Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, julho 18, 2014

DEUS É COMO ORVALHO









Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio e lançará as suas raízes como o cedro do Líbano. (Oséias 14:5).


Deus é a melhor dádiva para seu povo. 

Melhor do que todas as bênçãos de Deus é o Deus das bênçãos. 

Deus se apresenta a Israel como orvalho para florescê-lo e firmá-lo. 

O que essa figura nos ensina sobre Deus?

Primeiro, o orvalho é fonte de vida para uma região desértica. 
Deus é a fonte de todo o bem para seu povo. 
Segundo, o orvalho cai toda noite.

A presença de Deus é constante com seu povo.
Assim corno o orvalho cai nas noites escuras, também a presença de Deus é sentida pelo seu povo nas horas mais amargas da vida.
Terceiro, o orvalho cai sem alardes. 

A chuva é precedida por trovões e relâmpagos, mas o orvalho cai discretamente.



Assim é a presença de Deus em nossa vida. 

Ele vem e se apresenta nas coisas comuns e ordinárias da vida. Vemos a presença de Deus no sorriso de uma criança, no abraço de um pai, no amor de uma mãe.

Quarto, o orvalho traz renovo após um dia de calor sufocante. A presença de Deus restaura a alma, renova as forças, remoça o coração, dá forças para a caminhada.
Quando Deus se manifesta em sua vida, você floresce como o lírio.

O lírio floresce no charco e enfeita com sua brancura o ambiente lodacento. Não é o ambiente que faz o lírio; é o lírio que adorna o ambiente.

Não se trata apenas de beleza, mas também de estabilidade. Quando Deus vem sobre nós, ganhamos raízes profundas e nos tornamos firmes como os cedros do Líbano. 




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quinta-feira, julho 17, 2014

BRILHANDO COMO O FIRMAMENTO












“Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento, e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente”. (Daniel 12:3). 


Os gregos criam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo.

Assumiam que o espírito é essencialmente bom e que a matéria é e essencialmente má. Com isso, não acreditavam na doutrina da criação, encarnação e ressurreição. 
Para os gregos, o corpo era apenas a prisão da alma. Quando uma pessoa morria, a alma e livrava desse cárcere.

Portanto, falar em ressurreição era um retrocesso, e não uma glorificação.

Na contramão do pensamento grego, a Palavra de Deus ensina a verdade gloriosa da ressurreição dos mortos. 

Nosso destino final não é um túmulo gelado nem a extinção. 
Quando Jesus voltar em sua majestade e glória, os mortos ouvirão sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (João 5:28,29).

Uns ressuscitarão para a vida eterna, outros para a vergonha e o horror eterno. (Daniel 12:2). 

Como será o corpo da ressurreição? 
O apóstolo Paulo diz que a ressurreição será como a colheita de uma semeadura. 
Semeia-se corpo corruptível, ressuscita-se incorruptível. Semeia-se em desonra, ressuscita-se em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscita-se em poder. Semeia-se corpo natural, ressuscita-se corpo espiritual. Nosso corpo será celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo.

Daniel diz que nosso corpo ressurreto resplandecerá como o fulgor do firmamento e brilhará como as estrelas, sempre e eternamente.

Oh, que glória será!


 


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