Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, setembro 09, 2008

A FÉ E O MEDO

EDIFICAÇÃO
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A fé e o medo correm lado a lado, mas em sentido contrário um do outro. A fé te impulsiona, te empurra para frente, aumenta teus objetivos, alarga teus horizontes, te alegra e te faz cada vez mais confiante. A fé aproxima o homem de Deus (Hebreus 11:17-40).
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Por outro lado, o medo faz exatamente o inverso. O medo derruba seus sonhos; faz com que você desista de cada um deles. Puxa você para baixo, te entristece, te deprime e te afasta de Deus (Gênesis 3:10). Talvez seja o medo a maior muralha mental humana a ser atravessada. Vencendo o medo, o homem atravessou oceanos, descobriu novas terras e chegou à lua. E você? Onde pretende chegar? Vencendo o medo, grandes homens lutaram e, fortalecidos pela fé, são exemplos para cada um de nós. Homens de carne e osso como Gideão, Josué e Davi. Bravas mulheres como Raabe e Ester.
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A fé fez a diferença na vida de cada uma dessas pessoas, e faz diferença na tua vida também. A tua fé pode te salvar (Mateus 9:22). A tua fé pode mover montanhas (Mateus 21:21). A tua fé pode mudar a vida da tua família (Mateus 15:28). Mas a fé é provada pelo fogo, assim como o ouro nas mãos do ourives (Malaquias 3:2). Por isso, diante de uma situação onde o medo tentar te afligir, ponha tua fé em ação: arme-se da espada que é a Palavra do Senhor e revista-se das armaduras de Deus (Efésios 6:10-17).
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Em Mateus 14:28-31, Pedro nos dá uma lição de fé e, logo em seguida, sua fé desaparece e dá lugar ao medo e à dúvida. Pedro, crendo que Jesus estava próximo e andando sobre as águas, quis experimentar tal façanha. A fé em Jesus colocou-o do lado de fora do barco e de pé sobre o mar. A fé levou Pedro a ir além. Pedro, numa atitude de fé, ultrapassou os limites humanos e experimentou o sobrenatural de Deus.
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Mas a Bíblia nos relata no versículo 24 que o vento era contrário e, como tudo que se opõe a nós, insurgiu-se contra Pedro, movimentando as ondas, e ele temeu. Mesmo estando com Jesus bem ali, pertinho dele, Pedro temeu o vento forte e começou a afundar. Isso também acontece conosco. Se tua fé esmorecer, o medo vai invadir teu coração e você estará preste a naufragar. Não deixe que isso aconteça! Não temas! Tende bom ânimo, pois Jesus é contigo. Erga-se, amado(a), porque o teu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra (Salmo 121).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 08, 2008

A GAIOLA VAZIA

EDIFICAÇÃO

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Naquele dia a Igreja estava lotada. O Pastor, muito eloqüente, preparou com esmero o sermão da noite mas, em todo o tempo, ele deixou uma gaiola vazia ao seu lado no chão do púlpito. Ninguém entendeu o motivo. No início, acharam que tal objeto seria parte de alguma ilustração, mas não foi.
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Terminado o culto, o Pastor pegou a gaiola e começou a descer as escadas quando uma pequena multidão aglomerou-se em torno dele, querendo saber o que significava aquela gaiola vazia:
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Esta gaiola? – disse ele – É que eu estava vindo para cá, quando me deparei com um menino que segurava esta gaiola. Dentro havia um pássaro, uma rolinha, até grande demais para ela. O menino sacudia a gaiola freneticamente e gritava, maltratando o animal. Vendo aquela cena, fui em direção ao menino e perguntei-lhe porque fazia aquilo.
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O que você tem com isso? – respondeu o menino malcriado – o pássaro é meu e a vida dele me pertence. Eu vou matá-lo. Não faça isso! Disse o Pastor – Veja, eu compro esse pássaro de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por esse pássaro? Ah, você não vai poder pagar por ele. É muito caro! Quanto você quer? O menino sem pestanejar respondeu: - Quero todo dinheiro que está na sua carteira agora. E o Pastor disse: - Negócio fechado!
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O Pastor pagou ao menino, soltou o pássaro e foi apressadamente para a Igreja. Assim, explicou então o motivo daquela gaiola no púlpito. Por causa do tal incidente, chegou atrasado na Igreja e não teve tempo de dar um destino para a gaiola.
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Mais tarde, em sua casa, refletiu sobre o acontecimento e louvou ao Senhor por tudo, quando lágrimas desceram de seus olhos. Ficou imaginando a metáfora do mesmo diálogo entre Deus e Satanás, que poderia ter sido assim: Deus deparou-se com Satanás guardando uma prisão. Dentro havia um homem, que poderia ser eu ou você. Satanás atormentava o homem de várias maneiras. Vendo aquela cena, Deus perguntou-lhe porque fazia aquilo.
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Que tem com isso? – respondeu Satanás – O homem pecou e por isso é meu e eu vou matá-lo.
Não faça isso! – disse Deus – Veja, eu compro esse homem de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por ele? Ah, não vai querer comprá-lo! É muito caro! Ele não vale a pena. Diga, quanto você quer? E Satanás sem pestanejar respondeu: - Eu quero o sangue de seu único filho.
E Deus disse: - Negócio fechado!
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“ Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” João Cap. 3. 16.

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Autor desconhecido
Por Luciene de Oliveira Maria
Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 06, 2008

RELIGIÃO E A OBSERVÂNCIA AO DIREITO

EDIFICAÇÃO
OPINIÃO
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas” não vim revogar, vim para cumprir. (Mateus, v.17, 18).
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Encontramos nessa Lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base da doutrina de Jesus Cristo. Os 10 mandamentos significam um resumo da moral divina, que Jesus Cristo Viveu e pregou, cumprindo assim a Lei dos profetas. Os ensinamentos religiosos buscam conduzir o ser humano através de uma conduta alicerçada em valores morais e éticos, sem deixar de pregar a fé a esperança, o perdão, a caridade e a fraternidade.
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O que aprendemos com o ensinamento religioso, não é imposto através de uma força coercitiva, usamos ou não, de acordo com o nosso livre arbítrio, e com o conhecimento de cada um sobre as “Leis Divinas que regem a evolução do ser humano na terra”. O Direito não é como a Religião, pois o Direito assegura, porém não ensina e não prega, e quando as pessoas não agem de acordo com suas normas e Leis, a punição é severa. A Lei escrita se faz necessária para manter a justiça, a ordem, o equilíbrio, assegurar a integridade do ser humano, bem como seus direitos e obrigações.
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A cada nova situação que possa surgir de acordo com a evolução do tempo e das pessoas, novas Leis também nascem, e com elas a necessidade do ser humano se aprimorar cada vez mais, buscando conhecimento e informação.
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O filme Rei Arthur nos mostra como antigamente algumas pessoas se denominavam porta vozes de Deus, e se apoiavam a essa prerrogativa para fazer com que as pessoas mais humildes fossem submissas e aceitassem todas as suas ordens, até a tortura e morte se assim julgassem necessário.
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Assim como na Religião, o Direito também deixa margens para que algumas pessoas façam uso indevido de suas atribuições, em benefício próprio ou de terceiros. A justiça é maravilhosa quando ela significa dar a cada um o que é seu, porém, é interpretada e aplicada por homens, que nem sempre são tão maravilhosos quanto ela.
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Jovacyr Bregonci
Canal Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, setembro 05, 2008

ALEGRE-SE!

EDIFICAÇÃO
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Enquanto conviveu entre nós como homem natural, Jesus Cristo, entre outras coisas, sentiu fome (Lucas 4:2), sentiu pena (Mateus 20:34), sentiu a dor da perda de um ente querido (João 11:35), sentiu ira (João 2:15-16), sentiu sono (Mateus 8:24), sentiu tristeza (Mateus 26:38), sentiu agonia (Lucas 22:44), sentiu dor física por graves ferimentos (João 19:1-3 e 18) e experimentou o gosto da ingratidão (Mateus 27:16-22), da solidão (Mateus 27:46) e da morte (Marcos 15:37).
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Podemos observar que, em nenhum momento, a Bíblia nos relata que Jesus sorriu ou que estava feliz, ou que alegrou-se com algo. Significa então que Jesus não sentiu alegria? A Bíblia nos ensina que Jesus morreu para que tenhamos vida e vida com abundância (João 10:10) e que por suas feridas fomos sarados (I Pedro 2:24). Assemelham-se essas atitudes com as de um pai zeloso, o qual prefere sofrer a ver o seu filho sofrer.
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Jesus viveu o mal da carne para que nós pudéssemos viver o bem da vida (Isaías 1:19). Ele sofreu aqui para que pudéssemos nos alegrar, mas não se engane: o nosso Deus não é um Deus triste. O livro de Neemias 8:10 em sua parte final diz: “a alegria do Senhor é a vossa força”. Quer o Senhor que estejamos sempre alegres (I Tessalonicenses 5:16) e que pela alegria estejamos fortemente alicerçados sobre a rocha, que é Jesus.
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Em João capítulo 15, Jesus nos ensina que, permanecendo no amor do Pai e em obediência aos seus mandamentos, desfrutaremos da alegria de Jesus em nós e essa alegria será completa. E mais: mediante a nossa obediência e amor, nossos pedidos serão atendidos.
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Gálatas 5:22 nos ensina que a alegria é um dos dons do Espírito. Conseqüentemente, se o Espírito de Deus habita em nós, nossa alegria será completa e o amor que sentimos transbordará e contagiará a quem estiver próximo de nós. A marca de Cristo estará em nossas vidas e celebraremos com Ele como está escrito em Mateus 26:29.
Alegre-se porque o sacrifício não foi só o de Jesus na cruz do calvário como homem natural, mas também o de Deus que deu o seu filho unigênito para morrer por nós. Alegre-se porque Deus é bom e suas misericórdias são infinitas. Alegre-se pela vida eterna. Alegre-se porque Jesus te ama, do jeito que você é. Aleluia!

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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro