Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, maio 25, 2009

TRANQUILIZANTES

CUIDANDO DA SAÚDE





Os
tranquilizantes são um grupo de drogas prescritas para aliviar a ansiedade, tensão e agitação. Também conhecidos por ansiolíticos, eles atuam como depressivos moderados no sistema nervoso central. Apesar de possuirem comparativamente poucos efeitos colaterais, pode acarretar sonolência e confusão mental. Algumas vezes eles são classificados como tranquilizantes moderados, em contraste com os sedativos utilizados para doenças psíquicas (veja psicofarmacologia), e álcool. Como grupo, os tranquilizantes são os medicamentos com as prescrições mais comuns nos Estados Unidos.
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Eles incluem as benzodiazepinas, tais como o Valium, Librium, e alprazolam; os defenilmetanos, tais como Vistaril e Atarax; e os propanedióis, como os tibamato e meprobamato (Equanil e Miltown). Os fisiologistas escolhem entre os tranquilizantes baseado em suas propriedades para alcançar uma necessidade específica. A ansiedade é uma resposta normal ao estress e requer tratamento só quando o grau do distúrbio do sistema nervoso central interfere no funcionamento geral do paciente. Tais distúrbios envolvem mais notadamente ataques de pânico, para o qual, alprazolam (Xanax) tem se mostrado eficaz.
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Outras formas de distúrbios incluem batimento cardíaco acelerado, palpitações, movimentos involuntários, insônia ou outros acometimentos do sono, diarréia, dores de cabeça, maior frêquencia de urina e desconforto gástrico. Os tranquilizantes promovem alívio temporário em tais circunstâncias. Este mero mascaramento dos sintomas, no entanto, é potencialmente arriscado. Com o uso contínuo, os tranquilizantes também decaem em efetividade e pode causar dependência (veja buso de drogas). O Valium, por exemplo, só é prescrito hoje em dia, para este motivo.










Holdings. Tl- Aviv- Jafra- Israel
Dr. Sajeev Vasudevan - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

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domingo, maio 24, 2009

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA

DIREITOS HUMANOS




PRIMEIRO SEMINÁRIO INTERNACIONAL

SOBRE A TORTURA

O 1º Seminário Internacional sobre a Tortura, que ocorreu nos dias 25, 26 e 27 de Fevereiro de 2008, teve como objetivo promover uma ampla discussão sobre a tortura e seus mitos. Dois fatores simultâneos motivaram a realização deste seminário: o retorno da discussão sobre a "eficácia" da tortura, ainda que em determinadas condições como, por exemplo, a "guerra contra o terror", onde diante de um perigo iminente a tortura seria justificada para extrair informações que poderiam evitar danos maiores (argumento da "ticking bomb") ; a sobrevivência da tortura, mesmo vinte anos após o retorno da democracia, no interior das instituições brasileiras que deveriam garantir o cumprimento da lei.

Etes tem sido o foco do programa de pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e, neste contexto, a recente discussão sobre a tortura parece ter primordial importância para as discussões a respeito do futuro da democracia e dos direitos da pessoa humana.

Ainda mais, quando se considera que a condenação, quase universal do uso da tortura passou, após os atentados de 11 de setembro, a ser questionada e o que parecia ter sido apagado do discurso público, resultado de todos os acordos, convenções e tratados assumidos pelas principais democracias durante os últimos séculos, passou, de algum modo, a suscitar dúvidas a respeito de sua aplicação universal.

Para promover esta discussão, este foi o primeiro de uma série de dois seminários com os seguintes propósitos: promover um debate esclarecido sobre a tortura e o impacto que a diminuição das restrições contra a mesma possam ter sobre a democracia; promover trocas entre instituições acadêmicas pesquisadores nacionais e internacionais; encorajar as redes de contato das instituições acadêmicas Brasileiras a fim de informar mais prontamente o debate público sobre estes assuntos.

Destaca-se ainda aqui que, na atual democracia brasileira, a tortura não apenas persiste, mas coexiste juntamente com inúmeras outras violações aos direitos humanos. A possibilidade da democracia se consolidar diante de tantas violações tem sido o foco do programa de pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e, neste contexto, a recente discussão sobre a tortura parece ter primordial importância para as discussões a respeito do futuro da democracia e dos direitos da pessoa humana. Ainda mais, quando se considera que a condenação, quase universal do uso da tortura passou, após os atentados de 11 de setembro, a ser questionada e o que parecia ter sido apagado do discurso público, resultado de todos os acordos, convenções e tratados assumidos pelas principais democracias durante os últimos séculos, passou, de algum modo, a suscitar dúvidas a respeito de sua aplicação universal.

Além disso, este debate, sem dúvida nenhuma, também causa impacto no plano local, principalmente no interior das instituições que resistiram à erradicação de tais práticas que, freqüentemente, ainda são aqui aplicadas em "pessoas consideradas suspeitas". É neste contexto que os pesquisadores do NEV reconheceram o momento de promover um amplo debate intelectual sobre os mitos que alimentam e sustentam a prática da tortura, não somente em contextos brasileiros, mas também nas democracias sob a ameaça de ataques terroristas. Para promover esta discussão, este foi o primeiro de uma série de dois seminários com os seguintes propósitos.

Promover um debate esclarecido sobre a tortura e o impacto que a diminuição das restrições contra a mesma possam ter sobre a democracia;promover trocas entre instituições acadêmicas pesquisadores nacionais e internacionais; encorajar as redes de contato das instituições acadêmicas Brasileiras a fim de informar mais prontamente o debate público sobre estes assuntos.








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Núcleo de Estudos da USP-SP
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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sábado, maio 23, 2009

PESSOAS INTELIGENTES VIVEM MAIS

NOTÍCIA PELO MUNDO



A notícia parte dos pesquisadores Ian Deary e Goff Der, cientistas escocêses. Um artigo na revista ‘Psychological Science’ demonstra que, quanto mais alto for o gráu de inteligência, mais alta será a expectativa de vida. Pesquisas feitas durante 14 anos, em 900 pessoas, pra medir a inteligência e a prontidão dos reflexos – pois a inteligência é associada à capacidade de reagir velozmente aos estímulos - demonstraram que, a maioria dos que morreram por causa natural, daquele grupo de observação, não fazia parte do grupo que totalizava pontos mais altos do nível de inteligência e rapidez de reações.
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As possíveis explicações pra o fato de que pessoas inteligentes vivem mais, segundo Deary, são três: a mais simples, é porque as pessoas inteligentes são bem mais informadas, logo, cuidam melhor da saúde; a segunda, é ligada ao fato de que pessoas mais inteligentes, na maioria, obtêm trabalhos melhores remunerados e isso determina uma melhor condição geral de vida; terceira, a que produziu maior interesse porque, pela primeira vez, a inteligência e a velocidade (em tomar decisões), saõ colocadas em estreita relação com a capacidade de conservar a própria saúde, e alongamento da vida.
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Com a diminuição da prontidão mental, resultaria um primeiro sinal da decadência geral do organismo. Na base desse fenômeno – explica Deary – pode ser que exista uma degeneração do sistema nervoso: em prática, quando se alonga o tempo das reações, é como se o corpo estivesse enviando o primeiro sinal de envelhecimento, e isso não interessa somente à mente mas a todas as funções do corpo.






Holdings. Tl- Aviv- Jafra- Israel
Prof. Elyzante Revisti - Membro Shvoong

Diác. Rilvan Stutz - Membro - Shvoong

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quinta-feira, maio 21, 2009

RESUMO DE MODELO E PROJETO DE AÇÃO

DIREITOS HUMANOS
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A dificuldade na aprendizagem da leitura, observada em uma turma de 3º ano do 1º Ciclo do Ensino Fundamental em uma Escola Municipal de Manaus.
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Sabemos que o sucesso da educação tem seu princípio no ato de ler. A fome pela leitura, por sua vez não se origina da imposição advinda da escola, através de seus professores, pedagogos, gestores e demais funcionários, nem de seus familiares, que no caso da grande maioria dos alunos da escola em questão, são pessoas que não obtiveram gosto pela leitura por não terem compreendido a importância da mesma para a tão sonhada emancipação social. A paixão pela leitura se desenvolve a partir do momento em que o sujeito internaliza que é preciso ler (no sentido mais amplo do ato de ler), para conhecer a organização das micros e da macro sociedade, para que a partir desse conhecimento possa lutar pelos seus direitos, sabendo de seus deveres.
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A dificuldade na leitura é uma triste realidade que atinge a grande maioria das escolas públicas municipais da cidade de Manaus. Todavia, diante de tamanho déficit na aprendizagem, temos que buscar estratégias para tentar transpor as barreiras que foram colocadas ao longo da história e que dificultam o bom desenvolvimento das atividades educativas. Pensando assim tomamos a iniciativa de realizar este Projeto de Ação, objetivado em intervir positivamente na realidade.
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OBJETIVO GERAL
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Atender as necessidades básicas dos alunos, afim de que possam continuar a vida escolar com os pré-requisitos básicos.
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OBJETIVOS ESPECÍFICOS
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Elevar a auto-estima através de palestras atividades diversas e dinâmicas. Apresentar a importância da leitura para a vida em sociedade. Desenvolver atividades em equipe, possibilitando aos alunos a avaliação de desempenho. Discutir sobre a estrutura física da escola. Orientar pais ou responsáveis sobre a importância da auto-estima. Orientar pais ou responsáveis sobre a importância do reforço escolar e do acompanhamento familiar para o sucesso do aluno.
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ATIVIDADES
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Visita a Residência dos alunos com o objetivo de dialogar sobre a importância do reforço escolar, do acompanhamento familiar e de elevar a auto-estima dos discentes. Realização de aulas de reforço, desenvolvendo-se através de atividades dinâmicas que privilegiem o desenvolvimento da habilidade na leitura e a auto-estima.







Holdings. Te - Aviv - Jafra - Israel
Prof. Raimundo (Supersvisor e Orientador Educacional)
Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro