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quinta-feira, março 23, 2017

MALDITO HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM!






Recuperação de texto

Jeremias 17:5
Observamos que este versículo bíblico tão comentado virou ditado popular. Está  na boca do Povo. Usa parte deste versículo do Profeta Jeremias, como uma autodefesa, vemos por todos os lados e escutamos a população dizer “MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM”. Esta é uma forma errônea em se expressar, sem respeito algum, muitos nem se preocupam em saber o verdadeiro significado do versículo, o que quis dizer o Profeta Jeremias Cap.17:5.

Não podemos deixar de concordar, que chega ser assustador o comentário do Povo usando parte do versículo.  Na verdade é uma frase forte, para muitos aparece o resultado, surte efeito, pois o Homem passa acreditar ser verídica a expressão, não confiar no Homem seja qual for a situação. Logo afirmam: isto é bíblico! Confiar em alguém hoje em dia dizem “é coisa pouca”, assim afirmam muitos! Não podemos negar,  a sociedade passa por situações que parecem não haver, mas solução, vivemos assustados no que diz respeito a confiança, mesmo nós os Cristãos também passamos por esta situação, de vez em quando desconfiamos, precisamos colocar que realmente em certas situações “fica difícil confiar”. Também é verdade que esta frase, até define alguns negócios entre os homens, outros ficam preocupados e deixam de fechar bons negócios. Nós os Cristãos, vivemos em plena confiança, entregando nossas decisões ao Senhor.

Quando o Profeta Jeremias em oração recebe esta Revelação, relata a vontade do Senhor.  Assim o Profeta escreve e exorta de forma e nos moldes da época.  O Profeta exorta o Povo com toda instrução divina.  O versículo diz assim na sua primeira parte, Diz o Senhor: Maldito Homem que confia no Homem! Se nos aprofundarmos um pouco, observamos que o profeta com muita sabedoria nos instrui. Todo o capitulo nos leva a meditar, como entender em primeiro lugar, que para a época era uma exortação na hora certa e necessária.  O Povo foi exortado pois vivia em situação pecaminosa. Deus nos faz entender que  a medida veio na hora para a época.  Em segundo plano como entender para os dias de hoje tal exortação. Eu digo que ela vem sempre em boa hora e, ainda mais, precisamos entender que é “uma frase de duplo sentido”.

Entendemos que “O homem não deve confiar nele mesmo”, pois é falho e pecador, não anda em vida exemplar! Desta forma o homem não é confiável, ele mesmo é afetado pelo seu próprio pecado que destrói vidas, e muda o rumo da Sociedade.  A experiência do Profeta é grande demais para nos ensinar, ele instrui o Povo da época em precioso sermão.  Somos beneficiados por esta exortação! Edifica  o Povo até os dias de hoje.

Como a maioria da sociedade está envolvida com o pecado de forma tão contundente, que muitos até perdem a esperança, eles perdem totalmente a confiança no próximo e isto cria um mal estar principalmente em nosso meio.

Observem logo a seguir vem a promessa a esperança no versículo a seguir, diz assim: “bendito o homem que confia no Senhor” (v7 parte). Ele se refere ao homem preparado, com plena sabedoria do Alto. Confirmam nosso entendimento que o pecado nos traz estas consequências.  Hoje, o futuro, sabe que até podemos aplicar tal situação, mas em porção bem menor, pois hoje temos os decretos de nosso Senhor Jesus Cristo, viveu o tempo do amor e perdão pela Graça do Pai Altíssimo.  Hoje entendemos, estamos nos moldes que nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou. Cristo.  Enfim, não podemos afirmar que o Povo vivia sob tal entendimento. Tal  Nos dias de hoje o versículo e mal interpretado infelizmente.

Saudável e maravilhosa é a Revelação do Senhor. Entretanto, não há dúvidas criam-se “distorções” até aos dias de hoje, acredito até que em nossa sociedade com maior incidência ela existe. O Profeta recebeu, escreveu e exortou.  Agora como usam a “frase”, sabemos tem muito haver com o despreparo do Homem.   Jeremias revelou para a época e ainda hoje nos é útil perante nossa tão querida bíblia.

Repetimos! Quando Deus Revela em oração ao Profeta Jeremias, o ensinamento se estende para cada um de nós. “Muitos não percebem que é o Poderoso Deus falando para ”o homem e seu estado de pecado“, não faz referencias do Homem contra o Homem”, mais repito é grande lição para os dias de hoje.  Assim compreendemos a Revelação, exortação do Profeta Jeremias.

A grande verdade está na Ordem do Senhor Jesus. Uma ordem divina no Novo Testamento! Repito em tempo do Mestre  Jesus Cristo em Sua Graça Redentor  Nosso Deus resume todo O Seu poder no versículo 10 e somos levados a  uma compreensão lógica, O profeta sabia o que estava pregando e, que a vinda do Filho estava próxima.  Sua colocação foi clara no passado. Precisamos tirar alguns proveitos do passado bíblico e suas Revelações para por em prática no hoje. O pleno crescimento, tirar proveito bíblico para nosso crescimento Espiritual, é importantíssimo.  Não devemos mais usar o sistema do viver passado, seria ir contra a clara evidencia do atual e do Profeta. Jeremias cumpriu sua missão, “O Profeta chorão”, como é conotado por parte de alguns.  Não seria fraqueza, mas a emoção que vivia e o levava a tal situação o tempo passado era muito difícil, deveria sofrer muito. Quando o Profeta Jeremias coloca o homem dentro desta frase, é por motivo necessário segundo o Senhor!  Nas Escrituras observamos uma época dificílima, tal era o comportamento do Povo em relação ao nosso Deus. Jeremias sabia também que o homem, não podia remir-se com suas próprias forças.

Coloca Sua própria autoridade em paralelo com a autoridade de Deus e propõe à humanidade, anunciando a vinda do Salvador, onde o “AMOR” estaria acima de todas as coisas. Desta forma não precisamos mais viver sob o jugo da lei, os Dez Mandamentos. E, sim, Amar ao Próximo em qualquer condição. Sim, assume a autoridade de pronunciar o Juízo final dos Homens, confiando nas promessas de Jesus Cristo.  (Mt. 7: 21-23).

Com esta autoridade dizemos: “Bendito o homem que confia no homem!”. Sabemos este é o ensinamento do Nosso Senhor Jesus Cristo Jesus Cristo! O homem precisa do homem! O homem não vive sem o homem! O homem é Criação de Deus! Todas são Palavras do Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
Diácono Rilvan Stutz 
Igreja do Presbiteriana do Brasil

sábado, março 18, 2017

Eu, o Outro e a Linguagem






Uns versos de uma canção popular, que já começa a ter a pátina do tempo, exaltam, com a simplicidade e a dignidade de uma antologia literária, o outro e a linguagem: “Palavra não foi feita para dividir ninguém/ Palavra é a ponte onde o amor vai e vem”.
A alma exprime-se pelo corpo e, especialmente, pela linguagem, até porque o homem, como ser social, precisa de sinais e símbolos para se corresponder com os outros. Eis mais duas dimensões da pessoa: a transcendência e a comunicação.

Nós falamos. Alguns falam além da conta, o ébrio ou não. Outros falam sozinhos. Outros dormindo. Há quem fale com as paredes. Minha filha de cinco anos deve sofrer de Gonorreia: ela fala ininterruptamente de um crepúsculo ao outro. Shakespeare saiu-se com esta pérola, a de que “sua fala é um banquete fantástico em que abundam os pratos esquisitos” (Muito barulho por nada, II/3).

Comunicamo-nos com os outros de várias formas. Quanto não diz um singelo olhar entre esposos, um sorriso maroto levemente esboçado pelo filho travesso, um silêncio rotundo num velório, um gesto apaixonado de um namorado ou mesmo um aceno afetuoso ou ofensivo. 

Inúmeras são as sendas da linguagem: as “pontes” que alcançam os outros, uma via de mão dupla onde trafegam as alegrias e as dores, os ódios e os amores, as certezas e hesitações, as esperanças e ilusões.
A linguagem tem sido objeto de uma progressiva atenção por vários ramos do saber desde o começo do século passado.
Alguns chegam a definir o homem exclusivamente como um ente que fala, com a tendência a unir pensamento e linguagem, estudando a dimensão intelectual humana a partir desta relação. 

A razão abstrata e a lógica científica, tidas como as linguagens humanas por excelência, passaram a ter a companhia das linguagens cotidianas do “mundo da vida” (Husserl e Habermas), pois a fala é mais ampla que a ciência, já que abrange os âmbitos do trabalho e da convivência social e cultural.

Assim, a linguagem é um método humano, não instintivo, de comunicar ideias, emoções e desejos por meio de símbolos convencionados. E sua forma é o pensamento, porque um falar sem pensamento não comunicado nada, como algumas obras de arte pós-moderna. Falar e pensar acontece ao mesmo tempo, mesmo naquelas situações em que falamos sem “pensar” antes...

O homem não é uma pedra. Possui uma interioridade a transmitir e tem o conveniente de que alguém recebe aquilo que é expresso. Aqui entra o outro. Por ser pessoa, o eu necessita do encontro com o tu. Os filmes infantis comprovam isso. Os selvagens de ficção, como o Tarzan e o Mogli, só sobrevivem em seus contos porque eles falam com os animais personificados.

A pessoa, sem o próximo, acabaria por se frustrar radicalmente, porque não teria um destinatário. Aquela interioridade não seria transmitida. Seria uma vida estéril, convertida numa sombra entre os viventes. No mundo grego, isso era a pena de desterro: perder a pátria, ir para outro lugar, com outra língua e outros costumes, era pior que morrer, porque era, de certa forma, uma morte em vida. Hoje, o desterro, em muitas sociedades, é composto por uma multidão de solitários...

A pessoa, ao longo da vida, precisa de outras para aprender a reconhecer-se a si mesma, desenvolver sua vida e alcançar sua plenitude. Originariamente, a expressão “pessoa” significava a máscara do ator no teatro, o rosto do representado. O outro é sempre um rosto que se mostra para nós.

Como uma criança que aprende a conhecer o rosto da mãe antes de seu próprio rosto. O sorriso materno é o seu primeiro contato com a realidade. “Dos nossos planos é que tenho mais saudade/ Quando olhávamos juntos na mesma direção/ Aonde está você agora além de aqui dentro de mim”, já cantava o poeta de minha geração.

Muitos estudiosos sérios, como John Rawls, concebem uma sociedade ideal como aquela na quais todos dialogam livremente. Todos, isto é, o eu e o tu. Dialogam, ou seja, falam. Quando uma estrutura, como a família ou a sociedade, tem problemas, muitas conversas são necessárias para que as pessoas entrem num consenso. Porém, não basta reunir-se. Dialogar é compartilhar a interioridade, abrir-se ao semelhante, estar disposto a escutá-lo. Com respeito à divergência (outro), é o que (eu) penso (falo).

Rilvan Stutz – Apecom
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

André Gonçalves Fernandes é Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP). Mestre e Doutorando em Filosofia e em História da Educação pela UNICAMP. Juiz de direito titular de rentrância final.

domingo, novembro 13, 2016

PARE E OUÇA DEUS FALAR AO TEU CORAÇÃO






“Pare e ouça Deus falar ao teu coração, pois Ele fala no silêncio do dia e da noite quando paramos certamente Deus trabalhará e falará conosco. Saiba que a coisa mais importante que você possui é o dia de hoje que Deus está lhe dando. Decida viver o dia de hoje com sabedoria, pois ele lhe foi dado tão generosamente. Respeite-o de tal maneira que, quando for dormir, você possa dizer: HOJE EU FUI CAPAZ DE VIVER E DE AMAR POR QUE DEUS FALOU COMIGO!”


Blog “A SÓS COM DEUS”
Por Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana do Brasil

quinta-feira, novembro 10, 2016

A IDEOLOGIA DE GÊNERO: UMA NOVA MENTIRA EDUCACIONAL!






Está circulando no Senado brasileiro um projeto de lei do Senador Vital do Rêgo de grande perigo para a família e a educação brasileira. As intenções do político paraibano é colocar no Plano Nacional de Educação uma diretriz que obrigue nossas escolas a ensinarem a ideologia de gênero. Segundo esta doutrina, que vem sendo semeada de forma perniciosa já faz bastantes anos pela Fundação Ford na Europa e nos EUA, o sexo biológico não determinaria nenhuma função específica de masculinidade ou feminilidade e consequentemente cada cidadão poderia escolher qualquer papel social que mais lhe agrade, assim como sua orientação sexual (no fundo, poderia buscar gratificações sexuais do jeito que queira e com queira). O sexo seria um mero diferencial anatômico e estaria desvinculado do “gênero” – viver como mulher ou como homem -: cada um gozaria de autonomia para optar e mudar a forma de viver quando e como quisesse.

Esta aberração faz lembrar um episódio tragicômico acontecido nos países nórdicos da Europa, não faz muito. Um casal passeava pela rua com seu carrinho de bebê orgulhoso e feliz desse novo rebento familiar quando se deparou com um velho amigo vizinho. A reação diante do inesperado não podia ter sido mais normal e explosiva: “Parabéns! Então já nasceu! Que felicidade! Menino ou menina?”. A resposta, porém, essa sim foi surpreende: “Não sabemos ainda! O bebê é que escolherá quando crescer...”. 

Como vemos para quem goza ainda de certa normalidade intelectual e psicológica, o fato acima não pode deixar de chocar. Querer desprezar as evidências que a natureza nos oferece parece mesmo um filme de ficção científica, na qual os novos seres desconhecidos gozam de outra natureza.

Efetivamente, foi por essa via que nasceu a ideologia de gênero nos anos 60, quando as teorias marxistas permeavam a nova cultura modernista. Segundo elas, era preciso combater e destruir a natureza que impõe a “luta de classes sexuais”. A mulher não poderia mais continuar submissa ao homem e por isso era preciso ser criada uma nova “raça” humana, na qual se pudesse gozar realmente dos mesmos direitos e oportunidades. 

À primeira vista, a intenção era boa, uma vez que a mulher na prática tinha um tratamento bastante inferiorizado em muitos âmbitos, tornando-a vítima de preconceitos, injustiças e políticas segregadoras. Por outro lado, os meios que se utilizaram para conseguir esses ideais mais humanitários demonstraram-se depois ser mais nocivos do que as políticas que se combatiam.

Essa é sempre a estratégia que o “mal” utiliza para conseguir recuperar seus “foros perdidos”. Aproveitando-se de alguma anomalia social chamativa – no nosso caso, as políticas culturais machistas - aparecem como anjo da luz, salvador dos fracos, propondo uma solução à primeira vista mais interessante, mais prazerosa, mais libertadora, mais “humanitária” para a felicidade de todos os homens. Depois, na prática, se verifica um verdadeiro engodo. 

Perguntemo-nos, então: O que será que está por trás da ideologia de gênero, com a desculpa de conquistas feministas justas? A resposta é alarmante: a destruição da família, seu grande objetivo desde sempre. Destruindo-se a família, destrói-se a perpetuação da pessoa humana. E por que quer a destruição da família? A resposta a isto nos levaria longe... Mas tentemos entender como isso se dá na realidade.

Os estrategistas do mal, inicialmente, procuram confundir as pessoas colocando no mesmo âmbito algumas igualdades entre os homens e mulheres – mesmas inteligências, mesma dignidade, mesmos direitos e oportunidades - com algumas diferenças claras do ponto de vista científico – estruturas cerebrais diferentes e com funcionamentos diversos, sistemas hormonais diferentes, afetividade diferente, sentidos externos e internos diferentes, tendências lúdicas diferentes, etc. 

Num segundo momento, depois dessa confusão nos sexos, provocam o orgulho humano a requerer uma liberdade absoluta para escolher o gênero e o prazer que mais lhe convier, “vendendo” de forma maliciosa o prazer sexual como um fim em si mesmo e um direito, totalmente desvinculado dos âmbitos procriativos e unitivos, como se fosse um brinquedo. À primeira vista, parece um avanço na liberdade humana, pois a desvincula do sacrifício da verdade e do bem, como se as escolhas não determinassem o futuro das pessoas. Estas, sendo “ensinadas” nessa nova pedagogia, acreditam que é possível alcançar a felicidade sem esforço, sem sacrifício, sem dor e, portanto, sem amor. Aos poucos os seres humanos vão deixando-se levar por esse feitiço egoísta que os anestesiam para a doação e compromissos sólidos.

Convertem-se, sem perceber, para uma vida sem sentido e finalidade. O que os motiva a viver agora é aproveitar o momento presente, consumir coisas e pessoas, perseguir o bem estar material, alcançar todos os tipos de satisfações sensíveis que as novas tecnologias e laboratórios farmacêuticos possam lhes proporcionar. No final deste processo, quando chegam em geral em torno dos 30 anos, se sentem como pessoas egoístas, solitárias, fracas, animalizadas e, consequentemente, sofrendo muito mais do que antes, pois não nasceram para serem animais irracionais e anti-sociais, mas pessoas humanas que amam e são amadas. Esse sofrimento não é só físico, mas principalmente psicológico e espiritual. 

A pessoa humana perde a esperança nela mesma – não tem forças para mais nada! – e como consequência esperança na própria realização do projeto de homem que é ser feliz vivendo um amor compartilhado. O objetivo final do “mal” foi alcançado: a destruição da pessoa, da família, da liberdade e felicidade humanas.

Diante deste quadro triste que pintamos anteriormente, meu instinto de sobrevivência somado à minha paixão pela defesa da vida e da dignidade humana me obrigam a arregaçar as mangas e a combater a aprovação dessa lei injusta aludida no início. Como educador não posso permitir que a mentira seja espalhada pelo próprio Ministério da Educação que deveria semear e regar a verdade. Infelizmente, quando analisamos as pessoas que comandam a educação deste país, percebemos quase sempre que a grande maioria delas não entende muito de educação e sim de “manipulação” e “jogo político”. 

Seus interesses estão muito longe das reais necessidades educativas de nossas crianças. Por isso, talvez, não se importem muito com as consequências nefastas que certas políticas públicas possam provocar como esta em questão. Desde que continue recebendo apoio político e financeiro de certos organismos internacionais, qualquer meio é justificado. O problema é que elas também serão vítimas um dia, como se tem verificado em fatos recentes, com a prisão de vários governistas “mensageiros”.

Concluo dizendo que é preciso afogar o mal que estão querendo disseminar em nossas escolas com a abundância de luz e de verdade. É preciso formar muito bem e desde cedo as nossas crianças lhes ensinando que o homem e a mulher são iguais em uma série de aspectos metafísicos, antropológicos e de cidadania, mas também são muito diferentes em vários aspectos biológicos, psicológicos e espirituais. É preciso que descubram e se encantem com a beleza das qualidades inatas próprias de cada sexo e como elas podem ser potencializadas quando existe um trabalho sério de educação personalizada. 

É importante também que saibam que existem muitos outros aspectos, tanto da masculinidade como da feminilidade, que devem ser ensinados e estimulados na família e na escola. Por fim, que o homem e a mulher não precisam viver, como acreditam os ideólogos do gênero, em estado de guerra ou de competição, mas cada um tem que contribuir com seus dons e talentos próprios para uma maior harmonia familiar e social. Ambos devem se complementar e nessa simbiose existencial cada um colaborar na construção de sua própria identidade pessoal, de forma a consolidar a identidade da família, célula básica de toda sociedade.


Portal da Família – João Malheiros - Doutor em Educação pela UFRJ e diretor do Centro Cultural e Universitário de Botafogo.

Por Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana do Brasil