITA

CUIDANDO DA SAÚDE


Correr, pular, jogar bola, brincar de boneca ou ir á escola e depois ganhar um abraço apertado dos pais são uma das muitas lembranças que temos da infância e as quais serão refletidas inconscientemente (ou até conscientemente) em nossas relações com nossos filhos ou netos. Essa é uma das experiências que milhares de pais e mães que tem filhos com a Osteogênese Imperfeita ou ossos de cristal não conhecem. A doença faz parte de um grupo de distúrbios hereditários causados pela deficiência na síntese do colágeno tipo I o qual é responsável por cerca de 90 % do colágeno corporal. O colágeno é a principal proteína na constituição dos ossos, peles e tecidos conectivos de todos os mamíferos. A criança portadora da OI tem a falta desse colágeno, o qual provoca a redução generalizada da massa óssea, tornando os ossos quebradiços, popularmente chamado de ossos de cristal. Os ossos se quebram com facilidade, acontecendo fraturas por traumas simples, que não seriam suficientes para provocá-las em outras crianças. “Uma pequena queda ou pancada, um esbarrão em algum obstáculo e até mesmo, nos casos mais graves da doença, um movimento do corpo mais brusco, pode ocasionar em fratura”.
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Estima-se que no Brasil, existam pelo menos 12.000 portadores de Osteogênese Imperfeita, com incidência de 1 em cada 21.000 nascidos. E o tratamento é extremamente longo, doloroso e restrito a poucos centros de saúde no Brasil.
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Uma das intervenções com objetivo de melhorar a qualidade de vida dessas crianças, aumentando a chance delas terem um desenvolvimento próximo ao adequado a sua idade, é a Terapia Ocupacional. O terapeuta ocupacional por meio de seus conhecimentos e recursos atuará na adaptação de ambiente, na prevenção de deformidade adicionais, na orientação familiar quanto à manipulação dessa criança e seu condicionamento físico e principalmente, promoverá a máxima independência das atividades de vida diária (AVD´S), como por exemplo, se vestir, se alimentar, tomar banho, estudar e brincar.
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O tratamento se inicia com uma análise das potencialidades e necessidades das crianças portadoras de OI com as limitações do ambiente. O terapeuta ocupacional aplicará diversas atividades construtivas simulando situações de vida normal e/ou de trabalho normal, prestando assistência nas incapacidades físicas, psíquicas e/ou sociais e minimizando ao longo do tratamento, o quadro incapacitante que a Osteogênese Imperfeita impõe a seus portadores. Com a intervenção da Terapia Ocupacional e a participação de outros profissionais da área da saúde, há uma melhora da baixa autoestima e da depressão das crianças com OI, promovendo ao longo do tratamento, uma melhora na qualidade de vida e encorajando a essas crianças, a buscarem ao longo do seu crescimento, o máximo de desenvolvimento intelectual e acadêmico.





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Dra. Caroline Lopes - Portal da Família
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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sábado, janeiro 02, 2010

DECLARAÇÃO DE BENS

MENSAGEM



O pai moderno, em muitas vezes perplexo, aflito, angustiado, passa a vida inteira correndo atrás do futuro e se esquecendo do agora. Na luta para edificar este futuro, ele renuncia ao presente. Por isso, é um homem ocupado, sem tempo para os filhos, envolvido em mil atividades, tudo com o objetivo de garantir o seu amanhã.
É com que prazer e orgulho, a cada ano, ele preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito esforço, muito trabalho. Lote, casa, apar­tamento, sítio, tudo isso custou dias, semanas, meses de luta. Mas ele está sedimentando o futuro da sua família. Se ele parte um dia, por qualquer motivo, já cumpriu sua missão e não vai deixar ninguém desamparado.
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E para ir escrevendo cada vez mais linhas na sua relação de bens, ele não se contenta com um emprego só é preciso ter dois ou três; vender parte das férias, em vez de descansar junto à famíl ia; levar serviço para fazer em casa, em vez de ficar com os filhos; e é um tal de viajar, almoçar fora, discutir negócios, marcar reuniões, preencher a agenda afinal, ele é um executivo dinâmico, faz parte do mundo competitivo, não pode fraquejar.
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No entanto, esse homem se esquece de que a verdadeira declaração de bens, o valor mais alto, aquele que efetivamente conta, está em outra página do formulário do Imposto de Renda, mais precisamente, naquelas modestas linhas, quase es­condidas, onde se lê “relação dos dependentes”. Aqueles que dependem dele, os filhos que ele colo­cou no mundo, e a quem deve dedicar o melhor de seu tempo.
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Os filhos são novos demais, não estão interes­sados em lotes, casas, salas para alugar, aumento da renda bruta, nada disso. Eles só querem um pai com quem possam conviver, dialogar, brincar. Os anos vão passando, os meninos vão crescendo, e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma ao trabalho vulgo construção do futuro que não viveu com eles, não participou de suas pequenas alegrias, não os levou ou buscou no co­légio, nunca foi a uma festa infantil, não teve tem­po para assistir à coroação da menina, pois um executivo não deve desviar sua atenção para essas bobagens. São coisas de desocupados.
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Há filhos órfãos de pais vivos, porque estão “entregues” o pai para um lado, a mãe para outro, e a família desintegrada, sem amor, sem diálogo, sem convivência. E é esta convivência que solidifica a fraternidade entre os irmãos, abre seu coração, elimina problemas, resolve as coisas na base do entendimento.
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Há irmãos crescendo como verdadeiros estra­nhos, porque correm de um lado para o outro o dia inteiro, ginástica, natação, judô, balé, aula de música, curso de Inglês, terapia, lição de piano, etc. E só se encontram de passagem em casa, um chegando, o outro saindo. Não vivem juntos, não saem juntos, não conversam e, para ver os pais, quase é preciso marcar hora.
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Depois de uma dramática experiência pessoal e familiar vivida, a única mensagem que tenho para dar e que tem sido repetida exaustivamente em paróquias, encontros familiares, movimentos e entidades é esta: não há tempo melhor aplicado do que aquele destinado aos filhos.
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Dos 18 anos de casado, passei 15 anos correndo e trabalhando, absorvido por muitas tarefas, envolvido em várias ocupações, totalmente entregue a um objetivo único e prioritário: construir o futuro para três filhos e minha mulher. Isso me custou longos afastamentos de casa, viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugadas no estúdio da televisão, uma vida sempre agitada, atarefada, tormentosa, e apaixonante na dedicação à profissão escolhida que foi, na verdade, mais importante do que minha família.
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E agora, aqui estou eu, de mãos cheias e de coração aberto, diante de todos vocês, que me conhecem muito bem. Aqui está o resultado de tanto esforço: construí o futuro, penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda do Luiz Otávio.
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De que valem casa, carros, sala, lote, e tudo o mais que foi possível juntar nesses anos todos de esforço, se ele não está mais aqui para aproveitar isso com a gente?
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Se o resultado de 30 anos de trabalho fosse consumido agora por um incêndio, e desses bens todos não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor
importância, não ia provocar o menor abalo em nossa vida, porque a escala de valores mudou, e o dinheiro passou a ter um peso mínimo e relativo em tudo. Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura e a saúde de um filho amado, para que serve ele? Para que ser escravo dele?
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Eu trocaria explodindo de felicidade todas as linhas da declaração de bens por uma única linha que eu tive de retirar, do outro lado da folha: o nome do meu filho na relação dos dependentes. E como me doeu retirar essa linha, na declaração de 1983, ano-base de 82.





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quinta-feira, dezembro 31, 2009

O FUTURO SERÁ MELHOR

EDIFICAÇÃO

O BLOG "REI DOS REIS" DESEJA A TODOS, UM ÓTIMO ANO NOVO! CAMINHEMOS COM O SENHOR DA GLÓRIA!
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Não sou otimista. Deixei para trás as esperanças mais humanas. Procurei colocar as pessoas nos lugares apropriados, sem deixar que o meu coração se engane com promessas que não se cumprirão e palavras que se farão perdidas entre tantas outras, pois saíram de bocas e mentes que afirmam e acabam não se cumprindo.
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Dispenso toda e qualquer forma de previsão futura. Não creio nas cartas, no tarô, no horóscopo ou na leitura das mãos. Deixo de lado as simpatias, os pulinhos e as sementes. Roupas brancas me dizem pouco quando penso nos dias que virão. Não consigo associar aquilo que deverei ser com os tecidos que cobrem parte do meu corpo.
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Caminho noutra direção. Procuro outras trajetórias. Busco firmar o futuro naquilo que experimentei no passado e sinto no presente: a presença do nosso Deus em nossas vidas.
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Lanço o olhar para os dias que se foram e reconheço as enormes dificuldades enfrentadas. Perdas, frustrações e enfermidades me alcançaram. Planos que faliram. Ideias que partiram como ventanias rápidas nos tempos invernais. Foi lá que Deus esteve comigo. Sua presença, verdadeira. Seus braços, estendidos. Seus ouvidos, atentos. Sua voz, clara e firme, ajudando-me a ver melhor o que eu deveria ou não fazer.
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Nestes dias, quando o ano se finda, sinto um cansaço coletivo. Posso estar enganado, mas parece haver uma apreensão silenciosa sobre tudo que nos cerca. A cidade iluminada não é capaz de clarear as mentes e apresentar respostas aos pais que choram a perda dos filhos e aos filhos que sofrem com saudade do pai e da mãe que lutam pela vida e insistem em permanecer ao lado daqueles que amam.
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Inflarei meu peito com esperanças. Ainda que as coisas não aconteçam do jeito que eu desejo e as preces não tragam respostas rápidas e repletas com os conteúdos que o meu interior almeja, acredito que o futuro será melhor. Digo isso, pois apesar das ausências de grandes certezas sobre o que acontecerá, estou certo que o Nosso Deus estará conosco no ano que está prestes a nascer.




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Rev. Sergio Andrade - C. Angelicana
Ministério Pão Quente Diário
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