Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, junho 14, 2008

SETENTA VEZES SETE

“Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” Mateus. 18:21.

O perdão tem se tornado raro, tem sumindo no “mercado da vida”, pioramos a cada momento. A distância fica cada vez maior do nosso próximo. O nosso coração balança incerto de hora a hora. A “dureza” do coração já nos acompanha por onde vamos. Tem faltado a coragem, a humildade de pedir perdão e de perdoar.

Como pecadores, devemos reconhecer nossas fraquezas, precisamos tratar nossos semelhantes com igualdade e de forma digna. Isto não tem acontecido, infelizmente, pela dureza do coração. Sabemos que Jesus se entristece, pois nos tornamos cruéis por demais, em nossos duros comportamentos. Não temos sido verdadeiros em nossos relacionamentos. Viver o perdão é lei para os nossos corações e dignifica nossa conduta frente aos ensinamentos de Cristo.

Hoje, perdoar tem sido uma tarefa quase impossível! Cadê o meu amor? Precisamos refletir muito quanto ao “Eu”. Estou uma vergonha, sim! Estamos uma vergonha! Tenhamos a coragem de pensar e repensar, aceitar e mudar métodos. Sem Cristo em nosso viver, não podemos continuar assim “machucando”, fazendo sempre o que quero com as pessoas que estão ao meu redor.

Um momento de reflexão se torna necessário. O ensinamento de Cristo é pratico, rápido, sem fuga, isto é enfrentar de peito aberto minha conduta. Digamos: ir direto ao problema e não procurar “rodeios e desculpas incompetentes”.

Quando Pedro pergunta: “até quantas vezes devo perdoar meu irmão?” Jesus de forma amorosa e extensiva, como olhando para até o final da vida de Pedro diz: “Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18-21). Pedro quis ser generoso, pois as tradições dos rabinos falavam até três vezes. A resposta de Jesus, tomando-se em consideração o que Pedro disse, significa que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos.

A parábola do credor sem compaixão ensina o motivo pelo qual deve-se perdoar sem limites. Nosso Pai celeste nos perdoou em vários momentos a ponto de nos conceder o dom gratuito da Salvação em Cristo sem olhar o passado de cada pessoa. Devemos reconhecer que o dever do perdão é o mínimo que podemos praticar a favor do meu próximo.

Devemos refletir e visualizar a bondade divina, que tem sido derramada em nosso viver, mas se não ajudarmos com nossas práticas, impedimos a ação do Espírito Santo. Pratiquemos com urgência o dom do perdão. É necessário que o perdão esteja em primeiro lugar em nossas vidas. Assim, estaremos sendo obedientes ao Pai Glorioso através do Filho.

Pratiquemos o perdão

Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

UM DEDINHO DE DEUS



OBSTISNAÇÃO, LEALDADE E FORÇA DE VONTADE!

Em uma grande Cidade dos Estados Unidos da América, no Condado de Manhattan, tomamos conhecimento da existência do trabalho de um homem para anunciar a Cristo! Com certeza posso dizer é maior testemunho que já ouvi em toda minha vida. A força de vontade de um homem, uma obstinação que se cumpre de forma leal para com Cristo!
Em uma certa escadaria de um museu muito importante, local de passagem de milhares e milhares de pessoas, isto por dia, ali se instalou um homem, se é que podemos chamá-lo de um homem perfeito fisicamente, um ser humano completo! Mais com todo respeito expressamos nossa tristeza por ele ser como é formado fisicamente. Mais afirmo que ele é mais precioso do que eu, isto falo perante aos homens e as Ordens de Cristo.

Aleijado, assim nasceu, não tinha pernas, não tinha braços, só em um dos lados do pequeno corpo todo contorcido, poderia pesar no máximo uns trinta kilos, na parte esquerda tinha uma pequena mão com um só “dedo”. O restante do corpo, todo deformado, cego, só enxergava pelo cantinho de um dos olhos, sua boca não o permitia comer, vivia de água e sucos que uma senhora se prestou a cuidar daquela criatura. Com muito amor ela teve piedade, abraçou uma árdua missão. O tratava muito bem. Ele mal conseguia se arrastar e, o mais importante não aceitava esmolas, ele pedia a esta senhora, que o levasse para a escadaria, pois tinha uma missão em sua vida.

Resumindo, em certo momento, começou a ventar muito forte, para ele foi um vento muito estranho, pois logo passou a ventania. Esta missão começou com este forte vento. Um folheto grudou em seu corpo, ele com muito esforço pegou aquele papel, com grande sacrifício foi lendo e guardou uma frase deste papel “SÓ JESUS SALVA”, sem ter recursos para transmitir aquela mensagem, que tocou de imediato o seu coração, contou para aquela Senhora bondosa. Ela Evangélica o levou para a Igreja que freqüentava em um determinado Domingo.

Após o Culto, confessou ao Pastor sua vontade de ter a Cristo como seu Único Salvador. Combinou com aquela Senhora, para colocá-lo nos graus do Museu e assim ela cumpriu o seu pedido. Irmãos! Aquele pedaço de homem encontrou uma forma de trabalhar para Cristo, Sim! Mais como? Amados, aquele único “dedinho” que tinha e, que na verdade também não era perfeito, ele soube muito bem usá-lo.

A emoção nos toca profundamente. Quando tomamos conhecimento que uma criatura imperfeita, com incapacidade total para uma vida normal, encontrou a forma perfeita de anunciar a Cristo, das oito horas da manhã, até as dez horas da noite, aquele pequeno “DEDINHO”, apontava para os Altos céus com um gesto que seu corpo ainda o permitia, “ele levantava e abaixava o dedo!” Simplesmente ele queria dizer: “ali nos Altos Céus está o Salvador da sua vida”, fazia isto com alegria, ele só queria dizer “Deus existe!”. Seu dedo anunciava a Cristo! Sua boca lacrada, não o permitia pronunciar qualquer palavra, mais a única parte do corpo que ainda se movia, anunciava a Cristo! Na verdade este é um herói de Cristo! Eu tenho vergonha de ser perfeito e tão falho no anunciar a Cristo! Olho para mim e me questiono: Como tenho falhado com Cristo!
QUE O SENHOR DA GLÓRIA ESTEJA COM ESTE HOMEM ATÉ OS DIAS DE HOJE, E NA ETERNIDADE! AMÉM.

Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro – Rio

sexta-feira, junho 13, 2008

OPINIÃO: CÓDIGO DE ACESSO!

"Sempre achei curioso o fato de o código de acesso telefônico para os Estados Unidos ser 01 e o do Brasil, um longínquo 55. É que, na novaordem globalizada, eles são a matriz. Merecem o primeiro lugar até nadiscagem direta internacional. Já o nosso número pode significarsimbolicamente a distância com que o império nos enxerga."
Pr. Ricardo Gondim
Homeômero do Amigo
Diácono Rilvan Stutz

quinta-feira, junho 12, 2008

UM NAMORO SANTO


NA SEMANA DOS NAMORADOS, SAIBA COMO ZELAR PELA INTEGRIDADE ESPIRITUAL E FÍSICA DO SEU RELACIONAMENTO.


NÃO PULE A FASE DA “AMIZADE” NO RELACIONAMENTO.

No mundo, é normal os jovens se encontrarem pela 1ª vez e já “irem ao ponto”. Avançam para os primeiros beijos, propostas mais ousadas e o fim não é novidade para ninguém: uma cama de motel. Isso não pode e não deve acontecer na Igreja. Muitos relacionamentos fracassam por pularem as etapas que foram estabelecidas por Deus para se tornarem bênçãos em nossa caminhada. Namoro é amizade. Amigo é alguém que posso me abrir, compartilhar sentimentos, orar juntos. Esta fase é de suma importância para um relacionamento sadio no futuro.

NÃO DEIXE QUE O RELACIONAMENTO OS ISOLE DE OUTROS RELACIONAMENTOS.

Em Provérbios 15.22, lemos que “onde não há conselho fracassam os projetos, mas com muitos conselheiros, há bom êxito”. Você não deve se afastar de outras pessoas por causa de seu relacionamento. Não deixe de lado o conselho de seus Pais, a união com os seus irmãos. Não podemos e não devemos fazer do nosso relacionamento uma ilha, lugar de difícil acesso tanto para os que estão fora quanto para os que estão dentro. No namoro, é preciso estar em comunhão com os irmãos, ter sempre um amigo ou um grupo de amigos por perto. Se me afasto das pessoas, corro um sério risco de cair na tentação.

SEU RELACIONAMENTO DEVE SER UMA OPORTUNIDADE PARA TESTEMUNHAR.

Temos que nos livrar das coisas desnecessárias conforme escrito em Hebreus 12. 1-3. Se quisermos viver o estilo de vida de Deus, teremos de abraçar um padrão revolucionário de relacionamento. A vida no estilo de Deus nos chama à obediência. Você está disposto (a) a quebrar as regras dessa cultura mundana para experimentar o melhor de Deus? O sucesso de seu relacionamento só depende de você. É difícil enquanto se semeia. Mas se observarmos o que Deus diz, teremos vitória.

Pr. Helbert Andrade Abrão
Por Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro - Rio