Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, novembro 20, 2013

PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS










Mateus 6. 9 a 15. - Os discípulos de nosso Senhor desejavam saber como deveriam orar. Eles vieram a Ele solicitando-Lhe que os ensinasse a orar, tal como João, o batista, ensinara aos seus próprios discípulos. Conforme Lucas 11:1-4.

Muito graciosamente, o Senhor aquiesceu, dando-lhes a mais preciosa gema de oração. Ela é nosso modelo por causa da autoridade de Jesus Cristo, que a ensinou a seus discípulos. Tão bela que se tornou o modelo para todas as orações. “ Pai Nosso que estás nos céus”. E, no entanto, essa oração nunca foi dada aos discípulos a fim de ser repetida monotonamente. Antes, é para nos fornecer um modelo, cujas partes constituintes formam uma base aceitável a Deus, assim também como preenche todas as exigências dos princípios da oração.

Um aspecto mui digno de nota nessa amável oração é a sua divisão. A primeira metade é vazia de petições, porém é dedicada completamente a adoração, à reverência e ao louvor a Deus. Que comentário sobre nossas próprias orações em geral, as quais geralmente principiam e terminam com pedidos insistentes. Se este modelo nos ensina alguma lição primária, é que o primeiro requisito para que façamos uma oração verdadeira é o reconhecimento da onipotência de Deus e a consequente adoração que Lhe é devida. Seu nome deve ser santificado (separado), honrado.

Em seguida vem nossa concordância sincera de que os planos e propósitos de Deus são fiéis e perfeitamente justos. O desejo dos nossos corações é que o Seu reino venha, e Sua vontade seja feita em toda parte. Essas devem ser coisas bem reais na vida de todo crente. Esses são assuntos que melhorarão toda a maneira de viver da humanidade.

E, no entanto, Deus percebe perfeitamente as necessidades básicas de seus filhos, e, por isso, o restante da oração fala com eloquência, do interesse de Deus pelas vidas individuais de Seus filhos. Sendo a origem de todas as boas dádivas, é Ele quem nos pode proporcionar perdão diário. Como Pai e Juiz, Ele perdoa nossas iniquidades; como sábio Guia através da vida, Ele nos desvia da tentação e do mal. Nada que a alma humana requer deve ser omitido de nossas orações diárias. E não há coisa alguma que seja tão difícil que nosso Pai celestial não possa prover.

A oração modelo termina com uma adoração de louvor. Nunca foi dito tanto em tão poucas palavras. Aqui se encontram todas as possíveis necessidades do homem. Aqui temos a realização completa de nossa relação para com nosso Pai celestial. Em verdade, é sábio o filho de Deus que molda a sua oração, segundo esse modelo.

Algumas Condições de Sucesso de nossas orações
A oração a Deus deve ser uma oração A Deus. Devemos tomar em consideração a grandeza Daquele a quem estamos a orar, crendo, igualmente, na Sua habilidade de responder aos nossos maiores pedidos. A oração nunca pode ser da estatura que deveria ser, enquanto não estivermos plenamente convencidos de que nada... Absolutamente nada, é demasiadamente difícil para Ele. Deus se deleita em responder se... Suponhamos uma pessoa verdadeiramente regenerada, um crente. Significa isto que agora ela pode apelar aos recursos de Deus, por qualquer coisa que seu coração venha desejar? A resposta é “sim”, se a petição se conforma à vontade do Altíssimo. Não há nada neste mundo que esteja além do alcance de nossas orações... Se orarmos segundo a vontade do Senhor. Que significa orar conforme a vontade de Deus? Antes de tudo, aceitemos o fato de que Deus também tem vontade, um propósito, um plano. Este universo não é apenas um titubeio, uma vacilação da mente de Deus. 

Há sabedoria atrás de tudo. Deus tem um plano importantíssimo, e Ele esta tornando real aquele plano, dia a dia. Ele não está atrasado nem um só minuto, e nada daquilo que Deus planejou deixará de ser cumprido. Nada é mais certo na vida que os propósitos de Deus, pois serão levados até o fim.

Dentro deste pensamento, com a humildade a frente de nossas vidas, nossas vontades, deixe o egoísmo de lado e pratiquemos com sabedoria, a perfeita oração do Senhor, “Pai nosso que estás nos céus”. Amém. 

Por Rilvan Stutz





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Diác. Rilvan Stutz – “O Servo com Cristo”
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terça-feira, novembro 19, 2013

ENSINE O SEU FILHO A ESTUDAR










A maioria das crianças é apresentada às matérias na escola e os professores esperam que elas estudem para irem bem às provas e exames. Mas o que a maioria dos professores não faz é ensinar a criança como estudar. E sem saber por onde começar e como fazer para aprender, o tempo passado estudando pode ser um tempo perdido que não resultará em boas notas, nem em assimilação da matéria e ainda pode transformar a experiência do estudo em uma experiência negativa e frustrante para a criança. Talvez elas tenham que estudar um pouco mais em época de provas, mas é possível estar por dentro da matéria sem ter que passar horas em cima dos cadernos! 

O que Importa é a qualidade do estudo e não a quantidade 

Aqui vão algumas dicas de como você pode ensinar o seu filho a como estudar e assim colaborar para o crescimento e desenvolvimento infantil.

Organização
Tenha um caderno ou uma pasta para cada matéria, assim ele poderá manter juntas todas as atividades que já foram feitas para aquela disciplina. Você ainda pode separar aquilo que já foi corrigido pelo professor no final da pasta, e no começo aqueles que devem ainda ser entregues para correção. Mantenha esse material acessível para consulta durante todo o ano letivo, ele ainda será necessário!

Preparar o que for estudar
Uma semana antes da prova, a criança deve perguntar para o professor que tópicos que vão cair na prova, geralmente os professores vão dizer exatamente o que ele precisa saber e onde ele consegue encontrar isso, peça que seu filho anote tudo o que o professor disser!

Para as provas de matemática
Ajude o seu filho a resolver os problemas de exercício do livro, se ele conseguir resolver estes problemas, significa que ele entendeu como funciona a atividade, e provavelmente vai conseguir fazer na prova também. Peça também que ele refaça os exercícios que errou na primeira vez e caso ainda não entenda alguma atividade, que peça para o professor explicar.

Para as provas de ciências e estudos sociais
Peça para o seu filho fazer os exercícios no final da unidade ou do capítulo do livro. É possível que ele se depare com as mesmas perguntas na prova! Livros didáticos costumam vir com as respostas anexadas ao final do livro, dessa maneira ele pode checar se acertou.

Uma ajudinha extra
Mostre para o seu filho que você está sempre disposto a ajudá-lo a estudar, dê um espaço para que ele tente por si mesmo primeiro, mas tente procurar por respostas e soluções junto com ele quando não conseguir fazer sozinho, isso o incentivará a estudar e ao invés de ficar frustrado com algo que não entende ele poderá contar com você para apoiá-lo e tentar encontrar uma resposta juntos.

Rever, organizar e reescrever as anotações
Reescrever alguns tópicos importantes pode ser uma boa maneira de memorizar, para isso seu filho pode rever todas as anotações que ele fez durante as aulas e reescrever as mais importantes em uma folha avulsa que ele possa facilmente carregar para reler no ônibus ou no intervalo por exemplo.

Memorizar
Você verá que depois de fazer todos esses passos seu filho conseguirá lembrar-se de muito mais informações do que sem eles. E será um conhecimento mais profundo do que a simples “decoreba”. A memória funciona de maneiras diferentes para cada pessoa, por isso é muito importante que o seu filho teste diversas maneiras de estudar e que opte por aquela que é mais fácil para ele aprender. Também é importante que ele se sinta confortável ao estudar, pois uma das características do cérebro humano é que ele não funciona da mesma maneira sob estresse. Se a criança se sentir ameaçada será contra produtivo tentar estudar, pois o cérebro não permitirá que ela aprenda.

Assim para que a criança possa aprender é importante que ela se sinta confortável e, na medida do possível, que proporcionemos um ambiente tranquilo e agradável para estudar e aprender!


 



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domingo, novembro 17, 2013

ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS










ABORDAGEM HISTÓRICA E CONCEITUAL
Criança sempre existiu, mas infância não. O mundo pré-moderno não tem uma noção de infância. As crianças imaginam, falam, fantasiam, colecionam, reconstroem e inventam, produzindo uma cultura infantil, que lhes é própria, contemporânea. Neste sentido, é importante proporcionar nos trabalhos realizados com as crianças, momentos de brincadeira que estimulem estas habilidades.

Na escola é preciso estabelecer que o trabalho pedagógico favoreça a experiência do cotidiano com o conhecimento cientifico, pois a educação reúne o conhecimento, a arte, e a vida cotidiana.

Educação infantil e ensino fundamental são frequentemente separados, no entanto, na visão da criança não há divisão, fato que deve ser pensado pelos envolvidos com a educação, a fim de se promover um ensino sem fragmentações.

É necessário que a prática pedagógica seja planejada, e que os profissionais desta área consigam ver, entender e lidar com as crianças como crianças e não apenas como estudantes. A inclusão de crianças de seis anos no ensino fundamental requer dialogo e alternativas curriculares claras e condizentes as necessidades desta faixa etária.

BASES LEGAIS
Fundamentado nas necessidades sociais e educacionais, busca-se fazer mudanças na proposta curricular para se chegar há um melhor resultado no ensino brasileiro, visando promover a formação crítica-reflexiva do individuo.

O ensino fundamental de nove anos, já havia sido idealizado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei nº 9394/1996, e pela Lei nº 10172/2001, que institui o Plano Nacional de Educação, onde prevê a ampliação do ensino fundamental para incorporar as crianças de 6 anos, assim que se universalizasse o ensino entre as faixas de 7 a 14 anos.

Para legalizar essa ampliação, foi instituída a Lei nº 11274/2006, que alterou a redação dos artigos 29, 30, 32, e 87 da Lei 9394/96. Através desses artigos, tornou-se obrigatório a ampliação e matrícula do ensino fundamental às crianças de 6 anos.

No artigo 5º, estabelece-se prazo para sua implantação obrigatoriamente ate 2010.

Partindo desse documento legal, tem-se estudado e fixado normas para definir o currículo dessa nova matriz estudantil, como a resolução CNE/SEB nº 3/2005 que define as nomenclaturas dos ciclos a partir do ensino de nove anos.

O parecer CNE/SEB nº 18/2005, que prevê há necessidade de um período de transição onde devem coexistir ambas as formas de organização, a seriada e os ciclos, visando à adequação do aluno.

OBJETIVOS E FINALIDADES
A  implantação de um ensino obrigatório de nove anos iniciando aos seis anos de idade pode contribuir para uma mudança na estrutura e na cultura escolar. Não se trata de transmitir para as crianças de seis anos, os conteúdos da primeira série, mas de construir uma nova proposta curricular, que considere as singularidades deste aluno.

O objetivo de um maior numero de anos de ensino obrigatório, é assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar, maiores oportunidades de aprender e, com isso uma aprendizagem mais ampla. É claro que este aumento de tempo não garante uma maior aprendizagem, mas sim o emprego adequado e eficaz deste tempo.

O cuidado na sequência do processo de aprendizagem das crianças de seis anos de idade implica o conhecimento e a atenção as suas particularidades etária, sociais e psicológicas. As orientações pedagógicas, por sua vez, devem estar atentas a essas particularidades, a fim de que as crianças sejam respeitadas como sujeitos do processo ensino-aprendizagem.

Sobre a busca da qualidade do ensino publico Libâneo, Olívia e Mirza afirmam que:
“Em todas as reformas educativas, a partir da década de 80, a questão da qualidade aparece como tema. [...] a educação de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove, para todo, o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades cognitivas e afetivas indispensáveis ao atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos, bem como a inserção no mundo e a constituição da cidadania também como poder de participação, tendo em vista a construção de uma sociedade mais justa e igualitária” (2006, p.117-118).

Projetar um novo currículo, no contexto do Ensino Fundamental de nove anos, significa falar de crianças em processos das diferentes linguagens, não apenas da escrita e da fala. Precisam-se considerar as particularidades e as formas de comunicação, características do desenvolvimento infantil, expressas na fala egocêntrica, no faz de conta, entre outras, e presente no processo de formação de conceitos, que se inicia no pensamento sincrético na infância e se estende até o domínio dos conceitos científicos na adolescência.

Significa, ainda fala na construção da identidade que se constitui no exercício da compreensão sobre os sentimentos, nas diversas formas de expressões da ideia, na interação com o grupo, na internalização de regras e valores no âmbito das relações sociais e na pratica do dialogo entre as diferenças, pois é na relação entre os indivíduos, mediada pela cultura, que se constitui a identidade de cada sujeito.





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segunda-feira, novembro 11, 2013

O QUE SIGNIFICA POSSESSÃO DEMONÍACA E OPRESSÃO DEMONÍACA?











A Bíblia Sagrada não esconde de nós que estamos em uma guerra contra o Maligno e que ele age nesse mundo (1 João 5.19; Efésios 6.12). O ministério de Jesus Cristo teve vários entraves com o maligno. Os evangelhos registram que Jesus expulsou diversos demônios de pessoas, libertando-as da ação do Maligno (Mateus 8.16).

Porém, ainda existe muita confusão a respeito desse tema. Alguns preferem ignorá-lo e fingir que ele não existe. Já outros focam demais suas atenções em espíritos malignos, fazendo deles o centro de suas vidas. Os dois extremos são perigosos.

Uma das grandes dificuldades de entendimento de muitos crentes é diferenciar a forma como o maligno age. Mais uma vez alguns menosprezam que o maligno tenha poder de agir na vida das pessoas, enquanto outros atribuem tudo a ação do maligno. Dois extremos perigosos também. Por isso, gostaria de esclarecer os termos possessão e opressão, que irão nos ajudar a entender melhor a forma de ação do diabo e seus anjos maus.

Em primeiro lugar vamos explicar o que significa possessão demoníaca. Isso ocorre quando o maligno possui o corpo da pessoa, ou seja, a pessoa passa a ter dentro de si outro ser que acaba influenciando-a a ter determinadas atitudes. Em Lucas 4.33-37 vemos um exemplo claro disso. Um homem, em plena sinagoga dos judeus, em um momento onde Jesus estava ensinando a Palavra, se manifestou com um espírito imundo. Imediatamente Jesus expulsou aquele demônio: “Achava-se na sinagoga um homem possesso de um espírito de demônio imundo, e bradou em alta voz…”.

A Bíblia nos relata que nas possessões as pessoas podem ter problemas físicos, como por exemplo, o homem possesso que tinha um espírito mudo e, por isso, era mudo: “Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um mudo endemoninhado. E, expelido o demônio, falou o mudo…” (Mt: 9:32-33).

A Bíblia também menciona que pode haver uma força sobre-humana envolvida na possessão: “ Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos. Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo. (Mc 5:1-4).

Assim, a possessão é uma das mais graves ações do maligno na vida de uma pessoa. A possessão só pode acontecer em uma pessoa que não crê verdadeiramente em Jesus Cristo. Ou seja, somente incrédulos, ímpios podem sofrer de possessão. Principalmente aqueles envolvidos com graves pecados.

Em hipótese alguma um crente verdadeiro ficará possesso. Expliquei essa questão no artigo “O cristão pode ficar possuído por demônios?”.

Já a opressão demoníaca significa que o diabo age em seu papel de tentador, buscando tentar a pessoa para que peque e permaneça em uma vida de pecado, longe de Deus. O apóstolo Pedro explicou bem essa questão, quando disse: “Sede sóbrios e vigilantes”. “O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5:8).

O próprio apóstolo Pedro passou por isso quando foi tentado pelo diabo a sugerir a Jesus que não seria necessário que Ele passasse pela morte de Cruz. Cristo logo identificou que se tratava de Satanás tentando-o através de Pedro (Mateus 16.22-23).

Todos os crentes verdadeiros estão sujeitos a esse tipo de opressão maligna. Já que o diabo não pode possuir um crente genuíno, pois este é propriedade exclusiva de Deus, ele age de fora para dentro buscando atingir esse crente de alguma forma através das tentações e outros métodos externos.


 


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André Sanchez - Cristianismo Simples