Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, novembro 21, 2009

LUTE PELO SUCESSO DO SEU CASAMENTO

EDIFICAÇÃO
Há uma enome e considerável lista de fatores, que contribuem para todos os problemas que vão desde dificuldades financeiras, até a incompatibilidade de gênios. Entretanto, o que será considerado aqui é a formação de apego afetivo.
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Desde bem pequenos os seres humanos têm a necessidade de cuidados por parte de outrem. Durante o período de formação da personalidade existem algumas circunstâncias fundamentais a serem desenvolvidas. O vínculo afetivo é um elemento primordial nesta categoria. Ele é básico. Do latim, vinculum: atadura, laço, aquilo que une.Estudos conceituam o vínculo afetivo como sendo fundamental para as relações humanas.
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Alguns psicólogos acreditam que deve ocorrer algum relacionamento logo no início da vida da criança se quiser que ela forme, mais tarde, vínculos significativos. O que tem se tornado presente durante a estruturação da personalidade infantil são os contatos superficiais, cuja preocupação localiza-se em prover a criança com alimentos, moradia e escola. Todavia, são insuficientes. E, ainda, muitas mudanças geográficas e/ou trocas constantes de cuidadores dificultam a formação do vínculo.
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Posteriormente, na vida adulta, muitos obstáculos nas relações humanas relacionam-se a esta precariedade de vínculo. As pessoas não conseguem perceber este tipo de deficiência em seus relacionamentos. Focalizam os problemas em outras questões, ou ainda, preferem nem tocar no assunto. Há casos em que ignoram a possibilidade de lançar mão de uma psicoterapia. Entretanto, perde-se a chance de resolver na causa os efeitos de uma convivência difícil. Nestes casos, especificamente, onde houve uma deficiência na formação de vínculo na infância e as decorrências comprometem os relacionamentos subseqüentes, daremos o nome de Síndrome do Comportamento de Hospedagem ou SCH.
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No relacionamento de um casal onde há a presença da SCH, quando entra na rotina da convivência, faz surgir um novo tipo de comportamento. A pessoa age, inconscientemente, de forma semelhante a um hóspede dentro de sua casa. Realiza as suas atividades comuns. No entanto, a sua forma de ser apresenta frieza, ocasionada pelo distanciamento. Aos poucos, vai agindo como se estivesse hospedada na casa, cumprindo com alguns papéis pertinentes, todavia, trata as questões, antes parcimoniosas, de forma independente. Deixa as responsabilidades, sobretudo as domésticas, para o outro cuidar.
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Onde havia uma atmosfera de cordialidade e doçura, passa a existir um espectro de isolamento e pesar. O outro vai percebendo esta diferença e acaba por se sentir, pouco a pouco, só. A sensação deste isolamento origina-se na forma pela qual a ausência do vínculo se manifesta nesta relação. As discussões passam a existir com uma freqüência crescente. Os conflitos podem surgir e avoluma-se no processo bola-de-neve. A pouca consciência a respeito da SCH provoca a discórdia entre o casal, atingindo quem estiver por perto nesta convivência, via de regra, os filhos.
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Lembranças e cobranças de como a vida conjugal era boa anteriormente são lançadas no calor das discussões. Isto faz aquecer ainda mais o desentendimento. Esta é uma situação estressante para o casal, podendo levar os seus envolvidos à depressão e outros males, além da separação. Este comportamento reflete o quanto o seu portador, inconscientemente, procura manter distância afetiva do outro para que não haja envolvimento. Por se tratar de uma síndrome enraizada na formação vincular faz-se necessária uma avaliação psicológica. Além de indicar tratamento através de profissional especializado nas relações familiares, objetivando as mudanças terapêuticas necessárias.
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Não raro, crê-se que a síndrome nasceu dentro do relacionamento. Todavia, ela foi desencadeada, apenas, durante o convívio. A pessoa não enxerga o problema já antigo. É possível comparar relações anteriores a atual e sentir que há algo semelhante nelas. Contudo, é insuficiente para aceitar a síndrome e o seu tratamento. O jogo de culpa é apenas um instrumento para se defender, na tentativa de diminuir as péssimas sensações diárias. De nada adianta. Só aproxima o casal da separação.
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Separar, por sua vez, traz de volta o estado de isolamento requerido pela síndrome. Buscar ajuda especializada é o remédio para este mal. Crer numa solução de poucos recursos como o esperar o tempo como agente de mudanças é dar oportunidade para que se instale a piora da SCH. Uma boa avaliação psicológica pode dar novos rumos às vidas das pessoas que pretendem o convívio. Dialogar, e, entenda-se bem, conversar com o coração aberto, oferece uma primeira abertura para se compreender a vida do casal. Dar o primeiro passo pode modificar aquilo que já era considerado algo inevitável, como a separação. Há uma necessidade de crescimento por parte das pessoas envolvidas.
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O grau de maturidade determinará o quanto se quer conviver bem. Ambas as partes devem estar dispostas e comprometidas em participar deste processo, apoiando-se. Cuidar da questão, alterando o comportamento de hospedagem para o de comprometimento afetivo em conjunto permite existir a unidade fundamental das relações conjugais: a dependência equilibrada e necessária do vínculo. Vale a pena lutar com vontade, ajuda e conhecimento.




Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Por Armando C. S. Neto - P. Família
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, novembro 20, 2009

ECO OU VIDA

NOTÍCIAS PELO MUNDO

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas. De repente seu filho, cai machuca e grita:
Aai!!!
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Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha:
Aaai!!!
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Curioso, pergunta:
Quem é você?
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Recebe como resposta:
Quem é você?
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Contrariado, grita:
Seu covarde!!!
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Escuta como resposta:
Seu covarde!!
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Olha para o pai e pergunta aflito:
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O que é isso?
O pai sorri e fala:
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Meu filho preste atenção.
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Então o pai grita em direção a montanha: Eu admiro você!
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A voz responde:
Eu admiro você!
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De novo o homem grita:
Você é um campeão!
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A voz responde: Você é um campeão!
O menino fica espantado, não entende.
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Então o pai explica: As pessoas chamam isso de ECO, mas, na verdade isso é a VIDA. Ela lhe dá de volta tudo o que você diz ou faz.
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NOSSA VIDA É SIMPLESMENTE O REFLEXO DAS NOSSAS AÇÕES.
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Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais VIDA, para você ou para seus
filhos, respeite a VIDA dos outros.
Se você quer mais respeito, comece por respeitar o próximo. O mundo é somente a prova da nossa capacidade. Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
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SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA, É CONSEQUÊNCIA DE VOCÊ!!!!





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Portal da Família - Artigos
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

SUPER MANDIOCA

CUIDANDO DA SAÚDE





No Nordeste, ela é conhecida como macaxeira. No sul, como aipim. Mas tem ainda muitos outros nomes: maniva, pão de pobre, macamba, uaipi, pau de farinha. É a nossa mandioca, palavra de origem tupi que batiza essa delícia, campeã da preferência nacional, da qual somos, orgulhosamente, o maior produtor do mundo.
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Mas esta raiz que se transforma em pratos saborosos fica devendo quando o assunto é nutrição: é pobre em proteínas e vitaminas. Agora, duas novas variedades prometem corrigir essa falha. É a já batizada como super mandioca e a espécie conhecida como mandioca amarela.
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As pesquisas que resultaram na produção da super mandioca e na descoberta da mandioca amarela foram desenvolvidas na Estação Experimental de Biologia da Universidade de Brasília, um oásis verde em plena capital da República.
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Foram 30 anos de trabalho do professor Nagib Nassar, um homem apaixonado pelo Brasil. Desde que chegou no nosso país, em 1974, o geneticista egípcio já vasculhou as plantações de mandioca nos quatro cantos do país. Hoje, aos 77 anos, sabe de onde veio cada uma que plantou aqui. E vai nos falando delas no português que aprendeu a duras penas.
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“Mais uma espécie silvestre da mandioca nativa de pernambuco. Eu coletei ela de Serra Talhada”, mostra Nagib. E cada pé tem um qualidade especial. “Ele é muito bom, ele é resistente a um inseto que é chamado de broca de caule”, diz Nagib nassar. Algumas já foram extintas em seu habitat natural e pelas mãos do professor Nagib voltaram a fazer parte da flora nacional. Outras, surpreendem pelo vigor, como um árvore de quase 10 metros de altura.
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“É uma coisa interessante nas espécies silvestres da mandioca, porque eles variam de árvores imensas até anãs, pequeninhas. Algumas não ultrapassam 30 centímetros”, conta Nagib. A busca do professor Nagib é por mandiocas silvestres. Porque a espécie que estamos habituados a comer, ao longo do processo natural de seleção perdeu as propriedades importantes para a saúde, como as proteínas.
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Nutricionistas, biólogos e agrônomos de uma equipe multidisciplinar da Universidade de Brasília, aceitaram o desafio de, junto com o professor Nagib, descobrir as características de cada espécie. Valeu a pena! Encontraram uma variedade silvestre que ainda mantinha suas propriedades originais.
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“A avaliação de proteína nessa espécie deu um resultado de 9%. Coisa que eu não acreditei quando fiz a avaliação”, conta Nagib. Reproduzindo o processo de polinização, que na natureza é feito, por exemplo, pelas abelhas, o professor cruzou as duas espécies de mandioca: a comum, boa para o consumo, mas que tem no máximo 2% de proteína, e a silvestre, com 9% de proteína, mas imprópria para o consumo. Deu certo! O resultado foi uma supermandioca! “Nós encontramos 5% proteína nele, comparado a 1,5% ou, no máximo, 2% na mandioca comum”, revela o professor.
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Além disso, interferindo nas células da planta, o cientista conseguiu melhorar ainda mais o teor de proteínas, chegando a 7,5%. E outra característica fantástica da nova variedade. Na folha dela, foi encontrada luteína, um antioxidante que protege nosso organismo contra o câncer.
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A super mandioca não é transgênica. Ao contrário, ela é um resgate das mandiocas do nosso passado, dos tempos do descobrimento. Uma herança dos índios. A variedade já está sendo distribuída pela Embrapa, mas só pode ser usada para fazer farinha. Por isso, o professor Nagib continuou procurando uma espécie que pudesse ser comida. Foi assim que ele encontrou a mandioca amarela, a mais nova estrela da estação experimental.
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“Na realidade, a gente tinha separado uma faixa de 15 exemplares. Começamos, então, a fazer os ensaios e aí entre esses 15, uma se destacou”, conta o biólogo Osmindo Pires Júnior. Os cientistas analisaram a quantidade de carotenóides presentes na variedade. São eles que, no nosso organismo, se transformam em vitamina A. O resultado surpreendeu. A mandioca amarela tem 2,4 miligramas de carotenóides por quilo. Basta comer meio quilo dela para suprir nossas necessidades diárias de vitamina A. No mercado, ela não é muito conhecida, mas quem já conhece, aprova, mesmo sem saber que ela é tão cheia de carotenóides.
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“Eu acho melhor do que a branca. O sabor dela é mais apuradinho, eu acho ela mais sequinha quando você cozinha. Sempre que tem as duas, eu sempre opto pela amarela”, diz a professora Vanda Rocha. “O centro dela aqui é mais amarelada, um amarelo mais concentrada. Por aqui que a gente conhece quando é amarela. A comum não tem isso. Ela é toda branquinha”, explica o gerente de um supermercado, Pedro Paulo de Souza.
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Mas a mandioca amarela ainda precisa passar pelo teste final, o teste da panela. Durante o cozimento, a gente logo vê a cor característica do beta caroteno. “Ela combina o valor nutritiva com o gosto bom, os dois juntos”, orgulha-se o professor Nagib. E ela frita também ficou muito boa.





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Prof. Nagib Nassar - Universidade Brasília
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral apresbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, novembro 19, 2009

OS PRIMEIROS DEGRAUS

EDIFICAÇÃO


O Senhor, porém, está no Seu santo templo; cala-se diante Dele toda a terra. Hc. Cap. 2. 20.
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Amados, irmãos, acredito ser um grande problema existente na Igreja de Cristo, nos dias de hoje e causa com certeza preocupação para nossa liderança. É neste momento que vemos a necessidade de um trabalho importante a ser preparado, o­nde todos tenham o mesmo entendimento necessário para uma postura “reverente”, com muita obediência e educação religiosa, então chegaremos a um momento melhor. A Igreja cresce muito em número de membros; Isto é ótimo. Porque? São frutos do trabalho de cada Igreja local. Só, que o rebanho fica maior, aumenta-se o cuidados necessariamente. O diácono trabalha duro, são diversas tarefas administrativas, que só a ele cabe. A ordem no templo, este é realmente um árduo trabalho. Sabe-se muito bem, como é difícil colocar em ordem, todos os elementos envolvidos, para a preparação do culto e demais trabalhos da Igreja.
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Quando chegamos ao Templo e pisamos os “Primeiros Degraus” , a preocupação nos toca de imediato. Observamos uma Igreja totalmente despreparada para prestar um culto, com a necessária reverência ao Senhor. A desordem se multiplica, e em muitas vezes, com atitudes incompatíveis com a que deveriam ter todos os membros, pois afinal “Deus está no templo”. A lembrança de uma feira é a primeira que vem à mente. Todos somos testemunhas deste fato. Lembro do Nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus Cap.20: 12 e 13. Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores. Está atitude de Jesus Cristo, nos deixa “tremendo de temor” quanto ao que temos visto nos dias de hoje. Jesus, embora enfurecido, corrigiu tudo que ali havia de errado. Esta atitude de Jesus no templo foi “um importante exemplo sobre reverência a ser seguido por todos nós”.
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A ordem na casa de Deus é extremamente necessária.Lá no livro de Eclesiastes Cap. 5.1, lemos assim: Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus. No versículo 2º lemos: “Portanto, sejam poucas as vossas palavras “. Em todo caso, Deus não se agrada de um culto tributado somente com os lábios, mas exige o coração do crente, devoto e humilde. “E mais devemos chegar-nos para ouvir”, pois a palavra de Deus é alimento para a alma. Tiago, em seu livro Cap. 1º. 19. Fala assim: Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para “ouvir”, tardio para falar”, tardio para se irar”. O Termo usado ouvintes, especialmente para aqueles que só assistem, mas não se tornam verdadeiros discípulos.
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Não gostaríamos de escrever um texto para magoar a qualquer membro, ou a qualquer Igreja e, sim mostrar nossa preocupação com o nosso hoje, nosso tempo e nossa Igreja. Não gostaria de escrever um texto crítico, exortativo o que muitas vezes se faz necessário entre os Irmãos. Gostaria sim, de mostrar com muito cuidado o quanto precisamos mudar no que diz respeito à “reverência”. Não precisamos esperar a chegada de Jesus para mostrar com ensinamentos, como deve ser o procedimento dos Irmãos. Gostaria sim, com esta mensagem, ajudar melhorar a conduta de muitos com certeza. Evitaríamos a prática de inconveniências dentro do Templo. Temos visto na Igreja.
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Observamos que nunca falta a saudação, tudo muito gentil, mas fora de hora, no momento errado. Temos ainda os comentários de como foi a semana. Temos visto um banco inteiro levantar, para abraçar um ilustre membro por sua chegada; temos o “vai e vem de pessoas”, como se já não bastasse a conversa nos bancos do templo. Um irmão comenta com o outro, toda situação que viveu naquela semana. Para que tudo melhore e se resolva, seria mais adequado, aproveitar os momentos que antecedem o culto para as súplicas em orações silenciosas.
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Confesso irmãos, que em anos de diaconato, fico muito triste e preocupado com a “reverência”. A minha preocupação é a mesma e sei que de muitos. “O que Deus dirá de tudo isto que está acontecendo hoje nas Igrejas? Só chegamos a uma conclusão: A falta do estudo da educação religiosa. Sabemos e não temos dúvidas: precisamos mudar “urgentemente”.
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Que a educação religiosa, seja mais extensiva a este fato preocupante, aplicar um melhor estudo, aprimorar mais o comportamento do crente, ajudar para um melhor comportamento. Só não podemos continuar como estamos. Imaginemos, nosso Deus no altar, esperando o início do culto, pois estamos ali para Adorar ao nosso Deus! Você já parou para pensar nesta situação? Gostaríamos de terminar nosso texto, alertando as autoridades para estas inconveniências tão exageradas durante o culto prestado a Deus. Se pararmos para meditar sobre esta situação, não há dúvidas que a correção é necessária, uma atitude correta é preciso começar.
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“Pise os primeiros degraus”, sente, leia a bíblia e ore. Ore por você, por seus amigos e parentes, por toda Igreja e liderança. Então se porte adequadamente para participar do culto e receber a Palavra de Deus. “Deus está no Templo”. Quando o culto terminar, também não converse, se retire o mais rápido possível, não estenda a sua permanência no templo, com longos abraços e beijos, deixe as trocas de notícias para quando você estiver aos arredores do templo, seria mais adequado. Nosso Profeta Habacuque, tão sabiamente termina o cap.2º. 20 dizendo assim: “O SENHOR, PORÉM, ESTÁ NO SEU SANTO TEMPLO; CALE-SE DIANTE DELE TODA A TERRA”.Meditemos na Palavra do Senhor.





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Autorização do Jornal Brasil Presbiteriano
Por Diác. Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro