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terça-feira, outubro 13, 2009

COMO FAZER UM ORÇAMENTO

NOTÍCIAS PELO MUNDO



Quanto você ganha mensalmente? Essa é uma pergunta fácil de responder, mas você sabe exatamente quanto você gasta por mês? E você é daqueles que acabam no vermelho?
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Para se desenrolar, existe uma fórmula quase mágica: fazer um orçamento. "Na prática, é botar de lado o quanto você ganha e o quanto você gasta, para ver no fim o que sobra. Essa relação pronta é o seu orçamento", simplifica Luís Carlos Ewald, professor de Economia. Lápis e papel na mão para aprender a calcular seus gastos no mês. O professor de Economia, Luís Carlos Ewald, listou os itens fundamentais desse orçamento.

Morar

Morar, você tem que pensar primeiramente no aluguel, depois no condomínio, nas despesas que você tem dentro de casa para morar", diz ele.
Comer

"Nós estamos em um restaurante, mas o que pesa mesmo é supermercado, feira, açougue, padaria", enumera o economista.

Estudar

Além da mensalidade, aqui entra transporte, material escolar, livros e revistas. Veja essa dica: "Eu vim estudar na livraria porque tem maior variedade de livros e, hoje em dia, os livros estão muito caros", comenta a estudante Cinara Gome

Saúde

Temos que somar os seguros mais médico, dentista e remédios.

Vestir

"Tem que ser classificada a roupa de homem, a roupa de mulher, a roupa das crianças e o calçado de homem, de mulher e de criança. De preferência, comprar tudo em liquidação", indica o professor Luís.

Cuidados Pessoais

"Não deixa para fazer quinta, sexta e sábado, porque é mais caro", adverte Luís Carlos.

Ir e Vir

Marque os gastos de passagens de ônibus e metrô. Se você tiver carro, combustível, oficina e o seguro.

Lazer

Inclua clubes, cinema, teatro e restaurantes. O próximo passo agora é saber se os gastos com cada item do orçamento estão corretos. Para isso, existe um comportamento padrão do brasileiro. Quanto se deve gastar com cada item do orçamento?
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"A Fundação Getúlio Vargas apurou que a família padrão brasileira gasta 30% em habitação e moradia, 25% em alimentação, 12% em saúde e cuidados pessoais, 8% em educação e cultura", explica o professor de Economia, Luís Carlos Ewald. E mais 15% em transporte, 5% em vestuário e 5% em despesas diversas. Vanessa e Marcos estão quebrando a cabeça para conseguir isso. O casal tem dois filhos e, há dois anos, financiou um apartamento.

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"No total, ganhamos R$ 1250", conta Vanessa. Para fazer seu orçamento, ela tem que somar as despesas no mês. No fim, percebe que passou de R$ 1300. O professor começa sugerindo cortes na energia elétrica. "Vocês estão gastando mais de R$ 60. Eu acho que tinha que ser pelo menos a metade", diz ele.
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"Vou ensinar as crianças a desligar a luz e ver uma coisa que está podendo cortar", diz Vanessa. "Podem cortar pelo menos 50% do telefone. Ia render mais uns R$ 35, R$ 40 por mês e ajuda no pagamento do cartão", comenta Luís Carlos. "Todo mundo hoje está gastando o que não pode com celular e abusando disso. Usa o telefone fixo que é muito mais barato", lembra o professor.
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Ele manda eliminar também o cartão de crédito. "Eu uso ele como refúgio. Acabou, não tem mais dinheiro, vai no cartão, porque eu não posso deixar de faltar alguma coisa em casa. Já tive que vender uma moto para tentar quitar. Quitei, mas no outro mês já começou a dívida de novo", diz Marcos.
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"Uma boa saída para isso é você apelar para os parentes e ver, por exemplo, se você tem um tio ou um cunhado que tem dinheiro na poupança, ganhando, no máximo, 1% ao mês. Pede dinheiro emprestado a ele. Paga você 1% ao mês", indica Luís Carlos."Se vocês, daqui para frente, começarem a, uma vez por semana, no mínimo, anotar tudo o que gastaram, quando chegar no fim do mês vocês vão ver que vão poder economizar muito mais cortando gastos que são superfluos por não ter administração do orçamento", garante o economista.





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segunda-feira, outubro 12, 2009

11 CONSELHOS PARA ENSINAR AS CRIANÇAS A PENSAR



Diante de tantos perigos que espreitam nossos filhos, no mundo real, na internet, na TV, e como não podemos deixá-los isolados em uma redoma de vidro, a única forma de protegê-los é educando-os na liberdade e na responsabilidade. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria.

1. O primeiro é agir de acordo com a verdade das coisas.

Ensinar os filhos a não se enganarem, a serem sinceros, a agirem com coerência. "Podemos conhecer a química cerebral que explica o movimento de um dedo, mas isso não explica por que esse movimento é usado ora para tocar piano, ora para apertar o gatilho" (Marcus Jacobson). E também que "não podemos baratear a verdade" (F. Suárez), desmerecendo seu valor, como se fosse época de liquidação.

2. Um segundo conselho é saber que "o treinamento é uma exclusividade da inteligência humana"

É preciso enriquecer a linguagem, fomentar o diálogo, o exercício mental de raciocinar, de defender uma causa, de ter argumentos para as próprias decisões, não bastando fazer apenas o que fazem os demais, tal qual "maria-vai-com-as-outras". Aprender a pensar é descobrir todo o imenso poder que a moda exerce no mundo e saber sair da jaula mental em que ela pode nos aprisionar. O livre pensador, ou simplesmente, o pensador, não deve sacrificar sua liberdade de pensamento no altar da moda. Sacrificar a verdade no altar da moda é uma das perversões mais nocivas do pensador. Entretanto, com demasiada freqüência encarceramos a razão na jaula da moda. Treinamento e cultivo, dado que "a terra que não é lavrada manterá dará abrolhos e espinhos, ainda que seja fértil. Assim acontece com o entendimento do homem" .

3. Já que é impossível nunca cometer erros, pelo menos, por utilidade e por dever, precisamos aprender com nossos erros.

Se queremos aprender a pensar, deveremos descobrir o mundo tão humano do erro. "Errar é humano", descobriram os antigos. O erro é o preço que o animal racional deve pagar.

4. Deliberar é a segunda etapa da vontade.

Seremos tanto mais inteligentes e livres quanto mais conhecermos a realidade, soubermos avaliá-la melhor e nos tornemos capazes de abrir mais caminhos. Seria um erro pensar, observa Leonardo Polo, que o homem inventou a flecha porque tinha necessidade de comer pássaros. Também o gato tem essa mesma necessidade e nem por isso inventou nada. O homem inventou a flecha porque sua inteligência descobriu a oportunidade que lhe oferecia um galho de árvore.

5. Manter aberta a nossa capacidade de dirigir a nossa conduta por valores pensados.

Temos que passar do regime do impulso irracional para o regime da inteligência. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria. Com atitudes positivas, as meninas são capazes de devorar o mundo; com atitudes negativas, pensar parece algo cansativo; o agir, algo medíocre.

6. Ensinar a tomar decisões. A inteligência é a capacidade de resolver problemas vitais.

Não é muito inteligente quem não é capaz de decidir, mesmo que dentro de seu refúgio consiga resolver com desembaraço problemas de trigonometria. Se concordamos que educar é essencialmente crescer em liberdade e em responsabilidade, aprender a decidir com acerto resulta num dos aspectos-chave desta tarefa: quanto maior for a capacidade de decisão, mais liberdade se obterá.

7. Devemos recuperar e estimular, nas crianças, a sadia estratégia de perguntar continuamente.

As três perguntas fundamentais são: Que é isto? Por que é assim? Como você sabe disso? Aristóteles definia a ciência como "o conhecimento certo pelas causas". Então, habituar-se a formular por quês. Os pais devem estimular, motivar, comentar e promover o clima adequado para favorecer os hábitos intelectuais de seus filhos.

8. A inteligência que plantamos deve saber aprender, e, mais que isso, tem de frutificar aprendendo

Formular perguntas que ajudem os filhos a ser mais reflexivos, a interrogar-se sobre o pensamento: Por que o homem pensa? Você já pensou por que se recorda das coisas? Pensamos enquanto dormimos? O que é que mais te faz pensar? Você consegue pensar em duas coisas diferentes ao mesmo tempo? Leonardo Polo define o homem como um ser que não somente soluciona problemas, mas que também os propõe. De fato, o ser humano progride propondo novos problemas e procurando solucioná-los.
9. A inteligência deve ser eficazmente lingüística.

Graças à linguagem, nós nos comunicamos tanto com os outros quanto com nós mesmos. A inteligência não se assemelha a uma coleção de fotografias, mas a um rio. Rio e inteligência "fluem". Nossa linguagem natural, a língua materna, é como um rio para o qual confluem milhares de afluentes. "A pena e a palavra são as armas do pensador" (JA Jauregui): aprender a pensar é aprender a manejar dois instrumentos do pensamento: a pena e a palavra (N.E.: o autor alude ao antigo uso de uma pena como instrumento de escrita).

10. Estimular a leitura e controlar o uso da TV.

Já que falamos do vôo da inteligência: trata-se de "ser mais inteligente que a TV" (Jiménez). Os livros "têm que ser obras que alimentem a inteligência sem deixar ressequido o coração. Ou seja, devem iluminar a mente com a verdade, e não submergi-la nas névoas da dúvida ou na obscuridade do erro" (F. Suárez).

11. Urge encontrar tempo para refletir, para pensar, o que é menos trabalhoso e mais barato do que outras necessidades que criamos para nós.

Sobre o sentido último da vida, das coisas, do ser humano, de Deus. Quando Unamuno disse que costumava ir passear com pastores de ovelhas para aprender a pensar, para desfazer-se de preconceitos e dogmas escolares, todos estranharam. Entretanto, Unamuno estava sendo sincero. Um pastor de ovelhas dispõe de tempo para pensar, para dar rédea solta à sua imaginação e, assim, desvelar novos horizontes filosóficos que não será visto nunca por nenhum outro filósofo. Fernando Corominas dizia que é preciso "assentar" na mente e no coração dos filhos as coisas boas, antes que se instalem as más. É chegar antes, educar para o futuro. Sempre que nos abandonamos, retornamos à selva. E a selva de que falo metaforicamente é sem dúvida uma renúncia da inteligência.





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sábado, outubro 10, 2009

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA







12 OUTUBRO
DIA DAS CRIANÇAS

1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família.
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2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança.
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3º Princípio – Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade.
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4º Princípio – A criança tem direito a crescer e criar-se com saúde, alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas, e à mãe devem ser proporcionados cuidados e proteção especiais, incluindo cuidados médicos antes e depois do parto.
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5º Princípio - A criança incapacitada física ou mentalmente tem direito à educação e cuidados especiais.
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6º Princípio – A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a proteção dos pais, num ambiente de afeto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.
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7º Princípio – A criança tem direito à educação, para desenvolver as suas aptidões, sua capacidade para emitir juízo, seus sentimentos, e seu senso de responsabilidade moral e social. Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais. A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.
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8º Princípio - A criança, em quaisquer circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber proteção e socorro.
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9º Princípio – A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração. Não deve trabalhar quando isto atrapalhar a sua educação, o seu desenvolvimento e a sua saúde mental ou moral.
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10 º Princípio – A criança deve ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.



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quinta-feira, outubro 08, 2009

FARINHA DA CASCA DO MARACUJÁ E DIABETES

CUIDANDO DA SAÚDE

Já faz quatro anos que a auxiliar administrativa Yvette Monteiro, toma remédio diariamente por causa da diabete. A taxa de açúcar no sangue já chegou a 362, considerada um risco. O normal é entre 90 e 110. Com a taxa alta, os sintomas são imediatos. "Coceira nos olhos, muita sede, vontade de urinar e muita fome", ela conta.
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Para controlar a glicose, dona Yvette precisou trocar os doces, sorvetes e salgadinhos por pratos mais saudáveis. "Muita alfacinha, muita cebola, muito tomate, pimentão. Não posso misturar no mesmo dia macarrão, arroz e batata", ressalta dona Yvette. "Nunca experimentei remédios naturais, mas gostaria. Não custa nada, para eu poder comer um pedacinho de pudim, um sorvete", comentou. Se era isso que dona Yvette queria, já tem.
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Ela foi uma das primeiras a testar um produto natural, a farinha de maracujá, criada para controlar a taxa de açúcar no sangue. Um teste rápido mostrou que a taxa de glicose estava alta. Mesmo com remédios e cuidados: 175. O quadro é perfeito para a farinha de maracujá. A casca da fruta, que normalmente é jogada fora, na Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é material nobre. Ela é rica em uma substância chamada pectina.
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"A pectina é uma fração de fibra solúvel. No nosso organismo ela forma um gel. No caso da diabete, ela dificulta a absorção de carboidratos de uma maneira geral, inclusive da glicose", revela pesquisador em alimentos da UFRJ. A farinha já foi testada em ratos, com bons resultados. O preparo é no laboratório. Depois de lavar e retirar toda a polpa e a semente, a casca é cortada e levada ao forno para torrar.
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A casca de maracujá é triturada e peneirada. Estava pronta a farinha que dona Yvette ia levar pra casa. O professor ensina como a farinha deve ser usada. "Durante as refeições. No café da manhã, almoço, jantar, pode-se colocar uma ou duas colheres de sobremesa no leite ou no suco e beber". Em casa, dona Yvette cumpriu à risca. Durante quatro dias, três vezes por dia tomou a farinha de maracujá. O teste de sangue mostrou que a taxa baixou de 175 para 148. Um resultado comemorado por ela. "Nunca tinha chegado a esta taxa depois que descobri a diabete", ela diz.
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"Vou incorporar a farinha de maracujá a minha alimentação", anuncia dona Yvette. Para o pesquisador, a queda na taxa de glicose mostra que a farinha de maracujá cumpriu o seu papel. Mas alerta que ela não cura a diabete. "Se parar de usar, a taxa volta a ficar como era", ressalta.




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Artigo Shvoong - Saudenarede
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