Versículo do Momento

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sexta-feira, junho 24, 2011

MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS

CUIDANDO DA SAÚDE






O QUE SÃO
MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS?

O que são como são autorizados, requisitos e locais onde podem ser encontrados.

São medicamentos obtidos a partir de substâncias ou matérias-primas homeopáticas, de acordo com um processo de fabrico descrito na farmacopéia européia. Ou, na sua falta, em farmacopéia utilizada de modo oficial num Estado-Membro.

O QUE SÃO MEDICAMENTOS À BASE DE PLANTAS?

São medicamentos que têm como substâncias ativas, exclusivamente, uma ou mais substâncias derivadas de plantas, uma ou mais preparações à base de plantas ou uma ou mais substâncias derivadas de plantas em associação com uma ou mais preparações à base de plantas.

O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS DERIVADAS DE PLANTAS?

São as plantas inteiras, fragmentadas ou cortadas, partes de plantas, algas, fungos e líquenes não transformados, secos ou frescos e alguns exsudados não sujeitos a um tratamento específico, definidas através da parte da planta utilizada e da taxonomia botânica, incluindo a espécie, a variedade (se existir) e o autor.

O QUE SÃO PREPARAÇÕES À BASE DE PLANTAS?

São preparações obtidas através da submissão de substâncias derivadas de plantas a tratamentos como a extração, a destilação, a expressão, o fracionamento, a purificação, a concentração ou a fermentação. Por exemplo, substâncias derivadas de plantas pulverizadas ou em pó, tinturas, extratos, óleos essenciais, sucos espremidos e exsudados transformados.

O QUE SÃO MEDICAMENTOS À BASE DE PLANTAS?

São produtos farmacológicos cuja preparação deriva da utilização de diferentes substâncias de origem vegetal, na sua grande maioria, de forma tradicional, ao contrário daqueles que existem já no mercado que, mesmo sendo constituídos por plantas ou preparações à base de plantas, foram autorizados ao abrigo de uso clínico bem estabelecido.

TODOS OS MEDICAMENTOS À BASE DE PLANTAS SÃO MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS?

Não. Os medicamentos homeopáticos diferenciam-se dos medicamentos à base de plantas, apesar de poderem ser preparados a partir das mesmas matérias-primas. Esta diferenciação é feita, principalmente, pelos métodos de fabrico utilizados na sua preparação e pela forma como são prescritos.

A preparação de medicamentos homeopáticos envolve a utilização de quantidades mínimas de substâncias ativas (obtidas através de diluições e dinamizações sucessivas).

COMO É QUE OS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS SÃO AUTORIZADOS?

A legislação em vigor estabelece dois procedimentos para a autorização de medicamentos homeopáticos. Este procedimento é levado a cabo junto do Infarmed.

1. Um processo de registro simplificado - para os medicamentos homeopáticos introduzidos no mercado sem indicações terapêuticas e sob forma farmacêutica e dosagem que não apresentem riscos para o doente.

2. Um regime idêntico ao dos restantes medicamentos de uso humano - para os medicamentos homeopáticos comercializados com indicações terapêuticas ou com uma apresentação susceptível de apresentar riscos para o doente, sem prejuízo das características próprias a que devem obedecer os ensaios toxico farmacológicos e clínicos destes medicamentos.

QUAIS SÃO OS REQUISITOS PARA A AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO (AIM) PARA OS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS?

São critérios cumulativos:

Tenham indicações exclusivamente adequadas a medicamentos tradicionais à base de plantas e se destinem para serem utilizados sem a vigilância de um médico; Se destinem a ser administrados de acordo com uma dosagem e posologia especificadas; Possam ser administrada por via oral, externa ou inalatória; Já sejam objeto de longa utilização terapêutica, de acordo com os dados ou pareceres de peritos que provem que o medicamento teve uma utilização terapêutica durante os trinta anos anteriores; Sejam comprovadamente não nocivos quando utilizados nas condições especificadas; Possam demonstrar efeitos de eficácia tendo em conta a utilização e a experiência de longa data.

QUAIS SÃO OS REQUISITOS PARA O RÓTULO E O FOLHETO INFORMATIVO DOS PRODUTOS HOMEOPÁTICOS?

Além dos requisitos previstos para qualquer medicamento, o rótulo e o folheto informativo devem conter uma menção que refira que o produto é um medicamento tradicional à base de plantas para utilização nas indicações especificadas.

Devem ainda mencionar que o utilizador deve consultar um médico ou um profissional de saúde se os sintomas persistirem durante o período de utilização do medicamento ou se surgirem efeitos adversos não mencionados no folheto informativo.

EM QUE ESTABELECIMENTOS PODEM SER VENDIDOS OS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS?

Um medicamento tradicional à base de plantas, de acordo com a respectiva definição, é concebido para ser utilizado sem a vigilância de um médico. Pelo que, tal como os outros medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM), poderá ser vendido em farmácias e em estabelecimentos de venda de MNSRM.

www.Infarmed.pt-Homeopatia










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Rilvan Stutz "O Servo Com Cristo!"
www.asoscomdeus.com -debemcomavida.com
Pr. Abinadabe Coelho - São Paulo - P.Barreto

FÉ E PERDÃO

EDIFICAÇÃO







HOMENAGEM
Igreja Presbiteriana Betánia - São Francisco - Niterói

De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.
Hebreus. 11, 6.


Revelada a Justiça, aperdão, por intermédio de Jesus Cristo, resta ao homem tão somente recebê-la. E a condição única que Deus estabelece na Sua Palavra, para que o homem se aproprie desse precioso perdão, que lhe vem como Graça, através de Jesus Cristo, é a Fé. Desta maneira, a justificação [perdão total] se torna possível a todas as criaturas humanas, porque a Fé é dádiva de Deus, distribuída entre todos, sem distinção de pessoas ou classe social.

Deus, que é Amor e excelsamente Misericordioso, não exige de quem se-salvar um quociente de boas obras praticadas, ou a maceração do corpo “através de penitências contínuas” e, muito menos a mistificada reencarnação indefinidamente repetida, em busca de purificação.

Nada disto! Aliás, digamos com reverência: Deus não exige do pecador, para justificá-lo, outra coisa a não ser Fé, primeiro porque a Fé é a única satisfação que o homem, na vileza do seu pecado, lhe pode oferecer. Segundo, porque a Fé exclui qualquer valor meritório da parte do homem moralmente falido.

A pessoa que reconhece Jesus como Salvador pessoal, e como justiça, expressa o reconhecimento não só de sua ruína moral e de sua perdição, mas também a sua incapacidade para o seu reerguimento espiritual, e o aperfeiçoamento pela prática de boas obras. Sendo assim, para salvar-se, ela não tem outra opção a não ser aceitar o plano redentor da cruz. Por conseguinte, não tem que se vangloriar.

O apóstolo Paulo no livro de Efésios, ele mesmo faz esta afirmação: “Pela Graça sois salvos, por meio da Fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. [Ef 2.8-9]. Em Romanos 1.17, está escrito: “Porque n’Ele se descobre a Justiça de Deus, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá da Fé”.

Não há dúvida: o perdão se alcança somente pela Fé, no sacrifício de Cristo, sem qualquer possibilidade de escolha. O apóstolo Paulo, magnífico teólogo do Novo Testamento, escreveu aos Romanos para defender, com clareza a doutrina da Justificação pela Fé, e o fez com brilhantismo sob a inspiração do Espírito Santo.


Por isto, não podi ser de outra maneira, ele está sendo freqüentemente citado. Jesus já deixava registrado nos Evangelhos, a única exigência que fazia para conceder a graça de um milagre, ou a salvação de um pecador era a Fé, João 935-38.


A Fé, pois, é o vínculo que nos une a Deus, e nos torna aceitáveis diante d’Ele, em Cristo Jesus. É o assentimento da alma humana ao “PLANO DA SALVAÇÃO” traçado por Deus, desde aeternidade.

_____________________________________________________________________________________ Diác. Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

















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terça-feira, junho 21, 2011

10 DICAS PARA UM EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL

Comer, comer, comer! Para quem quer emagrecer, a comida não sai da cabeça 24 horas por dia.

O que era um ato espontâneo, passa a ser pré-determinado. Explica-se: emagrecer requer horários para as refeições, não poderá mais ir correndo para a geladeira a qualquer momento só para satisfazer uma mera vontade. Alimentar-se é fonte de prazer, mas, primeiramente, fonte de energia e nutrientes para o organismo.

Convenhamos, quando se fala em dieta ou disciplina alimentar quem é que não torce o nariz? Quem é que não acha que vai cair de pára-quedas em um campo de concentração, onde irá tocar a sirene da alimentação sem gosto?

Esqueça tudo isso! Alimentação sem sabor e altamente restrita significa caminho oposto do emagrecimento saudável. Isso mesmo. Antes de dar pulos de alegria é bom saber e ter certeza do que pretende para você.

Emagrecer por estética só para entrar naquele vestido que insiste em ficar justo ou para entrar na calça de um ano atrás que tinha caimento perfeito faz com que loucuras sejam cometidas. Tenta-se de tudo. Dias e dias ingerindo somente saladas. É a dieta verde! Dias e dias bebendo só sucos. É a dieta da vitamina! Dias seguidos engolindo a mesma sopa. Que dieta é essa?

Atitudes emergenciais trarão sucesso? Depende do que se entende por sucesso. Se ele significa ir àquela festa com o tão sonhado vestido, parabéns! Um conselho? Prepare-se para o que virá. Não se desespere se, na semana seguinte, encontrar dificuldades em entrar na mesma peça de roupa. Agora, se pretende mudar a alimentação para ter um corpo mais saudável, mais disposto e mais bonito, a conversa é outra.

Não há fórmulas mágicas. Se quer uma receita para te ajudar a emagrecer, sem segredos, atividade física! Será bom estar mais disposto e, de quebra, queimar calorias e melhorar o condicionamento físico.

Emagrecer lentamente é desestimulante, já que não vê os resultados rapidamente? E o que dizer das várias tentativas frustradas? Como se sente quando se recorda de tantos sacrifícios?

Então, siga as 10 dicas para emagrecer de forma saudável. E, é claro, duradouro.

1. Não tenha pressa. Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso. Então, para que eliminar peso do dia para a noite?

2. Corrija gradativamente a sua atitude em relação aos alimentos.

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa. Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingerí-lo.

4. Controle a ansiedade. Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida.

5. Estipule horários para as refeições.

6. Deixe de comer aquele doce e substitua pela fruta da sua preferência.

7. Beba muita, mas muita água.

8. Deixe o seu prato colorido. Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar.

9. Se alguém notar que está adotando novos hábitos e perguntar se está de "regime", mande um audível "não". Muitas pessoas adoram sabotar as boas intenções alheias.

10. Confie em você! Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.
Roberta Stella
Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)

quinta-feira, junho 16, 2011

PROTEÍNA: QUANTO BOTAR NO PRATO?

Ela prolonga a saciedade e, daí, facilita o emagrecimento. Por outro lado, se consumida em excesso, pode elevar o risco de tumores e doenças cardiovasculares. Por isso, vale questionar até que ponto aumentar a porção.

por Lúcia Nascimento

Imagine um time de futebol em que todos os jogadores são atacantes —

sem goleiro, zagueiros ou meio-campistas. Seria um caos, não? A equipe inteira estaria focada em marcar gol, mas não haveria ninguém para defender e criar jogadas. Agora, transponha essa situação para o nosso organismo, que precisa de vários nutrientes para obter energia, reparar tecidos e se proteger de invasores.

Sem substâncias com diversos papéis, também ficamos alvos de desfalques, que, nesse caso, significam ceder espaço a distúrbios. Não é por menos que os especialistas repetem o velho mantra de equilibrar a dieta e colocar na balança as vantagens e as desvantagens de aumentar o consumo de um nutriente específico. A bola da vez há algum tempo, é a proteína.

Duas pesquisas esquentam a discussão sobre incrementar ou não a oferta protéica ao cardápio. O primeiro, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, aponta o lado positivo dessa estratégia: a proteína, de fato, aumenta a saciedade e evita ataques à geladeira à noite. "A digestão desse nutriente é mais difícil e lenta. Então, ele passa mais tempo no estômago", diz a nutricionista Marina Romanini, da Universidade Federal de São Paulo.

No entanto, o nutriente não escapa de acusações. Outro trabalho, este da Universidade de Aberdeen, na Escócia, sugere que os fãs de menus hiperproteicos correm maior risco de câncer no intestino.

É que os mais fanáticos pelo ingrediente muitas vezes deixam de lado carboidratos e vegetais. "Aí a dieta se torna mais rica em gordura e fornece menos vitaminas e minerais, abrindo espaço para diversas doenças", concorda a nutricionista Rosana Maria Cardoso, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

Será que vale a pena, então, enfrentar esse risco com o intuito de emagrecer? Segundo os especialistas ouvidos por SAÚDE, a resposta é não. Para eles, a recomendação de ingestão diária preconizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) já contempla a dose saudável e segura. "O ideal é consumir entre 0,8 e 1,2 grama de proteína por quilo de peso corporal todo dia", orienta a nutricionista Paula de Oliveira, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Uma pessoa de 60 quilos, por exemplo, deve comer cerca de 60 gramas por dia — e, pelas páginas desta reportagem, você terá bons exemplos de como suprir essa cota.

O QUE REALMENTE DIMINUI A VONTADE DE COMER

Há anos a proteína carrega a fama de ser um nutriente pró-emagrecimento. E o trabalho americano reforça esse status. "Na absorção das proteínas, ocorre um aumento no gasto de energia corporal, maior do que o provocado por carboidratos e gorduras", afirma Paula.

Se o organismo trabalha a mais, também torra calorias. O segredo da dieta hiperproteica, contudo, está ligado à redução dos carboidratos, o que propicia uma queima dos estoques de gordura. "Sem o excesso deles, essas reservas são destruídas", diz a nutricionista Lívia Yokomizo, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. "Além disso, a queima libera substâncias que atuam no sistema nervoso, aumentando a saciedade."

Apesar dessa vocação para promover sensação de barriga cheia, a dieta farta em proteína está saindo de moda. "Saciedade por saciedade, é preferível recorrer às fibras", dispara Marina.

Essas substâncias fornecidas por frutas, verduras, legumes e cereais integrais também passam devagarzinho pelo estômago e, mais do que isso, estabilizam o funcionamento do intestino, facilitando a tarefa de enxugar as medidas.